Da redação
Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e candidato do Novo à Presidência da República, declarou em coletiva após a convenção do partido que três ministros do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, “mereceriam sofrer processo de impeachment”, segundo afirmou.
Durante a entrevista, Zema utilizou a expressão “frutas podres” ao se referir aos ministros. Ele relacionou Toffoli e Moraes a menções feitas no escândalo do Banco Master. Sobre Mendes, Zema questionou “patrocínios de empresas” à faculdade ligada ao ministro, e declarou não ter “nada a esconder”.
O candidato afirmou: “Não fui eu que andei em jatinho de banqueiro bandido, fiz contrato ou fui sócio em resort.” Romeu Zema também confirmou que mantém diálogo com Joaquim Barbosa, atualmente no Democracia Cristã e cotado como possível vice em sua chapa. Segundo Zema, “ele nunca fez nada que desabone a conduta dele”.
Ainda de acordo com informações apresentadas, Joaquim Barbosa protagonizou embate histórico com Gilmar Mendes enquanto atuava no Supremo Tribunal Federal. Zema prometeu, caso eleito presidente, pôr fim às decisões monocráticas no STF, estabelecer lista tríplice para indicações e definir idade mínima de 60 anos para assumir vaga na Corte.





