Início Site Página 4864

Câmara aprova por unanimidade fim do pagamento de 14º e 15º salários a parlamentares

camara_dos_deputadosO plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) o projeto que acaba com o pagamento de 14º e 15º salário a parlamentares. O projeto não precisa de sanção presidencial e entrará em vigor imediatamente. A votação foi simbólica, não nominal, e houve unanimidade.

Durante a votação, o painel eletrônico registrou a presença de 476 deputados.

Atualmente, os parlamentares recebem 15 salários, cada um de R$ 26,7 mil, por ano. Os dois pagamentos a mais são feitos em fevereiro e em dezembro de cada ano, a título de ajuda de custo. O depósito de fevereiro de 2013 já foi feito.

O projeto de decreto legislativo, de autoria da ex-senadora e atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi aprovado há cerca de um ano no Senado. Ao extinguir os salários extra, o projeto prevê que os parlamentares recebam apenas dois salários a mais, um no início e outro no final do mandato.

O texto tramitava na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara desde maio, mas um acordo entre os líderes partidários permitiu caráter de urgência na votação.

“Essa é uma votação importante para esta Casa. Não me envaidecem e não me preocupam os aplausos a esta iniciativa”, disse presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). “Está nas mãos e na consciência dos senhores a decisão que esta Casa vai tomar”, afirmou Alves antes do início da votação.

A colocação do assunto em pauta é uma tentativa de Henrique Alves de melhorar a imagem da Câmara dos Deputados mediante a opinião pública. “Parabéns a este plenário, que resgata a altivez dessa Casa”, declarou após a aprovação.

“Como trabalhadores que somos, não merecemos nenhum direito a mais”, disse a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), líder da bancada comunista.

“Esta tarde é uma tarde histórica”, declarou o deputado Rubens Bueno (PPS-PR). “Esse dinheiro não nos pertence.”

Como era de se esperar, nenhum deputado subiu à tribuna para defender a permanência do benefício.

A extinção do pagamento do 14º e do 15º trará economia de R$ 27,4 milhões anuais à Câmara e de R$ 4,32 milhões ao Senado. De acordo com a assessoria da Câmara, apenas 30 dos 513 deputados abriram mão do benefício.

No Senado, além de receberam os salários a mais, a maioria dos senadores não pagava impostos sobre os rendimentos recebidos. Em novembro de 2012, o Senado informou que pagou à Receita Federal mais de R$ 5,04 milhões referentes ao Imposto de Renda (IR) que deveria ter sido recolhido nos últimos cinco anos sobre os 14º e 15º salários recebidos pelos senadores.

Fonte: UOL

Exerça a sedução na política

marketing-politicoNa política, assim como nas relações amorosas, a arte da sedução exige sutileza.

Não se conquista alguém aos brados, anunciando abertamente seus objetivos, abusando da insistência, articulando argumentos e afirmando suas qualidades e virtudes em contraste com os defeitos dos concorrentes. Mas tudo isso é feito numa campanha eleitoral. Atenção: o que se busca, com tais ações, é só o voto e não o comprometimento emocional, a adesão afetiva. Portanto, a sedução aplicada à política constitui-se numa forma de buscar o voto – ou o apoio – diferente dos estímulos usuais da propaganda eleitoral: mais indireta que direta, mais emocional que racional, mais sugestiva que propositiva.

A sedução é indireta, leve, envolvente, gratificante e induz ao prazer e ao desarmamento das defesas pessoais. Ela nunca parece ser o que é: conquista sem parecer estar conquistando, “vende uma imagem” sem parecer estar vendendo, convence sem parecer esforçar-se para convencer. A sedução funciona melhor nas relações “face a face” e com pequenos grupos, mas também pode ser exercida em grande escala, entre o político e o público. Não é qualquer líder, entretanto, que consegue envolver o público. É preciso que haja uma disposição prévia e favorável por parte da população e que o líder possua ou pareça possuir os atributos desejados a um sedutor. Também é preciso seguir algumas regras:

Sua aparição deve se transformar em notícia

1. Apareça como uma novidade, nunca como mera publicidade

Evite surgir para o público num contexto publicitário. Antes, faça que sua aparição seja notícia. As pessoas dão maior atenção e se interessam mais por notícias do que por publicidade. Frente a uma notícia, também estão psicologicamente desarmadas e predispostas a aceitar seu conteúdo como verdadeiro. Revele-se a propósito de algum assunto que chame a atenção da mídia, para que ela, voluntariamente, paute o assunto para cobertura. Faça uma detalhada orquestração do evento e do local, de tal forma que o “roteiro” tenha algum conteúdo emocional. Esconda sua intenção real e comporte-se como “parte do evento”.

2. Priorize a forma, não o conteúdo

Prepare o cenário de sua aparição como um espetáculo para os olhos. A imagem sempre será mais forte do que as palavras. Ilustre a maior parte de sua mensagem com estímulos visuais persuasivos e sutis.

Cores, fotos, bandeiras, vídeos, cartazes e banners devem compor um ambiente agradável e estimulante. Deixe que as pessoas mergulhem o olhar em tais elementos enquanto você fala. Suas palavras, como é óbvio, devem estar integradas ao ambiente criado, mas devem ser incidentais a ele.

Sua linguagem deve ser sugestiva, quase hipnótica, e precisa buscar sintonia emocional, mais que persuasão racional. As pessoas vão compor a mensagem, misturando frases que você disse com o sentimento provocado pelos visuais.
3. Privilegie o aspecto emocional

A força da sedução está no fato de ela lidar com os sentimentos

A sedução acontece porque maneja emoções e sentimentos. A racionalidade pode até ajudar, mas nunca estará em primeiro plano. Não promova sua mensagem pela argumentação razoável. Se agir assim, você vai dividir o público e quebrar o “clima”. Busque, ao contrário, uma emoção básica, algo que todos possam compartilhar. Patriotismo, solidariedade, valores familiares, orgulhos regionais, exemplos históricos de grandeza e heroísmo são temas que podem provocar uma unanimidade afetiva, sobre a qual você vai, cuidadosamente, justapor sua mensagem. Com tais temas você pode mobilizar o afeto das pessoas, deixá-las emocionalmente sensíveis, atentas ao seu discurso e dispostas a aceitar o que você diz.

Sua mensagem deve estar inserida de maneira natural e aceitável no desenvolvimento do “tema”. Para tanto, você deve, mais que articulá-la racionalmente, sugeri-la, insinuá-la. Sua presença também deve carregar símbolos adequados ao tema, sem exageros que a tornem caricata.

4. Fale a linguagem de sua audiência

Evite de todas as formas parecer superior às pessoas com as quais vai falar. Evite palavras complicadas, dados e estatísticas enfadonhas e raciocínios complexos. Ainda que os eleitores o reconheçam como uma autoridade, prove que você é capaz de sentir como eles, é um deles e compartilha medos, projetos e esperanças.

Faça-os acreditar em você, confiar em você. A linguagem, se usada com naturalidade, é um poderoso recurso de aproximação e identidade. Se você fala e sente como eles, usa, inclusive, as expressões que somente os “locais” usam, você então pode ser visto como um deles.

Sua mensagem, falada “nessa língua”, tende a ser acolhida sem maiores reservas e defesas. E apresentada sob as formas de sugestão e insinuações, pode ser internalizada pelo público como se fosse o raciocínio deles. Este é o objetivo.

Fonte: Política para Políticos

Governo do DF assume a gestão das empresas de ônibus do Grupo Amaral

valmir amaralO governo do Distrito Federal está assumindo, neste momento, a gestão das empresas de ônibus do Grupo Amaral, uma das mais importantes que circulam em Brasília e demais cidades. A intervenção, legalmente denominada de “assunção”, foi determinada em ato publicado no Diário Oficial desta segunda-feira e eenvolve as empresas Rápido Brasília, Rápido Veneza e Viva Brasília, que operam linhas de São Sebastião, Paranoá, Itapoã, Planaltina, Sobradinho e Plano Piloto. As empresas são de propriedade da família do ex-senador Valmir Amaral. Elas atendem mensalmente 2,4 milhões de passageiros. A decisão do governo está baseada no declínio do grupo empresarial, que já não consegue honrar o contrato que o obrigada a explorar linhas com mais de quatrocentos ônibus, mas hoje opera com cerca de 250. Além disso, como não teve êxito na licitação em curso para contratação de novas empresas, o Grupo Amaral deslocava seus ônibus mais novos para linhas que explora em outros estados, deixando a parte velha da frota cieculando na capital. Mais de cinquenta ônibus do Grupo Amaral se encontram com motores fundidos. A intervnção está sendo realizada por equipes da Secretaria de Transportes, incluindo dirigentes da empresa estatal de ônibus TCB, que vão administrar as empresas sb intervenção, acompanhados de policiais militares. A intenção do Governo do Distrito Federal seria evitar o colapso do sistema, no momento em que está em fase final a licitação destinada tirar a capital do País do incômodo último lugar em qualidade do transporte público entre as 17 maiores capitais da América Latina.

Fonte: Blog do Claudio Humberto

TRE-DF anuncia o início do cadastramento biométrico dos eleitores

urna-biometrica-cadastramentoQuem não se recadastrar até 31/3/2014 terá o título eleitoral cancelado.

Começa, nesta segunda-feira (25/2) o cadastramento biométrico dos eleitores no DF, já para as eleições gerais de 2014. A meta do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) é recadastrar biometricamente 100% dos eleitores entre 25/2 deste ano e 31/3/2014. Segundo o tribunal, o uso da biometria garantirá mais segurança e celeridade ao processo e eliminará possíveis fraudes. Em todo o DF, o tribunal contabiliza 1.861.622 eleitores.

O anúncio das medidas para implantar o novo sistema, que consiste na identificação por meio das impressões digitais, ocorre na manhã desta segunda-feira (25/2), na sede do TRE, em Brasília. Segundo o presidente do órgão, desembargador Mário Machado, o tempo aproximado necessário ao recadastramento será de 10 minutos. “O atendimento ao público será monitorado diariamente. À medida que percebermos um baixo comparecimento dos eleitores, poderemos lançar campanha de conscientização e mobilização”, disse em coletiva.

O eleitor que for se recadastrar tem que realizar o agendamento no site ou pelo telefone 3048-4000, de segunda a sexta-feira. Quem não se recadastrar terá o título eleitoral cancelado. Ao comparecer a um posto eleitoral no dia do recadastramento, o cidadão deverá levar o título de eleitor, um comprovante de residência e apresentar documento de identidade com fotografia.

Fonte: Correio Braziliense

Cristovam Buarque: ser ou não ser

cristovam buarqueO senador Cristovam Buarque (PDT), o mais bem avaliado postulante ao Palácio do Buriti, mantém a tradição de acadêmico: discursa insinuando que pode vir a ser candidato ao governo do DF e, ao mesmo tempo, deixa lacunas de que deseja negociar com Agnelo. O experiente senador sabe que dificilmente haverá união em torno de um bloco de esquerda, forte suficientemente, que faça frente ao poder de fogo eleitoral da base de Agenlo. No íntimo, o PDT quer é ampliar o espaço, principalmente se a vaga de senador for oferecida ao deputado Antônio Reguffe. Cristovam já percebeu que o rasto de onça que o deputado federal Geraldo Magela (PT) deixou na semana passada, era uma forma de chamar a atenção para a vaga de senador. Agnelo nunca daria este maná a um petista. Ele segura o espaço para alguém fora da sua base de sustentação para negociar. E é exatamente isso que Magela deseja: negociar.

Geraldo Magela, assim como o governador, sabe que o PT não tem como ficar com duas vagas majoritárias. Portanto a intenção é esticar a corda e trazer os interessados para conversar, principalmente o senador Gim Argello (PTB). Esta conversa de que “os petistas não aceitam Gim na chapa de Agnelo” é pura força de retórica. Seria o sujo falando do mal lavado. O PT não tem moral para dar lições de ética e comportamento republicano a nenhum político.

Voltando ao senador Cristovam. Ninguém aposta uma nota de dois reais que ele leve este debate de oposição muito longe. “Cristovam não vai rifar o senador Rollemberg. Os dois têm um acordo de ir até o fim fustigando Agnelo. Depois, as pesquisas de intenção de voto vão determinar quem será o candidato ao governo, mas até isso soa impossível. Seria estranho um candidato ao governo, no caso Cristovam, segurar duas vagas majoritárias. A de governo e a outra para o Senado que seria para Reguffe. Enquanto isso, o senador faz teatro shakespeareano: ser ou não ser candidato.

Fonte: Jornal Opção

Todos querem apoio de José Roberto Arruda para enfrentar máquina estatal

jose-roberto-arrudaA romaria de políticos que têm procurado o ex-governador José Roberto Arruda (sem partido) re­centemente aumentou consideravelmente. Depois que vazou a informação de que gostaria de ser candidato, mas correria o risco de ter sua vida — e da família — devastada, Arruda não tem tido sossego.

Uma fonte contou ao Jornal Opção na sexta-feira, 22, que quatro personagens importantes no cenário político do DF pediram bênçãos do ex-governador. Ou seja, apoio para enfrentar Agnelo.

Fonte: Jornal Opção

Falta união na oposição a Agnelo

voteEm ano pré-eleitoral, como o de 2013, traz prenúncios de acertos e derrotas para os agentes políticos nas mais variadas siglas, tanto aquelas que gravitam em torno do poder como moscas de padaria bem como as mais sutis. Ambos facções tem interesse de conquistar o poder. Este é o caminho natural de qualquer legenda. O grupo que faz oposição ao centro de poder procura aliados de peso eleitoral e respeitabilidade junto à população para formatar o contraponto. Nem sempre a tarefa se torna exitosa, quer pela falta de fôlego no discurso, quer pela incapacidade de recursos. No caso dos opositores do governador Agnelo Queiroz (PT), dois ingredientes afetam os possíveis adversários do governador: vaidade e arrogância.

Faltando um ano e sete meses para o pleito de 2014, até agora ninguém se predispôs a conversar uns com os outros. PSDB, PSD, PSB, PDT, PPS, DEM e outras legendas que aspiram conquistar a cadeira de Agnelo não movem um passo rumo ao entendimento. Nomes não faltam. Deputado federal Izalci Lucas, senadores Cristovam Buarque e Rodrigo Rollemberg, empresário Paulo Octávio, ex-deputado Alberto Fraga, Rogério Rosso e o deputado federal Luiz Pitiman (PMDB). Este último corre na raia de fora sem vinculo com os grupos tanto dos aliados de Agnelo, como o presidente da legenda a que ele pertence, vice-governador Tadeu Filippelli. Pitiman é um caso à parte. Tem capital político próprio, trabalha muito e está bem à frente dos concorrentes, mas precisa de uma legenda que seja confiável e que tenha chances de conquistar o poder. Mesmo não estando confortável no PMDB, ele sabe que o partido precisa muito dele. Gostando ou não o vice-governador Tadeu Filipelli. Pitiman é um dos poucos “novatos na política” que podem aglutinar forças para enfrentar Agnelo. E ele trabalha dia e noite com este objetivo.

Todos estes personagens têm credenciais para liderar um movimento que sinalize ao eleitor do Distrito Federal que existe uma alternativa. Não adiante ficar cada qual em seu canto, dizendo que Agnelo será o dilúvio do apocalipse político se não se unirem em torno de um projeto administrativo e político para o DF. Até mesmo a autêntica e histórica petista Érica Kokay disse que “é um desrespeito com a militância do PT o fato de dirigentes do partido já darem como certa a candidatura à reeleição de Agnelo”. Esta senha, embora de uma voz isolada no PT, soa como um alerta às oposições para se mexerem, pois o inquilino do Buriti não é uma unanimidade como candidato. Mesmo com tantos sinais de fadiga de material, ninguém da oposição move um passo rumo ao entendimento buscando aglutinar uma força de oposição que faça frente à reeleição de Agnelo.

O próprio GDF ignora solenemente o barulho isolado das vozes de oposição. A população, que até agora não moveu um músculo do rosto para sorrir em favor de Agnelo, está ávida por um movimento que lidere uma bandeira de mudanças. A apatia não só tomou conta do brasiliense, mas também está matando qualquer mudança no cenário político. Os tradicionais embates políticos de outrora com personagens como Joaquim Roriz, José Roberto Arruda, Luiz Estevão, Cristovam Buarque, só para citar os mais polêmicos, fazem parte do passado. Mesmo assim, a população ainda tem saudades e gostaria que a política fosse mais aguerrida, tendo como pano de fundo os interesses do Distrito Federal e não projetos pessoais.

Os formadores de opinião como jornalistas, blogueiros, comunidade acadêmica e sociólogos estão frustrados com o caminho escolhido pela oposição ao governador Ag­nelo. Todos estão apáticos e desesperançados numa possível união que balance o marasmo que tomou conta do debate político no Distrito Federal. O escândalo da Caixa de Pandora não só arruinou a política local, mas também levou à inércia administrativa, fazendo com que o DF andasse como um zumbi. Não existe nenhum brilho na autoestima do brasiliense que, a cada dia, perde a esperança de novas mudanças. Se continuar cada qual em seu caminho, só mesmo um novo escândalo para tirar Agnelo do caminho. Tem muita gente esperançosa de que a entrevista do araponga Idalino Matias, o Dadá, à “Folha de S. Paulo” na sexta-feira, 22, mude os rumos dos ventos e derrube o favoritismo de Agnelo.

Fonte: Jornal Opção

Direto do Facebook – Erika Kokay

erica kokayMe causa estranheza o fato de que nas várias faixas espalhadas na inauguração do Campus do IFB de Taguatinga, não exista menção ao Governo Federal, como se a realização fosse exclusiva do GDF. A ampliação das escolas técnicas em todo Brasil foi uma iniciativa do governo do Partido dos Trabalhadores. Das 11 escolas existentes até o governo FHC, passamos para 224 nos governos do companheiro Lula e da companheira Dilma!

Fonte: Facebook – 22/2/2013

Só na presidência

PAULO-OCTAVIOAinda filiado ao DEM, o ex-vice-governador Paulo Octávio confirma: “Fui convidado por vários partidos, inclusive para assumir a presidência regional, alguns da base aliada ao Buriti e outros de oposição”. Tem dado uma mesma resposta. Irá para “uma legenda que me assegure a total autonomia na sua condução, liberdade política para tomadas de decisões e independência em seu comando”. Será atendido.

Fonte: Do alto da torre

Para o time do GDF, agora é fazer ou fazer

agnelo_queiroz_19Houve dados encorajadores, mas também jogo duro na reunião de trabalho feita ontem para tratar da execução das prioridades definidas pelo governador. O chefe da Casa Civil, Swedenberger Barbosa, avisou aos secretários e presidentes de estatais que eles só tem duas alternativas  para este ano. Literalmente, agora é fazer ou fazer. Após listar os 50 projetos estruturantes da agenda, Berger advertiu que não adiantará nada inventar projetos novos. Simplesmente serão negados recursos para isso.

Mesmo assim, teve secretário saindo com os olhos brilhando da reunião. É que a turma conheceu os números fechados para as ações do Governo do Distrito Federal. As verbas do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, para a capital chegam a R$ 12 bilhões até o próximo ano. Já a execução da carteira de Projetos Estruturantes do Distrito Federal absorverá, só para 2013, nada menos do que R$ 3,02 bilhões.

Dentro do PAC, o Minha Casa Minha Vida, de moradia, ficará com R$ 5,6 bilhões. Transportes, o que incluirá a reforma do sistema público, com ônibus, expansão do metrô e tudo o mais, receberão R$ 5,5 bilhões.

Os secretários deram nota alta para a Junta de Execução Orçamentária, nos quesitos centralidade do governo e realização de ações. Atribui-se à Junta, composta pela Casa Civil, Secretaria de Planejamento e Secretaria de Fazenda,  um importante papel na reconstrução da imagem do Governo do Distrito Federal.

Fonte: Do alto da torre

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -