Início Site Página 6056

Quem é o deputado?

O parlamentar com mandato é Olair Francisco (PTdoB). Mas tanto na portaria da Câmara Legislativa, muita gente está chegando e procurando o deputado Laerte Bessa (foto). Bessa, que foi deputado federal e não conseguiu se reeleger nas últimas eleições, está agora como chefe de gabinete do deputado distrital Olair Francisco. Mas na Casa, tem status de deputado. Tanto que, no gabinete de Olair, inúmeras ligações e visitas são destinadas ao deputado. Mas não o deputado Olair. O deputado mais procurado agora é o Bessa.

Segundo fonte, o deputado (com mandato) anda chateado com o prestígio excessivo que o deputado (sem mandato) está tendo…

Fonte: Ons e OFFs / Lívio Di Araújo/ Jornal Alô

Eliana Pedrosa: “Sou candidata ao governo do Distrito Federal”

“Sou candidata ao governo do Distrito Federal”. O anúncio feito em alto e bom som na Câmara Legislativa do DF é da deputada distrital Eliana Pedrosa (PSD). O desejo da parlamentar foi revelado em um momento de disse me disse de que o presidente do PSD-DF, Rogério Rosso, estaria se preparando para desembarcar no governo de Agnelo Queiroz (PT) ou em uma pasta do Governo Federal para cuidar da política das pequenas e médias empresas.

Como o partido vive um momento de afirmação após um bom desempenho nas eleições municipais e a tendência do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, é ficar o mais próximo possível da presidente petista Dilma Rousseff, a parlamentar brasiliense diz que será candidata ao GDF em 2014.

A parlamentar mineira sempre diz que “uma candidatura não se constrói sozinha”. Só Eliana está sendo encorajada nas suas andanças por todos os cantos do Distrito Federal, principalmente em virtude do fraco desempenho do governo petista de Agnelo Queiroz em relação aos apelos da população por melhorias na educação, saúde e segurança.

Fonte: Estação da Notícia

Afago ao novo aliado: Câmara aprova pasta para Kassab

A Câmara aprovou ontem a criação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, com status de ministério, o 39º. O governo quer destinar a pasta ao PSD, e o prefeito Gilberto Kassab é o nome mais cotado para ocupá-la. Ainda falta o Senado aprovar.

Fonte: Congresso em Foco

Câmara torna crime a ação de hacker e o roubo de senhas

A Câmara dos Deputados aprovou ontem dois projetos de lei sobre crimes cometidos na internet. A legislação atual não prevê especificamente esses delitos, que acabam enquadrados em normas sobre crimes comuns.

Os projetos seguem agora para sanção da presidente Dilma Rousseff (PT). Um deles, a chamada “Lei Azeredo” -assim conhecida por ter como relator o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG)-, tramitava havia mais de 13 anos no Congresso.

Fonte: Congresso em Foco

Após vitória apertada, Obama adota discurso de conciliação

Barack Hussein Obama, 51, reeleito presidente dos EUA, terá um segundo mandato com mais problemas pela frente, informa Raul Juste Lores, enviado a Boston. Um deles será o chamado abismo fiscal, o corte de US$ 600 bilhões nos gastos públicos, que deve abalar a recuperação da economia. Obama quer elevar os impostos dos mais ricos, mas enfrentará oposição do Partido Republicano do candidato derrotado Mitt Romney.

O democrata apelou para a conciliação no discurso da vitória, relata Luciana Coelho, de Chicago. Ele foi reeleito por uma coalizão mais magra do que em 2008. Os 365 delegados conquistados na eleição passada passaram para 332 — se incluídos os 29 da Flórida, com apuração em andamento. Mulheres, latinos e negros ajudaram na reeleição, mas com margens menores que em 2008.

O presidente reeleito dos EUA, Barack Obama, faz o discurso da vitória para cerca de 20 mil pessoas em Chicago, na madrugada de ontem; ele disse que “o melhor está por vir”.

Fonte: FOLHA DE S. PAULO

O erro do assessor II: forçar sua pauta de prioridades

Esse é o equívoco típico do assessor de personalidade forte, firmes convicções e que desfruta de considerável liberdade para opinar.

Teoricamente, é o assessor que todos gostariam de ter. Pode-se contar com ele para falar a verdade, ainda que dolorosa, e tem-se a certeza de sua lealdade e dedicação. Teoricamente. Porque, na prática, nem sempre é assim. No início do trabalho, tudo vai bem. Ele goza de uma latitude ampla para seu trabalho e é estimulado a dizer o que pensa, ainda que isso implique falar verdades incômodas. Suas sugestões são bem acolhidas e ele tem a satisfação de presenciar seu chefe utilizar seu trabalho e apoiar-se no julgamento dele.

O político vai para a frente de combate e o assessor fica na retaguarda, daí as diferenças

O problema aparece com o tempo. Cria-se, naturalmente, uma divisão de trabalho entre chefe e assessor. O político vai para a frente de combate, enquanto o assessor fica na retaguarda com a incumbência de pensar grande e mais adiante, pensar estrategicamente e municiar seu chefe com estudos, análises e dados. É então que começa a ocorrer um afastamento entre os dois, uma insistente divergência de perspectivas e, sobretudo, uma aguda discordância sobre prioridades.

O político vive o momento, as circunstâncias, o imprevisto. Está sempre exposto à mídia, ao enfrentamento com outros políticos. Em conseqüência, torna-se mais imediatista, suscetível a surtos de emocionalismo, mais sensível às críticas, mais intolerante e cada vez mais impaciente. O assessor, por seu lado, vive outra realidade. Ele está muito mais protegido desta pressão da dinâmica política, opera nos bastidores, trabalha num ritmo diferente que lhe permite escapar às pressões do imediatismo, pensa estrategicamente e desenvolve um senso crítico ainda mais exigente e apurado ao identificar os erros que seu chefe comete pela especial condição em que se encontra – na linha de frente.

O sinal visível desta situação é a mudança de comportamento do político, vis-à-vis seu assessor. Ela já não tem mais tanto tempo para conversar e discutir, revela-se mais sensível às críticas – as mesmas que antes acolhia com tanta boa vontade – não mais consulta seu assessor sobre certas matérias, torna-se mais seco, ríspido e impaciente nos contatos. Manifestando-se estes sinais, esteja certo, instalou-se um sério problema de trabalho e relacionamento entre você e seu chefe.

Para o político, a palavra do assessor perde força porque ele, não vivendo os desafios do momento, da realidade, a pressão do enfrentamento parece-lhe situado em outro mundo e suas idéias e sugestões são vistas como teóricas, carecendo de realismo, de senso de timing e, portanto, inoportunas. Para o político, as críticas de seu assessor são críticas ex post facto – isto é, críticas feitas a posteriori, com o benefício do tempo já passado e, assim, pouco úteis. Ainda que não sejam ditas desta forma, são recebidas como a antipática fórmula “Eu não disse?”. Frente a esta situação estabelecida, o assessor vive o seu dilema crucial:

Mantém sua posição mais distante – tentando assim preservar divisão do trabalho estabelecida de início ou

Passa a acompanhar o político na sua realidade cotidiana

Na primeira alternativa, consegue preservar sua visão de conjunto, as condições de pensar estratégicamente. O risco deste curso de ação, porém, é ser crescentemente percebido como descartável, desnecessário. Nesse caminho, a divergência sobre prioridades tende a cristalizar-se e o afastamento a aumentar. Para evitar que isso ocorra, o assessor tende a forçar mais ainda sua pauta de prioridades sobre o chefe, o que torna tudo ainda pior.

O político vive o imprevisto, é sensível e impaciente. O assessor pensa estrategicamente e desenvolve sua habilidade analítica

Na segunda alternativa, o assessor reconquista a sintonia de trabalho com seu chefe, ambos consensuam as prioridades e ele mergulha no mundo do político, reproduzindo no seu trabalho o mesmo imediatismo, tornando-se prisioneiro do conjuntural, do circunstancial, perdendo aquela condição de contraponto estratégico ao político, com a qual podia proteger sua retaguarda, pensar alternativas e manter as visões de conjunto e de longo prazo.

Ao adotar a segunda alternativa, na realidade, deixa de ser um assessor político para tornar-se um auxiliar. Esta condição significa não apenas um rebaixamento na sua auto-estima. Mais que isto, ela equivale a uma mudança radical na sua forma de viver.

Como assessor estratégico, trabalhando no gabinete, sua vida pessoal adquiria regularidade e previsibilidade. Trabalhava dentro de horários razoavelmente fixos, preservava seus fins de semana, tinha liberdade para fixar sua agenda e seus trabalhos.

Como companheiro do político, tal condição de vida não subsiste. Sua agenda é a do seu chefe, seus trabalhos perdem a continuidade, seu tempo estará sempre à disposição de uma chamada telefônica, sua mala sempre deverá estar pronta para a viagem não prevista, etc.

A resistência do assessor em mudar a divisão do trabalho original fundamenta-se, em grande parte, no desejo de possuir uma vida pessoal organizada, previsível e regular. Mas este é um argumento que, não tendo legitimidade na relação entre político e assessor, jamais é articulado.

Uma conversa aberta, franca e sincera costuma resolver tudo
Por isso, a saída é deslocar a discussão para o campo das prioridades – a razão por que o assessor tende a forçar sua pauta, a tentar impô-la ao seu chefe como a mais racional e a mais correta politicamente. Ora, como o chefe sabe que o que está em discussão não se limita às prioridades – uma vez que há componentes pessoais embutidos e escondidos dentro daquela discussão – sua reação é negativa: ele dá mais uns passos em seu afastamento do assessor.

O assessor deve evitar esse erro. Ao detectar os primeiros sinais do problema, deve preparar-se para conversar aberta e sinceramente com seu chefe.

Deve chegar a um acerto com ele, mediante o qual passa a se envolver mais na frente de combate, mas não ao ponto de perder as condições de exercer bem as funções para as quais foi contratado. Trata-se de reformular aquela divisão do trabalho original para poder preservá-la.

A franqueza ao abordar o assunto – antes que ele se agrave – e a disposição para aceitar as reformulações necessárias vai assegurar a sintonia entre ambos, junto da equilibrada e racional negociação das prioridades.

Fonte: Política para Políticos

Confiar nas realizações do passado para elegê-lo

Cuidado. O atraente está no futuro, no que ainda não foi feito.

O passado tem o poder de derrotar um candidato, raramente de elegê-lo.

Este erro, frequentemente cometido, inclusive por políticos de grande nome e experiência, decorre da presunção do candidato de que o eleitor vai valorizar, da mesma forma que ele valoriza, o seu passado de realizações. Em tese, isto é, em abstrato, o argumento faz sentido.

Experiência “bate de frente” com mudança, que atrai eleitores

O eleitor, de acordo com este pensamento acima, deveria sempre escolher o candidato que avaliza com seu passado de realizações as promessas que faz para o futuro, em detrimento daquele que tem pouco ou nada para mostrar do que já fez. Dito de outra forma, o candidato “experiente” deveria sempre sobrepujar seus adversários menos experientes. Confiado na solidez eleitoral deste argumento, a campanha do candidato “experiente” concentra-se na apresentação das obras e realizações, na tentativa de comprovar o quanto ele é superior aos seus adversários.

Na realidade, este posicionamento da candidatura apoia-se em alguns pressupostos que, de tão óbvios, normalmente não são discutidos na equipe de campanha:

1. Pressuposto de que o eleitor valoriza mais a experiência do que a inovação;
2. Pressuposto de que a principal função da publicidade é produzir peças destinadas a lembrar o eleitor que o candidato é o autor daquelas obras e realizações;
3. Pressuposto de que o eleitor, lembrado das suas realizações, faz o seguinte raciocínio: “se ele, quando esteve no poder, foi capaz de fazer tais e tais obras, se voltar ao poder fará mais ainda, ou pelo menos vai repetir seu desempenho”;
4. Pressuposto de que este raciocínio (eleitor) / argumento (candidato) é imbatível, na comparação com os argumentos dos outros candidatos.

Ainda que estes pressupostos sejam válidos para alguns eleitores, eles não possuem igual validade para a maioria. De fato, todos eles são discutíveis.

Pressuposto de que a experiência é mais valorizada que a inovação

Este pressuposto “bate de frente” com o sentimento de mudar que é dominante nas eleições. Eleições são momentos de mobilização de esperanças e expectativas, sobretudo para os segmentos mais necessitados da população. Nas eleições há sempre uma nítida pré-disposição para a mudança, da parte do eleitorado.

Em consequência, a candidatura identificada com a inovação e mudança encontra uma maior consonância com o sentimento da população do que aquela identificada com a continuidade, ou mesmo com a repetição do que já foi realizado. Isto não significa que as pessoas desmereçam o que já foi feito. Muito ao contrário, em geral o valorizam. Mas, já foi feito, está lá…. O atraente está no futuro, no que ainda não foi feito.
Pressuposto de que basta “lembrar” o eleitor

As lembrança do passado não garantem vitória ao candidato

A publicidade que força o recall das realizações passadas, para muitos eleitores, produz um efeito de desconforto. Ela não apenas vai contra o sentimento dominante pela mudança, mas é percebida como uma “cobrança”, um constrangimento. Ela opera com o seguinte argumento de persuasão: “você tem o dever de votar em mim porque eu já fiz tudo isto para você”.

Não é necessário insistir o quanto esta forma de persuasão é antipática, não apenas na política, mas em qualquer outra esfera da vida pessoal. O voto, que o eleitor considera seu, e em relação ao qual, a cada 2 ou 4 anos, sente-se livre para dele dispor como bem entender, parece-lhe que está sendo roubado por um argumento que, se ele o aceitar, não lhe dá espaço de escolha.

Pressuposto “quem já fez fará novamente”

Este argumento não é tão tranquilo como parece ao candidato. Primeiramente, porque suas realizações, pelo menos boa parte delas, deverão ser controvertidas. Haverá quem as conteste em si mesmas, ou a forma como foram executadas. Além disso, o eleitor possui uma percepção intuitiva de que os tempos são outros e as condições mudaram. E o que é ainda mais importante, que outros também podem fazer, e quem sabe, mais e melhor.

Implícito e contrabandeado no interior do argumento “quem fez, fará”, está outro argumento bem mais discutível: “os outros não têm condições de fazer”. Ora, é razoável aceitar-se o primeiro argumento, mas é uma demasia desejar que o segundo seja também igualmente aceitável para os eleitores.

Pressuposto de que o argumento é imbatível

De tudo que foi até agora exposto, fica claro que o argumento está longe de ser imbatível, na comparação com os outros. Ao contrário, ele possui várias fragilidades que somente aparecem quando se faz uma análise mais detalhada dos seus pressupostos. O erro, portanto, não está em usar o passado de realizações na campanha, de propô-lo como um avalista das intenções, e até mesmo de mostrá-lo como um diferencial, na comparação com outros candidatos.

O erro está em basear a campanha nele, fazendo-a voltar-se para o passado e apresentar sua publicidade de maneira pesada, forçando o eleitor ao constrangimento, criando nele a sensação de que está lhe devendo o voto. A campanha tem que olhar para frente, comprometer-se com as mudanças, sintonizar com as expectativas e sentimentos do eleitor. Este deve ser o tom e o espírito que domina a sua campanha.

As realizações passadas surgirão como um sub-tema, secundário e periférico ao tema central, embora funcionando como um reforço de credibilidade. O critério, para selecionar o que buscar do passado para a campanha, deve ser um “gancho” estabelecido com um projeto para o futuro. Nunca a mera rememoração do passado.

Fonte: Política para Políticos

Comerciais de TV III: As 7 diretrizes básicas

Produzir uma peça publicitária eficiente, que consiga “chamar a atenção” e destacar-se, entre tantos estímulos visuais em competição, é uma conquista e uma vitória.

1. Cada comercial deve desenvolver uma idéia e apenas uma
O comercial de TV, como regra limitado a não mais que 60″, tem a sua eficiência maximizada quando comunica uma idéia forte com clareza e imaginação. As campanhas, entretanto, recorrem cada vez mais a comerciais menores, de 30″ e até de 15″, nos quais é ainda mais óbvio que não mais que uma idéia pode ser apresentada.

O comercial é eficiente quando comunica uma ideia forte com clareza e imaginação

2. O comercial deve usar a TV como mídia visual
Quando se usa a TV, não se limite a dizer, mostre o que está dizendo. Conte a história com imagens: mostre a fábrica fechada, a praia poluída, o carro sendo arrombado. Faça com que o texto “saia” da imagem, que a mensagem seja corroborada pela imagem.

3. Cada comercial produzido deve ser freqüentemente repetido
Um mesmo comercial precisa ser visto mais de 5 vezes para produzir uma impressão em quem o assiste. Nas pesquisas psicológicas, concluiu-se que são necessárias 3 vezes para registrar o comercial. Entretanto, estas pesquisas são feitas em condições de laboratório.

Na situação real, onde o comercial em questão disputa a atenção do espectador com inúmeros outros estímulos visuais, os publicitários consideram que 5 vezes é o número mínimo para o registro mental. A partir da quinta visualização, termina a fase de registro e começa a do aprendizado. A repetição também atende ao princípio básico da publicidade eleitoral, embora há que estar atento para a possível “saturação”. Se o comercial é muito bom, e produziu os efeitos que se desejava, já pode ser retirado do ar por algum tempo e depois retornar, ou ainda, partes dele podem vir a ser reaproveitadas num outro comercial.

4. Cada comercial deve ser pré-testado e orientado por pesquisas
As pesquisas vão identificar os sentimentos do eleitor, suas opiniões, prioridades e imagens dos candidatos, informações a partir das quais os comerciais serão concebidos. Antes de ir ao ar, os comerciais devem ser pré-testados em grupos de discussão (focus groups). Este pré-teste não é prerrogativa de campanhas ricas.

Campanhas com menos recursos, que não podem desperdiçar nenhum real, precisam deste teste mais que as ricas. Durante a campanha, os comerciais poderão ser testados ainda pela pesquisa de “tracking” diário. 5. Cada comercial deve contar uma história
A política é intrinsecamente dramática. A TV, mais que outras mídias, presta-se admiravelmente bem para contar histórias. A mensagem do candidato sempre envolve um drama: problemas sociais que se individualizam na vida das pessoas, “bandidos” que causam aqueles problemas, o ambiente social onde eles ocorrem, o “mocinho” bem intencionado e corajoso, comprometido a resolver os problemas, as dificuldades que ele enfrenta, a sua luta contra os adversários, tudo semelhante às novelas, filmes e narrativas da TV convencional. A idéia que você quer passar para o eleitor pode e deve ser contada como uma história. A história tem enredo, e o enredo tem o poder de conectar as partes de sua mensagem (p.ex. diagnóstico, crítica e proposta), ajudando o eleitor a retê-la.

“chamar a atenção” e destacar-se, entre tantos estímulos visuais em competição, já é uma grande vitória

6. Comercial de ataque
Dificilmente você deixará de fazer algum comercial de ataque. Neste caso, a estrutura da peça é padrão: você está em luta contra um inimigo para proteger a população. No ataque o inimigo é o preto e branco, a trilha sonora nervosa ou assustadora, rostos ansiosos, tensos e assustados, e o “herói” é o colorido, a trilha é melodiosa, as pessoas estão felizes e o ambiente é agradável. O ataque em comerciais curtos deve ser rápido e letal. É uma bofetada. Fotos de pessoas e de documentos, ou cenas curtas, dão suporte a uma acusação direta e grave contra o adversário, reforçadas por vezes pelo letreiro na tela contendo a mensagem que se deseja que o espectador retenha.

7. Cada comercial deve abrir seu espaço para sobreviver
Não basta fazer um comercial bem feito, e ter o espaço disponível para veiculá-lo. Cada comercial compete com outros comerciais políticos e com muitos mais de natureza comercial, sem falar dos programas de TV. Conseguir “chamar a atenção” e destacar-se, entre tantos estímulos visuais em competição, é uma conquista e uma vitória. Para isto, a criatividade será indispensável.

O uso do humor, e a sensibilização pela emoção são as duas fórmulas mais usadas para atrair a atenção do espectador e a fixação da mensagem. Não é, contudo, uma tarefa fácil. Fazer humor na política é ótimo e funciona quando a peça é engraçada. Se não for, conte na coluna do prejuízo.

A peça emocional está sempre a um passo do mau gosto, do sentimentalismo barato, da exploração demagógica da desventura alheia. De qualquer forma, sua peça tem que ter a capacidade de chamar e prender a atenção, ficar registrada para que ela possa produzir os efeitos para os quais foi concebida.

Fonte: Política para Políticos

Assessor especial de Agnelo é assaltado em boteco no Gama

Enquanto joga um bilhão de reais na construção de um estádio para realizar quatro jogos pela Copa do Mundo, o governo do DF abandona a segurança.

Carros quebrados, policiais desmotivados, quase dois mil PMs “presos” nos postinhos que para nada servem, rotatividade absurda no comando da PM e da Polícia Civil.

E os marginais fazendo a festa. Ontem (6/11), até um assessor especial do governador Agnelo foi acabar num banheirinho de um boteco no Gama. Ele e mais outras pessoas, a maioria das quais filiada ou simpatizantes do partido do governador atenderam a ordem, e não poderiam fazer o contrário, de dois assaltantes.

Era umas 22h30 quando os dois assaltantes fizeram a limpa, levando a grana e celulares do comerciante e dos frequentadores. O cunhado do assessor especial de Agnelo ficou sem seu automóvel Gol, novinho em folha.

O boteco fica a 170 metros de um ”kinder ovo”, o postinho da PM.

Fonte: Gama Livre

A Esplanada baixou no Buriti

Dois ministros da presidente Dilma Rousseff cumpriram agenda nesta terça-feira (06/11) no Palácio do Buriti.

De manhã, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, esteve na sede do Executivo local onde participou de cerimônia para marcar a doação de terreno do governo federal para o GDF.

A área de 2,5 milhões de metros quadrados repassados pela União corresponde ao Itapoã. Com a doação, será possível regulariza o lugar.

Na parte da tarde, foi a vez de Paulo Bernardo, ministro das Comunicações. Esteve no Buriti por ocasião da assinatura do decreto que regulamenta o uso de área pública para serviços de infraestrutura e de telecomunicações (Lei das Antenas).

Em geral, quando a agenda envolve a participação de ministros, é Agnelo quem vai à Esplanada. Hoje, foi diferente. E o governador está todo, todo.

Fonte: Blog da Lilian Tahan

- Publicidade -
- Publicidade -