Início Site Página 5193

A pessoa como base, matéria-prima e limite da imagem – II

imagem-publicaMesmo a realidade precisa ser trazida à luz, harmonicamente, com os outros componentes da imagem, para que, sob a forma de percepção, venha a ser conhecida.

Com frequência, os publicitários se baseiam no errôneo pressuposto de que sempre é possível construir a imagem desejada do político a partir do “zero” ou “na prancheta”. Depois disso é só “vendê-la” ao eleitor, por meio de uma publicidade criativa. Tais estratégias colidem frontalmente com a realidade.

A questão entre “ser e parecer” foi explicada em uma clássica frase do imperador Júlio César

Nem o candidato consegue ser tão persuasivo negando sua própria realidade íntima, nem o eleitor é tão ingênuo para não perceber a mistificação que lhe é oferecida como realidade. Entre um e outro limite, encontra-se o espaço legítimo, realista e eficiente de construção e administração da imagem desejada.

Imagem e personalidade: ser e parecer ser

Os trabalhos de construção de imagem encontram-se, inevitavelmente, balizados e pré-limitados pela personalidade. Forçar uma imagem desejada, contra traços de personalidade fortemente estabelecidos e profundamente enraizados é um desastre político certo.

A tradição política está recheada de aforismos sobre a relação existente entre “ser e parecer” – a problemática central da questão da imagem – que se tornaram célebres. Assim, Baltasar Gracián advertia no seu aforismo 130:

“Seja, mas também pareça ser. As coisas não passam pelo que são, mas pelo que parecem ser.”

De Júlio César, é clássica a frase que teria pronunciado sobre sua esposa:

“A esposa de César, não basta que seja honesta. Deve também parecer honesta”.

Na vida social e política, as pessoas conhecem e são conhecidas por suas respectivas imagens. Nelas os contatos são episódicos, distantes, rápidos, superficiais, interessados, inviabilizando a possibilidade de um relacionamento pessoa a pessoa mais pleno, mediante o qual um conhecimento pessoal seria construído. Somente é possível lidar com um grande número de pessoas, quando o conteúdo do relacionamento é superficial, o convívio é breve e episódico, e os vínculos são baseados mais no interesse que na afeição.

Por estas razões (que decorrem da estrutura da situação, mais que da vontade das pessoas), no mundo da política, seus protagonistas apresentam-se ostentando suas imagens, e não sua personalidade total.

Um candidato dirige-se à imagem que possui dos eleitores que se propõe a conquistar, assim como os eleitores votam na imagem que adquiriram dos candidatos em disputa. Nenhum chega a conhecer a personalidade real do outro. Não é nem possível, nem necessário. Esse é mais um exemplo de um princípio fundamental da política, muitas vezes esquecido:

“Na política não só a percepção é diferente da realidade, como a percepção é a realidade”.

Se o jogo político ocorre entre pessoas vestidas com suas respectivas imagens, as relações estabelecem-se com base nas percepções que se adquirem mutuamente, muito mais que no substrato pessoal de cada indivíduo. Alianças, apoios, conflitos, competição etc ocorrem entre pessoas que “representam papéis”. Por isso há o primado da percepção sobre a realidade.

Uma imagem construída a partir do zero não vai se sustentar, não cola

A realidade de cada um, só possui valor político, quando integra a imagem com a qual o político se apresenta para o jogo. Ou quando a implode, por seu súbito aparecimento, em aberto conflito com ela.

Em outras palavras, quando está facilmente ao alcance da percepção dos outros. Isto equivale a dizer que, mesmo a realidade, precisa ser trazida para a luz, harmonicamente com os outros componentes da imagem, para que, sob a forma de percepção, venha a ser conhecida.

Analogamente, relações estabelecidas com base nas respectivas imagens, empurram a política para o mundo da representação. É como se os atores que representaram Tartufo, Otelo, o doente imaginário, Édipo, Roxane, Macbeth, Julieta etc, não despissem seus trajes após o espetáculo, nem mudassem sua maneira de falar e movimentar-se, e continuassem, na vida real, a agir e comportar-se de acordo com seus papéis naquelas peças teatrais.

Também por estas razões, a política possui uma inegável dimensão de espetáculo. O desenvolvimento e aperfeiçoamento dos meios de comunicação social – as mídias – sua penetração universal na sociedade, sua força comunicativa, sua atualidade e instantaneidade, deu origem a esta realidade tão presente nas vidas de eleitores e políticos: a política como espetáculo.

Fonte: Política para Políticos

Um ataque insistente e recorrente ao Carnaval na Ceilândia

ceilambodromoÉ assim que se pode definir o que uma pequena elite preconceituosa e saudosista do carnaval carioca, encastelada em Brasília, insiste em não reconhecer que o carnaval em Ceilândia em todas as suas edições foi sempre um sucesso absoluto de público, organização e tranquilidade: milhares de amantes da festa de momo, famílias e crianças já passaram pelo ceilambódromo e nunca se noticiou qualquer tipo de ocorrências policiais graves que maculasse o espetáculo.

O evento se consolidou tanto que o saudoso Oscar Niemeyer deixou para  Ceilândia sua segunda obra fora do plano piloto: um maravilhoso e útil palco de desfiles, cultura, educação, entretenimento e formação profissional, voltado para a fábrica da alegria, o nosso ceilambódromo Joãosinho Trinta.

Agora, como em todos os anos os insistentes saudosistas do carnaval sem público, voltam a carga e fazem pressão junto ao governo do Distrito Federal com o intuito de retirar os desfiles das escolas de samba de Ceilândia e querem, sem levar até mesmo em consideração o desejo dos moradores de Brasília, retornar a festa para alguma área no plano piloto a qualquer custo. Não acreditamos que o GDF venha sucumbir a estes apelos e troque o sucesso de público, o carnaval da paz, da família, pelo já comprovado fracasso de público e arquibancadas vazias de edições anteriores.

Sinceramente não podemos acreditar que os desfiles das escolas de samba sairão de Ceilândia. A Associação Comercial de Ceilândia(ACIC), convoca a sociedade civil organizada de Ceilândia, a população em geral, os partidos políticos e todos aqueles que não concordam com estas pressões espúrias que visam tirar o espetáculo de onde o povo está e prestigia, para instalá-lo em local sem gente e sem brilho.

O povo fala

“Ceilândia e uma Cidade que pra mim não é periferia! Pois Tem belas estruturas e pode gerar muita renda no Carnaval! Como dizem tanto pra população e a comunidade da periferia! Ceilândia não e apenas carnaval, tem ferrock, tem Hiphop, tem Forró, tem Casa do cantador!E manter o ceilambrodomo é Manter a Cultura em crescimento! Pois o Plano piloto não tem capacidade pra tal estrutura do Carnaval!” – Cartunista André Ribeiro  – Plano Piloto

“Sinceramente? Quem tá pensando dessa maneira, com certeza não vive ou viveu Ceilândia. Quem vive Ceilândia, sabe muito bem de todas as necessidades da cidade. Não sou moradora de lá, mas confesso, que não fico um domingo sem ir lá, principalmente, pra tomar um bom “caldo de mocotó”. Ceilândia merece e deve ser respeitada!” – Norma Amoras – Plano Piloto

“Em Ceilândia é muito melhor! Diga não ao Carnaval sem sal!” – Rafael Fonte  – Ceilândia

“Tem que continuar onde está,  apoio a manifestação.” Shirley Silva – Ceilândia

“Também acho que deve ser por lá, e chamar o sambódromo de Joãozinho Trinta é uma justa homenagem a quem veio ajudar na paginação do que é a única forma bem sucedida desse modelo de Carnaval no DF.”  – Wallace Brandão – Ceilândia

Pela profissionalização e por uma indústria do carnaval

Este ano a CLDF deu um passo importante e por meio da aprovação do PL 1277/12 que altera a Lei 4.738/11 que dispõe sobre a realização do carnaval do DF. Com isso, os carnavalescos poderão começar mais cedo os preparativos para a festa de momo no ano que vem.

Para que o carnaval do DF se transforme em indústria viável há que ter um planejamento firme, visto que a sua viabilidade técnica e econômica passa por uma adesão e prestigio da população aos desfiles, o que em Ceilândia já é uma realidade testada e comprovada. Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Aguas Claras, Recando das Emas e Riacho Fundo I e II, concentram mais de 70% da população do DF, população suficiente  para tornar o carnaval do DF sucesso de público e viável economicamente.

Fonte: ACIC

PSD vai às emissoras do Distrito Federal

psdO Tribunal Regional Eleitoral decidiu, por unanimidade, garantir tempo de rádio e TV ao PSD brasiliense. Acompanha assim sentença do TSE, que considerou superada a exigência de desempenho em eleição anterior e abriu ao novo partido espaços na mídia para as eleições deste ano. Com isso, já em 2013 o PSD do Distrito Federal terá direito a 40 inserções de 30 segundos ou a 20 de um minuto.

Fonte: Do alto da torre

Reprodução da fórmula tucana nacional

aecioCaso o senador Aécio Neves seja mesmo presidente do PSDB nacional, os tucanos brasilienses deverão reproduzir a mesma fórmula na executiva regional. Consiste em escolher para a presidência alguém com mandato e com previsão de candidatar-se a cargo majoritário. Trata-se de manobra destinada a garantir visibilidade a quem disputará a eleição. Sem mandato e sem presidir a executiva, o candidato corre risco de processo por crime eleitoral.

Caso a fórmula prevaleça no PSDB do Distrito Federal, o candidato natural seria o deputado Izalci Lucas. De qualquer forma, uma decisão só será tomada em abril e precisará aguardar o que fará a direção nacional.

Fonte: Do alto da torre

Tartaruga de volta

pmdfNa noite de ontem, policiais militares e bombeiros decidiram em assembleia pela retomada da Operação Tartaruga. E prometem radicalizar, já que a operação foi paralisada e a categoria alega não ter nenhum posicionamento do governo. Entre as principais reivindicações estão a reestruturação da carreira, a isonomia entre as aéreas de segurança pública e o cumprimento das propostas que vêm sendo apresentadas desde fevereiro.

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

Prefeito e Vereadores são empossados em Santo Antônio do Descoberto

itamar posseApós uma das disputas mais acirradas de todo o entorno do DF, prefeito e vereadores tomaram posse hoje (14/12) no município de Santo Antônio do Descoberto.

No ultimo dia 12/12 o TSE confirmou a vitória de Itamar Imóveis como prefeito de Santo Antônio do Descoberto. Parece um prenuncio no dia 12/12/12 o candidato do PDT, cujo número é o 12 é confirmado prefeito de Santo Antônio do Descoberto.

A cerimônia de posse foi tranqüila e o prefeito Itamar Imóveis, após receber seu diploma, disse emocionado, com muita humildade e simplicidade, que não era bom com as palavras, mas que todos poderiam ter a certeza de que para trabalhar ele seria muito bom.

Por: Sandro Gianelli

No DF Blogueiro agora tem dia

luziaPROJETO DE LEI Nº 887/2012 da Deputado Luzia de Paula institui o Dia do Blogueiro, a ser comemorado no dia 07 de junho, data que integrará o Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal. A proposta, segundo Luzia de Paula, visa homenagear os blogs e blogueiros do DF, cuja grande maioria noticia os fatos como deve ser, sem se deixar levar por paixões, relações de amizade, preferências políticas e que, por isso, prestam um grande serviço à sociedade e à democracia.

Informações: gabinete da deputada Luzia de Paula

A pessoa como base, matéria-prima e limite da imagem – I

imagem-publicaTraços físicos e psicológicos também fazem parte da pessoa do político.

A construção da imagem parte, inevitavelmente, dos traços físicos e psicológicos da pessoa do político. Não há, nem poderia haver, outro ponto de partida. A começar pela própria aparência física do indivíduo.

Traços da personalidade e da aparência são como as cores que podem ser ressaltadas ou amenizadas numa bela pintura

A pessoa, isto é, a unidade formada por sua aparência física, seus traços de personalidade e sua história de vida, constitui-se na base insubstituível sobre a qual a imagem deverá ser construída. Desde logo se impõe o alerta de que, os traços da imagem desejada e que se vai querer enfatizar, devem possuir harmonia – estética, funcional e atitudinal com esta base. Assim, por exemplo, uma pessoa rigorosa, autoritária e severa não serve de base de sustentação para uma imagem de descontração, liberalidade e flexibilidade.

Os atributos da imagem desejada não podem brigar com os traços de personalidade da pessoa do político. Tampouco com sua história de vida. Em ambos os casos devem guardar coerência uns com os outros. Coerência, porém, não equivale a servidão.

Pode-se, entretanto, compensar e equilibrar aquele traço de autoritarismo com virtudes como sabedoria, justiça, compaixão e equilíbrio. Dessa forma, o que poderia aparecer como desvantagem (autoritarismo) tende a ser interpretado, pelo eleitor, como demonstração de responsabilidade e seriedade na maneira de agir, bons sentimentos na maneira de ser (o que é positivo), e sua severidade é vista mais como uma questão de estilo pessoal.

O que importa ressaltar nesse contexto é que a base, constituída pela pessoa do indivíduo, não pré-determina sua imagem. Ela é suficientemente ampla e abrangente, para permitir combinações de atributos, que a aproximem da imagem desejada de forma plausível, como o exemplo do autoritarismo demonstrou.

Além de servir como uma base para a imagem, a pessoa do político – sua aparência e sua personalidade – são, também a matéria-prima da imagem que se deseja construir. Os traços da personalidade, assim como os da aparência física, são como cores na paleta de um pintor. Quais cores (traços) amenizar, quais destacar, o que deixar nas sombras, o que trazer para a luz, quais os contrastes a explorar, são as questões cujas respostas vão determinar a conformação da imagem do político.

A aparência e os traços da personalidade do político são usados como a matéria prima, sobre a qual as artes do marketing e da estratégia vão construir a imagem desejada. Ainda socorrendo-nos do exemplo da arte, é fundamental lembrar que diferentes matérias prestam-se a variados usos. Algumas possuem enorme plasticidade. Essas podem mudar à vontade. Outras, porem, são de muito reduzida plasticidade. Estas não aceitarão muitas mudanças no seu estado natural.

Assim, o pintor, o escultor e o arquiteto, o artista da publicidade ou da estratégia, que se propõe a construir uma imagem, deve conhecer profundamente a matéria-prima sobre a qual vai atuar, e deve possuir uma superior habilidade para transformá-la numa realidade nova. Não se deve confundir essa maestria e sensibilidade com a postura onipotente e arrogante que muitos publicitários ostentam.

Fonte: Política para políticos

‘Lula é o melhor para governo paulista em 2014’, diz marqueteiro João Santana

lulaMais político e engajado do que nunca esteve, o marqueteiro preferido pelo PT desde 2006, João Santana, declara que o melhor nome do partido para disputar o governo de São Paulo é o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“É uma pena o nosso candidato imbatível, Lula, não aceitar nem pensar nesta ideia de concorrer a governador de São Paulo. Você já imaginou uma chapa com Lula para governador tendo Gabriel Chalita, do PMDB, como candidato a vice?”, disse Santana, em tom irônico, numa longa entrevista à Folha.

Para o marqueteiro, a presidente Dilma Rousseff será reeleita em 2014 já no primeiro turno — se ocorrer, será algo inédito para um petista em disputas pelo Planalto.

Sobre o prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad, faz uma previsão: “Tem tudo para ser presidente da República, em 2022 ou 2026”. Antes disso, talvez seja a vez de Eduardo Campos, do PSB.

Na conversa, o marqueteiro de 59 anos relatou como foi a calibragem da estratégia que deu ao PT a Prefeitura de São Paulo neste ano. Não podia atacar os outros candidatos no início da campanha, pois Haddad “não tinha musculatura para bater nem para herdar eleitores” de adversários.

Em anos passados, Santana falava com um certo distanciamento do petismo. Hoje, assume-se mais como um profissional engajado com a causa partidária. “Por ter muita afinidade com o PT e esse campo político, eu acho muito difícil, eu diria impossível, fazer uma campanha presidencial para o PSDB”, diz. Fica à vontade para criticar as outras legendas.

“Há um processo de desgaste e de deterioração política do PSDB. Viraram uma versão anacrônica da UDN: denuncistas e falsos moralistas. Pode acontecer ao PSDB o que aconteceu ao DEM. O DEM está sendo engolido pelo PSD, de [Gilberto] Kassab. Se não se renovar, o PSDB pode ser engolido pelo PSB, de Eduardo Campos.”

Responsável pelo marketing na reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (em 2006) e na eleição de Dilma (2010), Santana trata a oposição com um certo desdém: “Se a eleição fosse hoje, novembro de 2012, Dilma ganharia no primeiro turno. Se fossem candidatos de oposição Aécio Neves e Eduardo Campos não teriam, somados, 10% dos votos”.

É cético até com o movimento que na internet fala em lançar o atual presidente do STF, Joaquim Barbosa, para o Planalto. “É uma pessoa inteligente e saberá tomar a decisão certa. Caso se candidatasse [a presidente] poderia ter um final de carreira melancólico. Não se elegeria, faria uma campanha ruim e teria uma votação pouco expressiva”.

A propósito do STF e do julgamento do mensalão, diz se sentir “no dever” de fazer uma observação aos ministros da mais alta Corte de Justiça do Brasil: “O julgamento do mensalão levou ao paroxismo a teatralização de um dos Poderes da República. O excesso midiático intoxica. É um veneno. Se os ministros não se precaverem, eles podem ser vítimas desse excesso midiático no futuro. E com prejuízos à instituição. O ego humano é um monstro perigoso, incontrolável. O mensalão é o maior reality show da história jurídica não do Brasil, mas talvez do planeta”.

Fonte: Folha de S. Paulo

Wasny de Roure é eleito presidente da Câmara Legislativa

Wasny_de_RoureO Plenário da Câmara Legislativa elegeu, por unanimidade, a nova composição da Mesa Diretora para o biênio 2013/2014. Wasny de Roure (PT) foi escolhido presidente e Agaciel Maia (PTC) será o novo vice-presidente. Eliana Pedrosa (PSD), Prof. Israel Batista (PEN) e Aylton Gomes (PR) ocuparão, respectivamente, os cargos de primeiro, segundo e terceiro secretários. A eleição começou às 2h da manhã desta sexta-feira (14) e não houve chapa concorrente. A posse da Mesa Diretora ocorrerá no dia 1º de janeiro, a partir das 9h, no plenário.

Todas as cinco votações contaram com a participação dos 24 deputados distritais. Os suplentes dos secretários são Liliane Roriz (PSD), Joe Valle (PSB) e Benedito Domingos (PP).

Antes das votações, diversos distritais enalteceram em plenário o trabalho da atual Mesa Diretora, em especial a atuação de Patrício (PT) na presidência. Ex-segundo secretário, Joe Valle citou alguns avanços da atual gestão da Casa. “Acabamos com o pagamento do 14° e 15° salários e o nepotismo, exigimos ficha limpa dos servidores, ampliamos a transparência e implantamos o planejamento estratégico”, observou o distrital.

Em seu primeiro pronunciamento como presidente, Wasny agradeceu a Deus e a cada um dos colegas parlamentares. O presidente eleito também agradeceu o bloco PT/PRB que “o convenceram” a assumir a candidatura. “Será um enorme prazer participar dessa nova Mesa. Vamos nos debruçar sobre os problemas do DF, com foco no interesse publico, na transparência e no diálogo com a comunidade, respeitando o Legislativo e a sua economia”, ressaltou o distrital. Com humildade, disse que os colegas estavam autorizados lhe “puxar as orelhas” para corrigir eventuais erros.

Encerrando a última sessão do ano, Patrício desejou boa sorte à nova Mesa e pediu a continuidade do trabalho de fortalecimento do Poder Legislativo. “Espero continuar a ver o povo do Distrito Federal vindo à Câmara se manifestar e participar do processo democrático”, afirmou o ex-presidente.

Perfil – Economista, casado, pai de três filhos, Wasny  é goiano e mora em Brasília desde 1959. É técnico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), onde iniciou a trajetória política como presidente da associação de servidores. Mestre em economia pela UFMG e Universidade de Oxford, Inglaterra, foi eleito deputado distrital pela primeira vez em 1990. Cinco anos depois, foi nomeado secretário de Fazenda pelo então governador Cristovam Buarque. Em 2003, Wasny assumiu o mandato de deputado federal. Eleito em 2010 para o quarto mandato de deputado distrital, o parlamentar voltou à Câmara Legislativa como líder do governo, cargo que exerceu até setembro deste ano.

Fonte: Camara Legislativa do DF

- Publicidade -
- Publicidade -