Início Distrito Federal GDF realiza audiência pública sobre criação da região administrativa 26 de Setembro

GDF realiza audiência pública sobre criação da região administrativa 26 de Setembro


Da redação

O Governo do Distrito Federal promoveu, na quinta-feira (7), uma audiência pública no Espaço Floresta para discutir a proposta de criação da região administrativa 26 de Setembro. A Secretaria de Governo do DF coordenou a reunião, que buscou ouvir a população e gestores do próprio GDF sobre o tema.

Segundo o secretário de Governo, Takane Nascimento, a audiência teve como objetivo registrar as opiniões e demandas dos moradores. “O objetivo dessa audiência é escutar a comunidade, atender seus anseios, ouvir as suas opiniões, para que a gente possa formatar da melhor forma possível a criação da tão sonhada 26 de Setembro”, disse Takane.

O secretário também destacou que o governo segue um rito processual obrigatório para dar sequência ao projeto. “Nós estamos obedecendo a um rito processual e as manifestações são necessárias para que o governo possa fazer um trabalho em conjunto com a comunidade”, afirmou o representante da Secretaria de Governo.

Durante o evento, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, explicou os próximos passos necessários para que a proposta chegue à Câmara Legislativa. “Por determinação da governadora Celina Leão, iniciamos o processo de criação da região administrativa. Esse processo depende do cumprimento de algumas etapas para que possamos encaminhá-lo à Câmara Legislativa”, detalhou o secretário.

Marcelo Vaz reforçou que uma das etapas mais relevantes é a apresentação e discussão da poligonal sugerida com a população. “Queremos ouvir sobre a viabilidade, se vocês consideram necessária essa criação, o que a região precisa, o que a administração regional deverá fazer… Este é o momento do debate”, acrescentou.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação apresentou o zoneamento da área em questão, informando que a definição da poligonal foi feita a partir do padrão das ocupações já existentes, conciliando estudos técnicos internos com sugestões de outras áreas do governo.