Da redação
A taxa de desemprego ficou em 5,4% no segundo trimestre, atingindo o menor nível registrado desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve redução em relação ao primeiro trimestre, quando a taxa era de 6,1%, e também na comparação com igual período do ano anterior, em que foi registrada em 5,8%.
Segundo o IBGE, o número de pessoas ocupadas no país chegou a 103,1 milhões, com aumento de aproximadamente 1,081 milhão em relação ao trimestre anterior. O contingente de desocupados foi de 5,9 milhões, o que representa queda de 10%, equivalente a 718 mil pessoas, na comparação com o primeiro trimestre.
Os setores que mais contribuíram para a criação de vagas no período foram transporte, armazenagem e correio, com alta de 3,9%, e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com crescimento de 2,6%. Os respectivos aumentos foram de 235 mil e 489 mil postos de trabalho.
A pesquisa também apontou que, entre abril e junho, havia 39,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada e 13,6 milhões sem carteira de trabalho assinada no Brasil. O IBGE informou ainda que a taxa de informalidade se manteve no período analisado.





