Da redação
Construtores no Brasil têm adotado tijolos feitos a partir de garrafas PET em projetos de construção sustentável desde o início de 2026, segundo relatos do setor. Essa alternativa ganha espaço por ser acessível, já que qualquer pessoa pode produzir o material em casa, e contribui para a redução de resíduos plásticos.
O processo consiste em preencher garrafas PET com resíduos secos e limpos, como plásticos flexíveis, papel e pequenos fragmentos que não podem ser reciclados por métodos convencionais. Em seguida, as garrafas são vedadas e empilhadas com cimento, formando um bloco estrutural. Essa técnica visa diminuir o impacto ambiental do setor da construção civil.
Segundo especialistas, para garantir a segurança e a durabilidade da obra, é fundamental utilizar somente garrafas PET íntegras, sem rachaduras ou deformações. Além disso, recomenda-se que o material de enchimento esteja seco para evitar proliferação de fungos ou deterioração do tijolo ao longo do tempo.
Ainda conforme orientações técnicas, é importante respeitar a proporção adequada de cimento na montagem dos blocos e fazer a amarração correta das fileiras. A aderência entre os tijolos de garrafa PET e a argamassa é fator decisivo para garantir a estabilidade da estrutura no uso cotidiano e condições climáticas variadas.
Experiências documentadas mostram que o método tem sido utilizado principalmente em pequenas construções, como muros, banheiros e casas de baixo custo. Pesquisadores apontam que, além do ganho ambiental, a técnica pode trazer economia na compra de materiais convencionais.
De acordo com especialistas, o uso de garrafas PET em tijolos também auxilia na destinação consciente de lixo doméstico, reduzindo a quantidade de resíduos descartados de forma inadequada em áreas urbanas. A tecnologia faz parte de iniciativas recentes para tornar o setor de construção brasileiro mais sustentável e acessível.





