Da redação
As plataformas de streaming expandiram sua atuação para o mercado de artes marciais mistas (MMA), com destaque para o acordo entre a Paramount e o UFC, que garantiu exclusividade das transmissões nos Estados Unidos. Além disso, a Netflix passou a investir em eventos ao vivo, como WWE e lutas de boxe, enquanto DAZN e Amazon Prime Video mantêm parcerias com PFL e torneios regionais.
Segundo informações disponíveis, o aumento da disputa entre as plataformas também trouxe desafios técnicos para os assinantes, como interrupções no serviço durante as transmissões e problemas de acesso relacionados à verificação em duas etapas. Mesmo diante dessas dificuldades, executivos do setor apostam na fidelidade do público fã de lutas para sustentar o crescimento das assinaturas.
Outro obstáculo enfrentado pelos usuários é o chamado geoblocking. As negociações de direitos de transmissão são realizadas individualmente em cada país, resultando em situações nas quais um evento disponível em um aplicativo nos Estados Unidos não está acessível em outras regiões, como Brasil ou Portugal. Conforme destaca o cenário atual, a fragmentação dos direitos dificulta o acesso aos eventos por parte do público internacional.
Como contexto, o padrão tradicional de acesso aos eventos esportivos, baseado em canais de TV e pay-per-view, vem perdendo espaço para os serviços digitais. Com a compra do Bellator pelo PFL e o consequente aumento da oferta de lutas na DAZN, o mercado passa por uma reconfiguração. A busca por engajamento imediato em eventos ao vivo transformou as estratégias das principais empresas do setor.





