Da redação
A Defensoria Pública do Distrito Federal garantiu a prorrogação do Benefício Excepcional para cerca de 140 pessoas afetadas pela desocupação da antiga Ocupação do Noroeste. Segundo o órgão, a medida ocorre após a suspensão do pagamento do auxílio, que deixou as famílias sob risco de despejo ou situação de rua.
De acordo com a Defensoria, o Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos atuou junto a órgãos do Distrito Federal para regularizar o cadastro das famílias na política habitacional. A defensora pública Flávia Leite dos Santos conduziu negociações para viabilizar a inclusão dos beneficiários no programa habitacional do governo local.
A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal emitiu uma declaração oficial confirmando que as famílias estão habilitadas no programa habitacional de interesse social. Esse documento era exigência técnica para que a Secretaria de Desenvolvimento Social autorizasse a prorrogação do benefício financeiro por até 48 meses.
A Defensoria também acompanha estudo sobre a possibilidade de destinar lotes no Projeto Tamanduá e em empreendimentos no Sol Nascente. Mais de 20 famílias da antiga Ocupação Noroeste já residem na região, conforme informações do órgão, que busca uma solução definitiva de moradia para os demais atingidos.



