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Preparando o terreno

Rodrigo-RollembergO PSB-DF realiza amanhã (27) um congresso para a definição de seu novo diretório e executiva regional, além de discutir  a conjuntura política local. A plenária do partido contará com a presença dos líderes do Psol, do PDT, do novo Mobilização Democrática (MD- PPS+PMN) e da Rede Sustentabilidade. No encontro, as siglas farão um ato em defesa do pluralismo político e da livre criação e organização partidária. O evento será no auditório da LBV, a partir das 9h.

A grande questão é definir a posição do partido para a corrida eleitoral de 2014. A definição da executiva regional decidirá a condução da candidatura do senador Rodrigo Rollemberg ao GDF, dando suporte a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência da República. O atual presidente do PSB-DF, Marcos Dantas, deve ser reconduzido ao cargo. Ele explica que o partido se prepara para qualquer cenário, com ou sem candidatura própria, e que o congresso é uma mobilização contra o projeto que dificulta a criação de partidos.

Fonte: Coluna ons e offs

Indicação certa

gim argeloA indicação do senador Gim Argello (PTB) para a vaga de Valmir Campello no Tribunal de Contas da União (TCU) está definida, garante um amigo próximo a Renan Calheiros (PMDB), que subscreve a indicação à Presidente Dilma. Gim estaria indo para o TCU porque avalia uma complicada corrida eleitoral ao Senado. No TCU, ele mantém sua esfera de articulador político e pode viabilizar negociações relevantes ao Executivo e Legislativo.

O caso do pedido do PCdoB contra a candidatura ao Senado em 2006 do ex-governador Joaquim Roriz pode ser uma das razões da ida de Gim para o TCU. O recurso alegando que Roriz utilizou-se do número 156 como candidato, em alusão ao telefone de atendimento do GDF,  deve ser analisado na semana que vem.  Caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acate o pedido, Gim perderia o mandato, assumindo o segundo colocado (Agnelo) ou seu suplente, Messias de Souza (PCdoB), administrador de Brasília. Um empate pode ocorrer no TSE, pois o ministro Henrique Neves é irmão do advogado de Gim, Fernando Neves. Com o impedimento de Henrique, a ministra Carmem Lúcia pode votar duas vezes, complicando o meio de campo. O TCU seria o prêmio de Gim pelos seis anos de Senado.

Fonte: Coluna ons e offs

Aécio lança fim da reeleição como bandeira da sucessão

aecioO senador e pré-candidato à presidência Aécio Neves (PSDB-MG) está elaborando um projeto, válido já para as próximas eleições, que acaba com a reeleição e amplia o mandato de presidente, governadores e prefeitos de quatro para cinco anos. A proposta será apresentada no Senado, de acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo.

De acordo com a publicação, Aécio sabe que enfrentará resistência no Congresso, principalmente da bancada governista, mas avalia que poderá tirar proveito e melhorar sua imagem para a campanha em 2014.

O projeto tucano mostraria que o senador demonstra “desapego” – o PSDB identificou uma insatisfação do eleitorado com políticos que querem se manter no cargo a qualquer custo -, e seria uma oportunidade para “renovar” o partido.

O jornal diz ainda que Aécio está preparando um discurso contra a acusação “privatista” que o PT usou contra os tucanos nos últimos pleitos.

Fonte: Notibras

Uso das mídias digitais no marketing político

Social Media Logotype BackgroundO sucesso das mídias digitais e o seu crescente número de usuários têm atraído sua utilização para outros objetivos, além do entretenimento. Em 2008, as mídias sociais passaram a ser vistas como uma forma de marketing até então pouco utilizado, o político. O motivo de ter sido a partir desse ano é porque o então candidato à presidência norte-americano Barack Obama viu-se cercado de grandes estrategistas digitais, que investiram pesado na internet e criaram uma mobilização pró-Obama, divulgando planos de governo e ideias fazendo com que usuários receptores dessas mensagens formassem uma rede, contando com um enorme número de apoiadores, cuja finalidade é motivar outros usuários em torno de uma causa: Yes, we can.

Esses simpatizantes não estiveram envolvidos oficialmente na campanha. Eram voluntários que criavam vídeos e propagavam as ideias do candidato, e isso foi o diferencial. Ou seja, não basta apenas utilizar a mídia. Tem que saber utilizá-la. E esse modelo de campanha passou a ser visto com bons olhos por marqueteiros políticos no Brasil, já que no país 67,5 milhões de eleitores possuem acesso à internet. Nas eleições 2010, vimos que a utilização dessa ferramenta de comunicação pelos três principais candidatos Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva foi intensa. E realmente era necessária a utilização dessa mídia, já que as pesquisas de intenção de voto mostravam números próximos um do outro e uma mídia eficaz e gratuita, como a rede, é essencial numa campanha para se tornar mais completa.

Acréscimo positivo

Primeiramente vamos diferenciar as redes sociais das mídias sociais. A primeira está relacionada desde o começo da nossa civilização, visto que o seu termo define a forma como o ser humano se relaciona no mundo. Redes sociais são grupos de pessoas que compartilham um interesse, que podem ser desde uma ideologia, até uma banda musical ou produto do mercado. Então seria correto dizermos que fãs dos Beatles são uma rede social? Correto. E os meios usados para se comunicarem, escrever e compartilhar notícias, músicas e opiniões (Facebook, Orkut, Twitter, Youtube, MySpace) é o que chamamos de mídias sociais.

Com a rápida evolução da internet e o aparecimento de novas mídias sociais a cada dia, tornou-se comum a utilização dessas mídias na propaganda política, visto que nelas são encontrados públicos distintos que podem ser agrupados por classe social, faixa etária, estilo de vida, gostos e costumes. E isso pode determinar um acréscimo positivo na campanha política.

Por Rodolpho Raphael de Oliveira Santos

Fonte: Observatorio da imprensa

Qualidade de vida versus interesse comercial

REGUFFEO deputado federal José Antônio Reguffe entrou ontem na guerra contra o Shopping do Mal, aquele que pretendem espetar no Lago Sul, em área verde fronteira à Ponte JK. Fez um apelo ao governador Agnelo Queiroz para que interfira na questão. “Nós temos que zelar e defender a qualidade de vida dos moradores, e não os interesses comerciais que alguns possam ter”, afirmou Reguffe. O deputado lembrou que, na fúria de vender a área, não se fez estudo do impacto no trânsito, nem levantamento de prováveis danos ambientais.

Fonte: Coluna do alto da torre / Jornal de Brasília

De olho na proibição das coligações

pmdbEmpenhado em vitaminar suas nominatas, o PMDB brasiliense está de olho em uma decisão a ser tomada pela comissão da reforma política da Câmara dos Deputados. Caso se proíbam as coligações para eleições proporcionais, como pretendem os grandes partidos, deverá se intensificar a busca de filiações.

Estão nesse caso os distritais Alírio Neto, do PEN, e Agaciel Maia, do PTC. Embora ambos sejam próximos do PMDB, são também os presidentes regionais de seus partidos. No PMDB acredita-se que seria altamente improvável que um presidente de partido trocasse de legenda sem um cataclisma. A proibição de coligações seria, sim, um cataclisma. Nem PTC, nem PEN teriam condições de atingir sozinhos o quociente eleitoral. Nem eles, nem a maioria dos 20 partidos nanicos que compõem a sopa de letrinhas do quadro político brasileiro. O PMDB seria um estuário natural.

Fonte: Coluna do alto da torre / Jornal de Brasília

Aprovação da PEC 33 esquenta a disputa entre o Legislativo e o STF

stfA crise institucional iniciada pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2011, que dá ao Legislativo a palavra final sobre as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), se agravou ontem e, após declarações fortes de integrantes dos Três Poderes, levou o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a suspender a tramitação do projeto. Ontem, após reunião, Henrique Alves e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), elevaram o tom e admitiram haver uma crise entre o Legislativo e o Judiciário. Renan e Henrique chamaram de “invasão” do STF no Congresso a decisão do ministro Gilmar Mendes de suspender a tramitação do projeto que dificulta a criação de partidos. Renan e Henrique entraram com um agravo regimental no Supremo contra a liminar do ministro.

Com a reação imediata e negativa de várias instâncias da República em relação à aprovação da PEC 33 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Henrique Alves anunciou que, “enquanto não tiver uma definição muito clara” sobre o assunto, está suspensa a criação da comissão especial que analisaria a proposta. O ministro Gilmar Mendes chegou a dizer que, se a medida for aprovada pelo Legislativo, será melhor “fechar” a Suprema Corte. “A PEC é inconstitucional do começo ao fim, de Deus ao último constituinte que assinou a Constituição. Eles rasgaram a Constituição. Se um dia essa emenda vier a ser aprovada, é melhor que se feche o Supremo Tribunal Federal”, recriminou.

Fonte: Correio Braziliense

Feliciano não poderá fazer triagem de público para assistir a CDH

FelicianoNo dia seguinte à afirmação do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) de que só permitira a entrada de “pessoas de bem” na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), deu sinais de que pretende enquadrar o pastor. Após reunião com os parlamentares contrários à permanência de Feliciano à frente do colegiado, Alves prometeu reforçar a norma que obrigava o deputado a abrir as reuniões do colegiado para o público — regra que ainda não foi colocada em prática na comissão.

No início do mês, o pastor determinou, com o aval de aliados na CDHM, que as sessões passariam a ser restritas a funcionários, jornalistas e parlamentares. Após ser diretamente repreendido por Henrique Eduardo Alves, que considerou a decisão “inviável”, Feliciano passou a iniciar as sessões limitando a quantidade de presentes. Quando as manifestações ficavam barulhentas, ele trocava a reunião de sala e a reiniciava a portas fechadas, como permite o Regimento Interno da Casa. Na quarta-feira (26/4), porém, o encontro já começou restrito — até o acesso ao corredor das comissões estava fechado.

Fonte: Correio Braziliense

O candidato desconhecido

poderosoO jogo político, sobretudo a disputa eleitoral, é jogo pesado. Candidatos que não tenham em mente um único objetivo, vencer, estão condenados ao fracasso.

O candidato pouco conhecido, disputando um cargo executivo em cidades/estados com grandes colégios eleitorais, ordinariamente, tem poucas chances de vitória. Por definição o eleitor vota em quem conhece, ou quem pensa conhecer. Assim, este candidato enfrenta um desafio adicional, quando comparado com os demais: antes de arrebanhar votos, precisa fazer-se conhecido do eleitor.

O candidato às vezes é tomado pela convicção de que terá uma avaliação positiva dos eleitores.

Há muito whishfull thinking por trás da decisão do partido ao escolher um candidato pouco conhecido. O fato é minimizado, e supõe-se que, com o andamento da campanha, o problema se resolve. Em raras ocasiões isso acontece. Na grande maioria dos casos, o resultado final é o insucesso eleitoral. A nossa legislação eleitoral prevê um período de tempo muito limitado para a campanha eleitoral aberta, e, menor ainda para a campanha por rádio e TV. Assim, mesmo que tenha sido escolhido com antecedência de meses, em relação ao calendário eleitoral, ele somente poderá fazer campanha abertamente, dentro dos prazos definidos pela lei eleitoral, que demarca um tempo reduzido.

Pessoas pouco conhecidas (do eleitorado) são escolhidas como candidatos, porque são percebidas como possuindo invejáveis qualificações para o cargo. Na realidade, elas são escolhidas por quem as conhece muito bem, sem levar em conta que este conhecimento não é compartilhado pela maioria do eleitorado. As dificuldades eleitorais, então, são contornadas pela convicção/esperança de que os eleitores, assim que o conhecerem, terão dele a mesma avaliação positiva dos que o escolheram.A realidade é bem mais complexa. Mesmo que o candidato se revele excelente na conquista dos votos, simpático, persuasivo, bom orador etc, a campanha sempre será muito curta para que ele possa fazer valer essas qualidades, para o conjunto do eleitorado.

Candidatos pouco conhecidos, somente têm alguma chance em campanhas ricas, conduzidas por profissionais muito bons. Nestes casos, a criatividade da propaganda, a sua difusão maciça entre os eleitores, as qualidades do candidato (no contato pessoal, pela TV e pelo rádio), podem, contra adversários que não são muito fortes ou estão desgastados, produzir uma vitória.

A combinação:

1 – eleitorado grande;

2 – candidato pouco conhecido;

3 – campanhas pobres ou modestas, entretanto, é fatal.

Já em cidades pequenas (eleitorado pequeno), o problema é bem menor. Em cidades pequenas, todos, por definição, são mais ou menos conhecidos. Candidato pouco conhecido, nesses casos, é a pessoa que não faz política. Nesses casos, mesmo campanhas pobres ou modestas podem fazer frente ao desafio do reduzido conhecimento. Trata-se menos de fazer o candidato conhecido, do que de estender seu prestígio de uma outra área da vida social para a área política. Este é o caso, por exemplo, que explica a freqüência com que médicos do interior ingressam, com sucesso, na vida política.

Muito conhecidos como médicos, o trânsito de sua condição profissional para a vida política se faz com facilidade. O fato de que atenderam profissionalmente pessoas que não podiam pagá-los, cria vínculos pessoais muito fortes que, na hora da eleição, se transformam em votos. O mesmo vale para outras profissões, embora nenhuma se aproxime da profissão médica, em termos de potencialidade eleitoral. Candidatos desconhecidos que disputam uma vaga no legislativo, em grandes colégios eleitorais, possuem também maiores chances de sucesso que candidatos ao executivo.

Maiores chances na comparação com candidatos ao executivo, mas bem menores, quando comparados com candidatos ao legislativo em busca de reeleição, ou bastante conhecidos nas respectivas regiões.

Candidato desconhecido deve trabalhar muito para conseguir o reconhecimento do eleitorado

Para os cargos executivos, entretanto, é uma batalha difícil e dura. Qualquer candidato ao executivo precisa sair-se bem em 4 desafios:

Ser conhecido
Ser identificado
Ser comparado
Ser votado.

Para o eleitor subir essa “escada”, que envolverá a destinação de tempo para informar-se e acompanhar a campanha, é necessário antes que ele tenha sua curiosidade sobre o candidato que não conhece (ou conhece só de ouvir falar) instigada.

Por definição, então, é preciso primeiro tornar-se conhecido. Somente aqueles candidatos que eram desconhecidos, e que o eleitor passou a tomar conhecimento, merecerão dele o investimento de tempo necessário para levá-lo ao novo estágio: a identificação do candidato, localizando-o em termos de relações pessoais e políticas, de partido, doutrina ou ideologia, de projetos e propostas, e, por fim, de sua imagem.

Somente candidatos conhecidos e identificados, ingressam no terceiro estágio que é o da comparação entre os concorrentes, para, ao final, estar presente, como uma possibilidade, no momento da decisão de voto.

Assim, na base de tudo está o atributo “ser conhecido”. Numa eleição real, os candidatos conhecidos já entram na campanha na fase da sua respectiva identificação, enquanto os candidatos pouco conhecidos ou desconhecidos, precisam primeiro fazer com que sua campanha os torne conhecidos, para só depois avançarem para os demais estágios do processo de decisão de voto dos eleitores.

O candidato desconhecido, portanto, entra na campanha eleitoral com poucas chances de vitória. Lançar um candidato que é desconhecido implica numa decisão inicial de risco, que sobrecarrega a campanha com uma dificuldade adicional onerosa, com a qual terá que lidar.

Fonte: Política para políticos

Itamar cancela o Rodeio e afirma: Nossa prioridade e arrumar a cidade

itamar imoveisNota oficial, enviada pela Assessoria de Comunicação de Santo Antônio do Descoberto:

Comunico a toda a população que não haverá Rodeio este ano.

Muitas especulações foram feitas, mas infelizmente não temos como promover uma festa como esta, sem recursos, a emenda e as verbas não chegaram e não tirarei 1 centavo do município para promoção de eventos antes que a cidade esteja arrumada.

Ressalto ainda que nossa prioridade e arrumar a cidade, principalmente o asfalto.

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