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PSB prepara anúncio de Marina como vice de Campos

marina-silvaO PSB espera que Marina Silva anuncie publicamente que será vice na chapa de Eduardo Campos à Presidência até o fim do mês ou meados de fevereiro. A condição que teria sido imposta pela ex-ministra para que isso ocorra é que a sigla abra mão de apoiar a reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo.

“O nosso desejo é que ela (Marina) seja a vice”, disse o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS), um dos principais articuladores políticos de Campos. O deputado nega que haja uma decisão sobre o quadro paulista, principal foco de tensão entre os integrantes do PSB e da Rede Sustentabilidade, sigla que Marina tentou criar, mas teve o registro negado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

“Essa não é uma decisão que vai ser tomada de cima para baixo, pelo Campos ou por Marina. É uma decisão que os diretórios estaduais vão tomar”, disse Albuquerque. No dia 17, Campos vai receber no Recife os principais dirigentes do PSB para definir o cronograma de campanha e discutir a situação dos palanques estaduais.

Antes de Marina se filiar ao PSB, em outubro, o PSB paulista articulava uma aliança com os tucanos. À frente das negociações estava o presidente estadual da sigla, deputado Márcio França. O parlamentar continua defendendo o apoio a Alckmin, mas diz que a posição final vai depender do espaço que a legenda vai ter numa eventual coligação. Para França, se o governador não oferecer ao PSB a vaga de vice na chapa, posto para o qual o próprio deputado está cotado, uma nova estratégia pode começar a ser pensada.

Os aliados de Marina, no entanto, apoiam a tese da candidatura própria, independentemente de qualquer conjuntura. O nome natural para a disputa seria a deputada Luiza Erundina (PSB), que resiste à ideia e tem declarado que pretende concorrer novamente a uma vaga na Câmara.

De acordo com integrantes do PSB, Campos, que havia dado carta branca para França negociar o apoio a Alckmin, começou a emitir sinais de que poderia mudar de ideia depois de uma conversa com Marina no mês passado, na Bahia. Na ocasião, a ex-corregedora nacional de Justiça Eliana Calmon se filiou à legenda e anunciou que iria concorrer a uma vaga no Senado.

A decisão de Marina de antecipar o anúncio de que será vice na chapa seria uma forma de garantir que Campos não vai voltar atrás na decisão de não apoiar o PSDB em São Paulo.

O movimento político da ex-ministra é visto com bons olhos pela cúpula do PSB, que avalia que a sinalização cria um fato novo neste período de pré-campanha e coloca a dupla em evidência já no início do ano.

Pernambuco

A resistência de Marina à aliança com o PSDB em São Paulo, no entanto, não impediu que Campos abrisse espaço em seu governo para a sigla. Na manhã desta sexta-feira (03), ele deu posse a dois tucanos, um na Secretaria de Trabalho, outro na presidência do Detran.

Em dezembro, Campos e o senador mineiro Aécio Neves, que deve concorrer à Presidência pelo PSDB, encontraram-se em um jantar no Rio de Janeiro para discutir possíveis acordos entre as duas siglas nos Estados. Além de Pernambuco e São Paulo, os presidenciáveis avaliaram a possibilidade de dividir palanques em Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul.

Pesquisas

Terceira colocada na corrida presidencial de 2010, quando recebeu cerca de 20 milhões de votos, o nome de Marina aparece sempre com índices maiores que os de Campos nas pesquisas de intenção de voto.

No último levantamento do Datafolha, divulgado em dezembro, Marina alcança 26% das intenções de voto quando disputa com a presidente Dilma Rousseff e com Aécio. Em outro cenário, contra os mesmos adversários, Campos marca 11%.

Levantamentos internos do PSB mostram que a intenção de voto no governador de Pernambuco aumenta quando o nome dele aparece ao lado do da ex-ministra do Meio Ambiente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agencia Estado

Siglas descumprem cota feminina em propaganda

propaganda eleitoralO Brasil elegeu em 2010 uma mulher presidente da República, mas os partidos ainda deixam de cumprir as cotas obrigatórias de participação feminina. Só no Estado de São Paulo, 25% das legendas foram alvo de representação da Procuradoria Regional Eleitoral por não reservarem o espaço mínimo exigido pela lei para suas filiadas aparecerem na propaganda partidária. Dessas oito siglas, seis já foram condenadas pelo Tribunal Regional Eleitoral paulista (TRE-SP) à perda de tempo nas peças veiculadas em São Paulo.

PT, PMDB, PSC, PDT, PSB, PP, PSDB e PV foram acionados por não dedicarem, segundo o Ministério Público Federal, pelo menos 10% do tempo das propagandas partidárias no primeiro semestre de 2013 à promoção e participação política femininas. A cota para mulheres nas peças foi instituída em 2009.

Apenas PDT e PMDB tiveram suas representações julgadas improcedentes, mas o MPF já recorreu das decisões. Já os partidos condenados reclamam do critério adotado pela Justiça e afirmam que utilizam mulheres nas propagandas partidárias. Todos recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Nas decisões, o TRE adotou o mesmo entendimento da Procuradoria de que só a presença de mulheres nas propagandas não configura promoção da participação feminina. A sanção para quem desrespeita a cota é a perda de cinco vezes o tempo que deixou de ser direcionado para promoção feminina. A pena é aplicada no semestre seguinte à condenação definitiva.

Os partidos condenados divergem da interpretação da lei dada pela Justiça. O diretório paulista do PSB, que usa em suas propagandas a deputada Luiza Erundina, ligada a causas feministas, é um deles. “Pedir para Erundina falar especificamente sobre a participação feminina é querer circunscrevê-la a um tema específico. É até machismo”, afirmou o assessor do diretório, Clóvis Vasconcelos. O PSB alega dedicar mais de 10% do tempo da propaganda à participação feminina.

Já o PSC argumenta que a norma não é clara. “Destinamos mais de 20% do tempo para isso, com mulheres falando do PSC Mulher e outras iniciativas, mas dizem que não serve. Não nos falam o que querem que falemos (nas propagandas)”, reclamou o secretário estadual da sigla, Emanuel Nascimento.

Entendimento análogo segue o PV, que defende uma interpretação mais abrangente da lei. “O Ministério Público quer que a propaganda fique em uma única temática, quando na verdade o objetivo da lei é maior, é dar espaço político para as mulheres”, disse o advogado Ricardo Vita Porto, que defende a sigla.

Em nota, o diretório paulista do PSDB afirmou cumprir “rigorosamente a legislação vigente e ter um Secretariado de Mulheres organizado em praticamente todo o Estado com participação efetiva na atuação partidária”. A sigla disse ter nomeado duas obras – Instituto Lucy Montoro e Rede Hebe Camargo – como forma de “prestigiar a participação política feminina”. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Machismo

A postura dos partidos, contudo, é criticada pela professora de Direito Eleitoral da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e procuradora da República no Rio, Silvana Batini. “Por maior que seja a ambiguidade da lei, ela não é vaga a ponto de impedir sua aplicação”, afirmou a professora, para quem as legendas ainda são ambientes preponderantemente masculinos. “Já ouvi muitos membros de partidos falando que não podem fabricar candidaturas, que mulheres se interessam menos pela política. Será que é ela que não se interessa, ou o partido que não abre espaço para essas lideranças?”

Os diretórios estaduais do PP e do PT afirmaram que recorreram ao TSE. O do PMDB disse cumprir as normas e que o núcleo feminino da siglaAs informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Fonte: Agencia Estado

Em ano eleitoral e de Copa do Mundo temas polêmicos não devem avançar no Congresso

congresso nacionalA maior pressão na Câmara no entanto, deve ser em torno do avanço de propostas ligadas à chamada pauta das ruas.

Com carnaval em março, Copa do Mundo no Brasil e eleições, 2014 não deve ser um ano de votações de temas muito polêmicos no Congresso. Apesar do ceticismo de muitos parlamentares, o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN) disse que entre as prioridades para a retomada dos trabalhos em fevereiro está a votação da reforma política também defendida pelo colega do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O senador alagoano, defende a proposta da presidenta Dilma Rousseff  de realizar a reforma com base em uma consulta popular, já que, segundo ele, está claro que o Poder Legislativo não é capaz de avançar sozinho nesta questão.

Além da reforma política, Henrique Alves mencionou outros projetos importantes para o ano que vem como o Código de Mineração e o Marco Civil da Internet, este último tramita em regime de urgência constitucional e tranca a pauta de votações da Casa. “São três temas que vão agitar, do ponto de vista positivo, o Parlamento, sacudir o Parlamento para definição de uma decisão em favor do País e do povo brasileiro”, afirmou. Outra proposta importante que, segundo ele, deve estar entre as prioridades do primeiro semestre de 2014 é a regulamentação da Emenda Constitucional n 72 que assegurou direitos trabalhistas e sociais de empregados domésticos.

A maior pressão na Câmara no entanto, deve ser em torno do avanço de propostas ligadas à chamada pauta das ruas. São matérias que já foram aprovadas pelo Senado e agora dependem da votação dos deputados para saírem do papel. Entre os principais projetos estão, por exemplo, o que torna corrupção crime hediondo (PLS 204/2011), ficha limpa para servidores públicos (PEC 6/2012), além do que reduz de dois para um o número de suplentes de senador (PEC 11/20030) e o Plano Nacional de Educação (PL 8.035/10).

Já no Senado, a expectativa é avançar na proposta do passe livre nacional para estudantes (PLS 248/2013) e na que acaba com o foro privilegiado para crimes comuns (PEC 10/2013). Os senadores também devem se debruçar nos esforços concentrados que serão programados ao longo do ano, nos projetos que aguardam modernização, como a dos Códigos Penal, Comercial e de Defesa do Consumidor.

Na avaliação do diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz como orçamento da União foi votado em dezembro, o governo vai depender pouco do Congresso no ano que vem. Tomando como base 2013, quando o Planalto, segundo levantamento do Diap editou 27 medidas provisórias, cerca de duas por mês, Queiroz não acredita que 2014 será um ano em que a pauta do Congresso vai ser dominada por este instrumento.

Para evitar desgaste político em ano eleitoral o diretor do Diap,também, não acredita no avanço de temas polêmicos na pauta. “ O governo deve mais segurar que fazer andar votações e só vai se empenhar naquilo que não implicar em aumento de despesas”, espera.

Fonte: Agência Brasil

Marina Silva deve dificultar aliança do PSB com o PSDB

EDUARDO-E-MARINAPrestes a ser confirmada como vice na chapa do governador de Pernambuco, a ex-senadora pretende dificultar acordo dos tucanos com o PSB em São Paulo. Em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Paraná, a negociação está em andamento .

A união de socialistas e tucanos em Pernambuco, com a entrada de dois nomes do PSDB na gestão do presidenciável Eduardo Campos (PSB), é apenas o primeiro passo para aproximação dos dois grupos políticos em outras unidades da Federação. A lógica é unir onde for possível. A ex-ministra Marina Silva, que deve ser confirmada como vice na chapa de Campos até o fim do mês, não colocou obstáculos em Pernambuco por ser o quintal do governador, no entanto, já vetou a aliança em São Paulo, onde Geraldo Alckmin (PSDB) tentará a reeleição. Os marineiros também podem complicar o namoro do PSB com o PSDB principalmente em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Paraná.

O deputado federal Walter Feldman (PSB-SP), muito próximo a Marina Silva, avalia que o cenário de Pernambuco é atípico. “É uma realidade local. A nossa posição é ter candidatura própria. Em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, estamos lutando para isso. Não ter candidatura própria é um problema porque dificulta a explicitação de um programa alternativo para o Brasil. Em Pernambuco, não temos esse problema uma vez que o governo de lá já é do PSB”, explicou.

Feldman afirmou ainda que, no plano nacional, a Rede Sustentabilidade apoia Eduardo Campos, mas isso não significa que ocorra divergências nos estados. “Onde a Rede se sentir incomodada, vamos ter candidatura própria. Não podem jogar para a gente essa posição de dificultar. A avaliação é de que, em Pernambuco, não há problema em o PSDB apoiar a candidatura do PSB do ponto de vista programático. Lá, não existe a polarização que vemos em outros estados”, comentou. Dos principais partidos que faziam oposição a Eduardo Campos nas eleições de 2006, apenas o DEM ainda não aderiu ao governo. O PMDB do senador Jarbas Vasconcelos aliou-se em 2012.

Para o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), o que aconteceu em Pernambuco já é o efeito prático do jantar entre Eduardo Campos e Aécio Neves, no fim do ano passado, num restaurante no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. “Pernambuco é apenas o primeiro ato. A nossa intenção seria compor em São Paulo também. No Paraná e no Pará, a mesma coisa. Eduardo e Aécio fizeram a primeira sinalização. A iniciativa de Eduardo já foi tomada”, ressaltou.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,14/2014/01/04/interna_politica,406273/marina-silva-deve-dificultar-alianca-do-psb-com-o-psdb.shtml

Candidatos e eleitores devem ficar atentos às regras da Justiça Eleitoral

urna-eletronicaO ano eleitoral começou e, com ele, um calendário voltado para o pleito que ocorrerá em outubro deve começar a ser observado por candidatos e eleitores. Desde o dia 1º, por exemplo, diversas regras da Justiça Eleitoral já estão valendo, fixando prazos e proibições para quem for disputar as próximas eleições.

É o caso, por exemplo, da obrigatoriedade de registro das pesquisas eleitorais a partir deste mês. No caso de pesquisas sobre a eleição presidencial, elas devem ser registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já os demais levantamentos devem ser registrados nos tribunais regionais eleitorais. Isso deve ser feito exclusivamente por meio eletrônico do Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle).

Desde o dia 1º a Administração Pública está proibida de distribuir bens, valores ou benefícios gratuitamente, exceto em casos de calamidade pública, situações de emergência ou programas sociais cuja execução orçamentária já esteja prevista. Esses programas, inclusive, não podem ser executados por entidades nominalmente ligadas a candidatos, mesmo que já estejam em andamento.

Já as doações aos partidos políticos devem ser feitas em contas bancárias específicas. A medida passou a valer desde o dia 2. Os tesoureiros das agremiações partidárias devem solicitar a abertura desse tipo de conta no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e passar a utilizar apenas ela para arrecadar os recursos da campanha. Eles também precisam emitir o recibo eleitoral para cada doação recebida pelo partido. O objetivo é evitar fraudes e facilitar a fiscalização da Justiça Eleitoral sobre as contas de campanhas dos partidos.

Os aumentos concedidos a servidores públicos ficam restritos à recuperação do poder aquisitivo deles a partir do dia 8 de abril. Aos agentes públicos fica vedada a possibilidade de rever a remuneração desses servidores para além das perdas inflacionárias no ano eleitoral a partir dessa data.

As contratações e demissões injustificadas dos servidores também ficam vedadas a partir de 5 julho, exceto em casos de cargos em comissão e funções de confiança, no caso de demissões, e de nomeação de pessoas aprovadas em concursos já homologados até a data prevista. Essa também é a data limite para que os agentes públicos que participarão do pleito apareçam em propagandas que deem publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais e estaduais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral.

A presidenta Dilma Rousseff, os ministros e chefes de Poderes também ficam proibidos de fazer pronunciamento em cadeia de rádio e televisão a partir de 5 de julho. Esse tipo de pronunciamento só poderá ser feito em casos de urgência e extrema relevância, que serão definidos pela Justiça Eleitoral.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,14/2014/01/04/interna_politica,406317/candidatos-e-eleitores-devem-ficar-atentos-as-regras-da-justica-eleitoral.shtml

Deputado distrital Cristiano Araújo é denunciado à Justiça

cristiano araujoO Ministério Público do Distrito Federal denunciou o deputado distrital Cristiano Araújo (PTB) por fraude à Lei de Licitações. O caso será analisado pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça, já que o parlamentar tem foro privilegiado. Depois da conclusão do inquérito da Polícia Civil que investigou um suposto esquema de concessão fraudulenta de bolsas da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF), o MP decidiu oferecer ação penal contra Cristiano Araújo e imputou o crime nove vezes ao deputado. Investigações da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) e interceptações telefônicas apontaram evidências da participação do distrital na contratação de pessoas sem qualquer qualificação para receberem bolsas de pesquisa de até R$ 4 mil, em desrespeito aos critérios do edital. Jovens de boa aparência ganhavam a mesada sem sair de casa.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2014/01/05/interna_cidadesdf,406340/deputado-distrital-cristiano-araujo-e-denunciado-a-justica.shtml#.UslkxjWjTTc.facebook

Cristovam reage a cobranças e descarta coligação com PT no 1º turno

cristovam buarqueO senador Cristovam Buarque (PDT-DF) rebateu ontem as cobranças do presidente regional do PT, Roberto Policarpo, sobre uma possível retribuição do apoio que petistas deram ao pedetista no passado. Cristovam disse que descarta uma coligação com o PT no primeiro turno das eleições, mas ressaltou que, a depender do adversário em outubro, poderá se unir aos petistas numa eventual segunda rodada da campanha.

Em entrevista ao Correio, publicada ontem, o presidente do PT-DF, Roberto Policarpo, afirmou que tem esperanças de ver o retorno da sigla à coligação e disse acreditar na “generosidade” de Cristovam Buarque, para aceitar esta recomposição da aliança com o Executivo local. “A melhor alternativa não é Agnelo e eu não estaria sendo generoso com Brasília se o apoiasse no primeiro turno”, rebateu o senador.

O senador defende o lançamento da candidatura do deputado José Antônio Reguffe (PDT) ao Executivo.

Em setembro de 2011, Cristovam deixou a base do governo do DF após decisão da maioria da executiva regional. Na época, em nota, a legenda elencou a ausência de diálogo entre o GDF e a discordância com o modelo de administração adotado por Agnelo como justificativas para o afastamento. No entanto, a gota d’água para a saída foi a mudança da gestão na Secretaria de Educação, feita sem consulta a Cristovam. “Não foi eu que rompi com o Agnelo. Ele que rompeu comigo desde o primeiro momento. Decidiu mudar tudo com que nos comprometemos”, sustentou Cristovam.

O deputado Roberto Policarpo cobrou uma contrapartida de Cristovam ao apoio petista no passado. Ressaltou que o PT fez de Cristovam governador quando ele ainda era reitor da Universidade de Brasília (UnB) e lembrou que os petistas sofreram quando ele perdeu as eleições em 1998. Quatro anos depois, Cristovam se elegeu senador ainda pelo PT. Policarpo disse ainda que, quando Cristovam foi demitido em 2004 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva do Ministério da Educação, a militância do PT esteve ao seu lado.

A expectativa de Policarpo é de que Cristovam reconheça essa “dedicação” e retribua os gestos unindo-se ao PT nas próximas eleições. O senador não admite, no entanto, a possibilidade. “No primeiro turno, o apoio vai para quem representa o que desejamos e, no segundo, dependendo das opções, terá de ser alguém menos distante”, disse o senador, que espera ter Reguffe como opção no segundo turno das eleições.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2014/01/03/interna_cidadesdf,406116/cristovam-reage-a-cobrancas-e-descarta-coligacao-com-pt-no-1-turno.shtml

Vicente Pires restringe horários dos bares e uso de som

Vicente PiresOs bares, restaurantes, quiosques e demais estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas em Vicente Pires terão o horário de funcionamento controlado. A medida entrou em vigor na última terça-feira (31), após a publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

Os estabelecimentos localizados nas áreas comerciais podem funcionar de domingo a quinta-feira, das 8h às 23h, nas sextas-feiras, sábados e feriados o horário pode ser ampliado até 1h.

Os que estão situados em áreas residenciais só podem ficar abertos até às 22h de domingo a quinta e até às 23h durantes as sextas-feiras, sábados e feriados.

Os quiosques, ambulantes e similares passarão a funcionar apenas até às 22 horas, todos os dias e estão proibidos de vender bebidas alcóolicas.

A utilização de música mecânica, automotiva ou ao vivo está proibida em todo o comércio. A única exceção é para os estabelecimentos, em área comercial, que comprovem ter isolamento acústico com laudo emitido pelo órgão competente.

A Agência de Fiscalização do DF (Agefis) acompanhará o cumprimento dos horários estabelecidos, podendo penalizar quem infringir as novas regras. A iniciativa faz parte do programa “Ação pela Vida”, do Governo do Distrito Federal, que promove a preservação do sossego e da ordem pública. A cidade foi a 24ª a aderir às restrições de horário dos comércios.

Restrições – No Distrito Federal, cerca de 75% das regiões administrativas têm restrições nos horários de funcionamento do comércio. São elas: Brasília, Gama, Taguatinga, Brazlândia, Sobradinho, Planaltina, Paranoá, Ceilândia, Guará, Cruzeiro, Samambaia, São Sebastião, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Águas Claras, Varjão, Park Way, SCIA, Itapoã, Sudoeste/Octogonal, Candangolândia, Santa Maria, Fercal e Vicente Pires.

Fonte: Agência Brasília / Jornal de Brasília

Goiás: Marconi empossa novos secretários

marconi posseEm cerimônia realizada nesta quarta-feira (1),  no auditório Mauro Borges, do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, o governador Marconi Perillo deu posse ao novo secretariado, aos novos presidentes de autarquias e a uma assessora especial.  Foram empossados como secretários: José Carlos Siqueira, Casa Civil; Leonardo Moura Vilela, Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan); Adauto Barbosa Júnior, Secretário de Estado de Cidadania e trabalho; Vanda das Dores Siqueira Batista,  na Secretaria da Educação; Jacqueline Vieira da Silva,  na Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos; e Halim Antônio Girad, que será o novo Secretário de Estado da Saúde.

Na mesma ocasião, o governador deu posse a Leandro Marcel Garcia Gomes no cargo de presidente da Goiás Turismo (Agência Goiana de Turismo); a Orion de Andrade Carvalho, como presidente da Agência Goiana de Comunicação (Agecom); e Eliana Maria França Carneiro, assessora especial da governadoria, encarregada de atuar como Coordenadora-Geral da OVG.

Os novos secretários assumem no lugar dos que saíram do governo para se candidatar a cargos eletivos. José Carlos Siqueira, que antes chefiava a Controladora Geral do Estado, entra em lugar do deputado federal Vilmar Rocha. Leonardo Vilela, que antes era titular da pasta do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, entra em lugar de Giuseppe Vecci; no  lugar de Leonardo, assume Jacqueline Vieira da Silva, funcionária de carreira do órgão. A professora Vanda das Dores assume a Educação, no lugar de Thiago Peixoto.

Leandro Marcel assume a Goiás Turismo em substituição a  Aparecido Sparapani; Orion Andrade ocupa a presidência da Agecom substituindo a Jayme Rincón, que acumulava interinamente este cargo com o de presidente da Agetop. Eliana Maria França assume em lugar de Afrêni Gonçalves na OVG.

Com informações da Agecom.

Fonte: http://www.opopular.com.br/editorias/politica/governo-empossa-novos-secret%C3%A1rios-1.451001?ref=bbd

Enredo de 2014 inclui embate Campos X Aécio

AecioEduardoCamposAécio Neves e Eduardo Campos se equipam para tentar levar a disputa presidencial de 2014 para o segundo turno. Além de lidar com a antagonista Dilma Rousseff, a dupla terá de se livrar de algo que o deputado gaúcho Beto Albuquerque, líder do PSB na Câmara, chama de síndrome do Atlético Mineiro.

Representante do Brasil no Mundial de Clubes da Fifa, o Atlético voou para o Marrocos, palco da disputa, sonhando com o embate que travaria na final contra o Bayern de Munique. Deu-se o impensável. Numa semifinal contra o azarão marroquino Raja Casablanca, o Atlético perdeu por 3 a 1.

Na analogia de Beto Albuquerque, Dilma já está na final. Campos e Aécio terão de disputar num primeiro turno com cara de semifinal o direito de travar contra presidente o jogo decisivo. Dito de outro modo: para se manter vivos na competição, os dois rivais de Dilma terão de enfrentar um ao outro.

Na prática, esse embate entre os presidenciáveis do PSB e do PSDB já começa a se esboçar. Para quebrar a sensação de que iria à disputa isolado, Eduardo Campos atraiu para sua canoa o PPS, roubando de Aécio Neves, por assim dizer, um aliado tradicional do tucanato.

Há dez dias, ao lançar o esboço do que será sua plataforma eleitoral, Aécio Neves apresentou-se como “a mudança de verdade.” Com isso, insinuou que Campos, até bem pouco um aliado de Dilma, é a mudança de mentirinha. Criticou o atraso na obra da transposição do São Francisco, tocada até o início de outubro por um apadrinhado político de Campos, o então ministro Fernando Bezerra.

A tarefa de Aécio e Campos não será simples. Terão de se enfrentar sem destruir as pontes que os unem. Sabem que, se um for ao segundo round, vai precisar do outro. Espreita-os o vaticínio arrogante de João Santana. Como se recorda, o marqueteiro do PT disse ao repórter Luiz Maklouf Carvalho, em outubro passado, o seguinte:

“A Dilma vai ganhar no primeiro turno, em 2014, porque ocorrerá uma antropofagia de anões. Eles vão se comer, lá embaixo, e ela, sobranceira, vai planar no Olimpo.” Contra tal previsão, Aécio e Campos precisarão se enfrentar agarrados a uma máxima do ex-deputado Ulysses Guimarães, sábio da tribo do PMDB.

Dizia o velho Ulysses: “Em política, você não pode estar tão próximo que amanhã não possa estar distante, nem tão distante que amanhã não posse se aproximar”.

Fonte: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2013/12/29/enredo-de-2014-inclui-embate-campos-x-aecio/

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