Da redação
Israel afirmou esperar que as negociações em Roma com representantes do Líbano contribuam para viabilizar um acordo envolvendo duas “zonas-piloto” no sul do território libanês, das quais as forças israelenses deixariam de atuar. A negociação ocorre sob mediação dos Estados Unidos.
Israel e Líbano mantêm estado formal de guerra há décadas. Conforme autoridades israelenses, o entendimento preliminar firmado anteriormente tem como objetivo encerrar o conflito entre Israel e o Hezbollah, grupo libanês apoiado pelo Irã, e estabelecer condições para a paz regional. O acordo inicial prevê o desarmamento do Hezbollah e a retirada israelense de áreas estratégias.
Contudo, o Hezbollah rejeita o acordo e se manifesta contra as condições que preveem o desarmamento. A Presidência do Líbano declarou que a retirada das tropas israelenses das zonas estabelecidas será exigida como pré-requisito para o prosseguimento das negociações diplomáticas entre os países.
Segundo o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, “Israel está disposto a avançar com a implementação dessas duas zonas-piloto”. Uma fonte diplomática libanesa afirmou que “o exército libanês está preparado para assumir gradualmente o controle das cidades das quais o exército israelense se retiraria”.




