Da redação do Conectado ao Poder

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Em delação à Polícia Federal, Mauro Cid identificou ex-ministros e senadores, como Onyx Lorenzoni e Gilson Machado, como parte de um grupo que apoiava a ideia de um golpe militar, em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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O depoimento revela que Cid colocou figuras como Jorge Seif e Magno Malta entre os aliados mais radicais de Bolsonaro. Este grupo, segundo ele, tinha uma postura mais extrema e frequentemente incentivava o ex-presidente a executar ações contundentes para promover um golpe de Estado.
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Inclusive, Cid detalhou que o general Mário Fernandes tentava convencer outros militares e civis a apoiar suas ideias de intervenção. Cid também afirmou que Michelle Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro estavam envolvidos nesse círculo de radicais, discutindo estratégias para pressionar Bolsonaro.
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Ao ser questionado sobre a possibilidade de um golpe, Cid dividiu os apoiadores em dois grupos: um que buscava formas mais sutis, como manipular as urnas eleitorais, e outro fortemente inclinado à ação armada. Dentre os indivíduos menos radicais, ele mencionou Valdemar da Costa Neto, que também foi indiciado pela PF.
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O senador Jorge Seif se posicionou contra as acusações, alegando que o depoimento é uma opinião e não reflete fatos reais de sua participação em quaisquer discussões sobre o golpe. Ele negou veementemente as alegações e se prontificou a tomar medidas legais sobre o vazamento de seu nome nesse contexto.
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