Da redação
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 9, o acordo estabelecido entre o Mercosul e a Efta, bloco formado por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. A decisão ocorreu em Brasília e busca promover a liberalização tarifária entre os mercados envolvidos, conforme o texto concluído em julho do ano passado.
O entendimento aprovado determina a redução de tarifas comerciais tanto em setores industriais quanto agrícolas, respeitando as peculiaridades de cada país. A proposta visa facilitar o intercâmbio de bens e serviços, com o objetivo de ampliar benefícios econômicos para os membros do Mercosul e da Efta.
Segundo parlamentares envolvidos na discussão, o acordo representa um passo importante para a integração econômica internacional do Brasil. Deputados destacaram a expectativa de que a medida contribua para a competitividade das empresas nacionais e para o fortalecimento das relações comerciais com países europeus.
A Câmara discutiu as cláusulas do texto, enfatizando a necessidade de resguardar setores sensíveis da economia brasileira, especialmente no segmento agrícola. Foram consideradas condições específicas para determinadas mercadorias, visando proteger o produtor nacional e garantir equilíbrio nas relações comerciais.
Conforme apurado, o processo de aprovação ocorreu após intensa negociação entre delegações dos dois blocos econômicos, refletindo o interesse das partes em promover avanços mútuos. O acordo havia sido fechado em julho do ano passado, mas precisava da ratificação do Congresso brasileiro para entrar em vigor.
O bloco Efta reúne Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, enquanto o Mercosul é composto por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. O objetivo central do acordo é ampliar o acesso aos mercados, criando novas oportunidades para exportadores e importadores com medidas de facilitação comercial e liberalização tarifária progressiva.





