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CFM e a área de segurança pública do Distrito Federal avançam em projetos para proteger a população


Da redação

O Conselho Federal de Medicina (CFM), a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) avançaram em negociações para desenvolver projetos institucionais voltados ao benefício de pacientes e da população. As tratativas foram discutidas em reunião realizada na quarta-feira (4), com a participação da 2ª vice-presidente do CFM, Rosylane Rocha, além de representantes das outras instituições envolvidas.

Entre os principais temas abordados está a possibilidade do CFM fornecer conteúdos e palestrantes para cursos de formação de agentes e delegados da PCDF. O diretor da Escola Superior da PCDF, Giancarlo Zuliane, elogiou a cartilha “Medicina Segura”, do CFM, e indicou a intenção de incluir a autarquia médica nos processos de capacitação da polícia em conteúdos específicos.

Durante o encontro, a diretora da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher da PCDF (DIAM), Karen Langkammer, recebeu uma proposta do CFM para a criação de mecanismos que facilitem a denúncia de danos ou prejuízos causados pelo exercício ilegal da medicina. Langkammer se comprometeu a analisar o pedido e discutir o tema com os setores responsáveis.

Com a subsecretária de Prevenção à Criminalidade da SSP-DF, Rosineide Silva, foram discutidos avanços para facilitar a notificação de casos concretos ou suspeitos de violência contra a mulher, conforme decreto que regulamenta a aplicação da Lei nº 10.778/03 no Distrito Federal.

Segundo Rosylane Rocha, a meta é criar um ambiente em que médicos e profissionais da saúde possam colaborar de forma objetiva e segura nessas notificações. “Quanto mais simples e menos burocrático for para o médico preencher formulários ou campos de solicitação, melhor será para o sucesso dessa iniciativa que abre um espaço para a proteção da vida e da saúde da mulher”, afirmou.