Da redação
No centro da Cidade da Guatemala, na zona 3, um dos maiores lixões urbanos da América Central serve de local de trabalho e moradia para milhares de famílias, que sobrevivem do material coletado entre resíduos, conforme relatos de residentes que dependem da atividade para garantir renda.
Segundo pessoas que frequentam o espaço, o lixão mantém uma rotina própria, com estruturas de convivência e distribuição de tarefas, formando, na prática, uma comunidade paralela à cidade formal. Eles relatam forte odor, presença de fumaça constante e elevados riscos sanitários no local.
De acordo com depoimentos, não há pagamento fixo pelos serviços realizados. Os trabalhadores dependem inteiramente do valor arrecadado com a venda dos recicláveis que conseguem separar das montanhas de resíduos. Este modelo de trabalho torna a renda instável e sujeita à variação diária dos materiais recuperados.
O lixão da zona 3 é apontado como um dos maiores da região, consolidando-se como pilar econômico informal para milhares de pessoas, especialmente famílias que se organizam para sobreviver da coleta de resíduos. O local permanece operacional mesmo diante de desafios sociais e ambientais reconhecidos pela população local.





