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Inaugurações sem shows no DF

Dep_-Eliana-PedrosaA deputada Eliana apresentou projeto que veta a contratação de qualquer artista para eventos de inauguração de obras públicas. Pelo PL 1.408/2013, a proibição de se contratar shows é para inaugurações, atos de assinatura de ordens de serviços, assim como qualquer outra solenidade de entrega de aparelhos públicos.

Eliana explicou a iniciativa: “Nosso objetivo é não permitir que o administrador público se beneficie para promover eventos que enalteçam as obras públicas inauguradas”. O veto, porém, exclui shows que não sejam custeados pelo GDF e aqueles custeados pelo governo em festas tradicionais ou eventos comemorativos dentro do calendário oficial.Eliana Pedrosa é autora de outro Projeto de lei, em tramitação na Câmara Legislativa, que limita em 20% os gastos do governo com a realização de eventos culturais nas cidades do DF. Em 2011, foram R$ 35 milhões em eventos, festas e homenagens. O valor é 62% maior que todo o dinheiro aplicado em obras de infraestrutura nas 30 cidades do DF. “É uma insanidade”, disse a parlamentar à época.

Fonte: Site da Deputada Eliana Pedrosa

Cristovam Buarque diz que aceitaria ser vice de Eduardo Campos

cristovam buarqueConhecido pela atuação em prol da melhoria das condições da educação pública no Brasil, o pernambucano e senador do Distrito Federal Cristovam Buarque (PDT), enfim, assumiu que pode ser o vice numa eventual candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à Presidência da República nas eleições de 2014. Em entrevista ao portal Brasil247, o senador confessou: “Não mereço ser vice de Eduardo, mas se ele me chamar, eu topo com o maior prazer”. A “dobradinha” entre Campos e Buarque começou a ser ventilada durante as eleições municipais do ano passado.

“Já disse ao Eduardo que eu não mereço ser vice dele. Eu sou senador no menor colégio eleitoral do país. O vice tem que trazer votos, por isso o vice deveria ser de grandes colégios eleitorais como Rio de Janeiro, São Paulo ou Rio Grande do Sul. E de preferência uma mulher. Sou pernambucano também, daí seríamos uma chapa bolo de rolo. Vou conversar com ele, mas se ele chegar a conclusão de que seria melhor o meu nome, aí eu topo com o maior prazer”, confessou.

O senador também teceu comentários a respeito do novo partido da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (ex-PV e PT): o Rede Sustentabilidade. Sobre uma possível parceria eleitoral entre os dois também para a eleição de 2014, Cristovam descartou.

“Com a Marina não. Ela errou ao fazer um novo partido. Ela era para ser a ‘Betinha’ do século 21. Betinho (o sociólogo Herbert José de Sousa) não tinha partido e nem mandato, e mesmo assim foi um grande líder social no combate à fome no século passado. Marina deveria se tornar uma líder social. Pelo menos essa é a imagem que tenho dela. Não deveria estar tentando criar um novo partido. Mesmo com meu carinho por ela, eu não estarei ao lado dela, pelo menos não no primeiro turno”.

Cristovam ainda duvidou do poder de fogo da “antiga companheira”. Ele se mostrou cético quando perguntado se acreditava se Marina iria conseguir todas as assinaturas para a criação do novo partido até o prazo imposto pela Justiça Eleitoral.

“Tenho minhas dúvidas. Para criar um partido, ela vai ter que se juntar com pessoas que defendem o quadrado e não a roda. E aí ela termina se comprometendo. Eu não acredito que ela vá conseguir criar um partido sem ter que abrir as portas para pessoas que não deveriam estar no partido dela”, disparou.

Fonte: Correio Braziliense

Palestra por assinaturas

marina silvaQuem acompanha de perto as movimentações de Marina Silva diz que não está faltando esforço de seus seguidores para coletar as assinaturas necessárias à criação do novo partido.

O grupo tem aproveitado as palestras de Marina para somar rubricas à lista. Ao final dos eventos, o pessoal da Rede, nome da futura sigla, procura quem estava na plateia para engrossar a relação de adeptos.

Fonte: Radar on line

Marketing Político, Mídias Sociais e as Eleições Brasileiras de 2010

capa Internet e eleições - 04Aproximam-se as eleições de 2.014 e novamente o assunto Internet vem a baila. Vamos recordar algumas considerações que fizemos em 2.010 e que ainda são perfeitamente inerentes ao assunto.

Imaginavam que no Brasil o sucesso das mídias sociais seria proporcional ao que ocorreu nos Estados Unidos. Pensavam que o povo iria correr para seus celulares interativos, computadores e notebooks atrás de informações sobre seu candidato preferido, como se este fosse um ídolo do futebol, ator famoso ou um rockstar.

Acharam que a dona Maria e o tio Zé – que assistem novelas, o jornal por embalo e desligam a TV quando a conhecida tela azul com letras em branco anuncia que a lei número 9.504/97 entra em ação com seu horário eleitoral gratuito – se dariam ao trabalho de buscar motivos para acreditar e votar em um candidato na internet.

Aliás, dentro desse contexto, no de acreditar, foi um dos motivos pelo qual deu tão certo a campanha virtual de Obama: a esperança. Foi o que alimentou e, principalmente, moveu as pessoas naquele país a trabalhar em prol do candidato democrata e acessar a internet e até colaborar financeiramente com débitos em cartões de crédito.

Sendo a primeira vez que se usaram, na sua plenitude, as ferramentas da internet em uma campanha eleitoral aqui no Brasil, nada se tem de muito concreto sobre como funcionam – se funcionam – as mídias sociais por aqui no âmbito político ou eleitoral. Houve partido que fez desembarcar por essas terras o norte-americano Ben Self, sócio da Blue State Digital, responsável pela movimentação na rede de computadores da campanha de Barack, acreditando naquela antiga máxima “O que é bom para os E.U.A é bom pára o Brasil. Ledo engano.

Só faltou levar em conta que eram realidades distintas, e avisar essa turma que nem tudo que serve lá serve aqui também. Entretanto, uma experiência pioneira que se mostrou muito acertada foi o debate online entre presidenciáveis na internet brasileira que ocorreu dia 18 de agosto de 2.010 no teatro da PUC-SP, em uma parceria entre o portal UOL e o jornal Folha de São Paulo.

Foi algo que realmente movimentou as redes sociais e quem se interessava por política, o que converteu a contenda em algo de alto nível. Algo de grande interatividade e dinâmica. Este é ainda um ano de experiências para o Brasil no campo das mídias sociais e suas aplicações na política e eleições. Estamos vivenciando um grande laboratório virtual nas campanhas eleitorais no nosso país.

No Amapá, foi minguada a implantação da campanha virtual para o cargo de governador. Isso ocorreu, pois, entre outras coisas, nesse Estado não há conexão por Banda Larga, o que torna pouco atrativo passar o dia brigando com a lentidão do velho modem discado.

Outro motivo foi que a maioria das pessoas que tinham acesso à internet era contrária as candidaturas que se apresentavam, apesar da penetração dos candidatos ser muito forte entre os jovens. Por receio de entrar com mais intensidade nesse meio, não se aplicou muito empenho e dinheiro às mídias sociais durante essa campanha.

O mesmo temor houve em uma campanha para deputado estadual no interior do Estado de São Paulo. Por preferir não se arriscar nesse plano, direcionou-se a verba para outras esferas da campanha e simplesmente ignorou-se a “moda” das mídias sociais.

Em outra mão, outro aspirante a um cargo na Assembléia Legislativa de São Paulo, um senhor, na casa dos 70 anos idade, que não tinha boa penetração entre o eleitorado jovem, decidiu entrar nesse campo. Foi criado um perfil no Orkut na tentativa de aproximá-lo desse público. Resultado: em dois meses dois perfis do candidato ficaram cheios, lotam de acessos e geram interatividade com o deputado. Surpresas de campanha eleitoral.

Há, inclusive, campanhas e candidatos que se tornam um dos assuntos mais comentados na rede. Isso passou com um candidato a deputado federal por São Paulo (Tiririca), que se tornou, pelo menos durante uma semana, o nome mais comentado no Twitter. No Youtube, os vídeos desse mesmo candidato com seus pedidos de voto no horário eleitoral gratuito, são campeões de audiência na categoria.

Outros apelaram para o SPAM causando indignação entre os eleitores pelo número recebidos, de todos os lados, vindos de amigos, parentes, colegas de trabalho em uma militância mal-direcionada, dos próprios candidatos comprando maillings e disparando a torto e a direito sua “propaganda virtual”. Na rede social Twitter, por exemplo, há uma profusão de protestos nesse sentido. Algumas pessoas reclamam de receber até 50 emails por dia com esse teor. É caso clássico para analisarmos por que envio de email não solicitado, também chamado de SPAM, simplesmente não funciona.

Utilizando o email marketing político da maneira certa, ele até pode ser vantajoso, pois estreita e deixa mais intimo o contato entre candidato e eleitor e serve como fonte de notícias e avisos sobre datas de comícios, debates, pesquisas, etc. principalmente aos militantes. Em outras palavras, é útil para quem se interessa. Por outro lado, quando emails não solicitados com teor político chegam às caixas de entrada quase sempre são mal-recebidos.

A não ser que você concorde plenamente com o conteúdo daquela mensagem eleitoral e, detalhe importante, não se importe nem um pouco de receber spam, você não vai mudar seu voto baseado no conteúdo de um email. Isso quer dizer que na grande maioria dos casos aquele simples email só vai causar incomodo.

Sabemos que as pessoas enviam esse tipo de mensagem, com a melhor das intenções, mas, de bem intencionado a detenção está lotada, esta mensagem continua sendo spam. O conceito de Spam é: todo email não solicitado e enviado em massa é spam. Curto e grosso. Você pode presumir que todos na sua lista compartilham das suas idéias, mas é bastante provável que isso não seja verdade, principalmente em se tratando de assuntos eleitorais.
Só vamos obter o verdadeiro resultado do uso dessas ferramentas durante as campanhas, e fazer com que elas se tornem votos ou doações para campanhas, quando todas as ferramentas forem testadas aqui no Brasil. Como tudo ainda é muito novo, e mais da metade da população brasileira não tem acesso à internet, qualquer conclusão será apressada, provavelmente incerta e provavelmente incorreta. Ainda estamos no laboratório. O remédio pode matar se aplicado, sem os devidos testes, em campanhas eleitorais.

Fonte: Blog do Manhanelli

GDF anuncia mais cinco centros de combate ao crack

alirio crackParanoá, Itapoã, Varjão, Santa Maria e Planaltina receberão novos centros de atendimento a usuários de entorpecentes.

O Governo do Distrito Federal anunciou ontem (3) a inauguração, em junho, de cinco Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps), que funcionarão 24 horas em conjunto com cinco  Unidades de Acolhimento. Os Caps funcionarão 24 horas e irão beneficiar moradores do Paranoá, Itapoã, Varjão, Santa Maria e Planaltina. A ação faz parte do Plano Distrital de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, em vigor há um ano.  As novas estruturas manterão o Distrito Federal na vanguarda das políticas de enfrentamento as drogas.

Nas Unidades de Acolhimento será possível acomodar 20 crianças e adolescentes e 45 adultos, que receberão tratamento durante seis meses. “Com os novos centros, vamos alcançar o modelo único de saúde aconselhado pelo Ministério da Saúde. Atingimos o nosso objetivo. A medida que oferecemos o serviço e a população o utiliza, significa que somos efetivos”, destacou o secretário de Saúde Rafael Barbosa. Hoje, o DF abriga seis – em Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Asa Sul e Norte e na Rodoviária do Plano Piloto – dos 27 Caps em funcionamento no país.

As seis Unidades de Saúde Mental em funcionamento voltadas à atenção a usuários de álcool e outras drogas totalizaram 21.570 procedimentos no último trimestre, com 6.974 deles voltados a menores de 18 anos. Cerca de 250 voluntários fizeram o curso de multiplicadores da política do GDF e atuaram na abordagem de 2.500 moradores de rua – 46% eram usuários de drogas lícitas e ilícitas e menos de 5% consumiam crack.

Lançado em 31 de agosto do ano passado, o programa foi dividido em três frentes: prevenção ao uso de drogas, tratamento e repressão ao tráfico. O balanço das ações que envolvem 15 secretarias mostra, ainda, o crescimento do número de prisões de traficantes. A operação Marco Zero, da Secretaria de Segurança Pública, que começou em 2011 e atuou na zona central de Brasília, Taguatinga e Ceilândia, registrou 4.505 ocorrências do uso e porte de drogas e 2.070 de tráfico de drogas.

Convênios – Para ampliar os resultados positivos apontados em um ano de trabalho, o governo Agnelo reforçou a campanha Viva a Vida Sem Drogas, que ganhou sete parceiros. Foram assinadas cartas de intenção com os sindicatos do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos e de Lubrificantes do Distrito Federal (Sindicombustíveis), de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (Sindhobar), e do Comércio Varejista (Sindivarejista), além da Rede de Postos Gasol, a Direcional Engenharia, o Centro Educacional Sete Estrelas (Sobradinho) e a Associação dos Criadores do Planalto.

Esses parceiros apoiaram a causa e passaram a fazer parte da rede de enfrentamento, com distribuição de material educativo. Durante esse um ano de programa foram distribuídos dois milhões de folders, 300 mil cartilhas para pais e professores da rede pública e particular de ensino e 50 mil adesivos de carros, além da apresentação da peça “Quero Ser Feliz. E você?” para 180 mil alunos.

A mobilização também conta com a colaboração dos sindicatos dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinepe), e da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon), do Serviço Social do Distrito Federal (Seconci-DF), além da Cooperativa de Consumo dos Feirantes da Feira dos Importados (Cooperfim). São quase 25 mil multiplicadores no combate ao uso e tráfico de drogas no DF.

“Essa etapa envolve a sociedade. Essas instituições e empresas vão ajudar na divulgação, na distribuição do material e no esclarecimento”, explicou secretário de Justiça, Alírio Neto. “Isso tudo ajuda a criar uma cultura contra o uso de drogas”, completou.

Fonte: Blog do Cafezinho

Licença Ambiental de Vicente Pires é aprovada

vicente piresA regularização de Vicente Pires está cada vez mais próxima, hoje pela manhã o Administrador de Vicente Pires Ebenezer Aquino juntamente com o Presidente da ARVIPS Dirsomar Chaves acompanharam a reunião do Conselho de Meio Ambiente do Distrito Federal – CONAM-DF, onde todos os conselheiros se mostraram favoráveis a emissão da Licença Ambiental pelo IBRAM.

Com a aprovação por unanimidade do Estudo Ambiental – EIA-RIMA elaborado pela ARVIPS representante direta da comunidade, as obras que a cidade necessita podem ser executadas, dentre elas, as advindas do Programa de Aceleração do Crescimento PAC, onde Vicente Pires recebeu por meio do Governo do Distrito Federal cerca de 420 milhões de reais, conforme compromisso do Governador Agnelo Queiroz com a principal liderança comunitária da cidade, esse valor será destinado para realização do sistema de drenagem de Águas pluviais, implantação de nova pavimentação asfáltica e sistema de circulação acessível, melhorando assim a mobilidade urbana na região.

Lembrando que no último dia 25 de março saiu no Diário Oficial do Distrito Federal a aprovação do Projeto de Urbanismo de Vicente Pires pela Secretaria de Estado de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano do Distrito Federal – SEDHAB. Esse projeto também é ponto fundamental para regularização de Vicente Pires, é ele que define as diretrizes e normas de obras, equipamentos públicos, atividades econômicas, entre outros.

O Governo do Distrito Federal está empenhado em dar celeridade ao processo de regularização ambiental e fundiária de Vicente Pires e com mais esta conquista este processo está na sua reta final.

É o Governo do Distrito Federal trabalhando por Vicente Pires. Acompanhe as próximas noticias e saiba quais serão os próximos passos.

Fonte: Blog do Evan do Carmo

Alerta contra a dengue: 108 mortes em 2013

dengue2Número de óbitos registrados no país é até 23 de março deste ano; no mesmo período de 2012, foram 102. Casos suspeitos já somam 635 mil.

Fonte: Congresso em Foco

Justiça aceita denúncia contra oito por tragédia na boate Kiss

boate-kissO juiz Ulysses Louzada, da 1ª Vara Criminal de Santa Maria, acolheu integralmente ontem a denúncia apresentada pelo Ministério Público estadual (MP) contra oito acusados como responsáveis pelo incêndio da boate Kiss, que deixou um saldo de 241 mortos na madrugada de 27 de janeiro. Os empresários Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, donos da boate, os integrantes da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Bonilha Leão, o empresário Elton Cristiano Uroda, o contador Volmir Astor Panzer, e os bombeiros Gerson da Rosa Pereira e Renan Severo Berleze passam a ser réus de uma ação penal.

Os quatro denunciados do núcleo ligado diretamente ao incêndio, que estão presos, responderão pelo crime de homicídio doloso qualificado, com pena máxima de 30 anos de prisão, e enfrentarão júri popular. Os outros acusados respondem por crimes menores, que podem ser trocados pela prestação de serviços à comunidade se os réus aceitarem uma retratação.

Fonte: Congresso em Foco

Mudanças no SIA

benedito-domingosO distrital Benedito Domingos foi ontem à tarde a um encontro, com o governador Agnelo Queiroz, na residência oficial de Águas Claras, para discutir um listão de reivindicações do Setor de Indústria e Abastecimento, o SIA. Agnelo chamou o administrador do SIA, José Tenório, o presidente da Ceasa, Wilder da Silva Santos, o diretor geral do Detran, José Alves Bezerra e empresários do SIA. A turma cobra principalmente transporte coletivo, calçadas e policiamento.

Fonte: Coluna do alto da torre / Jornal de Brasília

Ela voltou

maria de lourdes abadiaAnimadíssimo com a presença da ex-governadora Maria de Lourdes Abadia na eleições das zonais tucanas, o presidente do PSDB brasiliense, Márcio Machado, acredita que poderá convencê-la a concorrer às eleições do ano que vem. Abadia seria candidata a deputada federal, puxando a chapa da oposição. Discretíssima, inclusive ao aparecer nas eleições internas, a ex-governadora não diz que sim, nem que não.

Fonte: Coluna do alto da torre / Jornal de Brasília

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