Da redação
O Governo do Distrito Federal renovou a emergência zoossanitária para prevenir a influenza aviária, popularmente conhecida como gripe aviária. A medida foi publicada nesta quarta-feira, 13 de maio de 2026, no Diário Oficial do Distrito Federal, e permanecerá vigente enquanto durar o estado de emergência nacional.
O decreto nº 48.582, assinado pela governadora Celina Leão, determina a continuidade das ações de fiscalização, controle e preparação para atuar em possíveis ocorrências da doença na capital federal. A renovação acompanha determinações federais, reforçando a vigilância em aves e estabelecimentos voltados à avicultura.
A nova publicação altera o decreto anterior nº 44.836, de 2023, que estabelecia a emergência por 180 dias. Agora, o Distrito Federal vincula sua situação de alerta ao período em que for mantido o reconhecimento nacional da emergência zoossanitária, conforme decretado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.
Em âmbito federal, o Ministério da Agricultura prorrogou em 26 de março por mais 180 dias o estado de emergência zoossanitária devido à presença do vírus influenza aviária H5N1 no país. A medida visa conter o avanço do vírus e reforçar a estrutura de resposta a possíveis focos.
No Distrito Federal, conforme registros oficiais, o único caso da doença ocorreu em junho de 2025, quando um irerê, espécie de pato, morreu no Zoológico de Brasília. Não há, até o momento, novos relatos de casos no território local desde este episódio.
A influenza aviária é uma doença viral que afeta aves domésticas e silvestres. O monitoramento contínuo integra esforços para evitar impactos na saúde animal e eventuais prejuízos à cadeia produtiva avícola. As autoridades reiteram a importância do cumprimento dos protocolos de biossegurança em todas as propriedades.





