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No quintal de casa

ArrudaÉ hora de pensar e repensar os cenários político e partidário para iniciar a disputa eleitoral do ano que vem. Grupos ligados ao ex-governador José Roberto Arruda estariam sendo pressionados a manter suas candidaturas apenas em âmbito local, ou seja, apenas para deputados distritais ou governador/vice. Candidaturas à Câmara dos Deputados ou ao Senado por aqueles que tiveram seus nomes citados na Caixa de Pandora não são bem vistas, isso porque o processo que repousa no Superior Tribunal de Justiça (STJ) subiria para o Supremo Tribunal Federal (STF), onde o temido Joaquim Barbosa teria grande peso ao ver a ‘sessão de filmes’ que culminou no escândalo. Caso um dos citados passe a ser mandatário federal, o inquérito sobe para o STF e o desfecho pode ser pior do que o do Mensalão.

ASSIM, nomes como o do ex-governador Paulo Octávio e do distrital Roney Nemer (PMDB), forte candidato a deputado federal, estariam fadados a disputar um mandato como distrital, mesma situação de Arruda. Neste caso, o processo desceria para o Tribunal de Justiça do DF e Territórios. No quintal de casa, a tal ‘sessão de cinema’ não teria o mesmo recorde de bilheteria. Com puxadores de votos deste quilate, a CLDF será toda Arruda!

Fonte: Coluna Ons e Offs

Ciclo de palestras na CLDF

cldfA Escola do Legislativo do Distrito Federal (Elegis-DF) abriu  o ciclo de palestras “Poder Legislativo e Cidadania”, que abordará temas como representação democrática, mídia e políticas públicas. A idéia é debater temas relacionados com as funções do Legislativo local.

Este é o terceiro ciclo promovido pela Elegis-Distrito Federal  e será aberto pelo professor Mathieu Turgeon do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília. Ele, que é doutor em Ciência Política pela Universidade do Texas (EUA), abordará o tema “Democracia Representativa e Participação”.

No dia 1º de abril, o professor Pedro Santos Mundim – que tem pós-graduação em Comunicação Social e Ciência Política e atualmente dá aulas na Universidade Federal de Goiás – falará sobre “Mídia e Instituições Políticas”.

No dia 8 de abril, será a vez do professor Flávio Cireno Fernandes apresentar a palestra “Políticas Públicas e Controle Social”. Ele é professor da UnB e da Escola Nacional de Administração Pública – ENAP, além de coordenar programas no Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Fonte: Jornal O Repórter

Valparaíso de Goiás: Governo Lucimar investe na educação e moradores já constatam melhorias

lucimarA prefeita de Valparaíso de Goiás, no Entorno de Brasília, professora Lucimar Nascimento (PT), como educadora de formação, tem demostrado uma preocupação singular com a educação em seu município. Mas Lucimar também não perdeu tempo em outros setores, como, por exemplo, primeiro, ela avançou na saúde, que estava literalmente à míngua, e agora chegou a vez da educação, área que ela conhece muito bem, e desde que assumiu o governo, vem fazendo de tudo pela melhoria do ensino público.

A prefeita preparou as instalações das escolas públicas para o início das aulas deste ano reformando algumas unidades escolares e, além disso, ampliou o número de vagas. Para esse bom desempenho, Lucimar Nascimento teve que nomear a educadora Maria Rita, profissional de alto gabarito no sistema educacional e profunda conhecedora dessa área. “Maria Rita é especialista em planejamento escolar e gestão. Por isso tem condições de realizar um grande trabalho a frente da pasta escolar do nosso município”, afirmou Lucimar.

Com um aumento de mais de três mil novos alunos na rede municipal de ensino a professora Maria Rita a partir de agora terá de dar respostas rápidas no índice de aprendizado e, ao mesmo tempo, organizar os métodos de gestão.  Superadas as críticas dos adversários por ter sido indicada pelo PDT, já que o professor e vereador Silvano do PT brigava pelo cargo, Maria Rita arregaçou as mangas e já tem seu plano de reestruturação colocado em prática.

Melhoria nas atividades do ambiente escolar, incentivo à participação dos alunos no ambiente escolar, além de alugar espaço físico para novas salas de aulas. Tem sido estas as principais atividades da secretária de educação do município para atender a demanda e não ter alunos fora da sala de aula. Outro projeto de Maria Rita é a valorização do servidor público da Educação, como plano de carreiras, uma determinação da prefeita. Para isso, será necessário contratar mais 180 professores, 100 monitores e 63 serventes. “É importante destacar a adequação do piso salarial do professor que é de R$ 1.567,00”, expõe Maria Rita.

Fonte: Jornal O Repórter

Campanhas proporcionais: o segredo do posicionamento

ComiciosO candidato deve estabelecer propostas que atinjam as expectativas da maioria dos eleitores.

Para um candidato majoritário, o segredo de um posicionamento eficiente reside em adaptar seu discurso, suas propostas e a sua imagem às expectativas da maioria dos eleitores, para colocar-se na condição do mais votado entre um universo reduzido de candidatos. Trata-se, portanto, de um voto que se conquista no atacado.

Candidato a deputado não deve fazer uma campanha generalista

As circunstâncias de um candidato a deputado são bastante diferentes. Ele deve conquistar um quociente mínimo de votos, numa eleição em que ele luta contra a indiferença do eleitor, por um lado, e contra centenas de outros candidatos, de sua coligação ou coligações adversárias, de outro. Portanto, esse é um voto que, por todas as suas circunstâncias, fora raras exceções de políticos de grande expressão que continuam a disputar eleições proporcionais, é disputado no “varejo” ou, em outras palavras, é “garimpado”.

Nessas circunstâncias, o segredo de um posicionamento eficiente é evitar uma campanha generalista, e saber focar com precisão sua imagem, discurso e plataforma. Ou seja, ao contrário de uma campanha majoritária, uma campanha proporcional deve saber produzir um discurso muito específico e dirigido cirurgicamente para setores do eleitorado que são o nosso “alvo”.

Enquanto um candidato majoritário precisa ser, ao final da competição, coroado como o “rei da floresta”, um candidato proporcional precisa saber exatamente quais são as suas “clareiras”, ou seja, o seus potenciais bunkers eleitorais, lutar por eles com unhas e dentes e não dispensar esforços com áreas nas quais não tem um mínimo de reconhecimento público, ou rede de reprodução eleitoral. Ou seja, um voto ultra segmentado, que precisa exatamente por isso de uma campanha bastante focada em seu posicionamento.

A natureza desse posicionamento preciso em seu foco varia muito: identidades regionais, de categoria profissional, vínculos religiosos, defesa de causas específicas, bandeiras específicas com as quais o candidato é identificado e que possuem um apelo significativo entre os eleitores, ou pelo menos, repetimos, entre um contingente mínimo de eleitores que podem levar nosso candidato a conquistar uma cadeira.

Os erros a que em geral os candidatos são tentados e dos quais devem fugir a todo o custo, é limitar-se a reproduzir a campanha majoritária do seu partido ou coligação, fazer uma campanha que seja generalista e fale de muitos assuntos, ou centrar-se nos temas eminentemente macropolíticos. Erros que aproximam demais o posicionamento da campanha proporcional do posicionamento de campanhas majoritárias, que como já afirmamos, vivem circunstâncias estratégicas completamente distintas.

Um candidato a deputado não deve ter medo de ter um posicionamento aparentemente pequeno em ambição política, nem um discurso limitado a um universo restrito de assuntos. Ele não precisa de respostas para tudo, e nem falar para todos os eleitores. Ele precisa ter as respostas certas para o eleitor certo. Essa capacidade de segmentar o seu eleitor e de focar seu posicionamento são alguns dos maiores desafios de sua campanha.

Por Juliano Corbellini

Fonte: Política para Políticos

Sai de baixo que lá vem o Fraga

Alberto Fraga (01)O partido Democrata fez jus à sigla DEM (Demo) em Brasília, ao patrocinar o escândalo dos pandoristas. Arruda, Paulo Octávio, Leonardo Prudente e outros menos votados eram os homens desse partido, que pagou um preço alto e vem minguando ano a ano, inclusive nacionalmente.

No DF, o presidente do DEM é o coronel Alberto Fraga, que foi secretário de Transportes do Arruda.

Não se assustem se Fraga sair candidato a governador em 2014, com um grande trunfo: ele é hoje a única efetiva voz de oposição ao governo Agnelo (PT). E como bate!

Agora mesmo está envolvido numa troca de notas com os petistas, na qual bate de modo até exagerado no deputado distrital Chico Vigilante. Mas tem quem goste!

Não dá para subestimar este Fraga, mesmo sabendo-se do portfólio de estragos que o DEM acumulou no DF desde 2009. Mas Fraga já foi deputado federal expressivo e venceu o plebiscito do desarmamento, sendo favorável ao uso das armas, quando ninguém imaginou que o Brasil seguisse nesse rumo. Vale registrar: ele ganhou a briga sozinho. Com isso, demonstrou que sabe fazer campanha e tem discurso convincente. Não pode ser menosprezado. Usa TV muito bem, no seu estilo raivoso.

Resta saber se conseguirá manter-se distante dos nomes que afundaram o partido em 2009/2010. Mas esta é uma definição que não aparecerá agora. De qualquer modo, quero ver como ele vai enfrentar o problema P.O. Na verdade, o político que deixou de usar esta sigla fez uma solenidade, em 2010, para entregar formalmente a sua ficha de desfiliação do DEM. Coitado do ex-vice presidente Marco Maciel, que acreditou nisso! Na verdade, Paulo Octávio tirou somente uma fotografia, mas na verdade não se desfiliou e hoje ainda é um “democrata”.

Problemas à parte, o certo é que, se Fraga for candidato a governador, vai dar trabalho. Ele é um trator.

Consta que, quando decidiu eliminar as vans no transporte coletivo de Brasília, um dos chefes da exploração desse serviço irregular prometeu matá-lo. Quando soube, Fraga falou assim: “Então vou facilitar a tarefa dele”. E desembarcou de repente na casa do cara, que nem tinha revólver aparente. O boato morreu naquele momento. Este é o estilinho dele.

Fonte: Blog do RENATO RIELLA / INFORMANDO E DETONANDO

Fracassos da “Ficha Limpa”

Chico-Santa-RitaTrabalhando numa campanha para a eleição suplementar do dia 03 de março, mais uma vez pude confirmar que, no conceito popular, o candidato ter “ficha limpa” é absolutamente relativizado.

No confronto particular, com aspectos de fácil conhecimento, vale mais o “fazedor de obras”. E, no geral, prevalece o entendimento capcioso de que “político é tudo igual”, em pegajosa mistura com a “Lei de Gerson”, aquela que prega “tirar vantagem em tudo”.

Importante: não captei essa realidade em grotões subdesenvolvidos, não. Ocorreu agora em Criciúma, cidade industrial no evoluído estado de Santa Catarina. E já tinha presenciado situação semelhante em Paulínia, próspera cidade na desenvolvida região de Campinas-SP, na eleição de outubro passado.

As pesquisas qualitativas pareciam cópias umas das outras, ao relatarem afirmações qualificando os ex-prefeitos, já condenados pela Justiça e, por isso, enquadrados na Lei da Ficha Limpa:

– “a gente sabe que ele roubou, mas pelo menos ele fez”;

– “ele é simpático, ajuda a gente”;

– “todo político usa o cargo, quem reclama é porque não está lá”.

Nas duas cidades a propaganda veiculada por vários anos, às custas do erário público, ajudou a construir uma imagem de administradores competentes. No momento eleitoral a mentira se consolidou, se ampliou e a simples apresentação de uma alternativa diferente era vista como uma agressão oportunista. A comunicação eleitoral deles também se assemelhava, promovendo um desfilar de obras, para uma população anestesiada: dane-se o brutal endividamento provocado pelos superfaturamentos; danem-se as condenações judiciais que promoveram o enquadramento dos ex-prefeitos na nova Lei.

Mesmo enfrentando candidatos “ficha limpa” e de comprovada capacidade administrativa, em Criciúma-SC o “ficha suja” emplacou seu Vice; em Paulínia-SP o filho foi o beneficiário, apesar de feito candidato em manobra suspeita, na noite anterior à eleição, episódio que ainda está sob judice.

É triste, mas é verdade: perante tamanho grau de despolitização das pessoas, a lei sozinha ainda não produz os efeitos que dela se espera. O rigor na aplicação talvez seja um dos caminhos mais eficazes para mudar esse quadro. Demora um pouco, mas chegaremos lá. Afinal, tem sido sempre assim com as leis que trazem conquistas sociais para este país de pessoas tão crédulas, tão incapazes de perceberem a força transformadora que seu próprio voto pode ter.

*Chico Santa Rita é consultor em marketing político desde 1976. Coordenou as campanhas do Presidencialismo e do “Não” no Referendo sobre a venda de armas – www.chicosantarita.com.br.

Artigo publicado originalmente no Diário Catarinense de 29 de março de 2013.

Fonte: Blog do Chico Santa Rita

Tá falado!

guarda janioOs ônibus que circulam na avenida da Faculdade IESB da Ceilândia fazem o retorno no SESC, com isso os alunos vão a pé para a Faculdade. O ideal seria estender a rota dos ônibus até a frente do IESB. Este trajeto a pé atrasa a chegada dos alunos que trabalham, e ainda os deixam a mercê dos ladrões, sem contar com a chuva e a poeira. Os alunos fizeram um abaixo assinado e entregaram no DF Trans antes das férias e aguardam uma definição.

Por Guarda Janio

Agaciel Maia usa influência para tentar alterar pacote de cortes no Senado

agaciel maiaAinda influente no Congresso, ele virou emissário de servidores para negociar com o presidente um recuo nas medidas recém-anunciadas.

Afastado da Diretoria-Geral do Senado por envolvimento no escândalo dos atos secretos, o deputado distrital Agaciel Maia (PTC) faz lobby na Casa para frear a reforma administrativa que prevê corte de gastos. Abalado pelas denúncias, mas ainda influente no Congresso, ele virou emissário de servidores para negociar com o presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL), e outros parlamentares um recuo nas medidas recém-anunciadas, entre elas a que reduz em 25% os cargos comissionados e acaba com parte dos contratos de terceirização.

Os funcionários do Senado já entraram na Justiça contra algumas das mudanças, mas, no âmbito político, apostam no poder de Agaciel, dono de uma extensa lista de favores prestados a parlamentares nos anos em que dirigiu a Casa. “Os servidores estão pagando por um pecado que não cometeram. Assumiram compromissos financeiros por contar com o salário. Fizeram uma redução abrupta, sem que eles tivessem tempo para se preparar”, critica Agaciel, referindo-se à reforma, formatada por Renan logo depois de assumir o cargo.

Nos últimos dias, Agaciel reuniu-se no gabinete de Gim Argello (PTB-DF) para discutir as reivindicações dos servidores. Já falou com Renan e tem procurado outros parlamentares de alta patente. “Estamos lutando por um menor corte possível”, resume Argello, acrescentando que tanto ele quanto Agaciel têm bom relacionamento com Renan, com quem mantêm as tratativas. A operação atende os interesses do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), que aposta nesse prestígio do deputado, mesmo combalido pelo escândalo.

Ao Correio, Paixão afirma que Agaciel sempre atuou na defesa dos servidores. E, agora, tem servido como ponte entre o sindicato e os parlamentares. Ainda não conseguimos nada, mas as conversas continuam, relatou, acrescentando que Agaciel conhece a fundo os problemas dos servidores.

Fonte: Correio Braziliense

Dilma convida Afif e tenta aliança informal com PSD

psdA presidente Dilma Rousseff já convidou o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), para assumir a recém-criada Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que tem status de ministério. A entrada de Afif no primeiro escalão, porém, só deverá ocorrer no fim de abril ou mesmo em maio, já que a nova pasta ainda precisa ser estruturada.

Afif assumirá o cargo na chamada “cota pessoal” de Dilma, já que o PSD do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, decidiu não integrar formalmente o governo. Mesmo assim, a tendência do PSD é apoiar a reeleição de Dilma, no ano que vem. O plano do partido é ocupar espaços na administração a partir de 2015, caso a presidente conquiste o segundo mandato.

Na quinta-feira, Dilma sancionou o projeto de lei que criou a Secretaria da Micro e Pequena Empresa. Trata-se do 39º ministério, que terá impacto orçamentário de R$ 7,9 milhões por ano. A pasta contará com 66 cargos em comissão. Para comandar o ministério, o vice-governador de São Paulo não pretende renunciar, mas, sim, pedir uma licença. “Afif deve ser uma escolha mais técnica do que política”, afirmou o deputado Guilherme Campos (SP), ex-líder do PSD na Câmara. “Ele é o nome mais ligado ao tema da micro e pequena empresa no Brasil”, completou Campos, ao lembrar que Afif foi presidente da Associação Comercial de São Paulo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Eduardo Campos cogita acomodar PDT na vice

EDUARDO CAMPOSOs ajustes ministeriais de Dilma Rousseff não riscaram dos planos de Eduardo Campos as legendas com representantes na Esplanada. O presidenciável do PSB cogita entregar ao PDT a segunda posição da sua futura chapa.

Quem dialoga com Eduardo em nome do PDT é seu presidente, Carlos Lupi. O mesmo Lupi que acaba de obter de Dilma a troca do ministro do Trabalho –saiu o desafeto Brizola Neto e entrou o escudeiro Manoel Dias.

A preferência de Eduardo pelo PDT levou-o a refugar um aceno de Gilberto Kassab. Presidente do PSD, o ex-prefeito de São Paulo insinuou que, tendo a vice, sua legenda poderia fechar com o governador pernambucano.

Kassab fez isso longe dos refletores, há cerca de dois meses e meio, numa fase em que ainda discutia com Dilma a entrada do PSD no governo. Eduardo não topou. Parte de seus operadores achava que ele deveria ter dado asas à negociação.

Por quê? O PSD dispõe de um tempo de tevê equivalente ao do PSDB de Aécio Neves. Nas suas avaliações, Eduardo concluiu que o benefício da vitrine eletrônica não compensaria o custo político de ter como companheiro de chapa um vice “conservador”. O PDT seria, na opinião dele, uma logomarca mais apresentável.

A coligação idealizada por Eduardo é composta de cinco partidos: além do seu PSB e do PDT, os oposicionistas PPS e DEM, e o governista (ma no troppo) PTB. Nesta segunda-feira, a própósito, Dilma deve receber os líderes congressuais do PTB.

Enquanto a presidente tricota com a turma de Brasília, Eduardo se entende com o ex-deputado Roberto Jefferson (RJ). Delator do mensalão, condenado no julgamento do STF, Jefferson encontra-se licenciado da presidência do PTB. Mas diz-se que ainda controla a legenda. Em 2010, entregou o tempo de tevê ao tucano José Serra.

Fonte: Blog do Josias

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