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“Isso aí não tem cabimento dentro da justificativa que tem sido feita”, diz General Santos Cruz sobre armamento

Da redação

Santos Cruz possui o entendimento de que o porte de arma vai além de segurança pública

Como é do conhecimento de toda a população, o presidente da república, Jair Bolsonaro, sempre deixa evidente a defesa do direito ao porte de arma. No entanto, muitas pessoas são contra a atitude e outras entendem que a forma com a qual o presidente aborda a temática, não é a mais consciente, como é o caso do posicionamento do General Santos Cruz, que participou de uma conversa com a equipe do programa Conectado ao Poder.

“Isso aí não tem cabimento dentro da justificativa que tem sido feita. O governo tem que ter um plano racional de segurança pública, executar um plano nacional de segurança pública, desenvolver a segurança pública e não estimular o cidadão a se armar achando que isso está trazendo mais segurança pública”, disse.

Embora seja necessário elaborar um plano de segurança pública, a posse de arma, para Santos Cruz, parte para o princípio da individualidade. “A aquisição de armamento é uma questão de liberdade individual e não é uma questão de segurança pública”, pontuou.

O General relatou, ainda, que viveu por cinco anos no exterior, em áreas de conflito, como Haiti e África, locais em que pessoas vivem armadas e, em razão disso, percebe que a arma, para defender a política, é um erro. “A pior deformação de todas é achar que a arma na sua mão é uma opção política, isso é um dos maiores absurdos”.

BolsoNeis

Por Sandro Gianelli

Jair Bolsonaro e Ibaneis. Reprodução da internet.

Ibaneis é um dos governadores com a maior quantidade de aliados no Governo Federal. Atualmente, dois Ministros do governo Bolsonaro são da base do governo Ibaneis. Anderson Torres, Ministro da Justiça e Segurança Pública que foi secretário de Segurança Pública do governo Ibaneis e Flávia Arruda, Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República. A boa avaliação do governo Ibaneis deve manter essas parcerias rumo a sua reeleição.

Capacitação Republicana

Por Sandro Gianelli

Reprodução da internet.

A brasiliense Dani Salomão tem percorrido o Brasil palestrando na área de Orçamento Público pelo partido Republicanos. O evento é promovido pela Fundação Republicana Brasileira. Dani é representante da Central de Atendimento aos Municípios (CAM) e tem visitado autoridades republicanas para traçar planejamento orçamentário e medidas de gestão pública. A CAM foi implementada para auxiliar questões estratégicas nos municípios em todo o território nacional.

Inclusão, Cultura e Acessibilidade

Por Sandro Gianelli

Deputado Rafael Prudente e deputado Guarda Janio. Reprodução da internet.

Os deputados distritais Guarda Janio e Rafael Prudente aprovaram uma resolução que institui o Ciclo de Inclusão Cultural e Acessibilidade, com exposição de trabalhos artísticos de pessoas com deficiência. As exposições serão realizadas anualmente na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A ideia é que as exposições ocorram pelo menos três vezes ao ano com o custeio por parte da CLDF.

Prato Cheio e Cartão Gás serão política de Estado

Projeto de Lei vai garantir continuidade dos benefícios em qualquer época. Mais de 110 mil famílias de baixa renda serão beneficiadas

Em dezembro, mais de 4 mil novas famílias foram incluídas no programa Prato Cheio, que passa a atender cerca de 40 mil famílias em todo o Distrito Federal | Foto: Paulo H. Carvalho

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um passo para aperfeiçoar a gestão do Cartão Gás e do Prato Cheio. Os programas sociais de segurança alimentar e nutricional da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) foram instituídos emergencialmente por conta da pandemia da covid-19. Mas dois projetos de lei foram enviados nesta quarta-feira (1º) para tramitação na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) com o objetivo de que ambos tenham um caráter permanente a partir de agora.

“A pasta já estudava essas alterações que serão extremamente benéficas à população, pois os programas passam a ganhar um caráter permanente, uma vez que não sabemos até quando os efeitos econômicos da pandemia vão afetar as famílias”Ana Paula Marra, secretária substituta de Desenvolvimento Social

Em relação ao Cartão Gás, lançado em de 10 de agosto deste ano, a ideia é alterar parte da Lei nº 6.938/2021. Considerando o alto custo do gás de cozinha, de acordo com o novo texto, no artigo 1º deixa de constar o trecho “de caráter emergencial”. Outra mudança ocorre no artigo 6º. A intenção é alterar o prazo de duração do programa de 18 meses para se tornar continuado.

Outra mudança foi a revogação do artigo 11 da lei anterior, que previa a vedação do recebimento cumulativo do benefício, caso houvesse a implementação de programa semelhante pelo governo federal. Dessa forma, passa a ser possível receber o benefício local, que oferta R$ 100 às famílias a cada dois meses, juntamente com o auxílio do Governo Federal.

Quanto ao Prato Cheio, lançado em maio de 2020, o objetivo é que ele seja instituído como lei, tendo assim orçamento próprio visando à manutenção do programa. O benefício é pago ao cidadão por um período de seis meses consecutivos. Para uma nova solicitação, é necessário que a pessoa agende um novo atendimento nos Cras, pelo 156 ou no site www.sedes.df.gov.br.

Pagamento

É importante lembrar que, nesta quarta-feira (1º) começou a ser depositada a parcela de R$ 250 referente ao mês de dezembro. Além disso, mais de 4 mil novas famílias foram incluídas no programa, que passa a atender cerca de 40 mil famílias em todo o Distrito Federal. Foram quase R$ 10 milhões investidos apenas no pagamento deste mês.

“A pasta já estudava há algum tempo essas alterações, que serão extremamente benéficas à população brasiliense, pois os programas passam a ganhar um caráter permanente, uma vez que não sabemos até quando os efeitos econômicos da pandemia vão afetar as famílias”, explica a secretária substituta de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

*Com informações da Sedes

Fonte: Agência Brasília

Lei garante que médicos estabeleçam prazo para que o SUS realize cirurgia reparadora em pacientes pós bariátricos e mastectomizadas

De autoria do deputado Hermeto, a Lei visa devolver a autoestima a esses pacientes através da reparação plástica, de forma mais ágil, com prazo estabelecido pelo médico

De autoria do deputado Hermeto, a Lei visa devolver a autoestima a esses pacientes através da reparação plástica, de forma mais ágil, com prazo estabelecido pelo médico

Foi sancionada nesta segunda feira (29), a Lei nº 6.983, que garante cirurgia plástica reparadora no SUS, para pacientes pós bariátricos e mastectomizadas. A Lei é de autoria do deputado Distrital Hermeto (MDB) e visa evitar os longos anos de espera na fila do SUS para a realização desses procedimentos.

A cirurgia reparadora consta na tabela de procedimentos do SUS (Sistema Único de Saúde), e de acordo com o texto sancionado, as unidades de saúde que irão realizar o procedimento serão determinadas pela Secretaria de Saúde.

De acordo com o autor do projeto, deputado Hermeto, a intenção é devolver a autoestima aos pacientes que passaram por cirurgias muito invasivas e que trazem consequências posteriores, sem que elas precisem passar por anos de espera.

“PASSAR POR UMA MASTECTOMIA OU UMA CIRURGIA BARIÁTRICA É UM ATO DE CORAGEM E AMOR À VIDA, NOSSA INTENÇÃO É GARANTIR QUE ESTES PACIENTES SE SINTAM BEM FÍSICA E PSICOLOGICAMENTE”, AFIRMOU HERMETO.

Em quais situações será possível fazer Cirurgia reparadora pelo SUS?

Pós Cirurgia Bariátrica

No procedimento de cirurgia bariátrica ocorre uma grande perda de peso que traz consigo um excesso de flacidez e pele principalmente no abdômen e mama. Muitas vezes a mama tem tamanha flacidez que chega a tocar o meio do abdômen, assim como o abdômen pode tampar as partes genitais dificultando as necessidades fisiológicas e higiene. Associado a isso esse excesso de pele pode acarretar em feridas e necessidade de uso antibióticos com frequência.

Milena Rocha, de 27 anos passou pelo procedimento há dois anos e perdeu 98 quilos, e relata que apesar da felicidade de estar bem mais leve, carregar o peso do excesso de peso é algo traumático:

“Fazer a cirurgia bariátrica era um sonho, que foi realizado! Mas com a perda dos 98 quilos, fiquei com muito excesso de pele, nos braços, barriga e abdômen. Isso me faz sentir muito constrangida, não tenho coragem de ir a praia ou clubes, ou usar qualquer roupa mais justa no corpo. Ter a oportunidade de fazer a cirurgia reparadora, com certeza, iria mudar muito a minha autoestima”, relatou Milena.

Pós mastectomia

A mastectomia é normalmente utilizada para tratamento do câncer de mama. Pode ser total, ou seja, retirada de toda a mama, ou parcial quando uma parte da mama é retirada. Em ambos os casos se faz necessária a reparação plástica pós cirúrgica, para reestabelecimento da saúde física e mental do paciente, evitando complicações graves como feridas infectadas, depressão e suicídio.

Mara Lúcia, de 56 anos, passou pelo procedimento de mastectomia há 3 anos, onde foi preciso fazer a retirada total da mama esquerda, e relata as inseguranças que a cirurgia a trouxe:

“Sempre fui uma mulher muito vaidosa, quando passei pela quimioterapia que me salvou a vida, me descobri uma mulher muito forte também, o processo não é fácil. Venci o câncer de mama, mas a marca que ficou no meu peito me deixa muito triste. Não consigo me olhar no espelho o que me causa muitos transtornos. Espero ter a chance de receber essa cirurgia reparadora e me sentir linda novamente” Afirmou Mara.   

Pós Cirurgia Bariátrica

No procedimento de cirurgia bariátrica ocorre uma grande perda de peso que traz consigo um excesso de flacidez e pele principalmente no abdômen e mama. Muitas vezes a mama tem tamanha flacidez que chega a tocar o meio do abdômen, assim como o abdômen pode tampar as partes genitais dificultando as necessidades fisiológicas e higiene. Associado a isso esse excesso de pele pode acarretar em feridas e necessidade de uso antibióticos com frequência.

Milena Rocha, de 27 anos passou pelo procedimento há dois anos e perdeu 98 quilos, e relata que apesar da felicidade de estar bem mais leve, carregar o peso do excesso de peso é algo traumático:

“FAZER A CIRURGIA BARIÁTRICA ERA UM SONHO, QUE FOI REALIZADO! MAS COM A PERDA DOS 98 QUILOS, FIQUEI COM MUITO EXCESSO DE PELE, NOS BRAÇOS, BARRIGA E ABDÔMEN. ISSO ME FAZ SENTIR MUITO CONSTRANGIDA, NÃO TENHO CORAGEM DE IR A PRAIA OU CLUBES, OU USAR QUALQUER ROUPA MAIS JUSTA NO CORPO. TER A OPORTUNIDADE DE FAZER A CIRURGIA REPARADORA, COM CERTEZA, IRIA MUDAR MUITO A MINHA AUTOESTIMA”, RELATOU MILENA.

Pós mastectomia

A mastectomia é normalmente utilizada para tratamento do câncer de mama. Pode ser total, ou seja, retirada de toda a mama, ou parcial quando uma parte da mama é retirada. Em ambos os casos se faz necessária a reparação plástica pós cirúrgica, para reestabelecimento da saúde física e mental do paciente, evitando complicações graves como feridas infectadas, depressão e suicídio.

Mara Lúcia, de 56 anos, passou pelo procedimento de mastectomia há 3 anos, onde foi preciso fazer a retirada total da mama esquerda, e relata as inseguranças que a cirurgia a trouxe:

“SEMPRE FUI UMA MULHER MUITO VAIDOSA, QUANDO PASSEI PELA QUIMIOTERAPIA QUE ME SALVOU A VIDA, ME DESCOBRI UMA MULHER MUITO FORTE TAMBÉM, O PROCESSO NÃO É FÁCIL. VENCI O CÂNCER DE MAMA, MAS A MARCA QUE FICOU NO MEU PEITO ME DEIXA MUITO TRISTE. NÃO CONSIGO ME OLHAR NO ESPELHO O QUE ME CAUSA MUITOS TRANSTORNOS. ESPERO TER A CHANCE DE RECEBER ESSA CIRURGIA REPARADORA E ME SENTIR LINDA NOVAMENTE” AFIRMOU MARA.   

Fonte: Site do Deputado Hermeto

Desemprego em Goiás recua e taxa de desaceleração é 2,6% superior ao índice nacional, diz IBGE

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística contabiliza que número de pessoas ocupadas em território goiano fechou em 3,36 milhões durante meses de julho, agosto e setembro deste ano. Goiás apresenta a sétima menor taxa de desocupação na comparação com as outras 26 unidades da federação. Setores de serviços, administração pública e indústria puxam oferta de empregos. “Isso mostra como a retomada tem sido eficiente no Estado. Nossa responsabilidade com educação e profissionalização avança para gerar riqueza e dignidade”, afirma governador Ronaldo Caiado

O governador Ronaldo Caiado em visita a indústrias goianas, setor que foi um dos responsáveis pela queda na taxa de desemprego, com mais de 427 mil postos de trabalho | Fotos: Secom

O desemprego em Goiás caiu de 13,5% para 10% nos meses de julho, agosto e setembro de 2021, quando comparado ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A desaceleração do desemprego goiano foi 2,6% superior a queda nacional, que fechou em 12,6%. Com isso, o Estado apresenta a sétima menor taxa de desocupação na comparação com os outros 26 estados brasileiros, acompanhado pelo Espírito Santo, que também teve 10% de desemprego no trimestre.

“Isso mostra como a retomada tem sido eficiente em Goiás. Nossa responsabilidade com a educação e a profissionalização avança para gerar riqueza e dignidade”, afirma o governador Ronaldo Caiado.

O número de pessoas ocupadas em território goiano fechou em 3,36 milhões no trimestre. Enquanto a população desempregada ficou em 375 mil. Dentre os setores que mais cooperaram para a empregabilidade dos três meses, estão o comércio que emprega 667 mil pessoas; seguido da administração pública (560 mil); e a indústria, com 427 mil contratados.

Já a média da renda por habitante em Goiás fechou em R$ 2.363,00 o que representa que a massa de remuneração total goiana é de R$ 7,88 bilhões. Na comparação com o último indicador, o montante teve alta de R$ 185 milhões.

O titular da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Joel Sant’Anna disse que o trabalho do Governo de Goiás é para gerar emprego e renda e os números divulgados pelo IBGE mostram que o trabalho do Estado está dando certo.

“Trabalhamos dia após dia para devolver Goiás aos goianos. Acreditamos que preparando um ambiente favorável para os negócios e qualificando a mão de obra, iremos gerar empregos e renda através da atração de novos investimentos”.

Joel lembrou que este final de semana é de notícias boas. Destacou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontou saldo positivo de mais de 107 mil trabalhadores com Carteira de Trabalho assinada em Goiás no período entre janeiro e outubro.

Fonte: Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) – Governo de Goiás

O valor do compliance para o deputado federal Luis Miranda

Da redação

Miranda analisou a equipe do Ministério da Saúde, sobretudo em uma pandemia

A palavra compliance tem sido cada vez mais utilizada em empresas públicas e privadas. Acontece que muitos não sabem a tradução literal e acabam ficando confusos. A expressão vem do verbo “to comply”, que significa estar em conformidade com ordens, regras ou pedidos. É um mecanismo que se torna viável para a prevenção do desvio de condutas éticas.

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) foi entrevistado pela equipe do programa Conectado ao Poder, da Rádio Metrópoles, momento no qual reforçou a importância do compliance dentro de toda e qualquer organização, a partir de sua fala sobre a equipe do Ministério da Saúde, que seria algo desorganizado.

“Imagina uma equipe onde os caras tinham um papeleiro, sabe o que é papeleiro?  O cara que só tem o gogó e um pedaço de papel, negociando bilhões, vacinas e travando agenda de ministro, agenda de secretário executivo”, disse.

Essa zona formada, leva ao entendimento da falta de seguir em conformidade com regras, que, para Miranda, é algo essencial. “Isso é uma falta de compliance. Quando eu ganhei as eleições, eu falei assim: o governo precisa ter compliance, o que é isso? Alguém vai sentar com você, puxa o cara todo, quem é, quais são as intenções, se tem competência para estar tratando do assunto. Você imagina no meio de uma pandemia dessa não tem compliance e postura profissional”, pontuou.

A trajetória de Plácido Cunha até sua chegada na presidência da Câmara Municipal de Valparaíso de Goiás

Da redação

Na Câmara dos Deputados foi motorista, assessor e chefe de gabinete

É fato que na Câmara dos Deputados o que ocorre é política, mas existem muitas boas histórias nos bastidores, como é o caso do relato do Presidente da Câmara Municipal de Valparaíso de Goiás, Plácido Cunha, que teve sua trajetória iniciada na casa e bateu um papo sobre sua caminhada com a equipe do programa Conectado ao Poder, da Rádio Metrópoles.

Tudo começou na Câmara, mas não se engane, pois não foi como deputado, mas sim em um outro cargo, para ter a oportunidade de estar no ambiente, como relatou Plácido. “Eu cheguei na câmara e fui motorista de uma deputada porque eu queria aquela oportunidade de entrar”.

A situação fez com que Plácido aprendesse sobre processo legislativo e, com isso, os degraus foram só crescendo. “Virei assessor e cheguei à chefia de gabinete que, para mim, foi uma honra trabalhar”, pontuou.

No ano de 2008 novos rumos surgiram, com sua chegada como vereador, mas a sua relação com a Câmara continuou. “Eu me elegi vereador em 2008 e continuei na câmara, eu conciliei o mandato de vereador com o expediente na câmara, que na época era possível”.

No entanto, não havia mais tempo para conciliar as duas funções, fazendo com que ocorresse sua saída da Câmara, mas para voos mais altos. “Depois fui ser secretário municipal em Valparaíso, eu tive uma legislatura em Valparaíso de 2009/2012, depois virei secretário da ex prefeita Lucimar. Na legislatura passada eu fui secretário de governo do Pábio Mossoró, durante toda a gestão, e nessa estou como vereador e virei presidente da câmara”, contou.

Megapista de Patinação é a nova atração da Torre 360 BRB

Da redação

Momento pode ser desfrutado até fevereiro

Dezembro chegou e com este mês são diversas as confraternizações de final de ano, especialmente em razão de uma data muito simbólica que junta toda a família: o Natal. A data nos remete aos bons pratos, mas se olharmos para o exterior, lembramos de frio, com gelo e neve, com construção de vários bonecos de neve.

Pensando em trazer uma atração legal para o final do ano, com clima natalino, o projeto Torre 360 BRB montou uma Megapista de Patinação, na base da Torre de TV, com classificação livre, que pode comportar, simultaneamente, até 80 pessoas, para que um grande momento de lazer seja desfrutado.

A inauguração ocorre nesta sexta-feira (3) e os clientes BRB, Seguros BRB e Financeira BRB possuem benefícios de 30 minutos extras ao comprar 30 minutos ou 1 hora de patinação. A atração vai perdurar até o dia 27 de fevereiro, funcionando de segunda a sexta, de 14h às 22h e aos sábados, domingos e feriados, de 10h às 22h.

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