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Senado vota nesta terça-feira a indicação de Luiz Fachin ao Supremo

20150519083130195396uIndicado por Dilma para o cargo de ministro do STF, jurista precisa dos votos de 41 senadores para ser confirmado, mas enfrenta resistência na Casa.

Aprovado por 20 votos a 7 após sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), na semana passada, o jurista Luiz Edson Fachin, indicado pela presidente Dilma Rousseff para ocupar a vaga deixada por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (STF), deve enfrentar hoje a prova de fogo no plenário da Casa. Em votação secreta, os senadores decidem se aprovam ou não a indicação presidencial. Para chegar ao STT, o advogado precisa de 41 votos favoráveis. Nos bastidores, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), trabalha contra o nome do jurista. Um dossiê detalhado, acusando Fachin de deslizes éticos, entre eles, o acúmulo da função de advogado privado e de procurador do estado do Paraná, circula pelos gabinetes do Senado.

Renan tem convocado senadores para mostrar as informações. Apesar de a dupla militância ser expressamente vedada pela Constituição do Paraná, em vigor desde outubro de 1989, Fachin alega que sempre atuou dentro dos limites da lei. Aliados do político alagoano ouvidos pelo Correio asseguram que o peemedebista trabalha para atrapalhar a nomeação de Fachin. Alegam que é uma disputa por espaço, já que o senador queria outro nome para a vaga.

As Medidas Provisórias 663 e 665 estão trancando a pauta, no entanto, pelo regimento, não impedem a votação de indicação de autoridade. Segundo o secretário-geral da Mesa, Luiz Fernando Bandeira de Mello, Renan Calheiros deverá consultar os demais senadores para decidir a ordem de votação das matérias. “Disse o presidente Renan que vai consultar o plenário sobre o que votará primeiro. Se as MPs 663 e 665 ou o nome de Fachin. O plenário deverá decidir isso. Se não decidir, a indicação de Fachin será votada na terça-feira (hoje) e, na quarta-feira, serão votadas as medidas provisórias”, salientou. O governo acredita que a aprovação se dará com entre 47 e 53 votos favoráveis.

Pareceres
Na semana passada, o Correio revelou que Fachin recebeu R$ 185 mil (R$ 366 mil em valores atualizados) entre abril de 2003 e julho de 2005 para emitir parecer técnico como advogado privado da Companhia Paranaense de Energia (Copel), cujo sócio majoritário é o Paraná. Na época, ele era procurador e recebia salário justamente para defender os interesses do estado, princípio básico do cargo que exercia. A assessoria de imprensa do advogado encaminhou pareceres técnicos, elaborados por um ex-diretor jurídico da Copel e por um consultor do Senado para indicar que os procuradores do estado não poderiam atuar na causa porque a companhia é um empresa de economia mista.

Fonte: Correio Braziliense

Secretário quer estabelecer maior contrapartida da população que depende do DF Sem Miséria

20150519004023Em entrevista, Marcos Pacco, a frente da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social vai propor uma mudança radical nas unidades de acolhimento.

Fruto de “políticas públicas que deram certo”, Marcos Pacco,  secretário de Desenvolvimento Humano e Social (Sedhs), quer manter uma postura mais ativa, desmistificar a assistência, diferenciando-a do assistencialismo, e aposta na autonomia, na educação e no trabalho como portas de saída dos beneficiários dos programas. Por isso, a intenção é  cobrar uma contrapartida  da população atendida de forma que ela caminhe  para a independência.  O titular da pasta  que lida com a população vulnerável  propõe uma mudança radical nas unidades de acolhimento. “Fiquei perplexo com a situação”, confessa. Com políticas integradas, pretende cuidar dos problemas a partir da prevenção.   Nos primeiros meses de governo, teve que “apagar incêndio” e diz ter sanado dívidas atuais – os restos a pagar e empenhos herdados seguem na conta, somando R$ 2,5 milhões. Ainda neste ano, programa inaugurações e, para o futuro, promete alterações significativas no modo de encarar a  população de rua. Com pés no chão, reconhece ser difícil sanar todos os problemas, mas promete resolver o que puder.

Qual é a nova cara da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social? 

A palavra-chave do nosso programa de governo é autonomia. A secretaria deixou de ser simplesmente de assistência social para ser também de desenvolvimento humano, que é lutar pela emancipação das pessoas. Nosso objetivo não é ajudar, é fazer com que as pessoas exerçam seus direitos de proteção, de prevenção. A Sedhs vai ter essa nova cara de desmistificar a questão do assistencialismo e, a partir disso, tornar as pessoas não dependentes da assistência.

O que isso muda na prática? 

Sai de um caráter passivo para um mais ativo. Quando falo em desenvolvimento humano, são três critérios que o formulam: educação, renda e saúde. Mas isso vai além. É uma política integrada de saúde, educação, moradia. O que adianta fazer uma transferência de renda, como o Bolsa Família, e não acompanhar essa pessoa? A gente quer que nossos usuários possam se emancipar.

No pequeno perfil do site da Sedhs, o senhor diz que foi beneficiado por programas assistenciais do governo. Como isso se deu em sua vida e como impactou no seu desenvolvimento? 

Eu costumo dizer que sou fruto de políticas públicas. Nasci no Gama, em uma família de oito irmãos, e meu pai era o único que trabalhava para sustentar a família. Ele ganhou um terreno, construiu uma casa – (a assistência) começou por aí, com a distribuição de lotes. Todos nascemos no hospital público, nosso material escolar era doado pelo MEC, sempre estudei em escola pública, fui para universidade pública. Penso que, sem aquela ajuda do Estado, não teríamos conseguido avançar. Sou fruto de políticas que deram certo.

Como encontrar a porta de saída desses programas? 

Eu encontrei a saída pela educação, que emancipa e transforma a realidade. Penso que a porta de saída dos usuários da assistência será pela educação e pelo trabalho.

O governo tem usado a herança deixada pela gestão anterior como justificativa para trabalhar com cautela. O que já deu para fazer? 

Encontramos a secretaria em uma situação complicada. Entidades sem receber repasses dos convênios, restaurantes comunitários sem receber o valor referente à prestação dos serviços, um ambiente de muita desmotivação. Tivemos que lidar com esse desafio de renovar os contratos e dar continuidade aos serviços, que é um dos princípios da assistência. Temos 40 entidades conveniadas que prestam serviço nessa rede socioassistencial. Elas estavam há três, quatro meses sem receber. Encontramos a maioria dos restaurantes comunitários com problemas estruturais graves. O do Itapoã não resistiu aos atrasos de pagamentos e fechou. Para reabrir, fizemos um contrato emergencial e pequenas reformas. Os primeiros 120 dias foram para apagar incêndio.

Ainda há dívidas? 

Conseguimos regularizar os pagamentos de 2015, mas ainda temos restos a pagar de 2014. Ainda temos R$ 2,5 milhões em dívidas.

Como a população de rua tem sido tratada pelo governo? 

Esse tem sido um dos nossos grandes desafios. Vamos montar um comitê nos próximos dias, exclusivo para a população em situação de rua. Algo bem concreto que será realizado em setembro é o termo de cooperação com a Senad (Secretaria Nacional Antidrogas do Ministério da Justiça), pelo qual retomaremos o projeto Tenda Viva no Buraco do Rato, no Setor Comercial Sul. Vamos nos aproximar dessa população como a primeira tentativa de resolver esse problema.

Um dos princípios da pasta é proteger a população vulnerável. Como proteger quem não quer ser ajudado? 

Temos que continuar oferecendo ajuda. Não podemos desistir das pessoas. Às vezes, ela não quer ser ajudada em um aspecto, mas quer em outro. Não quer sair da rua por algum motivo, mas quer acessar o sistema de saúde, por exemplo.

A situação dos albergues é sempre uma polêmica. As pessoas não querem morar perto por temer a violência, insegurança. Qual tem sido a política em relação a isso? 

Uma das primeiras unidades que visitei quando assumi essa pasta foi a de Taguatinga, que hoje se chama Unidade de Acolhimento de Adultos e Famílias. Eu fiquei perplexo. A situação é degradante. Creio que um dos erros passados é a desatenção aos nossos abrigos. Coloquei como uma das metas prioritárias transformar a situação das nossas unidades de acolhimento.  Nos próximos dias, vamos implantar uma nova Unac (Unidade de Acolhimento para Crianças e Adolescentes). Temos um terreno que, no futuro, vamos construir, mas, por enquanto, acho que vamos alugar um espaço mais adequado para o abrigo.  No caso de Taguatinga, é uma questão de invisibilidade. As pessoas acolhidas são os invisíveis. Entendemos que a população não queira abrigos próximos, mas temos que lembrar que são pessoas em risco, em condição de vulnerabilidade, e é direito delas, como o direito de qualquer pessoa.

Essas unidades estão superlotadas? 

Estão. Temos um problema sério em relação a vagas, mas há três unidades em construção, em Ceilândia, em São Sebastião e em Planaltina, que serão inauguradas até o fim do ano. Não serão de execução direta porque temos um problema sério de servidores e o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Vamos conveniar entidades para executar os serviços e reordenar esses serviços: trazer esporte, lazer, cultura, trabalho e educação para emancipar essa população.

Qual o maior gasto da secretaria hoje? 

Temos o orçamento de R$ 500 milhões anuais, dos quais R$ 200 milhões   são o investimento em pessoal. Depois, temos os gastos divididos praticamente proporcionalmente com a rede conveniada, em torno de R$ 56 milhões; restaurantes comunitários, com R$ 40 milhões; e o DF Sem Miséria, com R$ 120 milhões.

O DF Sem Miséria será mantido? 

Vamos submeter ao governador, nos próximos 20 dias,  um projeto que reformula o programa. Queremos ter o nosso programa de transferência de renda com maiores contrapartidas, baseada na exigência de frequência escolar, no trabalho, em cursos de capacitação, por exemplo. Não queremos que apenas receba o dinheiro, mas queremos acompanhar as famílias. Não queremos acabar com o programa, mas aperfeiçoar, dar uma nova cara e novas diretrizes.

Quais são as metas e perspectivas da Sedhs?

Precisamos melhorar o atendimento dos Cras (centros de Referência de Assistência Social) e, para isso, precisamos de mais servidores. Já foi iniciada a licitação para cadastradores para melhorar o atendimento no 156 – queremos que a espera passe de três meses para 15 dias. Vamos atuar na prevenção das situações de droga, violência e de rua com os serviços de convivência que fortalecem os vínculos familiares. Queremos transformar radicalmente nossos abrigos institucionais, que, para nós, são uma vergonha. Vamos inaugurar um restaurante comunitário no Sol Nascente até dezembro com café da manhã, almoço e jantar. Queremos fazer, ainda, um café da manhã do trabalhador nutritivo, barato e acessível na Rodoviária do Plano Piloto  e vamos investir na capacitação e saúde dos servidores. Claro que não vamos conseguir resolver tudo, mas vamos resolver aquilo que nós pudermos.

Fonte: jornaldebrasilia.com.br

Você é um procrastinador?

dicas-proscratinação-atepassar1Você sabe o que é um procrastinador?

Se você pensou que esse termo se referia a algo irrelevante se enganou. Procrastinação é o ato de esquivar-se de uma tarefa que necessita ser realizada.

É o mau hábito de deixar para amanhã o que pode ser feito hoje. Todo mundo tem que lidar, uma hora ou outra, com a procrastinação.

É difícil colocar muita culpa em nós mesmos, porém, hoje darei algumas dicas comprovadas de como lidar com a procrastinação:

1-Elimine as distrações.

O que é prioridade para você? Faça uma lista de tudo àquilo que te distrai das suas obrigações e procure afastar-se disso.

Se você costuma perder uma hora no Facebook antes de começar a trabalhar, imponha-se o objetivo de acessar a rede social apenas quando todas as suas obrigações já estiverem concluídas. Tenha foco naquilo que precisa ser resolvido.

2- Pare de esperar o momento perfeito.

A perfeição não existe. Tudo na vida pode ser melhorado. Se você estiver sempre esperando pelo momento perfeito, acabará sempre adiando o inicio de suas atividades.
Ao invés de se enganar, tome coragem e resolva o que precisa ser resolvido.

3 – Divida uma grande meta em pequenas tarefas.

Você já teve uma idéia genial e acabou ficando desanimado quando percebeu como seria trabalhoso colocá-la em prática? Recentemente uma pesquisa realizada por estudiosos comprovaram que os grandes homens de sucesso conseguem enxergar o seu objetivo principal em pequenas metas, facilitando o acompanhamento e a análise dos resultados das ações desenvolvidas até o momento.

4 – Cuide da sua saúde.

Para estar com disposição, é primordial ter uma boa qualidade de vida. Reserve um tempo diário para si mesmo, para sua família e para o repouso. Uma boa alimentação
e a prática de exercícios físicos são outros pré-requisitos.Além disso, esteja atento aos seus limites: trabalhar mais nem sempre significa maior produtividade.

5. Conheça os quatro pilares da procrastinação.

De acordo com um estudo acadêmico, há quatro pilares da procrastinação que influenciam a população em geral.

Identificar qual deles está te impedindo de fazer uma determinada tarefa pode ser útil para superar a barreira inicial de começá-la, sendo está a parte mais difícil.

• Tarefa de baixo valor: Quando consideramos uma tarefa desagradável ou chata, ou pouco importante para nosso objetivo final, podemos tentar transformá-la em mais agradável para poder concluí-la, como, por exemplo, escrever um projeto sentado no seu café preferido tomando seu drink preferido. Ou você pode adicionar elementos artificiais, tais como prazos “sem volta”, como os mencionados acima que envolvem dinheiro.

• Personalidade: Infelizmente, a personalidade desempenha um papel na procrastinação. Algumas pessoas são mais impulsivas do que outras. A vantagem é que, embora seja difícil de controlar a personalidade, é muito mais fácil controlar o ambiente. Por exemplo, se você está de dieta, pode esconder as comidas gordurosas
que você não deve comer. Você certamente desistirá de comer uma coisa ou outra se elas não estiverem na sua frente. Se precisar terminar algum trabalho, bloqueie todas as distrações, vá para locais tranqüilos (como a biblioteca) e restrinja o desperdício de tempo, usando ferramentas como StayFocusd, que bloqueiam sites que certamente lhe farão procrastinar.

• Expectativas: Se você espera completar uma tarefa facilmente, então é menos provável que você procrastine. Este pilar é um pouco mais difícil de “burlar”, mas o melhor truque é simplesmente perceber que o primeiro passo é muitas vezes o mais difícil psicologicamente. “Fazer” será muito menos terrível do que imaginamos que será, por isso, se pudermos dedicar pelo menos 5 minutos para tentar algo, podemos ver no que vai dar.

• Medo de falhar: O medo do fracasso é uma coisa real para muitos procrastinadores. Este pilar tem realmente a ver com estar confiante em suas habilidades.
A dica aqui é: tente. Você já tem o não; se tentar e continuar com o não continuará igual. Mas é só se você tentar que pode conseguir um sim.
Enfim se você conseguir assimilar essas dicas com certeza terá mais produtividade em seu dia e uma melhor gestão do seu tempo, como já dizia Chico Xavier.

“Você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas você pode começar agora e fazer um novo fim.”

Paulo Saphi

Inscrições para conselheiro tutelar no DF começam nesta terça-feira

conselho7Interessados têm até 7 de junho para se candidatar; participação é gratuita.
Prova de conhecimentos acontece em 5 de julho; eleição é em 4 de outubro.

Começa nesta terça-feira (19) o período de inscrições para o cargo de conselheiro tutelar no Distrito Federal. Os interessados devem se candidatar pela página da Secretaria da Criança na internet até 7 de junho. A eleição para representantes nos 40 conselhos de Brasília acontece em 4 de outubro.

No momento da inscrição, o candidato deve informar a qual conselho deseja concorrer. Cada um dos 40 conselhos tutelares do DF possui cinco conselheiros. Serão eleitos 200 representantes e 400 suplentes. O processo permite apenas uma reeleição.

A última eleição foi realizada em 2012,. Na oportunidade, 5.417 pessoas se inscreveram e 586 foram consideradas habilitadas após a prova. Para esta edição, um disque dúvidas vai funcionar de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h, pelo (61) 3212-0799.

A prova de conhecimentos específicos – de caráter eliminatório – é prevista para 5 de julho. O processo é composto de análise de documentos e o curso de formação, com carga horário mínima de 40 horas.

A seleção fica a cargo de uma empresa contratada, sob supervisão do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, vinculado à Secretaria da Criança, e conduzido por uma comissão especial.

Para concorrer é preciso ser brasileiro, “com reconhecida idoneidade moral e quitação eleitoral”, ter 21 anos ou mais e comprovar que mora na região onde quer atuar há pelo menos dois anos. Também é exigido conclusão de ensino médio e experiência de ao menos três anos na área da criança e do adolescente.

Fonte: G1

DF deposita auxílio-moradia de famílias que ocuparam secretaria

fazenda-620Benefício é para inscrito em programa habitacional, mas não contemplado.
Movimento ocupou saguão da Secretaria de Fazenda nesta segunda-feira.

O governo do Distrito Federal depositou auxílio-aluguel do mês de abril de 916 famílias do Movimento por Moradia de Brasília, dissidentes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra que ocuparam o saguão do prédio da Secretaria de Fazenda manhã desta segunda-feira (18). O benefício é pago por um ano a pessoas inscritas em programas habitacionais, mas que ainda não foram contempladas. Os recursos somam R$ 1,2 milhão.

“Somos de Planaltina, Brazlândia, Recanto das Emas, Ceilândia e Samambaia”, disse um dos líderes do grupo, Edson Silva.

O subsecretário de Movimentos Sociais e Participação Popular, Acilino Ribeiro, esteve no local para negociar com os manifestantes.

A faxineira Iracema do Nascimento mora em uma casa de Brazlândia com a ajuda dos R$ 600 repassados pelo governo. “Vim aqui porque esse negócio de pagar aluguel nem sempre dá certo. Quero meu lugar próprio.”

Entretanto, questionadas pelo G1, outras mulheres falaram que não sabiam o motivo do protesto. “É a primeira vez que venho. Chamaram a gente numa reunião hoje de manhã lá em Brazlândia”, comentou uma mulher que preferiu não se identificar.

Cerca de 500 manifestantes participavam do protesto, segundo a PM. Líderes do movimento  estimaram em 1,3 mil o número de participantes. Até 10h40, não havia registro de tumulto, mas policiais militares que saíram do prédio foram vaiados pelos manifestantes.

Fonte: G1

Nº de casos de dengue no DF cresce 124% em um mês, diz secretaria

4091652_x360Confirmações subiram de 1.937 para 4.339 entre 13 de abril e 12 de maio.
Planaltina teve 951 casos; dados são do Informativo Epidemiológico do GDF.

O número de casos confirmados de dengue cresceu 124% entre 13 de abril e 12 de maio no Distrito Federal. Segundo o Informativo Epidemiológico da Secretaria de Saúde, o número de pessoas com a doença passou de 1.937 para 4.339 durante o período. Ao todo, foram 4.642 ocorrências, contando os 303 pacientes de fora do DF.

Segundo o informativo, do total de casos confirmados, 3.290 são autóctones (a doença foi contraída no DF). Em 144 casos, a transmissão foi importada (fora da capital) e em 905, a origem não foi conhecida.

Apenas na semana epidemiológica 18 de 2015, com atualização em 12 de maio, foram 229 casos. Abril foi o mês com mais confirmações. Foram 2.321 em cinco semanas epidemiológicas, segundo o informativo da secretaria.

Apesar do crescimento, o número é menor do que o registrado no mesmo período em 2014. Na 18ª semana do ano passado, foram 5.681 casos confirmados. O total de notificações em 2015 foi de 5.773. No ano passado, foram 9.016.

As cinco regiões com mais casos confirmados entre janeiro e maio deste ano foram Planaltina (951), Sobradinho II (381), Gama (363), Ceilândia (332) e Taguatinga (237). Das 32 regiões listadas pela secretaria, apenas o SIA não teve confirmações da doença em 2015. Em 2014, o setor registrou duas ocorrências.

As regiões onde houve maior aumento proporcional de casos foram Vicente Pires – de 26, em 2014, para 65, em 2015 (150%); e Jardim Botânico – de 12 para 27 (125%).

Casos graves e óbitos
O número de mortes por dengue no Distrito Federal caiu 33% até a 18ª semana epidemiológica de 2015, em comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com o informativo da Secretaria de Saúde, foram 4 mortes neste ano, contra 6 em 2014.

Das 4 mortes em 2015, 3 foram pacientes que moravam no DF. O outro caso foi de morador de fora da capital. No ano passado, foram três mortes entre habitantes da capital e três mortes de moradores de fora de Brasília.

Segundo o informativo, em 2014 foram registrados outros 10 casos graves da doença, mas o paciente conseguiu se curar. Foram 5 pessoas do DF e 5 de outras unidades federativas. Neste ano, todos os casos graves terminaram em morte.

Fonte: G1

Cunha: ‘Faltou inteligência política ao relator da reforma’

alx_presidente__o-deputado-eduardo-cunha-20150506-0001_originalPresidente da Câmara defende votação de relatório na próxima semana: proposta é iniciar análise por sistema eleitoral, fim da reeleição, coincidência de mandatos e financiamento de campanha.

No dia anterior à votação do relatório final da reforma política, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criticou o parecer elaborado pelo deputado Marcelo Castro (PMDB-PI). O documento traz algumas mudanças ao atual sistema político, entre elas o fim da reeleição e a criação do chamado “distritão” – modelo que acabou integrando o relatório por pressão do PMDB. Para Cunha, o relator, que é um de seus aliados na Casa, agiu com “paixão” e acabou lhe faltando “inteligência política” em determinados pontos, como na mudança no mandato de senadores. Depois de mais de três meses de discussão e ainda em meio à falta de consenso na Casa, o relatório aguarda apreciação na comissão especial, o que está previsto para esta terça-feira – mas Cunha defende que nem sequer haja votação. Se houver alguma conclusão, o trabalho do colegiado deve passar por expressivas mudanças e acabar praticamente esvaziado.

“Eu acho até que não devem votar [o relatório] amanhã. Eu acho que tem que votar depois que a gente organizar essa semana inteira. Votar na quinta ou até na segunda ou terça que vem. Acho que se votar sem evoluir o debate, a gente pode inviabilizar a votação. É preferível até que a comissão não vote, que leve para plenário”, disse nesta segunda-feira o presidente da Câmara.

Cunha criticou a decisão do relator de alterar o período de mandato dos senadores – hoje de oito anos. Em uma série de recuos, Marcelo Castro inicialmente defendeu a redução para cinco anos. Depois, dobrou o período para dez anos. Após ser alvo de questionamentos, retomou a ideia inicial e manteve no parecer a coincidência de cinco anos para todos os cargos eletivos. “Quando os deputados falam que vão alterar mandato de senador é quase que uma agressão. Já sabem que não vai passar lá. É uma falta de perspicácia política você querer impor o tamanho do mandato no Senado, é até falta de inteligência política”, afirmou o presidente da Câmara. Ele convocou para quarta-feira uma reunião entre os líderes partidários para discutir a reformulação do sistema político.

Diante de um relatório com inúmeros pontos controversos, o que pode “engessar” a votação, o presidente da Câmara admite que a proposta de emenda à Constituição será fatiada em plenário. A proposta de Cunha é iniciar a análise pelo sistema eleitoral, e seguir na apreciação do fim da reeleição, da coincidência de mandatos e do modelo de financiamento de campanha.

“Relatório a gente solta para mexer. Reforma política é igual Seleção Brasileira: essa é a escalação do relator. Ele gosta de um jogador que eu não gosto, é por aí”, afirmou Cunha. Embora critique o parecer de Marcelo Castro, o presidente da Câmara participou da indicação dele ao posto. “O Marcelo sempre atuou na reforma política, a gente já sabia que ele tinha um posicionamento. Mas eu já o vi mudar de posição. A gente, de uma certa forma, quis premiar todo o esforço dele nesses anos e partir do princípio que ao fim ele construiria um relatório. E um relatório que seguiria a orientação do partido, tanto que ele acabou seguindo no distritão”, disse Cunha. E continuou: “As pessoas se apaixonam por suas teses e acabam ficando com as teses irreversíveis. Mas a gente tem que tomar um pouco de cuidado”.

Mesmo sem acordo entre os deputados, Cunha descartou a hipótese de adiar a votação da reforma política, pauta única do plenário na próxima semana. “Eu tenho a semana que vem quase como umdeadline. Se não votar, perde o timing para 2016″, disse nesta segunda-feira. Ele ironizou o atual sistema eleitoral: “Nós já estamos na fase do Tiririca: pior que está não fica”.

Fonte: veja.abril.com.br

Em protesto, agricultores familiares invadem o Ministério da Fazenda

downloadEles pedem incentivo a mulheres e jovens, além de reforma agrária.
Grupo já havia fechado três BRs nesta segunda em protesto.

Integrantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar invadiram nesta terça-feira (19) o prédio Ministério da Fazenda em protesto por melhorias para o meio rural, como a implantação de programas de incentivo para mulheres e jovens do campo e garantia de água para consumo e produção de alimentos. Eles quebraram vidros do térreo, subiram em vários andares e colocaram faixas.

Um grupo ocupava a entrada do prédio no início da manhã. A entrada dos servidores foi impedida. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar acompanharam o protesto. A estimativa da corporação era de que h ouvesse 500 pessoas no local.

O grupo pedia reforma agrária e queria ser recebido pela presidente Dilma Rousseff. Até as 10h não havia registro de confronto. Quando o ministro Joaquim Levy chegou, manifestantes tentaram impedir o acesso dele ao ministério.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, passa por manifestantes ao chegar ao ministério  (Foto: Luciana Amaral/G1)O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, passa por manifestantes ao chegar ao ministério (Foto: Luciana Amaral/G1)
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O coordenador da federação, Marcos Rochinski, afirmou que o prédio só seria desocupado depois que houvesse alguma resposta ou negociação com o governo. “Ontem nós queríamos chamar a atenção para a nossa pauta. Estamos negociando há vários dias e não temos encontrado respostas do governo em questão orçamentária.”

“O Ministério da Fazenda é o centro de tudo isso. Desde a semana passada temos a expectativa de sermos recebidos pela presidente, mas a agenda tem sido prorrogada e sem nenhuma posição mais concreta, então vamos forçar essa negociação com o governo”, completou.

Manifestantes colocam faixas em janelas do Ministério da Fazenda durante protesto por melhorias no campo (Foto: Isabella Calzolari/G1)Manifestantes colocam faixas em janelas do Ministério da Fazenda durante protesto por melhorias no campo (Foto: Isabella Calzolari/G1)

A secretária-geral da federação, Josana Lima, estima que 1,5 mil agricultores estejam ocupando todos os andares do prédio. O coordenador de Juventude do movimento, Alri Junior, disse que o ato é uma forma de dar um recado para o governo federal. “Esse corte fiscal baixar pode atingir a agricultura familiar, que precisa permanecer no campo para produzir cada vez mais alimentos para esse país (sic)”, declarou.

Segundo ele, os trabalhadores que ocuparam o prédio não têm a intenção de depredar o patrimônio. “Não estamos aqui para depredar o patrimônio público. Queremos zelar pelos direitos dos trabalhadores”, afirmou.

Agricultores familiares em protesto em frente ao Ministério da Fazenda (Foto: Isabella Calzolari/G1)Agricultores familiares em protesto em frente ao Ministério da Fazenda (Foto: Isabella Calzolari/G1)

Funcionário do ministério, o garçom Rafael Alves contou que chegou para trabalhar às 6h30 e se surpreendeu com a invasão. “Quando cheguei, o prédio estava invadido. Quebraram o vidro da entrada com uma marreta, uma zona.”

Ele afirmou que os funcionários não foram avisados da ocupação. “Chegamos aqui e fomos pegos de surpresa. Estamos aguardando [do lado de] fora para ver o que vai acontecer.”

Protesto anterior
A atividade integra a 11ª Jornada de Lutas, que termina na quarta. O grupo é o mesmo que bloqueou por quatro horas as BRs 020, 060 e 080 nesta segunda (18). Eles queimaram pneus para impedir a passagem de veículos e interditaram os dois sentidos das rodovias, que dão acesso a Brasília.

Na BR-020, na altura de Formosa (GO), o congestionamento chegou a cinco quilômetros nesta segunda (18). Havia cem pessoas no protesto, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal. A corporação não tinha dados sobre a lentidão e a quantidade de participantes nos outros pontos de bloqueio.

Fonte: G1

Sobe para 62 o número de mortos em deslizamento de terra na Colômbia

20150519090837829844eO presidente anunciou o pagamento de uma indenização de 16 milhões de pesos (US$ 7 mil) a cada família afetada e prometeu obras de mitigação de risco para evitar catástrofes similares no futuro.

Salgar – Pelo menos 62 pessoas morreram e 40 ficaram feridas em um deslizamento de terra na madrugada de segunda-feira no município de Salgar, noroeste da Colômbia, onde mais de 24 horas depois da tragédia as autoridades prosseguem com a busca de desaparecidos e ajuda aos desabrigados.

“Durante as últimas 21 horas, o país viveu momentos de angústia. O relatório indica que 62 foram as vítimas fatais e mais de 40 pessoas ficaram feridas”, afirma um comunicado da Unidade Nacional para a Gestão de Risco de Desastres (UNGRD), que lidera as operações de resgate.

O deslizamento de pedras, troncos e barro, ocorrido por volta das três da madrugada de segunda-feira, aconteceu após as fortes chuvas que atingiram a região, que provocaram uma cheia em barrancos na parte alta do município, de topografia montanhosa.

A tragédia arrasou a localidade de La Margarita, uma das quatro do município, que praticamente foi apagado do mapa, segundo a prefeita de Salgar, Olga Osorio.

As autoridades informaram que 30 famílias foram afetadas e 31 casas danificadas. O governo teme que o número de mortos aumente, pois a região, declarada zona de calamidade pública, está inundada e coberta de barro e escombros.

“Ninguém vai trazer os mortos de volta, isto é algo que lamentamos profundamente, acompanhamos as famílias. Mas temos que sair deste desastre e olhar para frente com coragem e fortaleza”, disse o presidente Juan Manuel Santos, em declarações em Salgar, onde se reuniu com autoridades locais depois de sobrevoar a região.

O presidente anunciou o pagamento de uma indenização de 16 milhões de pesos (US$ 7 mil) a cada família afetada e prometeu obras de mitigação de risco para evitar catástrofes similares no futuro.

“Há várias crianças que ficaram sem os pais, que ficaram sozinhas. O ICBF (Instituto Colombiano de Bem-estar Familiar) já chegou para ajudar estas crianças”, destacou.

Salgar, um município de 400 km2 cercado por múltiplos cursos de água, está localizado 100 km a sudoeste de Medellin. A população total do município chega a 17.600 pessoas, segundo os últimos dados oficiais disponíveis.

A área afetada está com os serviços de abastecimento de água potável, energia e gás interrompidos após a catástrofe. Segundo a UNGRD, 166 socorristas estão trabalhando no local.

Foram enviados socorristas, cães treinados, kits de ajuda humanitária e água potável, informou à AFP Ana Carolina Gutiérrez, porta-voz da Cruz Vermelha, que abriu uma operação de colega de alimentos e cobertores de Medellin.

Terra arrasada

Segundo autoridades locais, a enxurrada surpreendeu os vizinhos dormindo e devastou o povoado, especialmente na periferia. “Trouxe abaixo tudo o que quis”, contou à rádio RCN a prefeita do município de Salgar, Olga Osorio.

O povoado de La Margarita, atravessado pela La Laboriana, praticamente “ficou apagado do mapa”, acrescentou. Filas de parentes esperavam diante do cemitério de Salgar, para onde eram levados os corpos recuperados, muitos deles mutilados.

O ex-presidente Alvaro Uribe (2002-2010), atual senador e líder político com forte popularidade no país, também viajou para Salgar.

“Encontrei uma senhora com um bebê de três dias, seu neto. Os pais da criança estão desaparecidos (…) É muito doloroso o que temos visto”, declarou à rádio RCN o ex-presidente, que nasceu em Medellin, capital de Antioquia, mas foi criado em um sítio desta região.

Mensagens de apoio e solidariedade se sucederam no Twitter, onde a hashtag #FuerzaSalgar virou “trending topic” no país.

As enxurradas e os deslizamentos, provocados por fortes chuvas, são comuns na Colômbia, vulnerável a desastres naturais devido à sua localização e geografia.

Em 2010-2011, o país sofreu uma temporada chuvosa acentuada pelo fenômeno La Niña, que provocou inundações, avalanches e remoções maciças. Segundo cifras oficiais, a catástrofe, que afetou o norte e parte do centro e do sul do país, deixou 1.374 mortos e 2,3 milhões de desabrigados, além de quase 110.000 casas destruídas.

Fonte: Correio Braziliense

A 5 dias do fim da vacinação contra gripe, DF atingiu 30% do público-alvo

620x800_gripexresfriadoCampanha, que imunizou 214 mil de 600 mil estimados, termina na sexta.
Público-alvo é composto de idosos, crianças, gestantes, presos e indígenas.

A cinco dias do fim da vacinação contra a gripe, o Distrito Federal imunizou 214,4 mil pessoas de um público estimado de 600 mil pacientes – o equivalente a 30%. Os dados são do Ministério da Saúde e foram divulgados nesta segunda-feira (18). A campanha nacional teve início no último dia 4 e termina na próxima sexta-feira (22).

A estimativa de vacinar 600 mil é da Secretaria de Saúde. O número se refere a 80% do público-alvo (pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, indígenas, crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, mulheres que tenham dado à luz em até 45 dias, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, presos e funcionários do sistema prisional).

A menor taxa de vacinação e entre crianças. Foram 52 mil imunizadas desde o início do mutirão, o equivalente a 28% da expectativa inicial.

Em todo o país, a campanha atingiu percentual semelhante. Foram imunizadas 14 milhões de pessoas – 29% das 49,7 milhões de pessoas.

Até sexta-feira, as salas de vacinação de postos estarão abertas em todas as regiões do DF. O horário de funcionamento das unidades varia entre 7h e 18h. A imunização em asilos e instituições para a terceira idade é feita por servidores do governo de acordo com um calendário específico. A secretaria afirmou que o telefone do Disque Saúde (160) está à disposição para dúvidas e agendamento de vacinação de impossibilitados em casa.

O governo disse que atingiu a meta estipulada no DF na campanha do ano passado, com 92,3% do público-alvo vacinado.

Fonte: G1

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