Da redação
O Produto Interno Bruto brasileiro registrou crescimento de 0,5% na passagem do primeiro para o segundo trimestre, colocando o país na quinta maior alta entre 50 nações analisadas, à frente de economias como Estados Unidos e China, segundo classificação da agência Austin Rating com dados do Fundo Monetário Internacional.
O levantamento considerou apenas países que já divulgaram seu desempenho econômico no segundo trimestre, com a Irlanda liderando o ranking, ao alcançar expansão de 1%. Na sequência aparecem Indonésia, Angola e Malásia. O Brasil também superou médias globais: 0,2% entre todos os países, 0,1% na Zona do Euro e 0,1% no G7, grupo das maiores potências desenvolvidas.
Ainda conforme boletim da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, o resultado brasileiro superou as expectativas do mercado, que projetavam um avanço de 0,4% no período analisado. O ranking inclui nações como Eslovênia, Lituânia, Suécia, Estados Unidos, Sérvia e Suíça, todas com variação semelhante ou inferior ao desempenho brasileiro.
O Produto Interno Bruto é utilizado como um dos principais indicadores econômicos de um país, mas, conforme a Austin Rating, não reflete diretamente questões como distribuição de renda. A agência também informa que o Brasil passou da 11ª para a décima posição entre as maiores economias do mundo em 2026, com expectativa de atingir a nona colocação em 2027. A melhor colocação brasileira foi o sétimo lugar, entre 2011 e 2014.




