Da redação do Conectado ao Poder
Terreno da União foi cedido para erguer nova unidade de apoio às mulheres no Distrito Federal.

O governo do Distrito Federal deu mais um passo importante na proteção e acolhimento das mulheres ao assinar, nesta sexta-feira (11), um contrato de cessão gratuita de um terreno da União para a construção da Casa da Mulher Brasileira, situada na Asa Sul. A governadora em exercício, Celina Leão, destacou a importância do projeto que visa oferecer um espaço completo para atender mulheres vítimas de violência doméstica.
“A construção da Casa da Mulher Brasileira no coração de Brasília é um símbolo da prioridade que damos à vida, à dignidade e à proteção das mulheres. Esse espaço será referência em acolhimento e garantia de direitos, reunindo, em um só lugar, tudo o que uma mulher em situação de violência precisa para recomeçar”, afirmou a governadora durante a assinatura do contrato.
A nova unidade ocupará um terreno de mais de 10 mil metros quadrados e irá oferecer serviços como a Delegacia da Mulher, o Juizado Especial e a Defensoria Pública, além de acolhimento temporário, brinquedoteca e orientação social, psicológica e jurídica. Também será um local de capacitação profissional para ajudar as mulheres a se reerguerem após situações de violência.
Essa será a segunda Casa da Mulher Brasileira no Distrito Federal. Atualmente, já existe uma unidade em funcionamento na região de Ceilândia, que, junto com quatro postos do Centro de Referência da Mulher Brasileira, já atuam em diferentes localidades como Recanto das Emas e São Sebastião. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, comemorou a expansão da rede, que já conta com 31 espaços públicos destinados ao acolhimento, proteção e capacitação profissional das mulheres.
A cessão do terreno é válida por dez anos e pode ser prorrogada pelo mesmo período. Com um valor estimado em mais de R$ 27 milhões, a nova Casa da Mulher Brasileira representa um avanço significativo na luta contra a violência de gênero na região. As obras devem ter início em 2026, com a expectativa de que a unidade funcione de forma integrada, como a Casa da Mulher Brasileira já existente.






