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Vacinação e atendimento odontológico beneficiam mais de cem pessoas em escola de Samambaia


Da redação

A Festa da Família do Centro de Ensino Especial 01 de Samambaia ocorreu neste sábado (25), destacando-se pelo serviço de saúde promovido pela equipe multiprofissional da Unidade Básica de Saúde 7 de Samambaia. O objetivo foi atender estudantes com Transtorno do Espectro Autista, deficiências, altas habilidades e superdotação, além de familiares e professores.

Durante o evento, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal ofertou vacinas e atendimento odontológico dentro do ambiente escolar. Esta iniciativa buscou facilitar o acesso à imunização, eliminando barreiras comuns enfrentadas por famílias e profissionais da instituição de ensino especial.

Mais de cem pessoas receberam atendimento na ocasião e foram aplicadas aproximadamente 150 doses de vacinas. Entre os imunizantes disponíveis, o de maior procura foi o contra a gripe, com 110 doses administradas aos presentes, segundo registros oficiais do evento.

Flávio de Souza, de 44 anos, relatou ter levado suas três filhas, incluindo Daniel, de 8 anos, que estuda na unidade. Ele destacou a vantagem da oferta na escola. “Com a correria do dia a dia, a rotina de escola e terapia, fica meio difícil irmos até a UBS. Aqui é uma oportunidade”, afirmou.

A presença dos familiares e professores permitiu que diversos grupos fossem beneficiados, ampliando o alcance da campanha vacinal. O atendimento odontológico também foi disponibilizado, contribuindo para a promoção da saúde e prevenção de doenças entre os participantes.

O Centro de Ensino Especial 01 de Samambaia desenvolve atividades voltadas a estudantes com necessidades educacionais específicas, como Transtorno do Espectro Autista, deficiências e altas habilidades. A ação em conjunto com a Secretaria de Saúde busca fortalecer o cuidado integral dessas pessoas, proporcionando serviços essenciais em um ambiente familiar e acessível.

Praia do Cassino é a maior do mundo, com até 254 quilômetros de extensão


Da redação

A Praia do Cassino, localizada no extremo sul do Brasil, é considerada a maior praia do mundo por sua extensão, que varia entre 220 e 254 quilômetros. A largura também muda, podendo ultrapassar dois quilômetros conforme a intensidade dos ventos, o que contribui para a constante discussão sobre seu tamanho real.

Essa variação dificulta a obtenção de uma medida definitiva do local. Estudos apontam que os ventos na região são responsáveis por alterar tanto a largura quanto a extensão da faixa de areia, o que faz com que a praia nunca mantenha as mesmas dimensões ao longo do tempo.

A questão sobre a verdadeira extensão da Praia do Cassino é motivo de debate entre especialistas. Não há consenso sobre o ponto exato em que a praia começa e termina, já que sua configuração pode ser influenciada por eventos climáticos frequentes na costa sul brasileira.

Com dimensões que, em seu maior ponto, poderiam comportar a área territorial de um país de pequeno porte, a praia atrai atenção internacional. O título de maior praia do mundo, contudo, segue despertando questionamentos devido às variações naturais que dificultam medições precisas.

Mesmo sem um número exato oficialmente reconhecido, a Praia do Cassino permanece como referência mundial em extensão. O fenômeno natural dos ventos, que alteram constantemente sua largura, reforça a singularidade desse litoral brasileiro, tornando-o objeto de pesquisas e observações regulares.

De acordo com registros de especialistas que acompanham o tema, a Praia do Cassino tem suas medições atualizadas periodicamente para tentar refletir as mudanças causadas por fatores ambientais. A área está localizada no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul e é tradicional ponto turístico nacional.

Distrito Federal lidera ranking nacional de transparência em remuneração de servidores públicos


Da redação

O Distrito Federal lidera o ranking nacional de transparência das remunerações de servidores públicos, divulgado em 22 de abril de 2026. O estudo, realizado pela Transparência Brasil, avaliou 53 entes públicos, incluindo estados e capitais, com base em critérios de acesso e detalhamento das informações salariais dos funcionários.

Segundo o levantamento, o Distrito Federal atingiu nota 0,89, superando estados como Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais, também bem classificados. Os pesquisadores analisaram a facilidade com que o cidadão consegue consultar dados de remuneração e a qualidade das informações disponíveis nos portais públicos.

O desempenho do DF reflete um sistema que possibilita ao cidadão acessar de maneira clara quanto o governo paga a seus servidores. A transparência nesse aspecto reforça práticas de controle social e contribui para aumentar a confiança da sociedade nas instituições públicas, conforme ressaltam as organizações envolvidas.

De acordo com as estatísticas divulgadas, a busca por remuneração de funcionários é o principal motivo de acesso ao Portal da Transparência do DF. Em março de 2026, a plataforma registrou recorde de consultas, ultrapassando 1,4 milhão de acessos; a procura por salários respondeu por 70% das buscas na versão web e 88% na versão mobile.

Apesar do destaque do Distrito Federal, o cenário nacional ainda apresenta desafios significativos, já que parte dos entes avaliados não atingiu padrões mínimos de transparência. O estudo aponta para a necessidade de ampliar o acesso aos dados públicos e aprimorar os mecanismos de prestação de contas no país.

Entre as recomendações sugeridas pelo levantamento estão a divulgação de dados em formatos abertos, a padronização das informações e o aumento do detalhamento dos contracheques. Segundo os responsáveis pelo estudo, essas medidas podem fortalecer a fiscalização e promover uma gestão mais eficiente dos recursos públicos.

Motoristas que excedem velocidade acumulam mais pontos na CNH a partir de 2026


Da redação

Motoristas que excederem o limite de velocidade continuarão recebendo pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em 2026, em todo o território nacional, de acordo com as regras em vigor. A fiscalização eletrônica atua para coibir infrações e reduzir acidentes, conforme informado por autoridades de trânsito.

O excesso de velocidade é uma das principais infrações registradas nas rodovias e vias urbanas do país. Quando um condutor é autuado por radares, além da multa, são atribuídos pontos à sua CNH, conforme a gravidade da infração. Essa pontuação varia de acordo com o percentual de velocidade excedida.

De acordo com especialistas em trânsito, as multas captadas por radar geralmente estão associadas a outros comportamentos imprudentes. Entre os exemplos citados estão ultrapassagens irregulares, desrespeito à sinalização e manobras perigosas. Essas condutas multiplicam o risco de acidentes e elevam a quantidade de pontos na habilitação.

O Código de Trânsito Brasileiro estabelece diferentes faixas de pontuação conforme a gravidade das infrações. O motorista que atinge o limite de pontos previstos pode ter o direito de dirigir suspenso. Em casos recorrentes, a reincidência pode levar a penalidades mais severas, segundo os órgãos responsáveis.

Segundo autoridades, a fiscalização eletrônica reduziu o índice de acidentes em locais monitorados. “A tecnologia dos radares é fundamental para coibir o excesso de velocidade e melhorar a segurança viária”, afirmam técnicos do setor. Eles ressaltam ainda a importância de campanhas educativas para conscientizar a população sobre as consequências das infrações.

Em 2026, continuam válidas as regras atuais sobre pontuação e aplicação de multas, com a possibilidade de atualização de valores e critérios conforme legislação específica. A fiscalização por radar é utilizada em todo o Brasil, sendo considerada um instrumento efetivo no controle de velocidade e na diminuição da letalidade no trânsito.

Homem ferido a tiros reage e deixa mais três baleados no Distrito Federal


Da redação

Quatro pessoas ficaram feridas após uma confusão com tiros em uma distribuidora de bebidas na região de Água Quente, no Recanto das Emas, Distrito Federal, na madrugada deste domingo. Segundo as autoridades, o episódio ocorreu quando um homem foi baleado e, em resposta, efetuou disparos contra uma multidão próxima.

A Polícia Militar do Distrito Federal informou que o caso começou quando um suspeito ainda não identificado atirou contra um homem, atingindo-o no peito e na perna. Após os disparos, o autor fugiu do local rapidamente, conforme apurado pelas equipes presentes.

Mesmo ferido, o homem atingido reagiu ao ataque, sacando um revólver e disparando na direção das pessoas que estavam nas imediações. Conforme relato da corporação, a ação resultou em três vítimas adicionais, totalizando quatro pessoas baleadas durante o tumulto.

A PM detalhou em nota que “esses disparos atingiram outros dois homens e uma mulher, todos adultos”. As quatro vítimas foram socorridas imediatamente e encaminhadas ao Hospital Municipal Dom Luiz Fernandes, em Santo Antônio do Descoberto, já no estado de Goiás.

Diante da gravidade dos ferimentos, o homem que reagiu aos disparos precisou ser transferido para o Hospital Regional de Taguatinga. A Polícia Militar relatou que a ocorrência foi controlada às 5h20, momento em que agentes dispersaram a aglomeração na distribuidora. O caso foi encaminhado para a 27ª Delegacia de Polícia Civil, responsável pela investigação.

Até o momento, o suspeito que iniciou os disparos segue sem ser localizado pelas autoridades. O atendimento das vítimas foi confirmado pelos hospitais envolvidos, enquanto continuam as investigações para esclarecer os detalhes do episódio.

Lei que proíbe morrer em Biritiba-Mirim expõe limites do ordenamento jurídico


Da redação

Em 2005, a cidade de Biritiba-Mirim, no interior de São Paulo, ganhou atenção nacional ao aprovar um projeto de lei que “proibia morrer” no município. A medida foi proposta pelo então prefeito Roberto Pereira da Silva, diante da lotação do cemitério local, buscando chamar atenção para a crise enfrentada pela cidade.

O cemitério municipal de Biritiba-Mirim, conforme relatos da época, chegou ao limite da capacidade, impedindo novos sepultamentos após recomendações da Vigilância Sanitária. Diante da impossibilidade legal de construir um novo cemitério em áreas protegidas por legislação ambiental, a administração municipal buscou alternativas para solucionar a demanda.

O projeto de lei, na prática, não estipulava punições a quem desrespeitasse a regra inusitada. Seu objetivo, segundo declarações do prefeito na ocasião, era pressionar órgãos estaduais e federais a autorizar a construção de um novo cemitério, diante da gravidade da situação vivida pela população local.

Juristas consultados na época ressaltaram o caráter simbólico e provocativo da medida adotada em Biritiba-Mirim, classificando-a como um instrumento político para estimular o debate sobre as restrições ambientais e a gestão pública. A história tornou-se pauta de discussão nacional sobre os limites do poder legislativo municipal e a relação com normas ambientais superiores.

O episódio evidenciou os desafios enfrentados por pequenos municípios diante da necessidade de atender demandas essenciais da população sem violar legislações ambientais. A situação de Biritiba-Mirim, à época, serviu de exemplo para discussões sobre políticas públicas, burocracia e adaptações legislativas em outros municípios brasileiros.

A história da lei inusitada segue lembrada como caso emblemático de uso do processo legislativo para geração de debate. O caso de Biritiba-Mirim está incluído entre exemplos de criatividade política no enfrentamento de problemas administrativos envolvendo regras ambientais e limitações legais.

Homem baleado atira contra multidão e mata três em distribuidora no DF


Da redação

Um homem, mesmo baleado no peito e na perna, disparou contra uma multidão e matou três pessoas na madrugada deste sábado, 25, em uma distribuidora de bebidas no bairro Água Quente, região do Recanto das Emas, no Distrito Federal. O caso ocorreu após uma confusão no local, segundo informações da Polícia Militar.

De acordo com relatos, a confusão começou quando um suspeito não identificado atirou primeiro contra o homem, atingindo-o no peito e na perna. Após efetuar os disparos, o autor fugiu imediatamente sem ser reconhecido pelas testemunhas presentes na distribuidora de bebidas.

Mesmo ferido, o homem baleado conseguiu sacar um revólver e disparou várias vezes em direção à multidão. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, “esses tiros atingiram dois homens e uma mulher, todos adultos”. As circunstâncias que motivaram o desentendimento inicial ainda são apuradas pelas autoridades.

As quatro pessoas baleadas, incluindo o homem que atirou na multidão, foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Municipal Dom Luiz Fernandes, em Santo Antônio do Descoberto, já no estado de Goiás. A PM informou que dispersou a aglomeração no local por volta das 5h20 e confirmou a entrada das vítimas na unidade hospitalar.

Posteriormente, o homem que disparou contra a multidão foi transferido ao Hospital Regional de Taguatinga devido à gravidade dos ferimentos. Ainda não há informações atualizadas sobre o estado de saúde dos envolvidos no ocorrido durante a madrugada.

A investigação está sob responsabilidade da 27ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal. Conforme a Polícia Militar, o primeiro atirador, envolvido no início do episódio, “não foi localizado até o momento”. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do caso.

Lei proíbe gravação da rotina do vizinho com câmera apontada para sua casa


Da redação

O uso de câmeras de segurança por vizinhos é permitido para proteção do patrimônio, mas pode gerar problemas quando o equipamento grava a rotina de outras pessoas. Segundo a legislação vigente no Brasil, a privacidade e a intimidade são direitos fundamentais protegidos pela lei.

Quando uma câmera está instalada de forma a apontar diretamente para o interior da residência vizinha, essa prática pode ser questionada judicialmente. Especialistas afirmam que, nesses casos, é possível notificar formalmente o responsável pela filmagem ou até buscar reparação na Justiça caso se configure violação.

O Código Civil e a Constituição Federal garantem que ninguém pode ser submetido a intervenções indevidas na vida privada, autonomia familiar ou correspondência. Caso o morador se sinta lesado, a recomendação é tentar, primeiro, dialogar com o vizinho para ajustar o posicionamento da câmera.

Se a situação persistir, o morador pode acionar as autoridades competentes. Dependendo do caso, conforme apurado, a Justiça pode determinar a retirada da câmera ou estabelecer indenização por danos morais, caso entenda que houve invasão à privacidade ou abuso no uso do equipamento.

Advogados ressaltam que não há impedimento para instalar sistemas de vigilância próprios, desde que voltados exclusivamente para as áreas privativas. Segundo eles, a filmagem de áreas comuns ou de terceiros sem autorização pode ser interpretada como afronta à vida privada.

Em situações como essa, cabe à Justiça analisar cada caso individualmente, levando em conta elementos como o posicionamento da câmera e a existência de prejuízo ao direito de privacidade do vizinho afetado. Esses critérios são usados para definir eventuais sanções ao responsável pelo equipamento.

TRE nega inelegibilidade de Celina e manda apagar posts

Da redação

Decisão aponta que publicações distorceram fatos ao sugerir impedimento eleitoral da governadora

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal determinou a remoção de publicações que associavam a governadora Celina Leão à inelegibilidade, ao analisar representação apresentada pelo Partido Progressistas. A decisão foi tomada em 25 de abril, após o tribunal identificar indícios de desinformação nas postagens divulgadas em rede social.

Segundo o relator, desembargador João Egmont Leôncio Lopes, o conteúdo atribuiu à governadora uma suposta derrota judicial com impacto direto em sua elegibilidade. O magistrado destacou que o cenário jurídico atual não confirma essa interpretação, pois não há condenação criminal nem decisão que declare inelegibilidade.

A decisão aponta que Celina Leão foi absolvida pela 8ª Vara Criminal de Brasília e que o andamento posterior do caso trata apenas de uma questão processual. O julgamento mencionado nas postagens refere-se a uma decisão que transferiu a análise do recurso para outro órgão, sem examinar o mérito da ação.

O tribunal entendeu que expressões como “Celina inelegível” podem induzir o eleitor a erro ao sugerir um impedimento jurídico inexistente. Também foi considerado que o conteúdo tem potencial de influenciar a percepção pública sobre a participação da governadora nas eleições de 2026.

Com base nesses elementos, o TRE determinou a retirada das publicações em até 24 horas e proibiu a republicação de conteúdo semelhante. Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 3 mil por hora, além da possibilidade de remoção direta pela plataforma responsável.

A decisão também ressalta que a liberdade de expressão não abrange a divulgação de informações consideradas inverídicas ou fora de contexto quando há risco à integridade do processo eleitoral. O caso segue em análise, com prazo para apresentação de defesa e acompanhamento do Ministério Público Eleitoral.

Ministério do Turismo esclarece funcionamento e segurança da Ficha Digital de Hóspedes


Da redação

Hotéis, pousadas, hostels e resorts de todo o Brasil começaram a adotar, desde segunda-feira (20), a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital. O novo sistema, obrigatório, substitui os antigos formulários em papel por procedimentos digitais, buscando agilizar o check-in e atender à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Inspirada pelo modelo usado no embarque de aeroportos, a plataforma foi desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serpro. O hóspede pode preencher a ficha antes mesmo da chegada, por meio de um link ou QR Code fornecido pelo estabelecimento, inclusive usando validação via Gov.br. Caso não tenha acesso a dispositivos eletrônicos, o viajante pode fazer o registro presencialmente.

O Congresso Nacional aprovou a ferramenta, sancionada pela Presidência em 2024. A adesão dos meios de hospedagem começou em novembro de 2023, com apoio do setor hoteleiro e orientações contínuas do Ministério do Turismo. A medida representa o fim da obrigatoriedade do armazenamento físico de fichas em hotéis de todo o país.

Entre os benefícios apresentados, a digitalização do processo promete acelerar significativamente o check-in dos hóspedes, muitas vezes concluído em segundos, além de reduzir custos operacionais para os estabelecimentos, já que dispensa arquivos físicos e agiliza o envio das informações exigidas por lei.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, destaca que “todo o sistema foi construído sob o rigor da LGPD, com dados criptografados e total respeito à privacidade”. Segundo ele, a medida visa facilitar a vida do hóspede, aumentar a profissionalização e garantir padrões de segurança adequados em um cenário de crescimento do turismo.

O Ministério ressalta que a coleta de dados já era prevista pela Lei Geral do Turismo de 2008 e não inclui informações sobre gastos dos hóspedes. Os registros são criptografados e só podem ser acessados individualmente mediante ordem judicial ou policial. O sistema é gratuito para os meios de hospedagem, e o Ministério disponibiliza suporte para adaptação dos 19.231 estabelecimentos inscritos no Cadastur.

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