Deputado Iolando realiza audiência pública com escolas e comunidades do DF para discutir sobre o Educador Social

O deputado distrital Iolando participou nesta segunda-feira (17), de audiência pública no auditório da Câmara Legislativa para discutir a modulação para distribuição de vagas dos Educadores Sociais nas diversas instituições de ensino do Distrito Federal. A audiência contou com a presença dos gestores, diretores escolares, estudantes com deficiência e das comunidades escolares do DF. As pessoas que participaram do vento apresentaram diversas demandas sobre o déficit de Educador Social e monitores nas 692 escolas da rede pública, principalmente nas escolas de ensino especial que demanda um cuidado específico com os alunos especiais.

O deputado Iolando ao lado do deputado João Cardoso e do secretário de Estado de Relações Parlamentares, Bispo Renato se mostraram sensíveis à causa e falaram para os presentes, que juntos unirão forças junto ao Governo do Distrito Federal para que essa deficiência de Educador Social seja suprida o mais rápido possível nas escolas. As comunidades escolares de Brazlândia, Samambaia, Ceilândia e Riacho Fundo II, presente na audiência pediram com urgência o empenho das autoridades em resolver essa demanda, nas escolas, principalmente no ensino especial que é tão carente dessa mão de obra. Lembraram a importância de ter alguém para ajudar a cuidar das crianças.

O deputado Iolando que ouviu o clamor das comunidades escolares ressaltou que na próxima quarta-feira (19), encaminhará essa demanda ao governador Ibanêis Rocha, que está fora de Brasília. Para o distrital, essa é uma causa justa, uma prioridade que deve ser discutida e solucionada o mais breve possível por se tratar de crianças e sobretudo, especiais. Destacou a importância desses profissionais nas escolas e a segurança e o bem-estar que eles podem ajudar a oferecer aos alunos. “Devemos nos sensibilizar com este problema, pois só quem tem uma deficiência e sente na pele essa deficiência, sabe e entende as dificuldades. É muito importante contar com qualquer tipo de ajuda quando não podemos resolver as coisas sozinhos”, falou o deputado.

De acordo com o art. 11 da Portaria nº 13, de 24 de janeiro de 2020, a modulação previa uma quantidade de educadores em função do número de estudantes por escola, mas essa distribuição na prática funciona de forma limitada, número insuficiente para o cumprimento das atividades estabelecidas, principalmente aquelas voltadas para o ensino especial.

Discutir essa questão sobre o Educador Social nas escolas é de extrema importância para toda a comunidade do Distrito Federal. O Educador Social contribui muito com as escolas no dia a dia, pois desempenha um papel em que auxilia as equipes pedagógica no desenvolvimento de projetos, oficinas, palestras, campeonatos, suporte administrativo e tecnológico. O Educador Social também tem um papel fundamental para a população, ele é o responsável por intervir nos problemas de pessoas que estejam em situação de risco, vulnerabilidade social ou submetidas a algum tipo de exclusão, utilizando ferramentas pedagógicas para a integração dessa pessoa. Portanto, são profissionais de extrema importância para a sociedade, especialmente para os estudantes com deficiência.

A expectativa da população é que a Secretaria de Educação resolva o problema o mais rápido possível, para que os pais possam deixar seus filhos nas escolas com tranquilidade, para que os alunos recebam educação e cuidados, o que é um direito. Pais e mães lamentaram profundamente o déficit que existe atualmente em sala de aula, uma preocupação constante ao deixar os filhos especiais nas escolas. Professores também destacaram o volume de demandas com os alunos nas salas de aula, sobrecarregando o professor e colocando em risco a segurança dos alunos.

Para Eliane Nuvem, da Associação Você Nunca Andará Sozinho, “é de extrema importância o papel do educador Social, pois é ele quem garante o cuidado e a atenção aos nossos filhos que são especiais, não é fácil para nenhuma mãe deixar seu filho que tem limitações em uma sala de aula, sem você saber o que vai acontecer com ele”.

Professor da Secretaria de Educação e representando a pasta, Thiago Freire explicou sobre o trabalho que o GDF vem fazendo para tentar resolver esse problema ainda em 2020.

Com as demandas apresentadas e discutidas, o deputado Iolando destacou ainda, que apoia e abraça esta causa, se colocou à disposição de toda comunidade escolar do Distrito Federal, para resolver o problema e se comprometeu em levar o caso ao governador do Distrito Federal nesta semana.

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