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Ibaneis Rocha reage a críticas e defende fundo que garante funcionamento da capital

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB?DZF), reassume o cargo de governador, após 65 dias afastado – desde os ataques de vandalismo às sedes dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro. Ibaneis esava acompamhado da vice-governadora Celina Leão e do Secretário de Segurança, Sandro Torres Avelar .| Sérgio Lima/Poder360 16.mar.2023
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Da redação do Conectado ao Poder

Governador do DF responde declarações da CNM durante a Marcha dos Prefeitos e reforça importância constitucional do repasse federal

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB?DZF), reassume o cargo de governador, após 65 dias afastado – desde os ataques de vandalismo às sedes dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro. Ibaneis esava acompamhado da vice-governadora Celina Leão e do Secretário de Segurança, Sandro Torres Avelar .| Sérgio Lima/Poder360 16.mar.2023

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), rebateu nesta quarta-feira (21) as críticas feitas pelo presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, contra o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF). A declaração de Ziulkoski ocorreu na abertura da Marcha dos Prefeitos, em Brasília, diante de uma plateia de cerca de 12 mil pessoas, entre autoridades e representantes municipais.

Ziulkoski questionou os R$ 26 bilhões destinados anualmente ao fundo, chamando-o de “excrescência” e insinuando que o valor é desproporcional frente às necessidades dos municípios. Em resposta, Ibaneis Rocha afirmou que os ataques desconsideram o papel institucional de Brasília. “Tais críticas em nada contribuem para a busca de soluções aos problemas enfrentados pelos municípios”, declarou. Segundo ele, o fundo é essencial para assegurar o funcionamento dos Três Poderes e está previsto na Constituição Federal.

O governador destacou ainda que a legitimidade do FCDF é resultado de acordos institucionais amplamente reconhecidos. “Atacar a capital da República, que abriga os Três Poderes, é ignorar que o FCDF é a garantia do pleno funcionamento das instituições”, afirmou, acrescentando que a matéria é “pacificada” juridicamente.

Apesar da divergência, Ibaneis Rocha adotou um tom conciliador e disse compreender os desafios econômicos enfrentados pelos municípios. “Tenho profundo respeito pela CNM e entendo as dificuldades vividas pelas prefeituras diante da atual conjuntura”, concluiu.