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Antes de discursar, conheça as regras básicas da boa oratória

402183-curso-falar-em-publicoFalar bem em público é um dom inato. Mas isso não significa que os desprovidos desse talento não possam treinar e adotar uma fala clara e persuasiva, comunicando-se com eficiência.

Poucos nascem com o dom de falar bem, assim como poucos são os que nascem com o dom da musicalidade ou do desenho. A capacidade de falar bem, como tantas outras áreas do conhecimento, resulta do aprendizado para a imensa maioria das pessoas. A oratória, quando analisada como um corpo de conhecimentos, possui regras e técnicas próprias que podem e devem ser aprendidas,por quem precisa usá-la como um instrumento. São essas regras e técnicas, bem como conselhos e advertências úteis para falar em público, que convém ser estudadas pelos políticos. Esta é a primeira conclusão que deve ficar estabelecida, antes de entrar-se propriamente no assunto.

A oratória política exige clareza e simplicidade para ter efeito
A segunda refere-se ao preconceito com que se trata a oratória, como a adoção de uma linguagem afetada, pomposa e artificial. Não se deve confundir este estilo, que foi dominante no passado, com seu verdadeiro sentido, como uma técnica de comunicação pela palavra falada. A oratória política deve ser praticada dentro da concepção de uma linguagem clara, acessível e simples, mediante a qual se realiza uma comunicação eficiente entre o candidato e o eleitor.

O objetivo de capacitar-se para falar bem em público é alcançar um grau de comunicação eficiente. E comunicação, como muito bem dizia David Ogilvy, o mago da publicidade, não é o que você diz: é o que os outros entendem. Este foi o verdadeiro sentido de toda a comunicação, em todos os tempos, desde os clássicos até os dias de hoje. O verdadeiro objetivo da oratória é a boa comunicação – e não a satisfação provocada pela eloqüência oca ou por um linguajar pomposo que, ainda que provoque admiração, não tem eficiência como peça de comunicação.

Sua sensibilidade política em relação ao tema, ao público, ao momento e aos adversários sempre será mais importante que qualquer regra. O que se deseja é proporcionar recursos para disciplinar esta sensibilidade, de forma a que ela resulte no máximo de eficiência possível.

A primeira regra da boa oratória, na fase anterior ao discurso – aparentemente óbvia, embora costumeiramente desconsiderada – é pensar antes de falar. Pensar bem e chegar a um a mensagem reduzida do que se deseja comunicar. Sem este exercício prévio, realizado com clareza, permitindo chegar-se a uma mensagem reduzida ao seu essencial, dificilmente a peça oratória será eficiente.

A fala: adequada a cada público
A segunda regra da boa oratória, também na na etapa que antecede discurso, é a da propriedade e adequação. Você vai falar para um público determinado, num momento específico, num espaço com características próprias, com uma audiência que pode ser grande, média ou pequena, constituindo, este conjunto de fatores, um clima que pode ser de curiosidade e interesse por sua fala – ou de confraternização, sociabilidade e conversação entre os participantes. Expressar-se oralmente com propriedade e adequação significa adaptar sua fala àquele público – e não a uma audiência abstrata que só existe na sua cabeça ou no seu desejo.

Antes de mais nada, você terá que conseguir que ele se interesse pelo que tem a dizer. Depois, você vai ajustar sua fala ao espaço de tempo a que os ouvintes estarão dispostos a prestar atenção. Além disso, você deverá adequar sua linguagem ao entendimento deles. Por fim, você deverá decidir – em função do público, do estado psicológico em que se encontra e do tema que constitui sua mensagem – a forma de emissão da fala: mais ou menos emocional e racional; mais ou menos eloquente; o ritmo e a intensidade de sua voz. O discurso – que você trará pronto na cabeça ou no papel – deve se ajustar à “ecologia” própria daquela situação.

Por isso o orador político, esteja ele em campanha ou no poder, não deve jamais encarar sua fala como um dever excedente do qual se deve desincumbir. Quem está em campanha precisa levar mais a sério tais advertências. E quem já está no poder tende a desconsiderá-las, porque sempre tem coisas mais importantes a fazer. Politicamente, trata-se de um erro grave encarar sua fala de forma burocrática ou como uma lamentável perda de tempo. São oportunidades preciosas para contatar o eleitor, criar vínculos com ele e fixar a imagem – mesmo estando no governo e ainda distante da próxima eleição.

Fonte: Política para Políticos

Candidatura de Aécio independe do futuro de Serra, diz tucano

aecioO presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), reafirmou ontem a candidatura do senador Aécio Neves (MG) para a Presidência da República, independentemente das pretensões eleitorais do ex-governador José Serra.

A Folha noticiou ontem que Serra avalia sair do PSDB para viabilizar seu sonho de disputar a Presidência mais uma vez em 2014.

Um dos destinos é o PPS ou uma legenda oriunda da fusão desta sigla com outras menores, o que permitiria a filiação de políticos sem risco de perda de mandato.

Pesará ainda na decisão de Serra o espaço que ele e aliados terão na nova cúpula do PSDB, que será eleita em maio. Para Guerra, “Aécio deve ser o presidente do PSDB”, alicerçando sua campanha para Planalto. “O Brasil precisa da candidatura de Aécio neste momento.”

A tendência hoje é que Aécio, que é rival de Serra na disputa interna de poder, assuma o controle do partido.

“Desconheço esse assunto. Serra não me falou em trocar de partido. Ele falou em ficar uns dias pensando na política e no Brasil. Sempre imagino o Serra, satisfeito ou contrariado, dentro do PSDB”, disse Guerra.

Um dos articuladores da campanha de Aécio, o presidente do PSDB de Minas, Marcus Pestana, afirma que “a percepção majoritária no PSDB é pela necessidade de renovar e apresentar propostas com olho no futuro.”

“Nove entre dez tucanos enxergam no Aécio o líder desse novo ciclo.”

A exemplo de Guerra, Pestana lançou dúvidas sobre a real disposição de Serra deixar o PSDB. Ele afirma que só a permanência do tucano no partido é coerente com sua história.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também disse não acreditar que Serra vá deixar o partido.

“Não acredito nisso. O Serra é um dos fundadores do PSDB, um dos melhores quadros do partido. Acho que o caminho do Serra é cada vez mais PSDB”, afirmou ontem.

No comando do PSDB, a avaliação é a de que Serra tenta aumentar seu “valor de mercado” ao ensaiar a saída.

Tucanos lembram que o PPS não oferece estrutura para uma campanha presidencial. Sem palanque sólido, Serra corre o risco de desaparecer na corrida presidencial.

Para tucanos, sem ter muito para onde ir além do PPS, Serra terá dificuldades de arregimentar aliados para seu projeto político.

Líder do PSDB na Câmara, o deputado Bruno Araújo (PE) diz que Serra será uma “agente fundamental” para o sucesso do partido na eleição do ano que vem.

Fonte: Folha de São Paulo

Procurador decide pedir investigação de acusações de Valério contra Lula

lulaOperador do pior escândalo de corrupção do governo do petista prestou depoimento em setembro, durante o julgamento do caso no STF, e acusou ex-presidente de ter recebido dinheiro do esquema.

O Ministério Público Federal vai investigar o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva com base na acusação feita pelo operador do mensalão, Marcos Valério, de que o esquema também pagou despesas pessoais do petista. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, decidiu remeter o caso à primeira instância, já que o ex-presidente não tem mais foro privilegiado. Isso significa que a denúncia pode ser apurada pelo Ministério Público Federal em São Paulo, em Brasília ou em Minas Gerais.

Ex-presidente não comentou a decisão do MPF

A integrantes do MPF Gurgel tem repetido que as afirmações de Valério precisam ser aprofundadas. A decisão de encaminhar a denúncia foi tomada no fim de dezembro, após o encerramento do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF). Condenado a mais de 40 anos de prisão, Valério, que até então poupava Lula, mudou a versão após o julgamento.

Ainda sob análise do procurador-geral da República, o depoimento de Valério em setembro do ano passado, revelado pelo Estado, e os documentos apresentados por ele serão o ponto chave da futura investigação que, neste caso, ficaria circunscrita ao ex-presidente.

O procurador da República que ficar responsável pelo caso poderá chamar o ex-presidente Lula para prestar depoimento. Marcos Valério também poderá ser chamado para dar mais detalhes da acusação feita ao Ministério Público em 24 de setembro, em meio ao julgamento do mensalão. Petistas envolvidos no esquema sempre preservaram o nome de Lula desde que o escândalo do mensalão foi descoberto, em 2005.

Mentiroso. Ao tomar conhecimento das acusações feitas por Valério, Lula o chamou de mentiroso. “Eu não posso acreditar em mentira, eu não posso responder mentira”, reagiu o ex-presidente, em dezembro do ano passado.

No depoimento de 13 páginas, Valério disse ter passado dinheiro para Lula arcar com “gastos pessoais” no início de 2003, quando o petista já havia assumido a Presidência. O empresário relatou que os recursos foram depositados na conta da empresa de segurança Caso, de propriedade do ex-assessor da Presidência Freud Godoy. Nas palavras de Valério, Godoy era uma espécie de “faz-tudo” de Lula.

Ao investigar o mensalão, a CPI dos Correios detectou, em 2005, um pagamento feito pela SMPB, agência de publicidade de Valério, à empresa de Freud. O depósito foi feito, segundo dados do sigilo quebrado pela comissão, em 21 e janeiro de 2003, no valor de R$ 98,5 mil.

Oficialmente, Freud Godoy afirmou que o dinheiro serviu para o pagamento de serviços prestados durante a campanha eleitoral de 2002. Esses serviços, admitiu Freud Godoy à época da CPI, não foram formalizados em contrato e não houve contabilização formal das despesas.

No depoimento, Valério disse que esse dinheiro tinha como destinatário o ex-presidente Lula. Ele, no entanto, não soube detalhar quais as despesas do ex-presidente foram pagas com esse dinheiro. Conforme pessoas próximas, Valério afirmou que esse pagamento ocorreu porque o governo ainda não havia descoberto a possibilidade de gastos com cartões corporativos.

Gurgel volta de férias na próxima semana e vai se debruçar sobre o assunto. A auxiliares, o procurador já havia indicado que seria praticamente impossível arquivar o caso sem qualquer apuração prévia. No fim do ano, a subprocuradora Cláudia Sampaio e a procuradora Raquel Branquinho, que colheram o depoimento de Valério, foram orientadas por Gurgel a fazer um pente fino nas denúncias.

A intenção era identificar possíveis inconsistências no depoimento e armadilhas jurídicas. Gurgel, por mais de uma vez, manteve reservas sobre a acusação feita por Valério. E publicamente afirmou que o empresário é um jogador. Mas não desqualificou de pronto as afirmações do operador do esquema.

O advogado de Valério, Marcelo Leonardo, disse que seu cliente vai aguardar “o destino que será dado ao expediente”.
Cobrança. No STF, a revelação das acusações levou integrantes do tribunal a cobrarem investigações. O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, afirmou em dezembro que não haveria outra saída senão investigar. “O Ministério Público, em matéria penal, no nosso sistema, não goza da prerrogativa de escolher o caso que leva adiante, que caso ele vai conduzir. É regido pelo princípio da obrigatoriedade, tem dever de fazê-lo”, disse.

Fonte: Estadão – 9/1/2013

Nota Legal: OAB ajuiza ação contra decreto do GDF

nota-legal-dfCom o intuito de defender os interesses do cidadão-contribuinte, a OAB/DF ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) perante o Tribunal de Justiça do Distrito Federal contra o Decreto 33.963/12, na parte que determina a retroatividade a maio de 2012 da redução do percentual do crédito do Programa Nota Legal outorgado ao contribuinte pela Lei 4.159/08. Ibaneis Rocha afirmou que a ação marca o início de sua gestão na busca do respeito aos direitos do cidadão.

A Secretaria de Estado de Fazenda do Distrito Federal desconsiderou o percentual anterior de 30% não apenas para as operações futuras, mas para todas aquelas realizadas a partir de maio de 2012. A nova regra constitui artifício inconstitucional do Governo do Distrito Federal para reduzir retroativamente a isenção fiscal concedida aos contribuintes do IPVA e do IPTU que vencem nas próximas semanas. Segundo os termos do documento, tal iniciativa “resultará em aumento ilegítimo da arrecadação tributária”.

A presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Christiane Pantoja, explica que o decreto viola a Constituição Federal e a Lei Orgânica do DF, que determina a irretroatividade das leis e o respeito à segurança jurídica, aos princípios da boa-fé, da confiança e do direito adquirido. Segundo a presidente, a alteração trará consequências drásticas ao cidadão, que terá seus créditos reduzidos no abatimento dos impostos (IPTU ou IPVA).

“O assunto é de extrema relevância, já que prevê graves repercussões na ordem social e na segurança jurídica. O contribuinte será prejudicado na previsão orçamentária pessoal, sendo surpreendido com o pagamento de um valor maior do que o esperado. É muito importante que a liminar seja deferida para a defesa da garantia constitucional do direito adquirido das pessoas de manter seus créditos na forma da legislação então vigente”.

Fonte: Blog do Callado

Marina não será candidata pela capital

marina-silvaEstimulada pelas pesquisas que lhe dão 18% das intenções de voto em eleição presidencial, mesmo estando há dois anos fora da mídia, a ex-senadora Marina Silva (foto) já tomou decisões para o futuro. Não transferirá seu título de eleitor, hoje no Acre, mesmo tendo residência em Brasília. Isso significa que só será candidata a um cargo, a presidência da República. Nada de disputar o Buriti ou uma cadeira no Senado pelo Distrito Federal, apesar de ser na capital que ela alcança os índices mais elevados. Marina também resolveu que o partido a ser criado por ela não apoiará, em hipótese alguma, o atual governo brasiliense.

Só três nomes em Brasília

Nos contatos feitos até agora, Marina tem se mostrado dura, intransigente até, na escolha de nomes para o novo partido. Pelo que já sinalizou, no Distrito Federal só aceitaria conviver com os deputados José Antônio Reguffe, Chico Leite e Joe Valle. Isso não significa, é claro, que qualquer um deles possa ser dado como aquisição certa. Todos eles terão cálculos eleitorais a fazer. Nas condições atuais, pode ser preferível — para os três — permanecerem onde estão.

Bases em todo o País

Ainda não se conhece sequer o nome do partido a ser criado por Marina. O núcleo, claro, será o seu Movimento Nova Política, mas nem os interlocutores da ex-senadora em Brasília sabem como o partido se chamará. Acham, porém, que não será difícil obter as 540 mil assinaturas indispensáveis, pois Marina conta com deputados estaduais e vereadores em todas as unidades da Federação.

Coordenação multipartidária

A ex-senadora preocupou-se em criar uma coordenação originária de múltiplos partidos, evitando assim dar à nova legenda a conotação de dissidência de partido maior, do PT, por exemplo. As figuras mais próximas a ela são, hoje, o secretário paulista Walter Feldmann, ex-deputado tucano, os deputados federais Domingos Dutra e Alessandro Molon, ambos petistas, e o também deputado brasiliense José Antônio Reguffe, do PDT.

Heloísa Helena de malas feitas

Marina Silva conta com adesões no PSOL. Aliás, deverá levar as duas figuras mais conhecidas do partido. A atual vereadora Heloísa Helena, ela própria ex-candidata presidencial, deverá disputar o Senado pelo Rio de Janeiro. E o senador Randolfe Rodrigues, do Amapá, também tem conversado com Marina.

Fonte: Do alto da torre – 8/1/2013

O telefone como mídia II: Para quem ligar?

telefonistaAntes de usar o telefone é preciso definir o tipo de eleitor que se quer atingir.

O candidato para usar o telefone como mídia precisa decidir sobre:

Para quem ligar
Com que objetivo ligar
Para quantos ligar

Para quem ligar

Campanha por telefone exige planejamento e organização

Há basicamente dois tipos de listas de eleitores para quem você vai destinar suas ligações:

Lista “cega”
Lista segmentada.

A lista cega, como o próprio nome indica, é uma lista de nomes, sobre os quais você não tem nenhuma informação, além do número do telefone, nome e endereço. O objetivo de ligar para essas pessoas é exatamente informar-se sobre a sua orientação de voto.

O resultado desta ligação deve ser a formação de duas listas quentes, com pessoas que declaram ou sua disposição em votar em você, ou que, embora ainda não tenham decidido em quem votar, admitem a possibilidade de votar em você.

Como se vê, a lista cega é uma forma de produzir a segmentação do eleitorado, dividindo-o em três grupos: apoiadores, potenciais e hostis.

Os primeiros – apoiadores – você não somente vai pedir o voto como vai explorar a possibilidade de contar com a colaboração dele, seja trabalhando na campanha, seja ajudando financeiramente, seja dispondo-se a falar com amigos e parentes, seja ainda aceitando receber material de campanha (bibliografia, panfletos, etc) ou até mesmo dispondo-se a afixar cartazes na sua casa/terreno.

Os segundos – potenciais – dão origem à sua lista mais importante para a continuidade dos contatos. Estes são os que você precisa conquistar. Cada um deles conquistado, sai da lista de potencial e entra na lista de apoiadores. Esta lista deve ser a maior, deve crescer continuadamente, e, é para ela que você destinará maior atenção. São pessoas que serão contactadas, por telefone ou pessoalmente, com regularidade, buscando acompanhar a sua definição.

Os terceiros – hostis – ou mais apropriadamente, eleitores que escolheram outro candidato, você também manterá, atualizando-a à medida em que os contatos os revelem. Porém, os deixará de lado, não insistirá com eles, respeitando a sua decisão. A “lista cega”, portanto, pelo tempo que exige e pela função de segmentação que possui, deve ser usada principalmente, antes de iniciar a campanha e no seu início. Ela é uma lista “mapeadora”, logo, grande parte dela já deve estar pronta ao começar a campanha.

A lista segmentada já representa um passo adiante da “cega”. Não apenas a segmentação que surge da “lista cega”, mas de outras que sua campanha produziu, com base em dados de pesquisa e outras informações. Assim, se as pesquisas indicaram que seus eleitores potenciais são pessoas de renda média e educação colegial e superior, por exemplo, você vai procurar identificar os bairros da (s) cidade(s) onde este segmento social vive, e montar o seu banco de dados telefônicos, com os moradores daqueles bairros.

Com o telefone você cria um importante banco de dados

Se, por outro lado, seu eleitorado potencial é de natureza profissional (advogados, médicos, comerciantes, operários sindicalizados, funcionários públicos, etc), você vai procurar bancos de dados telefônicos junto a organizações, associações, sindicatos.

A meta é sempre trabalhar com um banco de dados segmentado em função da possibilidade de votar em você. O que se busca é o eleitor potencial. O eleitor certo, deve receber alguma atenção, o eleitor hostil, nenhuma, e o eleitor potencial, muita atenção. O telemarketing de campanha será tanto mais eficiente quanto mais focado for o banco de dados telefônicos com o qual você vai trabalhar.

O telemarketing de campanha é uma arma muito eficiente, sobretudo em eleições municipais e eleições legislativas. Eleições para o governo de estados e para a presidência da república, ou mesmo para o Senado, o telemarketing ativo possui menor eficácia. Ainda assim, ele pode ser usado, sempre que for possível segmentar o eleitorado.

Quanto maior e mais disperso for o eleitorado, “mais fina e focada” precisa ser a segmentação, para que o uso do telemarketing seja produtivo.

Fonte: Política para Políticos

Direto do Facebook – Joe Valle

joe vallePelo segundo ano consecutivo à Secretaria de Educação do DF não executa as minhas emendas. Como isso pode acontecer? Centenas de jovens da área rural deixam de ser beneficiados com as quadras cobertas, por exemplo. Compromissos assumidos com a comunidade que não poderão ser cumpridos pela falta de gestão da Secretaria.

As quadras cobertas são importantes porque visam a inclusão social, a promoção de aulas de educação física e espaço de convívio da comunidade mais bem estruturados.

Perdem os alunos, os professores e toda comunidade!

Fonte: Facebook do Deputado Joe Valle – 8/1/2013

Direto do Facebook – Renato Rainha

renato rainhaOMISSÃO: Passadas as festas de final de ano e concluído o julgamento do mensalão do PT pelo Supremo Tribunal Federal, entendo que outras duas ações precisam ser executadas com eficiência e rapidez. A primeira delas diz respeito à investigação que deve ser feita pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República sobre o envolvimento do ex-Presidente Lula nos escândalos criminosos que envolvem o mensalão do PT e a Sra. Rosemary Noronha, ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo. Em ambos os casos o ex- Presidente foi citado e existe indícios mais do que suficiente para o início das investigações. Ninguém , absolutamente ninguém, está acima da lei. A sociedade espera e cobra essas investigações. É preciso que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal investiguem e informem à população se realmente o ex-Presidente estava ou não envolvido com os escândalos de corrupção mencionados. Se não estiver, receberá um atestado de bons antecedentes. Mas, se estiver, deve ser punido exemplarmente, com rigor e rapidez. Outra ação diz respeito à Operação Caixa de Pandora. As inverstigações se arrastaram por muito tempo e o Ministério Público demorou sobremaneira para apresentar a denúncia no judiciário.Agora a bola está com o Superior Tribunal de Justiça, que deve tratar o caso com prioridade e julgar o processo o mais rápido possível. A sociedade do Distrito Federal exige que os responsáveis pelos desvios de recursos públicos sejam punidos com rigor e com agilidade. Vamos continuar acompanhando e cobrando.

Fonte: Facebook – 7/1/2013

Eles querem desbancar Agnelo Queiroz do Palácio do Buriti

brasilia.qxdSe as eleições fossem realizadas neste ano, provavelmente os competidores do governador Agnelo Queiroz seriam no mínimo sete: Luiz Pitiman (PMDB, Rodrigo Rollemberg (PSB), Gim Argello (PTB), Tadeu Filippelli (PMDB), Izalci Lucas (PSDB), Alberto Fraga (DEM) e Rogério Rosso (PSD). Com poucas exceções, o pensamento deles é mais ou menos o mesmo: o brasiliense culpa os políticos pelas desgraças da gestão petista. As pesquisas internas feitas por Rodrigo Rollemberg, Luiz Pitiman, Izalci Lucas e Rogério Rosso confirmam o quanto o brasiliense está insatisfeito com seus representantes, sea na Câmara Legislativa, no Congresso ou no Executivo.

Embora nenhum deles confirme publicamente que estão monitorando o humor dos eleitores, todos estão preparando o discurso para convencê-los a mudar de opinião. Neste grupo, três nomes se destacam na dianteira: senadores Rodrigo Rol­lemberg, Gim Argello e o deputado federal Luiz Pitiman. Gim, além de pesquisas qualitativas, faz reuniões e participa até de festinhas de aniversários em casas de lideranças nas regiões administrativas, como Taguatinga, Samambaia e outras cidades onde tem apoiadores. O senador petebista trabalha para ser reeleito ao Senado, mas, se a maré mudar para outro desafio, com chances de vitória, não hesitaria em embarcar no projeto. No entanto, ele quer mesmo é permanecer no posto de senador a partir de 2015. “Gim não deseja outra coisa a não ser a reeleição para o Senado”, garante um amigo prefeito no Entorno. Cacife ele tem de sobra. Foi reconduzido novamente como líder do Bloco União e Força, formado por 14 senadores de quatro partidos, PTB, PR, PSC e PPL. Se tudo der certo, pode também ser eleito presidente do PTB nacional no lugar de Roberto Jefferson que está com a saúde debilitada. Com este poder, pode influenciar muitas siglas a embarcar em sua reeleição e quem sabe, ao Palácio do Buriti.

Quanto a Rollemberg, trabalha com afinco em quase todo o Distrito Federal, incluindo a zona rural, território que ele cultiva desde os tempos de deputado distrital. Também montou uma equipe afinada com o discurso de transformação e renovação “nas práticas políticas atrasadas e corruptas do Distrito Federal”. Esta bandeira vai ser um de seus carros-chefes na campanha eleitoral. Rollemberg percebe em suas andanças que parte do eleitor mais esclarecido, sua principal base de sustentação, não está decepcionada com sua atuação parlamentar e, por isso, trabalha para ampliar este índice de satisfação nas classes C e D.

Luiz Pitiman já preocupa muita gente, incluindo seu padrinho político, vice-governador Tadeu Filippeli. Pitiman foi muito além do que o experiente Filippelli imaginava. Conquistou a graça de várias lideranças na Câmara Federal e no Senado com sua capacidade inesgotável de trabalho. Teve um ano produtivo nos interesses do Distrito federal, tanto como coordenador da bancada brasiliense como destinando emendas parlamentares para projetos importantes na cidade. Outro ponto forte é sua atuação junto às camadas C, D e E. Estes estratos sociais, conforme pesquisas feitas, apontam Pitiman “como o melhor e mais atuante deputado do Distrito Federal”. Diferente do deputado Antônio Reguffe (PDT), que tem muitos votos só classe A, Pitiman já ameaça os redutos tidos como cativos do vice-governador Tadeu Filippelli, daí a preocupação em neutralizar o mais rápido possível este avanço do ex-pupilo. Outro dado relevante é o carisma de Pitiman que de empresário passou a ser um dos políticos mais respeitados do DF e com um potencial político acima da média. Vai dar muito trabalho para convencê-lo a mudar de rumo.

Izalci Lucas sabe que sua atuação marcadamente oposicionista rende votos, mas não o suficiente para uma candidatura majoritária. O PSDB nunca foi uma fortaleza no DF e agora menos ainda, por estar fora do poder há muito tempo. Dificilmente, arrebanha um grupo de oposição tendo ele na cabeça de chapa. Seu destino será negociar, no futuro, espaço dentro de uma coligação com chances de vencer Agnelo. Do lado do DEM de Alberto Fraga, a situação não é das melhores. Pra­ticamente sozinho, mesmo tendo um capital de mais de meio milhão de votos na conta da eleição passada, fica complicado repetir esta marca quando se está praticamente isolado pelos outros partidos. De acordo com pessoas próximas, Fraga espera uma decisão sobre a Caixa de Pandora para “buscar os aliados que estão a espera de um líder de oposição com coragem para denunciar as mazelas do GDF”.

Sobre Tadeu Filippelli, pouco se sabe de seus projetos futuros, mas pouca gente aposta que ele vá permanecer no barco de Agnelo por muito tempo. “É admirável sua lealdade aos acordos firmados com o PT quando apoiou Agnelo, mas como presidente de um partido importante como o PMDB, não acredito que Filippeli vá afundar com Agnelo”, resume um amigo de longas jornadas. Por fim, Rogério Rosso. Se ele conseguir segurar o PSD e ampliar seus filiados, torna-se um páreo duro na corrida eleitoral de 2014. Jovem, simpático, moderno como a paisagem arquitetônica de Brasília, tem tudo para entrar na corrida com chances de vencer, principalmente se mantiver seu discurso de conciliação. Esta estratégia, ao contrário do que os críticos dele imaginam, tem a concordância da maioria dos eleitores. Acabou o tempo dos radicais.

Fonte: Jornal Opção

A Construção partidária (Kassab x Marina) – 2014

marina-silvaa) Partido forte, eleição fraca

Kassab fundou o PSD, um partido que ainda não tem cara, nem ideologia (aliás, será que partidos tem ideologias, já tiveram?). Para isso, teve que se abdicar do cargo de prefeito, deixando em segundo plano os esforços que poderiam ser aplicados em sua última gestão. Certo, errado? Os dois.

Acertou com o PSD e construiu o 3.maior partido do país, operndo forças e lideranças nos 4 cantos (com muitos prefeitos já eleitos). No entanto, Errou ao cimentar as pretensões ao governo do estado em 2014, já que deixa a prefeitura sob péssima avaliação (*fato que culminou com a derrota de seu apoiado, Serra – evidentemente, e a vitória do novo, de alguém diferente – Haddad). Não há como negar que perto de Alckmin em 2014, será diminuto, apequenado – e não terá apoio da esquerda pra qualquer voo maior (por ora…).

O PSD é novo PMDB? O que virá daqui 02 anos, já que a derrota de Alckmin é latente?

b) Partido fraco, eleição forte

Do outro lado, Marina Silva. Uma mulher que saiu do PT e ingressou no PV com muitos desejos e sonhos, semeando e angariando 20% do eleitorado brasileiro em 2010.

Entreanto, enganada ou desiludida pela diretoria daquela agremiação/momento político, decidiu abandonar o barco, e agora reiniciará seu caminho em busca de uma nova possibilidade político-partidária e uma pretensão messiânica (mais remotas?) para 2014.

Marina terá um novo partido ou o novo partido terá Marina? É possível pensar verdadeiramente em algo a curto prazo? Com ou sem o PSDB?

Fonte: Guga Fleury

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