A partir da regulamentação, cada escola e cada regional de ensino terá acesso a um cartão emitido pelo BRB para administrar os recursos recebidos do Pdaf
Criado em 2012, o Pdaf repassa dinheiro do orçamento do GDF diretamente para as escolas públicas. Com ele, podem ser pagos conserto de banheiros, cobertura de quadras de esportes, pintura das instalações, ou adquirir bens e equipamentos que se incorporem às atividades pedagógicas das escolas, como aparelhos audiovisuais ou de som, computadores, impressoras.
A partir da regulamentação, cada escola e cada regional de ensino terá acesso a um cartão emitido pelo BRB para administrar os recursos recebidos do Pdaf .
A grande mudança é que todas as despesas feitas com o cartão serão registradas automaticamente numa plataforma eletrônica. Todos os fornecedores já estarão previamente cadastrados nessa plataforma, que oferecerá possibilidade de controle dos gastos em tempo real.
A prioridade no cadastramento de fornecedores será dos pequenos e microempresários e empresas de pequeno porte do Distrito Federal.
Por outro lado, os gestores das escolas e das coordenações regionais de ensino não precisarão mais emitir cheques, o que aumenta a segurança do sistema.
Mapeamento dos investimentos
Administrador do cartão, o BRB também desenvolverá um aplicativo dedicado à novidade. Haverá um portal de transparência do Pdaf — para a população consultar todos os gastos por unidade de ensino e coordenação regional.
“Além de ser mais uma ferramenta de controle e fiscalização, também incentiva a participação da sociedade na cobrança das destinações dos recursos”, diz a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.
Unidade já realizou, ao longo de sua existência, mais de 5 milhões de atendimentos
HCB é referência no atendimento a especialidades pediátricas em média e alta complexidade – Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF
O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) vai completar, nesta terça-feira (23), 10 anos de serviços prestados à população do Distrito Federal. A unidade, que é referência em média e alta complexidade no tratamento de crianças e adolescentes, dos 29 dias de vida aos 18 anos, atingiu no final do mês de outubro a marca de 5.129.367 atendimentos de especialidades pediátricas.
Em números, o hospital fez 3 milhões e 157 mil exames laboratoriais e 713 mil consultas. Também foram realizadas mais de 271 mil diárias (175.919 internações e 95.806 hospital-dia), 62 mil sessões de quimioterapia, 76 mil raios X, 37 mil tomografias, dentre outros.
O HCB atingiu ótimos desempenhos em relação à satisfação do usuário, clima organizacional, apoio da comunidade de Brasília e em avaliações de órgãos de controle e de acreditação da gestão, e acumula certificações e reconhecimentos, isso porque tem uma gestão profissional comprometida com a transparência e atenção de forma integral centrada no paciente.
O hospital possui o selo de “Acreditado com Excelência”, conferido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que reconhece a segurança, qualidade da gestão e melhoria contínua da cultura organizacional. Além disso, também recebeu o prêmio Quality Brasil 2021, referente à gestão de negócios, o comprometimento com o modelo latino-americano de excelência e o compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável instituídos pela Organização das Nações Unidas (ONU).
O trabalho do HCB já foi reconhecido pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, quem afirmou que “este Hospital poderia facilmente servir de modelo para outros países, um modelo para o mundo”.
Retrospectiva
Para celebrar o seu décimo ano de existência, o Hospital da Criança de Brasília promoveu uma série de ações ao longo de 2021.
Em janeiro, houve a inauguração de mais uma área de atendimento ambulatorial, com 18 consultórios e um novo ginásio de reabilitação. Em fevereiro, o HCB começou a usar um neuronavegador híbrido, que traz mais segurança para cirurgias cerebrais. Em março, o Hospital doou mais de seis toneladas de alimentos não perecíveis a instituições do DF que apoiam famílias mais vulneráveis na pandemia do coronavírus.
Em junho, o HCB inaugurou a exposição “Emoções”, com fotos de pacientes atendidos desde 2011. Em agosto, foi realizada cerimônia de homenagem aos mais de 300 voluntários da Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace) que atuam no Hospital.
Em outubro, a Abrace recebeu R$ 9,5 milhões do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA) para comprar um aparelho de ressonância magnética. O equipamento será doado ao HCB e a expectativa é de que esteja disponível em outubro de 2022.
História do HCB
O Hospital da Criança de Brasília foi idealizado a partir da experiência de pais cujos filhos foram diagnosticados com câncer e da equipe de profissionais da pediatria do Hospital de Base do DF. Eles criaram a Abrace, que mobilizou a sociedade civil para erguer um centro especializado, com recursos plenos e gerenciamento eficiente para o tratamento integrado e multiprofissional da criança e do adolescente.
Desde a sua inauguração, o HCB é administrado por meio de parceria entre a Secretaria de Saúde e o Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), associação de direito privado sem fins econômicos ou lucrativos criada em 2009 pela Abrace com o objetivo de promover assistência à saúde, mediante a prestação de serviços hospitalares e ambulatoriais, com ênfase também no ensino e na pesquisa em saúde.
Implantado totalmente, com 30.892 m² de área construída, incluídas edificações de apoio, o Hospital tem 60 consultórios e 202 leitos de internação — dos quais, 38 são leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) pediátrica —, um centro cirúrgico com cinco salas cirúrgicas de médio e grande porte, bem como hemodiálise, hemoterapia, quimioterapia e serviço de imagem, área de ensino e pesquisa, entre outros serviços.
As crianças e adolescentes atendidas no HCB são encaminhadas por meio da Central de Regulação da Secretaria de Saúde e acompanhadas, de forma multiprofissional, por equipes de 13 especialidades diferentes.
Comemoração
O aniversário será comemorado com momento ecumênico, às 9h30, e concerto da Orquestra Sinfônica Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS), sob regência do maestro titular da OSTNCS, Claudio Cohen, às 10h, no próprio Hospital.
Confira a programação:
Culto ecumênico Data: 23/11/2021 (terça-feira) Horário: 9h30 Local: Hall central do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (AENW 3, Lote A – Setor Noroeste)
Concerto da Orquestra Sinfônica Teatro Nacional Cláudio Santoro Data: 23/11/2021 (terça-feira) Horário: 10h Local: Hall central do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (AENW 3, Lote A – Setor Noroeste)
Por ter sido convocado, o ministro é obrigado a comparecer
Guedes afirma que declarou todos os seus bens à Receita antes de tomar posse
As comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados ouvem nesta terça-feira (23) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele terá que explicar suas movimentações financeiras no exterior através de offshore em paraíso fiscal. Offshores são empreendimentos ou contas bancárias abertas fora do país de origem do proprietário.
A notícia sobre a offshore de Paulo Guedes foi publicada pelos sites da revista Piauí e Poder360, que integram o consórcio internacional de jornalistas investigativos que teve acesso a milhões de documentos sobre offshores em paraísos fiscais (Pandora Papers). O vazamento também apontou empresa no exterior em nome do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
“É possível, em tese, que ele tenha feito investimentos que se provaram rentáveis devido às informações que ele naturalmente possui enquanto ministro de Estado ou, pior, que possa ter influído a política fiscal, monetária, creditícia ou cambial do País para tornar seus investimentos rentáveis”, argumentou Kataguiri ao defender a convocação do ministro.
“Não está claro qual foi a atividade de sua offshore, nem como está sendo gerida desde sua nomeação no ministério”, reforçou Paulo Ramos ao pedir a convocação de Guedes para esclarecer suposto “conflito de interesses”.
Elias Vaz ressaltou a Comissão de Ética Pública tem sido criticada por ser “leniente com comportamentos antiéticos por parte da cúpula do governo”. “Ao nosso ver, é muito grave que um ministro use as vantagens do cargo, onde obtém informações privilegiadas, para lucrar milhões com uma empresa no Caribe”, disse.
Já Leo de Brito destacou que Paulo Guedes faz parte do Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão responsável por emitir resoluções sobre temas relacionados a ativos mantidos no exterior, e tem acesso a informações sensíveis relacionadas a flutuações nas taxas de câmbio e variação nas taxas de juros. “Guedes atuou na decisão que alterou as regras para donos de offshores, quando se elevou o limite do valor depositado no exterior que precisa declarado”, informou.
Em nota, o Ministério da Economia afirmou que a participação de Guedes na empresa offshore foi declarada à Receita Federal.
A audiência com Paulo Guedes será realizada no plenário 12 a partir das 9h30.
Os governadores João Doria (PSDB-SP) e Eduardo Leite (PSDB-RS), pré-candidatos à presidência, em encontro no Palácio do Piratini, em Porto Alegre | Imagem: Luís Blanco / Equipe JD
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), acusou ontem o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de comprar votos nas prévias do PSDB, que decidirão o candidato da sigla à presidência da República. Leite não apresentou provas após a acusação.
“Não há nenhuma denúncia de tentativa de compra de votos do nosso lado, nenhuma denúncia de pressão política, nenhuma denúncia de que tenhamos exonerado pessoas por não nos apoiar. Do outro lado, nós vemos isso, denúncia de compra de votos, pressões indevidas, suspensão de filiações e demissão de pessoas”, afirmou Leite ontem.
O governador do Rio Grande do Sul acrescenta que seu “adversário”, o governador João Doria, “fala até em expurgar pessoas do partido, é um tipo de conduta que busca comandar aquilo que interessa para ele. Os que não estiverem alinhados que saíam da frente do caminho”.
Procurado pelo UOL, o coordenador de campanha de Doria nas prévias, Wilson Pedroso, afirmou que “as infundadas acusações da campanha de Eduardo Leite demonstram o desespero de quem prevê a derrota”.
O ex-prefeito de Manaus (AM), Arthur Virgílio, também disputa as prévias do PSDB. Segundo o partido, a votação para escolha do candidato será encerrada até domingo após adiamento por uma falha no aplicativo.
Ao todo, 44,7 mil pessoas se cadastraram para votar nas prévias do PSDB, mas, segundo apuração do UOL, apenas 8% conseguiram concluir o processo. Entre os que não votaram está o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Um dos problemas relatados foi o erro no uso do reconhecimento facial.
Marca é alcançada na primeira semana de novembro, com investimentos de R$ 342,6 milhões. Obras geridas pela Goinfra englobam, ainda, sinalização de quase 3,8 mil quilômetros, com recursos da ordem de R$ 41 milhões. Todos os recursos são do Tesouro Estadual
“Não é asfalto de R$ 1,99, meia-boca, que uma chuva acaba, não. É pavimento bem estruturado, sinalizado e feito para durar”, destaca governador Ronaldo Caiado
O Governo de Goiás reconstruiu 1.860 quilômetros de rodovias em apenas 10 meses, com investimento de R$ 342,6 milhões, e implantou sinalização vertical e horizontal em outros quase 3,8 mil quilômetros de vias, com aplicação de R$ 41 milhões. Todos os recursos são do Tesouro Estadual que geram obras sob a gestão da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes.
“Na Goinfra, o dinheiro é para fazer asfalto, estrutura básica que significa dignidade, trafegabilidade, segurança e mais desenvolvimento”, afirma governador Ronaldo Caiado, que exige padrão de excelência. “Não é asfalto de R$ 1,99, meia-boca, que uma chuva acaba, não. É pavimento bem estruturado, sinalizado e feito para durar”, pontua.
Com o programa Goiás em Movimento, em agosto, o governo estadual já havia batido um recorde na área de manutenção, com mil quilômetros de vias revitalizadas. Agora, quase dobrou esse número. “Executamos o maior programa de reconstrução de rodovias do Estado e da história desta Goinfra. Isso não sou eu quem fala, são os dados disponíveis no Portal da Transparência e para o Tribunal de Contas do Estado”, explica o presidente da Goinfra, Pedro Sales. Ele conta que o valor investido pela manutenção somente na recuperação de rodovias pavimentadas deve ultrapassar os R$ 440 milhões em 2021.
Apenas neste segundo semestre, o governo já concluiu mais de 800 quilômetros em dezenas de obras de reconstrução rodoviária. Foram executadas intervenções em várias regiões, com destaque para o Vale do Araguaia, Entorno do Distrito Federal e Centro goiano. E, apesar do início das chuvas no Estado, as frentes de serviço não pararam. Os trabalhos seguem em ritmo acelerado para entregar o máximo de malha viária revitalizada até o final do ano.
Neste último trimestre, o Governo de Goiás entregou obras estruturantes, como os dois trechos da GO-164, no Vale do Araguaia, entre São Miguel do Araguaia e Mundo Novo (15 quilômetros) e o trajeto de Mozarlândia a Nova Crixás (34,5 quilômetros). São duas rotas fundamentais para o escoamento da produção rural e para o turismo, pois levam ao Rio Araguaia.
Antes, a Goinfra já havia concluído outros trajetos turísticos, como a GO-338, de Pirenópolis a Posse D’Abadia; a GO-213, do trevo de Caldas Novas ao trevo de Rio Quente; a GO-507, que leva da GO-213 até Rio Quente; e a GO-510, desde o entroncamento com a GO-507 até Cabanas do Rio Quente.
Há obras extensas, como a reconstrução dos 85 quilômetros da GO-139, de Vianópolis ao entroncamento com a GO-217, e os 44 quilômetros da GO-330, de Vianópolis a Orizona. “Eliminamos pontos críticos e gargalos produtivos, chegamos a regiões que estavam excluídas, pessoas que estavam esquecidas”, ressalta o presidente Pedro Sales sobre as obras executadas.
Sales cita a experiência com vistorias a frentes de serviços em municípios como Mara Rosa, Amaralina e Bonópolis, no Norte goiano. “É muito bonito ver o Estado chegar a esses lugares, e presenciar o entusiasmo dessas pessoas, muitos falam que nunca viram, em gestões passadas, uma máquina do governo chegar até ali.”
O Entorno do Distrito Federal, que já havia sido bastante beneficiado no primeiro semestre, recebeu mais obras, a maioria no perímetro urbano nos municípios de Luziânia, Mimoso, Formosa, Água Fria de Goiás e Padre Bernardo. “Antes havia muito buraco e era difícil para as pessoas irem trabalhar. Agora ficou excelente”, destaca a professora Karine Pereira sobre a obra na GO-547. “Isso mostra o compromisso com o crescimento do nosso Estado”, avalia José Antônio, outro residente do Entorno.
O Governo de Goiás ainda promoveu a reconstrução de rodovias no Centro e Norte goianos, como a GO-230, entre Itapuranga ao entroncamento com a GO-164 (38 quilômetros); a GO-480, entre Santa Isabel e Rialma (5 quilômetros); a GO-460, de São Patrício até a GO-334 (3 quilômetros) e a GO-241, de Estrela do Norte a Mutunópolis (10 quilômetros).
Estradas em leito natural Estado também executa obras fundamentais para manter a trafegabilidade e segurança nas estradas não-pavimentadas do Estado, que representam cerca de 9 mil quilômetros do total de 21 mil quilômetros de extensão da malha rodoviária estadual. Dentro do eixo Manutenção do programa Goiás em Movimento, a Goinfra realizou, de janeiro ao final de outubro, serviços de melhoria viária em 2.200 quilômetros em vias de leito natural, com investimento de R$ 109 milhões.
Entre as rodovias contempladas estão a GO-156, do distrito de Auriverde a Crixás, e a GO-338, de Hidrolina ao distrito de Luzelândia, ambas no Norte goiano. Na Região Metropolitana de Goiânia, teve canteiro de obras na GO-219, entre Hidrolândia e o distrito de Nova Fátima. No Nordeste, destaque para serviços executados em trecho de 24 quilômetros da GO-116, próximo a Flores de Goiás; e na GO-236, do entroncamento com a BR-020 a Flores de Goiás.
Nas vias não pavimentadas, a Goinfra executa serviços como revestimento primário (cascalhamento), levantamento de greide e terraplanagem, que asseguram a trafegabilidade de veículos e caminhões. O trabalho facilita o escoamento da diversificada produção do setor agropecuário pelo interior do Estado, além do acesso a povoados e distritos. Também nessas estradas, a agência promove a construção de pontes de concreto armado em substituição a antigas passagens de madeiras.
Dentro do Eixo Pontes, a previsão da Diretoria de Manutenção é entregar 80 pontes de concreto, de 5 até 38 metros de extensão, até dezembro deste ano, a grande maioria nas rodovias não pavimentadas. A meta final é que esse número, em 2022, salte para 180 pontes inauguradas pelo Governo de Goiás por todo o Estado, incluindo as estruturas com extensões maiores, que são construídas pela Diretoria de Obras Rodoviárias. Neste início de novembro, já são quase 50 pontes finalizadas, algumas aguardando apenas a execução do encabeçamento para a liberação ao tráfego de veículos.
“Quase todas as pontes que estamos construindo atendem a reivindicações históricas da população goiana. São respostas a esperas de décadas”, calcula o presidente Pedro Sales. Um exemplo é a estrutura sobre o Rio Formiga, na GO-573, entre Mara Rosa e o entroncamento com a GO-239, nas proximidades do município de Amaralina, no Norte goiano. “A passagem muito antiga e danificada, que representava risco de acidentes aos usuários, foi substituída por uma ponte de 38 metros de extensão e 10 metros de largura, que, mais do que uma obra em concreto armado, é um grande reforço ao tráfego do transporte escolar e ao escoamento da produção agropecuária local”, pontua.
Em São João D’Aliança, o governo ergueu uma ponte de 30 metros de extensão sobre o Rio Ribeirão, como mais uma demonstração de confiança no crescimento de uma região historicamente negligenciada pelo poder público. “Construímos novos horizontes para o Nordeste de Goiás. Principalmente para as cidades que, por muitos anos, foram esquecidas pelo governo, mas, hoje, veem o desenvolvimento chegar por meio das nossas obras”, conclui Pedro Sales.
Revista Veja
Matéria: Ministro Sérgio Moro concede entrevista a imprensa,depois de cerimônia de assinatura de pacoite de leis Anticrime.
Personagem: Sérgio Moro, ministro da Defesa
Foto: Cristiano Mariz
Data: 19/02/2019
Local: Palácio do Planalto - Brasília - DF
Da redação
Na ocasião, Moro relembrou sua atuação na Lava Jato
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que é agora pré-candidato à presidência da República, visto como uma terceira via, pelo partido Podemos, se reuniu, no último sábado (20), com Danilo Gentili, por meio do Movimento Brasil Livre (MBL), no 6º Congresso Nacional, para uma entrevista em que falou de seus anseios para chegar à presidência.
Na conversa, em um primeiro momento, Moro diz que não há arrependimentos em ter feito parte do governo de Jair Bolsonaro, relembrando sua caminhada como juiz da Lava Jato. “Eu não me arrependo. Eu fui juiz da Lava Jato, foi um caso muito difícil, muito desgaste, nós rompemos com a impunidade da grande corrupção e as coisas mudaram. Em 2018, nós tínhamos um momento de muita expectativa, o presidente eleito era uma pessoa controvertida, mas havia muita gente que achava que poderia dar certo, então havia uma chance das coisas darem certo”, disse.
No entanto, com uma gestão turbulenta, Moro optou por sair do governo e recebeu críticas. Na entrevista com Gentili, o ex-ministro relembrou do episódio. “Quando eu saí, sofri muitos ataques, a gente sabe muito bem que quem contraria o governo sofre ataques iguais ao que sofria no governo do PT”, pontuou.
Diante dessas decisões, a mais recente, como citada anteriormente, foi lançar a pré-candidatura junto ao Podemos. Embora o veredito seja apoiado por muitos brasileiros, o encontro de Moro com o MBL não pegou bem, até mesmo na visão de incentivadores, que comentaram negativamente sobre o encontro. “Gosto de Moro, mas se misturar com MBL não da!”, “MBL? Fim de carreira!”, “Fica longe do MBL”, “Já começou enterrando a candidatura”, falaram seguidores de Sérgio Moro, em comentário nas redes.
Leão começou como voluntário em um núcleo de mídia
O programa Conectado ao Poder, da Rádio Metrópoles, recebeu Jonathan Leão, gestor de tráfego e CEO da Agência Next Level, para entender sua trajetória. Em suas redes sociais, Leão possui uma definição como uma pessoa que foi do “tráfico ao tráfego”, isso em razão de, muito jovem, ter se envolvido com drogas e ser “o desgosto da mãe”, como ele mesmo disse, mas o tempo, mesmo com a depressão no meio do caminho, o ajudou a sair desse mundo, fazendo dele um grande trabalhador da área de anúncios na internet.
Aos 20 anos, Jonathan começou a frequentar a igreja e conheceu pessoas que tocaram em seu coração, fazendo com que a vontade de ter perspectiva na vida crescesse e, assim, o desejo por trabalhar com a internet chegou.
“Eu comecei a trabalhar de graça em um núcleo de mídia, para começar a aprender a editar vídeo. Quando eu estava trabalhando de voluntário, eu conheci um amigo que estava começando a fazer esse trabalho de internet e eu mostrei interesse, pedindo pra trabalhar com ele, e aí um dia eu fui em uma reunião que ele estava participando, enquadrei ele na saída e disse que ele tinha que me dar oportunidade de trabalhar com ele”, disse.
No momento, o gestor de tráfego assumiu que não sabia fazer nada, mas a busca pela evolução era direta, mesmo sendo o faz tudo na oportunidade recebida. “Eu comprei um curso de edição de vídeo e comecei a estudar. Em uma semana eu mandei vídeos editados pro cara que eu era fã e ele achou genial, mas ali eu era o Severino, fazia tudo, editava vídeo, montava cenário, viajava pra montar as coisas com eles”, relatou.
A partir daí, a vida só decolou. O encontro com Pedro Sobral, um dos grandes gestores de tráfego, em um evento, ocorreu. “Eu comecei a perseguir ele no evento, pra onde ele ia, eu ficava atrás dele, escutando as conversas dele. No meio do evento, eu comprei uma caixa de café importado, dei pra ele de presente, dizendo que eu seria o melhor aluno dele”, contou.
Jonathan Leão entende que a ação foi para que o compromisso fosse com ele mesmo, para que o melhor ocorresse. Na pressão, após realizar o curso com Sobral, em um prazo de 30 dias, era preciso que o seu primeiro lançamento fosse entregue, o que deu certo e, como consequência, surgiu sua agência, que leva anúncios para as pessoas, na hora certa, em vigência há 3 anos e meio.
O Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal está sem rumo. Internamente o partido não se entende em relação às eleições de 2022. De um lado um grupo quer que Geraldo Magela seja candidato ao Governo do Distrito Federal, de outro lado existe a defesa da diretora do Sinpro-DF Rosilene Corrêa, não duvidem se outros nomes aparecerem. O PT no DF vive no passado. Magela concorreu ao GDF em 2002, quando foi derrotado por Joaquim Roriz. Sem quadros novos, o partido tenta emplacar antigas lideranças. Partidos de esquerda estão com o pé atrás com os petistas. Entendem que eles não possuem o peso que já tiveram, mas querem sentar na mesa com o mesmo brilho.
Quem se lembra do ex-deputado distrital Pedro do Ovo? Ele assumiu o mandato de suplente durante o governo Arruda e representava o Gama na Câmara Legislativa. Pedro do Ovo não descarta uma candidatura nas eleições de 2022.
O advogado Luiz Felipe Belmonte foi um dos principais investidores na criação do Aliança pelo Brasil, partido vendido aos quatro cantos do país como sendo o partido do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido). O partido não vingou e a aliança de momento, não deve seguir em 2022. Belmontes (Luís Felipe e Paula Belmonte) e Bolsonaristas devem caminhar em rumos opostos. Possibilidade de parceria existe, mas é mínima.
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