Sérgio Moro compara ataques de Bolsonaristas aos de Petistas

Da redação

Na ocasião, Moro relembrou sua atuação na Lava Jato

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que é agora pré-candidato à presidência da República, visto como uma terceira via, pelo partido Podemos, se reuniu, no último sábado (20), com Danilo Gentili, por meio do Movimento Brasil Livre (MBL), no 6º Congresso Nacional, para uma entrevista em que falou de seus anseios para chegar à presidência. 

Na conversa, em um primeiro momento, Moro diz que não há arrependimentos em ter feito parte do governo de Jair Bolsonaro, relembrando sua caminhada como juiz da Lava Jato. “Eu não me arrependo. Eu fui juiz da Lava Jato, foi um caso muito difícil, muito desgaste, nós rompemos com a impunidade da grande corrupção e as coisas mudaram. Em 2018, nós tínhamos um momento de muita expectativa, o presidente eleito era uma pessoa controvertida, mas havia muita gente que achava que poderia dar certo, então havia uma chance das coisas darem certo”, disse.

No entanto, com uma gestão turbulenta, Moro optou por sair do governo e recebeu críticas. Na entrevista com Gentili, o ex-ministro relembrou do episódio. “Quando eu saí, sofri muitos ataques, a gente sabe muito bem que quem contraria o governo sofre ataques iguais ao que sofria no governo do PT”, pontuou.

Diante dessas decisões, a mais recente, como citada anteriormente, foi lançar a pré-candidatura junto ao Podemos. Embora o veredito seja apoiado por muitos brasileiros, o encontro de Moro com o MBL não pegou bem, até mesmo na visão de incentivadores, que comentaram negativamente sobre o encontro. “Gosto de Moro, mas se misturar com MBL não da!”, “MBL? Fim de carreira!”, “Fica longe do MBL”, “Já começou enterrando a candidatura”, falaram seguidores de Sérgio Moro, em comentário nas redes.

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