Declarações de Gabriel Magno sobre “bancada da maconha” provocam polêmica

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Da redação do Conectado ao Poder

Uma série de declarações polêmicas do deputado distrital Gabriel Magno (PT) gerou indignação e um clima de tensão na Câmara Legislativa e na Câmara dos Deputados.

Durante a Marcha da Maconha, realizada no último domingo (26), Magno afirmou que existe uma “bancada da maconha” na Câmara Legislativa, gerando repúdio entre seus colegas. Segundo o deputado, “legalizar significa desencarcerar a juventude negra, alvo da política de drogas”.

Magno criticou a postura de parlamentares do Congresso, insinuando que muitos deles praticam atos ilícitos enquanto se posicionam publicamente contra a legalização das drogas. Essa insinuação levou a uma onda de indignação entre os deputados, que exigem uma retratação pública e a apresentação de provas concretas por parte de Magno.

O deputado federal e vice-presidente da Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), foi um dos primeiros a expressar sua revolta, prometendo processar Magno para que revele os nomes dos deputados supostamente envolvidos com drogas. “Fazer acusações sem dizer nomes é calúnia e difamação a todos nós parlamentares”, declarou Sóstenes.

O deputado distrital Hermeto (MDB), afirmou que prefere ser da bancada da bala do que da bancada da maconha. Hermeto saiu em defesa da Polícia Militar que foi acusada, no mesmo evento, de perseguir pretos e pobres. O que para Hermeto é uma injustiça com aqueles profissionais que possuem uma carreira voltada para cuidar da população.

O deputado distrital Pastor Daniel de Castro (Progressistas) manifestou seu repúdio, destacando que desconhecia a existência de uma “bancada da maconha” na Câmara Legislativa. “Isso é uma vergonha para toda a população. É inadmissível que a sociedade aceite esse tipo de situação, que faz apologia ao crime e enfraquece nossa sociedade”, afirmou Castro.

Em suas redes sociais o distrital Gabriel Magno afirmou que “na Marcha da Maconha, levantamos a voz contra as injustiças perpetuadas pelas atuais políticas de drogas no Brasil. Defendemos a legalização, não apenas como uma medida de progresso, mas como uma necessidade urgente para desencarcerar nossa juventude negra, frequentemente vítima dessa guerra ineficaz contra as drogas.”


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