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Tiros tucanos

Izalci_pr_df“Não creio que um governo que não consegue administrar a sua própria empresa, a TCB que tem uma despesa enorme e não atende a praticamente ninguém, vá conseguir administrar mais três empresas”, discursou o deputado federal Izalci Lucas (PSDB) na tribuna da Câmara. O tucano somou mais palavras à crítica. “O transporte público não é levado a sério neste País, em especial em Brasília. Não há planejamento e nem tampouco fiscalização. Multas não são pagas e nem sequer cobradas porque nas assembléias legislativas existem bancadas que protegem os empresários”, afirmou. Segundo Izalci, programas de benefícios para passagens são oferecidos sem que se tenha uma verba orçamentária para cobrir as despesas.

Fonte: Do alto da torre

A popularização da Lei Maria da Penha no DF

maria da penha LeiApós tomar conhecimento do ato de violência contra uma mulher ocorrido em um shopping do Cruzeiro em plena luz do dia, a secretária da Mulher, Olgamir Amancia, revelou que a partir deste mês o governo passará a incluir lições sobre a Lei Maria da Penha, Direitos da Mulher e Desigualdade de Gênero nas escolas públicas, conforme determinação do Conselho Distrital de Educação. A mesma recomendação vale para as instituições particulares.

O projeto de conscientização das crianças também passará pelos professores da rede. Eles participarão de mutirões de conscientização. Por exemplo, apenas em Ceilândia, já estão previstos 10 mutirões. “Vamos passar a qualificar os servidores públicos da Administração Direta sobre estes temas nos cursos da Escola de Governo. Também estamos sensibilizando os profissionais de Saúde a notificar os casos. Sabemos que eles precisam respeitar a ética e o sigilo. Mas quando o sigilo implica em risco a vida de outra pessoa ele deve ser quebrado ”, prometeu Olgamir.

Fonte: Do alto da torre

A tão desejada vaga para o Senado

pvEngrossou o caldo na disputa pela candidatura governista para o Senado. E o tempero é verde. Até então, a queda de braço pela vaga majoritária parlamentar estava sendo travada de fato entre o PT e o senador Gim Argello (PTB). Agora, a pendenga apimentada ganhou um terceiro participante: o Partido Verde.

A decisão do PV brasiliense na busca pela candidatura ao Senado é consequência direta de uma decisão nacional da sigla. Segundo o presidente regional e secretário do Meio Ambiente, Eduardo Brandão (foto), o PV decidiu lançar um candidato para a Presidência da Republica em 2014 e para tanto vai precisar de palanques majoritários em cada unidade da Federação. Nas palavras de Brandão, a aliança para a reeleição do Buriti está além de qualquer discussão. Por outro lado, a vaga para o Senado está em aberto.

“Nosso compromisso político é com o governador Agnelo e ponto final. Nossa contribuição é essa e não podemos virar as costas para ela. Mas daí para frente todos têm direito de pleitear seus projetos. É preciso respeitar a composição, no entanto não podemos perder nossa identidade. O partido tem a sua legitimidade. E todos têm o direito de disputar essa candidatura”, disse Brandão.

Fonte: Do alto da torre

O comercial do elefante

elefantePeça foi produzida pelo Comitê Nacional do Partido Democrata, nas eleições de 1982.

O comercial para a TV é uma peça visual. Nunca é demais recordar que tudo que se faz precisa possuir qualidade visual. Os demais elementos: letterings, trilha sonora, fala; devem ser encarados como complementos de uma peça visual.

Costuma-se dizer que uma boa foto vale mais do que milhares de discursos

O visual é absorvido pelo cérebro de forma instantânea e lá depositado, contrariamente aos outros estímulos que passam pelo crivo da razão. Por isso costuma-se dizer que uma boa foto, uma boa imagem, vale mais que cem discursos.

Entretanto, a primazia do visual não deve levar aos exageros do preciosismo, do visual pelo visual. Ao contrário, o visual sem os complementos é como uma energia sem propósito, à qual quem o assiste fica livre para impor o significado que bem entender.

O comercial é pois, uma peça inteira, letreiros,fala, trilha devem dar um significado político ao impacto emocional provocado pelo visual.

Um visual banal gera um comercial banal, por melhor que sejam seus complementos. No outro extremo, um visual exagerado, impactante mas de difícil harmonização com os seus complementos, também não terá sucesso.

Ao conceber um comercial então, a primeira preocupação deve ser a de procurar ou criar o visual certo, forte, emotivo e relacionável com o conteúdo político que se quer dar.

Na busca pelo visual não convencional, pela imagem que capture o interesse e a atenção do espectador, muitas vezes recorre-se a procedimentos característicos de filmes. Externas, com figurantes, cenários construídos em detalhe no estúdio, seleção de atores profissionais, e cuidados técnicos de som e iluminação que habitualmente somente se vê em filmes.

O fundamental é assegurar que o espectador não consiga ficar indiferente ao estímulo visual. Que este o capture, e faça-o assistir a peça por inteiro, e que ela tenha o poder de ficar guardada na memória de quem a viu, podendo ser relembrada a qualquer momento, uma vez acionado o estímulo certo.

Pode-se dizer que o comercial de sucesso é equivalente à implantação de um “chip” de computador no eleitor. Ele fica dentro do eleitor dormente, até que seja acionado. Uma vez acionado, ele traz à lembrança a mensagem e as imagens que continha.

A grande preocupação dos publicitários, portanto, é criar um comercial não convencional. São estes os que possuem poder de permanência. Para os convencionais já temos defesas. Já vimos muitos, são todos assemelhados, e embora possam deter nossa atenção no primeiro momento não perduram, porque confundem-se com tantos outros já vistos. O comercial que vai ilustrar esta coluna buscou uma forma não convencional para fixar a sua mensagem. Ele foi produzido pelo Comitê Nacional do Partido Democrata, nas eleições de 1982, em favor dos candidatos democratas em todos os estados. Salvo engano, um modelo muito assemelhado a ele foi usado no Brasil. Trata-se do comercial do elefante numa loja de louças.

O comercial do elefante articulou uma imagem não convencional a um texto com mensagem clara

Basta esta menção para que qualquer pessoa já faça a sua imagem mental da cena. Foi usado pelo Partido Democrata para caracterizar o seu rival, o Partido Republicano que, nos EUA, tem como símbolo o elefante. Foi portanto um comercial que articulou imagem não convencional, conteúdo relacionável a ela, e texto claro na transmissão da mensagem desejada.

O comercial

O comercial abre com a câmera mostrando, por uma janela, uma loja de louças.

Aparece então o locutor que diz a seguinte fala:

“Há dois anos, nós entregamos aos republicanos a nossa loja em Washington, para que eles tomassem conta dela. Eles nos prometeram que trariam prosperidade e respeito, a herança americana de justiça e equidade.”

A câmera volta a focar a loja onde agora se vê um elefante andando por entre os corredores, destruindo prateleiras e as louças que continham. A câmera continua acompanhando o elefante, que nas suas andanças destrói a loja por completo, enquanto o locutor fala:

“Em vez disso, eles estão destruindo e esmagando as esperanças dos cidadãos mais velhos, dos trabalhadores, dos pequenos empresários, dos fazendeiros, e os sonhos de uma geração de americanos. Os republicanos desarrumaram tudo que estava funcionando bem. Agora eles querem jogar o peso deles (throw their weight óbvia menção ao peso do elefante) no nosso estado. Só há uma coisa que está entre eles e nós: o Partido Democrata, os democratas defendem a justiça”

Antes do locutor falar o último parágrafo sobre o Partido Democrata, aparece no vídeo a frase:

“Vote nos candidatos do partido democrata no seu estado”

Fonte: Política para Políticos

Enquete – Transporte Público no DF

transporte publicoA administração dos ônibus do Grupo Amaral pelo GDF trará melhorias para a população?

Participe

A enquete esta posicionada na lateral do blog.
A votação começou dia 1/3 e termina no dia 8/3/2013 às 23h59.

Importante

Não se trata de uma pesquisa cientifica é apenas uma enquete sem cotas amostrais.

Por Sandro Gianelli

A CPI do Povo

celular-telefonia2Acostumados a CPIs para investigar casos de corrupção e desvio de recursos públicos, os brasileiros podem ficar muito felizes com o pedido de criação da CPI da Telefonia, apresentado ontem (28/2) na Câmara dos Deputados. Com 171 assinaturas, o documento pede a abertura da CPI para que se investigue o caos no setor de telefonia, os altos custos cobrados pelas empresas e a fiscalização dos investimentos feitos por elas. Além disso, uma avaliação geral do setor seria também realizada, examinando todo o período pós-privatização. A criação ainda depende de decisão da presidência da Câmara, mas já promete ser a CPI mais festejada pelo povo, que não aguenta mais os péssimos serviços oferecidos.

Fonte: Coluna ons e offs

Resultado da Enquete – Avaliação de projetos para a Câmara dos Deputados em 2013

camara dos deputadosNesta enquete apresentei 4 projetos, na intenção de levantar a prioridade popular para a Câmara de Deputados em 2013.

Resultado

1- Fim da maioridade penal (40 votos, 51%)

2- Ficha Limpa para todos os cargos públicos (18 votos, 23%)

3- Fim do voto secreto no Legislativo (15 votos, 19%)

4- Fim da reeleição para cargos majoritários (5 votos, 6%)

Total de votos: 78

Importante

Não se trata de uma pesquisa cientifica é apenas uma enquete sem cotas amostrais. A votação começou no dia 14/2 e terminou no dia 28/2/2013 às 23h59.

Por Sandro Gianelli

Não confunda coragem com imprudência e precipitação

aristotelesPara Aristóteles o homem político deveria ordenar sua conduta de forma a praticar a virtude – o meio entre os extremos.

Devemos a Aristóteles, que escreveu sua obra no século III AC, a clássica definição das virtudes como o ponto intermediário de um continuum limitado por extremos, o principio da (mesotés), também conhecida como “justo meio”, ou, na linguagem mais comum, a afirmação usual de que “a virtude está no meio”.

Assim, a coragem é uma virtude situada no centro do continuum cujos extremos são a covardia e a temeridade. Todas as virtudes humanas, alcançáveis pelos homens comuns, ocupavam este posicionamento central entre dois extremos. Para ele, a virtude maior da política era pois a Prudência (Phronesis), pela qual o homem político ordenava sua conduta de forma a praticar a virtude – o meio entre os extremos.

Prudência, para Aristóteles, e para os pensadores políticos, nada tem a ver com o nosso correspondente sinônimo, “cautela”. Prudência é uma virtude de cúpula, ética e politicamente. Ela corresponderia a “sabedoria moral”, que é o fim último, o objetivo final do desenvolvimento moral.

Segundo Aristóteles, a coragem é uma virtude situada entre a covardia e a temeridade

Prudência é, pois, sabedoria, isto é: conhecimento + experiência. Para ele, prudência é a virtude peculiar ao governante. As demais virtudes como a coragem, a justiça, a temperança, são compartilhadas por governantes e governados, ainda que de forma diferente.

Esta concepção de Aristóteles, como de resto toda a sua obra, teve uma enorme influência sobre os pensadores ocidentais. O conceito de prudência, e da virtude como ocupando o centro entre dois extremos, perdurou na tradição política ocidental. A própria história política encarregou-se de evidenciar, com fartura de exemplos de todas as eras, o insucesso dos que teimavam em desrespeitar os ditames da prudência.

Com o passar do tempo, o conceito de prudência desvirtuou-se, passando a ser associado a “cautela”, “cuidados”, “experiência”, (mas, neste contexto, dissociada de sabedoria), “conservadorismo”, “idade” etc.

Na política prática é muito comum confundir virtudes, e praticá-las, sem levar em conta as regras da prudência política. Um dos exemplos mais comuns, neste aspecto, é a confusão que existe na caracterização do atributo “coragem”.

Corajosa é a pessoa que se dispõe a assumir grandes riscos, comprometer-se com metas e objetivos muito difíceis de alcançar, que não teme perigos, que se expõe a perdas pessoais e políticas de grande vulto, que não hesita em enfrentar forças muito maiores que as que possui. No aspecto mais pessoal, é, invariavelmente, alguém que subordina a estratégia ao lance impulsivo. São políticos que se deixam dominar pela emoção, e agem por impulso. Confundem pois, coragem com voluntarismo emocional, imprudência e precipitação.

Em geral, políticos confundem coragem com voluntarismo emocional e precipitação

Na linguagem precisa de Gracián, encontra-se esta observação de grande sabedoria: “Os tolos não devem ser ousados, assim como os virtuosos não devem ser temerosos”. A frase de Gracián recoloca a questão da coragem na política nos seus devidos termos.

A coragem é uma qualidade a serviço de uma causa, e subordinada a uma estratégia, e não uma explosão emocional.

A Prudência ensina que o verdadeiro político nunca perde o controle. Consegue isto porque é capaz de dominar seus sentimentos e paixões. São pessoas que não se permitem muita familiaridade consigo mesmos.

São, assim, capazes de negar-se gratificações que desejam, para não prejudicar os objetivos maiores. Quando a paixão toma conta do pensamento, a razão vai para o exílio. Treine-se, então, para não permitir que sua imaginação se atrele às suas paixões.

A imaginação comandada pela paixão salta à frente da realidade e torna as coisas mais sérias, ameaçadoras e graves do que realmente são. Ela imagina não apenas o que existe, mas também o que pode vir a existir, passando logo para o estágio de considerá-lo já em existência.

A Prudência é o oposto do comportamento passional. Pessoas prudentes procuram evitar as atitudes extremas. Sobretudo naquelas situações verdadeiramente perigosas, em que nosso julgamento pode ficar suscetível a ser atraído por soluções extremas. Um perigo nos conduz a outro maior que o primeiro, e, nessa seqüência, chegamos a beira do desastre político.

Nessas horas o apelo à virtude da coragem, com sua disposição para correr riscos, arriscar tudo numa “tacada”, ganha enorme força, aparecendo como a resposta pessoal e política adequada. Em certos casos será, mas na maioria dos casos não será, e o político que agir neste impulso põe em risco não só a si como a outros que dele dependem.

A primeira providência a adotar numa situação de risco, na qual o assédio dos sentimentos e das paixões é muito forte, é reconhecer que você está perturbado.

A segunda providência é uma decorrência da primeira: “não se toma decisão em estado de perturbação”. Com estas duas atitudes, você reconstitui as condições para analisar a situação racionalmente, e para recuperar o governo de si mesmo.

Não esqueça nunca que ninguém comanda outros se não consegue comandar a si mesmo, e o líder relegitima sua condição quando, “em meio à loucura geral, permanece são e equilibrado”. A verdadeira coragem está em evitar o perigo, o desastre, a perda, e não em vencê-los.

Fonte: Política para Políticos

Patrício é o novo corregedor da Câmara Legislativa do DF

Cabo-Patricio_fotoElzaFiuza-300x199Fim da polêmica. Os deputados distritais elegeram na noite desta quarta-feira (27) o deputado Patrício (PT) para o cargo de corregedor e o deputado Evandro Garla (PRB) para ouvidor da Câmara Legislativa. Ambos foram candidatos únicos e eleitos por unanimidade. A escolha dos presidentes e vice-presidentes das dez comissões permanentes da Câmara Legislativa para o exercício de 2013, no entanto, ficou para a terça-feira (5) por falta de acordo entre os parlamentares.

As negociações se estenderam até às 21h40, quando o presidente Wasny de Roure (PT) acolheu o pedido dos líderes dos blocos PT/PRB, Chico Vigilante (PT), e Social Ecológico (PEN/PSB/Cláudio Abrantes), Joe Valle (PSB), para que a votação em plenário só ocorresse depois do fim das disputas pelo comando da Comissão de Assuntos Fundiários (CAF), cuja presidência é pretendida pelos deputados Cláudio Abrantes  (sem partido) e Cristiano Araújo (PTB). Por duas ocasiões a sessão ordinária foi suspensa para se negociar um acordo entre os parlamentares, mas sem sucesso.

As votações para corregedor e ouvidor ocorreram por volta de 20h40. Porém, antes de entrarem na eleição dos presidentes e vice-presidentes das comissões, os distritais iniciaram um extenso debate em plenário sobre a viabilidade de prosseguirem com a eleição mesmo sem acordo. A líder da oposição, Celina Leão (PSD), Dr. Michel (PSD), Cristiano Araujo e Patrício (PT) defenderam a votação imediata. “É difícil avançar com esse grau de estresse e cansaço, vamos realizar a eleição na terça-feira”, afirmou Wasny antes de encerrar a sessão ordinária. Com informações da CLDF.

Fonte: Blog do Honorato

STF libera Congresso para decidir já sobre royalties

stfNo mesmo dia, a Câmara, pressionada pela opinião pública, aprovou a redução do 149 e do 152 salários de parlamentares; deputados e senadores só terão salário extra ao início e ao final de cada mandato.

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou ontem, por 6 votos a 4, a liminar do ministro Luiz Fux que obrigava o Congresso Nacional a votar em ordem cronológica os mais de três mil vetos presidenciais que aguardam apreciação há mais de dez anos. A decisão permite que o Congresso vote a qualquer hora o veto de Dilma ao projeto que muda as regras de distribuição dos royalties do petróleo e prejudica Rio de Janeiro e Espírito Santo, estados produtores. Parlamentares dos demais estados querem apreciar e derrubar o veto já na próxima semana. Também ontem, a Câmara, de olho na opinião pública, reduziu o pagamento do 14º e do 15º salários dos parlamentares. Agora, o parlamentar só terá um salário extra no início do mandato e um no final.

Fonte: Congresso em Foco

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