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Uber oferece viagens gratuitas na Cidade do México enquanto taxistas locais protestam

Local taxi driver paints 'Uber out' on the back windshield of his car during a protest in Mexico CityO Uber anunciou que clientes na Cidade do México poderão usar seus serviços gratuitamente nesta segunda-feira enquanto taxistas locais realizavam protestos na cidade contra possíveis regulações sobre serviços de contratação de corridas como os da empresa e do Cabify.

“Como hoje é um dia difícil para circular, decidimos dar corridas pelo Uber para todos os usuários, pois #MexicoDoesntStop (o México não para) e #UberDoesntStop (o Uber não para)”, disse a companhia em seu website. Os usuários podem realizar duas viagens valendo até 150 pesos (9,82 dólares) cada uma de graça.

Taxistas locais realizaram mais um de uma série de marchas e bloqueios de ruas pela cidade nesta segunda-feira em protesto contra a possível legitimização do que eles alegam ser serviços ilegais.

O governo municipal da cidade tem organizado conversas para ajudar a determinar qual a melhor maneira de regular serviços como o Uber. O serviço começou a funcionar na cidade em 2013 e diz ter cerca de 300 mil usuários na Cidade do México.

Fonte: metrojornal.com.br

Policiais civis reduzem atividade por 24 horas nesta terça-feira no DF

sinpol1Eles pedem contratações e questionam divisão do Fundo Constitucional.
Operação padrão tem impacto em investigações e registro de ocorrências.

Policiais civis do Distrito Federal intensificam a partir das 8h desta terça-feira (26) a “operação padrão”, em vigor desde a última sexta (22) em um protesto por melhores condições de trabalho e mais contratações. Até as 8h de quarta (27), os agentes vão cumprir o expediente em horário normal, mas devem registrar apenas flagrantes e ocorrências criminais. Investigações, intimações, protocolo de documentos e diligências também serão restritos no período.

Em documento entregue à Direção Geral da Polícia Civil na última sexta, o sindicato dos agentes (Sinpol-DF) comunica que “capturas, transferências de presos, exames em drogas ou pessoas, localização de veículos roubados/furtados e preservação de locais de crime” só serão feitos se houver “pelo menos três policiais na viatura”. Segundo a categoria, a regra é ensinada na Academia de Polícia, mas não é seguida no DF por falta de efetivo.

O G1 procura a Polícia Civil e o GDF para obter um posicionamento oficial a respeito das demandas do movimento desde a última quinta-feira (21), mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. A corporação afirma que “todas as medidas necessárias para que a população não seja prejudicada serão adotadas”, sem detalhar as medidas.

Segundo o presidente do Sinpol, Rodrigo Franco, a realidade nos plantões das delegacias é precária, com três ou quatro policiais para cumprir todas as funções, o que dificulta as diligências externas. A entidade calcula uma média de 2 homicídios por dia no DF e diz que o número de policiais em atuação é insuficiente para investigar todos os casos.

Fachada da 5ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal, que recebeu faixas alertando para o déficit no quadro da corporação (Foto: Raquel Morais/G1)Fachada da 5ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal, que recebeu faixas alertando para o déficit no quadro da corporação (Foto: Raquel Morais/G1)

Fundo Constitucional
A entidade também questiona a divisão do Fundo Constitucional, verba repassada mensalmente pela União ao DF destinada ao pagamento de funcionários da saúde, educação e segurança pública. Para este ano, o valor total do fundo é estimado em R$ 6 bilhões.

Segundo os policiais, as duas primeiras áreas estão levando vantagem na partilha dos recursos, o que agravaria ainda mais o quadro da corporação. Franco afirma que menos da metade do dinheiro é usada na área de segurança.

“O reflexo disso são delegacias, que precisam de reformas, cidades sem delegacias, poucos policiais contratados e equipamentos e mobiliários defasados, entre outras coisas”, diz o presidente do Sinpol, em texto divulgado pela entidade na semana passada.

Documento do Sinpol orienta 'operação padrão' de policiais civis no DF; diligências exigem três policiais por viatura (Foto: Reprodução)Documento do Sinpol orienta ‘operação padrão’ de policiais civis no DF; diligências exigem três policiais por viatura (Foto: Reprodução)

Sem efetivo
A principal reivindicação é a nomeação de 500 agentes aprovados em concurso e que já concluíram a formação na academia militar. Segundo o Sinpol, o número seria suficiente apenas para recompor as aposentadorias previstas para 2015, e não representaria aumento real no número de policiais.

Dados da Polícia Civil divulgados em abril deste ano indicavam um déficit de 47% no efetivo e a possível aposentadoria de 679 membros da corporação até dezembro. Nem mesmo a convocação de todos os aprovados no último concurso e a contratação do previsto nos certames em andamento atenderiam à demanda.

Ao comentar os números, o diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba, disse ao G1 que negociava com o governo o escalonamento das nomeações entre maio e dezembro.

“A gente não pode perder essa oportunidade porque são profissionais que já fizeram o curso, ou seja, houve investimento do Estado neles, e há necessidade. A gente entende que o governo Rollemberg pegou um estado com seríssimas dificuldades financeiras e precisa equacionar todo esse contexto de descontrole, só não podemos deixar a coisa acomodar.”

Fonte: G1

TJ deve julgar validade de lei e se servidores terão de devolver o que receberam

20150526002536Para que a votação ocorra hoje – está na pauta da sessão marcada para 13h30 -, 12 dos 17 desembargadores devem estar presentes.

Além da inconstitucionalidade das 33 leis – aprovadas e sancionadas no governo de Agnelo Queiroz – que concederam reajustes às categorias de servidores do Governo do DF, os 17 desembargadores do Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF terão de analisar se o efeito – no caso da inconstitucionalidade – deve ser retroativo.

Para o  Ministério Público do Distrito Federal, os aumentos foram concedidos sem previsão de dotação orçamentária, em desacordo com a Lei Orgânica do DF e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), considerando que o GDF já havia ultrapassado o limite de gastos com pessoal em 2014.

Sindicatos, o MPDFT e até a Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF) se preparam para as argumentações. Para que a votação ocorra hoje  – está na pauta da sessão marcada para 13h30 -, 12 dos 17 desembargadores devem estar presentes.

Enquanto o MPDFT argumenta que não houve previsão orçamentária, os sindicatos tentarão provar que todos os ritos foram obedecidos para aprovação dos projetos na Câmara Legislativa do DF. Ibrahim Yusef, presidente do Sindicato dos Servidores   da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas  (Sindireta-DF), disse que os advogados provarão que “tudo foi dentro da legalidade”. “Estamos bem confiantes”, disse.

Peregrinação

Os representantes dos sindicatos fizeram uma verdadeira peregrinação nos gabinetes dos desembargadores, com memoriais e argumentos de que os servidores não podem ser prejudicados, a essa altura do campeonato. “Sustentamos que as leis são constitucionais, porque passaram por todas as comissões, houve previsão orçamentaria e  obedeceu a todos os ritos, tanto no executivo quanto no legislativo”, argumenta Marli Rodrigues, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do DF (SindSaúde). “Aquilo que é nosso, ninguém vai tirar”, reiterou a sindicalista, para lembrar que trata-se de uma “reconquista” de direitos.

“Tivemos que convencer o Executivo de que era necessário valorizar as categorias. Não concordamos com essa atitude de dizer que é inconstitucional. Isso  não aconteceu por acaso. Foi um processo de discussão que durou dois anos”, afirma Marli.

Sindicato conta com o “bom senso” da Justiça

“O governo atual já admitiu a lei como legítima”, argumenta Dimas Rocha, coordenador da Secretaria Jurídica do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF). Para ele, além de a lei ser constitucional, o pagamento é “perfeitamente exequível”.

O sindicalista  diz contar com o “bom senso” da Justiça, já que, para ele, a arrecadação do DF  deste ano  vai ser maior que a do ano passado. “Não há impeditivo para que o governo cumpra a tabela salarial e os reajustes”, afirmou.

Nas contas de Rocha, 100 mil servidores seriam prejudicados com o acolhimento da ação protocolada pelo Ministério Público. “Esses servidores já organizaram seus orçamentos com base nos reajustes”, destaca.

Responsabilidade fiscal

O secretário da Casa Civil, Hélio Doyle, disse  que o governo aguarda a decisão do Conselho Especial e cumprirá o que for decidido. Enquanto as leis estão em vigor, os reajustes estão sendo pagos. Inclusive, segundo a equipe de Rollemberg, esses pagamentos têm comprometido seriamente o volume de gastos com pessoal do governo.

Estima-se que, em função dos reajustes concedidos na gestão de Agnelo Queiroz,  a atual gestão não tenha saído do limite prudencial de gastos disciplinados pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Fonte: .jornaldebrasilia.com.br

 

Governo planeja fazer parcerias público-privadas para movimentar economia

20150526004222Para Arthur Bernardes, não há como falar de Brasília sem incluir a Região Metropolitana, que também deve ser foco de investimentos da pasta.

O futuro do Distrito Federal está na iniciativa privada, acredita Arthur Bernardes, advogado tributarista, especialista em políticas públicas e desenvolvimento regional e titular da Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável. Ele aposta nas parcerias público-privadas e em concessões para movimentar a economia da capital do Brasil, gerar empregos e permitir que o governo trabalhe com prioridades e serviços essenciais. Para ele, não há como falar de Brasília sem incluir a Região Metropolitana, que também deve ser foco de investimentos da pasta. Além disso, as mudanças radicais na estrutura do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal (Pró-DF) farão com que seja criada uma política de desenvolvimento consolidada para a região. A aposta é que agilidade, transparência e desburocratização favoreçam os empresários e ampliem o interesse pela região.

O que é a política de desenvolvimento da nova Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável?

O Distrito Federal tem uma economia baseada em comércio e serviços onde, culturalmente, as políticas de desenvolvimento se limitavam a dar lote. Ninguém pensa em exportação, logística, escoamento de produção, infraestrutura, gasoduto, ferrovia, em viabilizar isso tudo. O que se pensou foi em dar lote. Nossa concepção de política de desenvolvimento é muito maior que um programa que concede uma área. O lote é fator decisório apenas para quem quer especular, mas, para quem quer empreender, não é, por si só, um fator de decisão para investir seu dinheiro. Estamos trabalhando em uma visão macro para que a gente consiga atrair investimentos para a cidade, proporcionando condições ao empresário. É transformar o ambiente de negócios.

Na última semana, a regulamentação do Pró-DF foi completamente alterada. Esse era o maior problema da secretaria ou temos outros programas que passarão por reformulação? 

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico que existia, na minha avaliação, era a “secretaria do Pró- DF”. Agora temos uma pasta em que o incentivo econômico, que, no caso, é o lote, é um dos pontos abordados. Nosso desafio é propor uma política nova de desenvolvimento econômico para a cidade. Então, o governo aposta em novos modelos de gestão que são as PPPs (Parcerias Público-Privadas) e as concessões. Acho que chegou a hora de a gente mudar a concepção de gestão e não é privatizar nada. A participação do privado é essencial para alavancar a economia.

O Estado ganha alguma renda com isso? 

Pode ganhar. Vou dar um exemplo: a taxa paga hoje pelos restaurantes do Parque da Cidade é irrisória. Você acha que teria algum empresário ou alguma empresa interessada em explorar comercialmente o parque? Você licita, a empresa cuida do parque e ainda devolve dinheiro, não só o imposto pela atividade comercial gerada ali como os aluguéis que receberá. A licitação poderia ser vencida, por exemplo, por quem desse a maior contraprestação. Outro exemplo são os terminais rodoviários.

Quais são os projetos que existem hoje para trabalhar com essa contraprestação? 

Ainda estamos discutindo isso, mas tudo aquilo que a gente entender que possa haver um interesse privado, mas que não seja atividade-fim do Estado, vai ser oferecido para que interessados apresentem suas propostas. É claro que vai passar por licitação, consulta pública. A sociedade tem que ter ouvida. Vamos cumprir todo o cronograma, mas a ideia é que, em curto espaço de tempo, já iniciemos esse processo. As parcerias estão sendo estudadas. Queremos que, nas PPPs, principalmente as que recebam terrenos públicos, que a Terracap seja protagonista, sócia, participe do empreendimento e afira os lucros. A Terracap, do jeito que está hoje, tem dia para acabar.

Como isso funcionaria?

O que e como será explorado nós estamos decidindo, mas a empresa entra com o investimento, a Terracap com o terreno, e os dois são sócios. Essa é uma tendência.

Vai precisar de uma nova modelagem institucional para as PPPs? 

O que entendemos é que a PPP, de forma ampla, vai propiciar os grandes investimentos da cidade porque o Estado não tem capacidade de investimento hoje. Estamos estudando as modelagens.

Seria exagero dizer que a salvação de Brasília está na iniciativa privada? 

Não. No DF, a salvação é a iniciativa privada. O Estado não tem mais capacidade de investimento. Não temos dinheiro para pagar os contratos, as dívidas herdadas. O empresário vem se for atrativo para ele. E sabe o que vai gerar confiança? Uma política séria, sem corrupção, com critérios objetivos, seriedade, lisura, segurança jurídica. Tem que criar um ambiente institucional favorável aos negócios, que envolve todos os órgãos do governo com o objetivo de desenvolver a cidade do ponto de vista sustentável.

Não poderia ocorrer um exagero de PPPs, deixando o Estado de fora de serviços essenciais? 

Só vamos conceder aquilo que o governo entender que não for essencial. Em hospitais, escolas, presídios, há alguns exemplos no Brasil, mas é uma discussão mais aprofundada. Nesse primeiro momento, tratamos apenas do que não é atividade-fim do Estado.

Como atrair investimentos se o elevado ICMS de Brasília faz perder investimentos para Goiás, por exemplo?

Foi aprovado no Senado e na Câmara dos Deputados o PDS (Projeto de Decreto Legislativo) 30 para convalidar os incentivos e permitir que, nos estados de uma mesma região, eu possa adotar, por exemplo, o que Goiás adota. Dessa forma, a gente consegue evitar a guerra fiscal e, não precisando  mais da unanimidade do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), conseguimos nos tornar iguais aos demais pelo menos do ponto de vista do ICMS.

O Jornal de Brasília mostrou recentemente que o Distrito Federal está no quarto lugar do ranking nacional do desemprego. Se somados os números da Região Metropolitana, saltamos para o topo. Como reverter esses números? 

Não vai haver desenvolvimento do DF se não desenvolvermos o Entorno. É por isso que apoiamos a proposta da criação de uma zona franca de comércio e pensamos que essa é a grande solução para os problemas de emprego. O Entorno tem que ser visto como solução, não como problema.

Em Brasília, boa parte da população trabalha no Plano Piloto. Sempre se fala em descentralizar os polos de emprego, mas nada foi feito efetivamente. Como isso pode ser feito? 

O Pró-DF, em sua conceituação, era perfeito porque era justamente essa descentralização espacial, criando o emprego  onde o trabalhador mora. O que temos que fazer agora é tratar com seriedade.

Temos o exemplo clássico na QE 40 do Guará, onde muitos dos lotes se transformaram em quitinetes. O que pode acontecer com o empresário que desvirtuar o programa?

O empresário não pode ser culpado pela letargia e morosidade do Estado. Muitos desses tiveram uma resolução aprovada por um colegiado dentro da secretaria. Agora, isso não acontece mais. A Terracap vai estudar quais medidas podem ser feitas, se é que cabe alguma, mas o importante é que, de agora em diante, não vai acontecer mais.

Como é feita a fiscalização?

A gente tem uma deficiência de pessoal e veículos para fazer essa fiscalização. Mas existem instrumentos para isso e eles são utilizados. Cabe a nós aprimorar a fiscalização. Por exemplo, agora, a Secretaria de Fazenda é obrigada a nos informar a arrecadação das empresas beneficiadas. Se não tiver arrecadando, não está funcionando. São outros métodos de controle.

A secretaria tem feito ações de desburocratização, como processos de inscrição fiscal, consulta de viabilidade e fechamento de empresas. De que forma isso favorece o mercado do DF?

A gente assinou convênio com o Ministério da Micro e Pequena Empresa, e o Sebrae vem nos ajudando de forma que a gente simplifique os processos, classificando as atividades de alto e baixo risco, e onde o empreendedor tenha facilidades. Hoje, vivemos na época da Internet. Por que o cidadão tem que ir à regional pegar 30 carimbos? A gente quer mudar isso e o convênio está nos propiciando utilizar de toda a estrutura que o Governo Federal possui e implementar aqui no DF de forma piloto. O maior desafio é simplificar a vida do empresário.

Há 20 anos, ouvimos falar em um Parque Digital que nunca saiu do papel. Por que? Qual o perfil econômico do Distrito Federal? 

O Parque Tecnológico Capital Digital é um grande exemplo de como não fazer alguma coisa. Está aí há anos e anos, o governo investiu milhões e até agora ainda não conseguiu nascer. O pessoal fala muito em vocação de Brasília, mas, de fato, temos a mão de obra mais qualificada do Brasil, temos a maior renda per capta, temos demonstrações que aquela indústria que exige alta qualificação aqui tem mais chances de crescer com sustentabilidade. Do ponto de vista logístico, Brasília está no centro do País e é privilegiada. Chegou o momento de Brasília pensar seu desenvolvimento sem depender do serviço público.

Agora, quais as perspectivas e prioridades da Seds?

Mudar o modelo de gestão do serviço público no que tange aos investimentos. Precisamos trazer as empresas da iniciativa privada para perto do governo. E as mudanças do estilo de gestão, que são as PPPs e as concessões, são fundamentais  para alavancar o desenvolvimento e as grandes obras de infraestrutura que a cidade precisa. Vamos priorizar, sempre, os micro e pequenos empresários, que são os maiores geradores de renda e frágeis no acesso ao benefício. Vamos priorizar o financiamento, as linhas de crédito, o estímulo ao FCO, a captação de recursos para obras de infraestrutura. Falei várias prioridades porque tudo é prioridade. Mas destacaria como as principais delas as PPPs e as concessões.

Fonte: jornaldebrasilia.com.br

CPI do Transporte do DF anuncia primeiros convocados nesta quinta

rodoviaria_plano_piloto_03022015_andreborges_1Lista inclui membros do governo Agnelo; depoimentos começam em junho.
Gestores atuais e integrantes de comissão no Paraná serão convidados.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte na Câmara Legislativa do Distrito Federal deve fazer as primeiras convocações de depoimentos nesta quinta-feira (28). A informação foi confirmada ao G1 nesta segunda (25) pelo presidente do colegiado, Renato Andrade (PR). Segundo o deputado, integrantes do governo Agnelo Queiroz e pessoas envolvidas na licitação do transporte público de 2012 estão na lista.

“Já nessa quinta-feira, nós vamos aprovar a convocação de alguns nomes, já marcar data para alguns nomes virem aqui. E também faremos o convite a algumas pessoas para virem como testemunhas. A partir da semana seguinte [ao feriado], a gente já deve ter depoimentos de convocados e de pessoas convidadas a trazer alguma informação”, diz Andrade.

Os convocados são obrigados a comparecer e, segundo o parlamentar, devem ser ouvidos a partir do dia 11 de junho, passado o feriado de Corpus Christi. Até o fim de terça (26), a CPI deve fechar também a primeira lista de convidados – pessoas que podem colaborar com as investigações, mas têm presença facultativa.

“Os convocados, a gente já tem quem vai ser. É uma miscelânea de técnicos [da licitação], pessoas do governo e pessoas que trabalharam no edital de licitação. Eu acredito que já tenha umas 15 pessoas, de imediato, para serem convocadas”, diz.

A lista de convidados deve incluir gestores atuais do GDF e do DFTrans e vereadores que integraram a CPI do Transporte em Curitiba, concluída em 2013. As investigações no DF devem envolver nomes que já foram alvo no Paraná, como os do advogado Sasha Reck, da família Gulin e da empresa Marechal, que têm contratos de transporte público nas duas capitais.

“[Eles vão dizer] se eles não têm culpa, se alguma coisa aconteceu, ou quem fez com que tivessem culpa. Se alguém mandou eles fazerem algo que não queriam fazer, por serem servidores públicos, por estarem abaixo de uma autoridade hierárquica superior”, afirma Andrade.

A CPI fez as primeiras solicitações de documentos na semana passada. Até esta segunda (25), apenas uma parte do material havia chegado às mãos dos parlamentares. Além de Andrade e Ribeiro, fazem parte da CPI a vice-presidente, Sandra Faraj (SD), Ricardo Vale (PT) e Rafael Prudente (PMDB).

Os dois últimos, correligionários do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) e do ex-vice Tadeu Filippelli (PMDB), ficaram sem cargos na mesa diretora da comissão. Durante a formação do colegiado, o deputado Robério Negreiros (PMDB) recusou vaga alegando “possível conflito de interesses” ao investigar membros do partido.

Investigação
Relator da comissão, o deputado Raimundo Ribeiro (PSDB) adiantou na última quinta (21) a convocação do ex-secretário de Transporte e atual diretor da Adasa, José Walter Vazquez. Ele é um dos citados na denúncia do Ministério Público que aponta suposto esquema de favorecimento na licitação de 2012.

Além de Vazquez, o MP cita na ação o advogado Sasha Reck, que prestou consultoria para o GDF no projeto básico da licitação, em 2009, e no julgamento de recursos do próprio edital, em 2012, enquanto representava uma das empresas participantes da concorrência.

Também são citados o ex-coordenador de projetos da concorrência, José Augusto Júnior, e o ex-presidente da comissão de licitação, Galeno Monte. Se condenados, os envolvidos podem perder direitos políticos e terão que pagar multa de mais de R$ 1,4 milhão. O MP também pede a anulação completa da licitação caso o suposto esquema seja confirmado pela Justiça.

Em 24 de março do ano passado, o G1 mostrou que o órgão ministerial investigava um suposto esquema que favorecia empresas de transporte público ligadas a duas famílias – Constantino, que também controla a companhia aérea Gol, e Gulin, do Paraná.

Fonte: G1

Obras em Vicente Pires começam em 20 dias, diz vice-governador do DF

4206225_x360Elas custarão R$ 504 milhões e terão início em área próxima a jóquei.
Moradores reclamam de buracos em ruas e esgoto a céu aberto.

O vice-governador do Distrito Federal, Renato Santanna, afirmou ao G1 nesta segunda-feira (25) que as obras de infraestrutura e drenagem de Vicente Pires terão início no próximo mês. “Elas começarão em até 20 dias, na primeira quinzena de junho. Hoje [Vicente Pires] é uma cidade consolidada, não há outra opção.”

Vicente Pires completa seis anos como região administrativa nesta terça (26) com 73,3 mil habitantes, segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílio de 2013 realizada pela Codeplan, mas as primeiras habitações de fazendeiros remotam à década de 1970. Ela é fruto de ocupação irregular e passa por um processo de regularização fundiária.

Apesar dos condomínios e comércios estabelecidos, algumas ruas não contam com asfalto e postes, mas têm buracos em abundância. Nas obras estão previstos drenagem de esgoto, captação de águas pluviais, asfalto, meio-fio, calçadas e iluminação pública.

“Mesmo com os problemas, temos de comemorar sempre. A força de Vicente Pires é sua gente. Ela começa a construir e ter suas próprias características e tradições”, comenta Santanna.

Em março deste ano, o G1 mostrou os buracos pelas ruas de Vicente Pires. Em algumas vias, o asfalto se desfez completamente e foi tomado por lama e barro. Alguns buracos tinham mais de 30 metros de extensão; outros “cortavam” ruas de um lado ao outro. Muitos veículos atolam e quebram ao passar por esses locais.

A situação deixou de piorar no final de maio por causa da menor quantidade de chuvas e das operações tapa-buraco da Novacap. As ruas 3 e 10, duas com as piores condições, estão sendo tratadas pelo órgão. Entretanto, os transtornos continuam incomodando a população.

O serralheiro Cleverson Ericson trabalha na rua 10 e reclama da qualidade da operação tapa-buraco. “É só paliativo. Aqui é uma coisa fora do comum. Não pode nem deixar criança na rua.”

Operação tapa-buraco é realizada pela Novacap na rua 10 de Vicente Pires (Foto: Luciana Amaral/G1)Operação tapa-buraco realizada pela Novacap na rua 10 de Vicente Pires (Foto: Luciana Amaral/G1)

A monitora de creche Talita dos Santos mora na rua 3 e trabalha na 10. Ela fala que não consegue andar a pé quando chove. “Não dá para ver nada, não dá para ver onde os buracos estão. Estão tapando, mas chove hoje, arranca amanhã. Sempre foi isso.”

O esgoto a céu aberto também é outro problema relatado e prejudica a saúde dos moradores. “É um cheiro muito ruim e constante. Dentro de casa você ainda sente. É muito triste. Minha mãe mora na rua 5. Lá tem uma fossa. Ela fecha todas as portas e janelas, mas tem alergia. Fica espirrando e coçando o nariz.”

O aposentado Geraldo Aires mora na Colônia Agrícola Samambaia, em Vicente Pires, e diz conviver com o asfalto desfigurado na porta de casa. “Até para sair de carro da garagem tivemos de fazer um ‘tamponamento’. Na rua, os carros têm de passar na contramão. Quase já capotaram passando em cima do buraco.”

Caminhão de lixo passa na contramão em rua de Vicente Pires para não cair em buracos (Foto: Luciana Amaral/G1)Caminhão de lixo passa na contramão em rua de Vicente Pires para não cair em buracos (Foto: Luciana Amaral/G1)

Projeto de Infraestrutura
No projeto de drenagem e pavimentação, Vicente Pires foi dividida em quatro áreas. A primeira beneficiada será a próxima ao Jóquei Clube, que está com o projeto urbanístico aprovado. As outras ainda terão os processos de licitação finalizados, porque têm licenças pendentes.

“O trecho mais complicado é o segundo, da Vila São José. Lá tinha um lixão, então precisa da licença ambiental do Instituto Brasília Ambiental, por exemplo”, diz Santanna.

Divisão de Vicente Pires para as obras de infraestrutura (Foto: Vice-governadoria do DF/Reprodução)Divisão de Vicente Pires para as obras de infraestrutura (Foto: Vice-governadoria do DF/Reprodução)

A Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sinesp) informou que as licitações já realizadas devem ser homologadas esta semana para a contratação das empresas vencedoras. O dinheiro para as obras, estimadas em R$ 504 milhões, vem do setor de pavimentação e qualificação de vias urbanas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Os recursos ainda não foram liberados, mas o governo afirma que eles já estão garantidos. Do total, R$ 390 milhões serão da Caixa Econômica Federal, enquanto o GDF dará a contrapartida de R$ 114 milhões.

Serviços públicos

Vicente Pires tem somente duas escolas públicas e um posto de saúde, que funciona em um prédio alugado. A falta de serviços básicos está entre as reclamações dos moradores. “Qualquer emergência médica temos de ir para Taguatinga”, afirma o aposentado Geraldo Aires.

Não há uma data para o início de construções desses equipamentos comunitários, como hospital, batalhão de Polícia Militar e quartel do Corpo de Bombeiros. Muitos terrenos dedicados a eles foram ocupados por grileiros, afirma Santanna.

“Como ninguém ocupava, foram alvos de grileiros. Agora vamos desocupar. Sem essas áreas, não tem como fazer a regularização fundiária. Estamos identificando-as e vamos trabalhar nisso imediatamente. Não vamos mais admitir novas invasões. A cidade ficou órfã de poderes de fiscalização nos últimos anos.”

Buracos tomaram conta de ruas e ficam em frente a condomínios residenciais  (Foto: Luciana Amaral/G1)Buracos em ruas em frente a condomínios residenciais (Foto: Luciana Amaral/G1)

O vice-governador fala que o crescimento desordenado gerou os problemas citados e as reivindicações da população. Mesmo assim, ele garante que a conquista de obras para melhorar a região não deve servir de estímulos para outras áreas irregulares.

“Não é um exemplo a ser seguido. Até hoje foram feitos paliativos, que é dinheiro público indo pelo ralo. Essas questões se arrastam há anos. Não queremos que aconteça de novo, que ao final novos locais sejam ocupados.”

Fonte: G1

Semana de votações no Senado começa com apreciação de MPs do ajuste fiscal

SenadoA semana parlamentar que começou nesta terça-feira (25) terá votações relevantes no Senado. Os parlamentares terão que apreciar três medidas provisórias relacionadas ao ajuste fiscal do governo e ainda podem ser levados a analisar o projeto de lei que trata do reajuste dos servidores do Judiciário. O texto foi aprovado na última semana na Comissão de Constituição e Justiça da Casa e tramita em regime de urgência no plenário.

Logo na abertura da ordem do dia, os senadores deverão votar a Medida Provisória 665, que muda regras para acesso dos trabalhadores a benefícios como seguro-desemprego, seguro-defeso e abono salarial. A MP já foi discutida na semana passada, mas não pode ser votada porque foi apresentada uma emenda para retirar do texto o trecho que trata do abono salarial, por ter sido considerado inconstitucional pelos parlamentares.

Como a medida perde validade no próximo dia 1º e se sofresse alteração precisaria retornar para última análise da Câmara, o líder do governo, Delcídio Amaral (PT-MS), decidiu deixar a votação para esta terça-feira na esperança de conseguir um acordo que permita a votação sem mudanças no texto mediante o compromisso do governo de vetar o trecho que os senadores querem retirar.

Logo após a votação da MP 665, será a vez de o Senado apreciar a MP 664, que trata do acesso de viúvas e viúvos à pensão por morte dos cônjuges. A medida recebeu na Câmara a emenda que modifica o fator previdenciário e estabelece a chamada regra 85/95 – pela qual as mulheres podem se aposentar com vencimentos integrais, quando a soma do tempo de contribuição e a idade chegar a 85 anos e os homens, a 95 anos. O governo é contra a mudança, mas defende a aprovação da MP como está, uma vez que o texto também tem prazo de vencimento no dia 1º de junho. No entanto, como há sessão do Congresso Nacional marcada para esta terça-feira, para apreciação de vetos presidenciais, há possibilidade de a votação da MP 664 ficar para amanhã (27).

Por fim, será a vez de os senadores apreciarem a MP 668, que aumenta as alíquotas de PIS e Cofins sobre produtos industrializados. A medida também foi alterada na Câmara e recebeu a emenda que permitirá ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), firmar parceria público-privada para construir mais um anexo para os gabinetes dos deputados e que contará também com complexo de lojas e restaurantes. A proposta é polêmica e pode gerar debate no Senado sobe a real necessidade do shopping anexo ao Parlamento.

Se ainda houver tempo na ordem do dia de quarta-feira, os senadores poderão ainda discutir o aumento dos servidores do Judiciário, que alegam estarem sem reajuste desde 2006. A proposta prevê aumento parcelado que começará este ano e terminará em 2017, com percentuais que podem variar de 53% a 78,56%, a depender da classe e do padrão do servidor.

Diante do ajuste fiscal que vem sendo promovido pelo governo, entretanto, a proposta pode receber emendas que a deixe mais condizente com a situação econômica do país. O assunto também promete tomar tempo de discussão dos senadores, que vêm sendo pressionados pelos funcionários do Judiciário a aprovar a matéria.

Fonte: metrojornal.com.br

STF deve decidir nesta terça sobre quebra de sigilo do BNDES

bndes-predio-logo2-20100811-original.jpegA Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta terça-feira (26) se o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pode se recusar a fornecer dados financeiros sobre contratos assinados com empresas privadas.

A questão do sigilo das operações do banco será julgada em um mandado de segurança impetrado contra decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que determinou que o BNDES forneça todos os dados sobre as operações de crédito efetivadas como o grupo JBS/Friboi. O relator é o ministro Luiz Fux.

De acordo com a ação, o banco repassou parte das informações solicitadas pelo TCU, mas não revelou o saldo das operações, o rating de crédito, a situação cadastral, a estratégia de hedge do grupo Friboi, por entender que as informações estão sob sigilo bancário. Segundo o BNDES, é dever da instituição zelar pela proteção do sigilos bancário e empresarial de seus contratos.

O mandado de segurança conta com manifestações favoráveis da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pela liberação dos dados. No entendimento do subprocurador Paulo Gustavo Gonet, o princípio constitucional da publicidade deve ser respeitado.

“A natureza pública dos recursos financeiros envolvidos atrai a aplicação, por conseguinte, do princípio da publicidade, previsto no Artigo 37 da Constituição Federal. Merece ser reparado que a relevância da publicidade para o controle social do uso dos recursos públicos tem sido determinante para o STF desautorizar a invocação de sigilo também em outro caso, que reforça a posição adotada no TCU”, diz o subprocurador.

Em memoriais enviados hoje ao Supremo, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcos Vinícius Coêlho Furtado, também manifestou-se a favor da publicidade dos empréstimos. Para o presidente, a transparência deve predominar em operações de crédito que envolvem recursos de fundos públicos.

“Sabe-se que o sigilo bancário é uma dimensão do direito à privacidade e encontra proteção na ordem constitucional. O seu rompimento, nessa linha, é reservado aos juízes e às comissões parlamentares de inquérito. Ocorre que existem informações bancárias que são excluídas do âmbito de proteção do sigilo bancário por força de particularidades de sua índole pública,” justificou o presidente da OAB.

Fonte: metrojornal.com.br

Justiça do DF deve analisar reajustes de servidores públicos nesta terça

00-manifestantesGDF prevê impacto de R$ 2,3 bilhões na folha de 31 categorias até 2016.
Ministério Público questiona aumentos; Conselho Especial se reúne às 15h.

O Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal deve julgar nesta terça-feira (26) a legalidade dos reajustes salariais de 31 categorias de servidores públicos, sancionados pelo ex-governador Agnelo Queiroz em 2013 e questionados pelo Ministério Público do DF em fevereiro. Se os textos forem validados, o GDF estima um impacto de R$ 2,3 bilhões na folha de pagamento até o fim de 2016.

Na ação, o MP afirma que os aumentos foram concedidos “sem autorização específica da lei de diretrizes orçamentárias e prévia dotação orçamentária, como exige expressamente a Lei Orgânica do Distrito Federal”. O texto também cita o déficit divulgado pelo GDF de R$ 3,5 bilhões em despesas com pessoal para este ano. O órgão também questiona o reajuste para aposentados e pensionistas do magistério público.

As categorias com aumentos sob análise fizeram protestos em frente ao Palácio do Buriti e cruzaram os braços em atos que pediam a manutenção dos reajustes. Em 11 de março, a manifestação reuniu cerca de 1,5 mil servidores de 18 categorias ligadas a Secretaria de Saúde, Detran e assistência social, entre outras. O governador Rodrigo Rollemberg disse reconhecer o direito dos servidores de fazer o protesto, mas criticou o bloqueio no Eixo Monumental.

Reajustes
Em 2013, quase 130 mil servidores ativos de 37 carreiras receberam novos reajustes, que foram escalonados e têm parcelas previstas para pagamento ainda neste ano. O governo nomeou 35 mil servidores entre 2011 e 2014, principalmente nas áreas de saúde, educação e segurança, e ampliou a carga horária de mais de 7 mil funcionários.

A alta nos salários começou em 2011, quando o gasto com a folha de pagamento ficou 36,28% maior do que no ano anterior. Em 2012, o comprometimento da receita com a folha subiu 11,40% e em 2013, outros 10,23%. Para 2014, o aumento com o gasto foi de 12% em relação ao ano anterior.

Em dezembro, a secretaria de Administração Pública da gestão Agnelo disse ao G1 que os números são resultado de “uma política de valorização do servidor público que motiva o funcionário a permanecer nos quadros”.

Segundo a pasta, parte dos reajustes já estava prevista em uma lei aprovada em 2010, no governo interino de Wilson Ferreira Lima. O aumento “herdado” da gestão anterior teria impactado as contas de 2011 em R$ 1 bilhão.

Sem recurso
Em março, o governador Rodrigo Rollemberg afirmou que o GDF estava “aberto ao diálogo” com os servidores para debater os aumentos e que era favorável à manutenção das leis. “Em relação ao futuro, queremos mostrar a condição das contas do GDF para junto com os sindicatos e o Judiciário buscar alternativas que sejam boas para todo mundo.”

Em entrevista à TV Globo nesta segunda (25), ele disse que há problemas no caixa do GDF e que será preciso “aumentar receitas de modo significativo” para pagar os salários reajustados. “Daí a importância dos projetos que encaminhamos à Câmara Legislativa e que contamos com o apoio dos servidores públicos para aprovar”, disse.

Chefe da Casa Civil, Hélio Doyle anunciou em abril que o rombo nas contas públicas poderia comprometer o pagamento dos salários a partir de novembro, mesmo nos valores atuais. Ele disse que a demissão de servidores concursados para reduzir a folha de pagamento era uma possibilidade.

A ideia foi descartada por Rollemberg no dia seguinte, quando o governador disse ter “plena confiança na Câmara Legislativa, na capacidade do nosso governo, na sensibilidade do Congresso Nacional” para aprovar medidas que ampliem a capacidade de arrecadação. Segundo ele, a demissão de concursados está “fora de cogitação”.

Fonte: G1

Entrevistado 25/5: Douglas Martinho, Vereador de Cidade Ocidental-GO

O Vereador de Cidade Ocidental-GO, Douglas Martinho, será o entrevistado de hoje no programa Conectado ao Poder, na rádio OK FM. Sintonize 104,1 FM e ouça das 20h às 21h.Conectado_25_05

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