Da redação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) o Projeto de Lei nº 2.120/2022, instituindo o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data, 12 de março, marca a primeira morte registrada pela doença no Brasil e homenageia mais de 700 mil vítimas da pandemia.
A cerimônia ocorreu no Salão Nobre do Palácio do Planalto, com presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Durante o evento, foi inaugurada a exposição ‘Cada Nome, Uma Vida’, que ficará aberta para visitação até 19 de maio, destacando o impacto da pandemia e a importância da defesa da vida, da ciência e do Sistema Único de Saúde.
Como parte das ações, o Ministério da Saúde realizará homenagens simultâneas em seis capitais: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Porto Alegre e Manaus. Nesses locais, os nomes das vítimas serão projetados, junto a mensagens de reconhecimento ao SUS e aos profissionais da saúde que atuaram no enfrentamento da Covid-19.
As iniciativas têm como foco ressaltar o papel fundamental da vacinação, das políticas públicas e da mobilização social no combate à pandemia. As homenagens integram o processo de consolidação da memória nacional sobre a crise sanitária e reforçam o compromisso permanente com o fortalecimento do SUS e a defesa da saúde pública.
Em 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde inaugurou no Rio de Janeiro o Memorial da Pandemia. O espaço reúne uma instalação digital com nomes das vítimas, um monumento, escultura de Darlan Rosa e um parquinho temático para estimular a vacinação entre crianças, promovendo mais uma ação educativa sobre imunização.
Na mesma ocasião, o papel do ‘Consórcio de Veículos de Imprensa’ foi reconhecido pela transparência na divulgação de dados durante a pandemia. De acordo com o Ministério da Saúde, a cobertura vacinal das crianças alcançou em 2025 seu melhor índice em nove anos. A vacina contra a Covid-19 integra hoje o calendário nacional para públicos específicos, conforme orientações oficiais.







