Da redação
Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro fizeram gestos de reconciliação por meio de vídeos, seguindo o mesmo padrão do rompimento anterior. Aliados de ambos organizaram a retomada do diálogo em um esforço para solucionar uma crise considerada prejudicial à campanha presidencial, de acordo com relatos de participantes do processo.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, afirmou em entrevista que esteve envolvida ativamente na articulação e destacou que a reconciliação não foi espontânea. “A desavença veio por vídeo, a conciliação também”, disse Celina. Segundo ela, o acordo foi resultado de uma ação coordenada por interlocutores próximos de Michelle e Flávio.
Entre os articuladores, conforme a governadora, estiveram o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e outros aliados políticos. Todos atuaram para “costurar esse ajuste que precisava acontecer”, de modo a restabelecer o entendimento entre os membros da família.
Celina destacou ainda que, apesar da repercussão política, Michelle experimentou a crise como um drama familiar. “Quem olha de fora vê os políticos. Quem convive no dia a dia vê a família”, declarou. Segundo a governadora, Flávio Bolsonaro não perdeu força e, em sua avaliação, “ficou maior ainda” após o episódio.





