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Chefe da FromSoftware fala sobre remake de Bloodborne; confira

Existem tantas estrelas no céu quanto rumores sobre um remake/remaster de Bloodborne — ou até mesmo um potencial lançamento em outras plataformas, como Xbox e PC. O fato é que há uma grande demanda para que isso aconteça, mas a decisão parece estar nas mãos da FromSoftware.

Hidetaka Miyazaki, chefe do estúdio japonês que popularizou o gênero soulslike, falou sobre essa possibilidade recentemente em entrevista ao Eurogamer. Ele se diz “muito feliz” em ver o anseio dos fãs por um remake de Bloodborne — que foi lançado apenas para PlayStation 4 em 2015.

“É um título que valorizamos tanto quanto os nossos fãs”, explicou o desenvolvedor, que já dirigiu jogos como Demon’s Souls, Dark Souls, Elden Ring e, claro, o próprio Bloodborne. “Fico muito feliz em ver que ainda há tantas pessoas apaixonadas por ele”.

Diretor de Bloodborne está "muito feliz" com o interesse dos fãs em um potencial remake da obra.Diretor de Bloodborne está “muito feliz” com o interesse dos fãs em um potencial remake da obra.Fonte:  PS Store 

Embora esteja encantado com o entusiasmo dos fãs com o potencial remake, Miyazaki desconversou sobre o assunto e não comentou diretamente sobre as chances de isso acabar acontecendo.

“Resumindo, fico muito feliz em ver que é um título com muitas lembranças específicas, tanto para mim quanto para a equipe que trabalhou nele”, contou Miyazaki. “E quando vemos essas vozes apaixonadas na comunidade, é claro que nos emocionamos, nos sentimos muito afortunados por isso e por ter essas memórias”.

Quem sabe na próxima geração…

Apesar de não dar nenhuma faísca de esperança aos fãs ansiosos por um remake de Bloodborne, Miyazaki sugeriu que um “novo hardware é definitivamente parte do que dá valor a esses remakes”.

Miyazaki desconversa, mas não descarta a possibilidade de um remake de Bloodborne.Miyazaki desconversa, mas não descarta a possibilidade de um remake de Bloodborne.Fonte:  PS Store 

“Coisas que você não conseguiu alcançar nas gerações anteriores de hardware, maneiras pelas quais você não conseguiu renderizar expressões específicas, [o novo hardware] às vezes torna isso possível”, explicou o desenvolvedor.

“No entanto, eu não diria que isso é tudo”, continuou. “Acho que do ponto de vista do usuário, o hardware moderno também permite que mais jogadores apreciem todos os jogos. E assim, acaba sendo um motivo simples, mas como jogador, acho que a acessibilidade é importante”, completou Miyazaki.

Quem sabe o remake de Bloodborne não aparece no fim da geração do PS5 — ou no PS6, não é mesmo? Estamos prontos para isso, FromSoftware! Bom, enquanto isso não acontece, alguns fãs por aí deram um jeitinho de fazer o jogo rodar no PC, através de um emulador de PS4 — e com a tão sonhada opção de 60 FPS.

E você? Ansioso para que isso aconteça algum dia? Comente nas redes sociais do Voxel!

Fonte: TecMundo

Em Haia, China defende que palestinos têm direito de usar violência

A China argumentou nesta quinta-feira (22) na Corte Internacional de Justiça (CIJ), em Haia, nos Países Baixos, que o povo palestino que vive sob a ocupação de Israel tem o direito de recorrer à violência para alcançar a autodeterminação. Ainda segundo Pequim, é preciso diferenciar a luta armada legítima dos atos de terrorismo.

“O povo palestino recorre à força para resistir à opressão estrangeira e para completar o estabelecimento de um Estado independente. É um direito inalienável e bem fundamentado no direito internacional. Várias pessoas libertaram-se do domínio colonial e da opressão estrangeira para alcançar a independência após a 2ª Guerra Mundial. As suas práticas servem como provas convincentes do direito”, argumentou o embaixador chinês, Ma Xinmim.

O representante de Pequim defendeu ainda que a ocupação de Israel é ilegal e que a China defende a solução de dois Estados, um israelense e outro palestino, a ser alcançado por meio da negociação. Além disso, a China argumentou que a potência ocupante não tem direito à autodefesa dentro dos territórios ocupados.

A declaração da China ocorreu em audiência pública da CIJ, que é o principal órgão jurídico da Organização das Nações Unidas (ONU). O tribunal foi provocado, pela Assembleia Geral da ONU, a se manifestar sobre a ocupação de Israel na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, que dura desde 1967. Não há data para publicação do parecer da CIJ.

Ao todo, 52 estados se inscreveram para comentar o tema. O Brasil se manifestou na terça-feira (20), quando pediu que a Corte considere a ocupação ilegal, dizendo que ela equivale a uma anexação dos territórios dos palestinos. Já os Estados Unidos defenderam nessa quarta-feira (21) que o fim da ocupação deve estar condicionado à segurança de Israel.

Luta armada e terrorismo

“Numerosas resoluções da Assembleia Geral da ONU reconhecem a legitimidade da luta por todos os meios disponíveis, incluindo a luta armada de povos sob dominação colonial ou ocupação estrangeira, para concretizar o direito à autodeterminação”, destacou Ma Xinmin, citando a Resolução 3.070 da ONU de 1973.

O embaixador defendeu que, nesse contexto de ocupação estrangeira, a luta armada se distingue dos atos de terrorismo. “Esta distinção é reconhecida por diversas convenções internacionais” afirmou, citando as convenções da União Africana e a dos Estados Árabes que tratam do combate ao terrorismo.

“O Artigo 3º da Convenção da União Africana sobre a Prevenção e o Combate ao Terrorismo de 1999 estabelece que, cito, ‘a luta travada pelos povos de acordo com o princípio do direito internacional pela sua libertação da autodeterminação, incluindo a luta armada, contra o colonialismo, a ocupação, a agressão e a dominação por forças estrangeiras, não serão considerados atos terroristas”‘, acrescentou.

O representante de Pequim enfatizou, por outro lado, que mesmo uma luta armada legítima precisa respeitar os direitos humanos. “Durante a luta armada legítima dos povos, todas as partes são obrigadas a cumprir o Direito Humanitário Internacional (DIH) e, em particular, a abster-se de cometer atos de terrorismo que violem o DIH”, acrescentou.

Ma Xinmin lamentou que, após mais de meio século, a ocupação de Israel na Palestina siga sem esperança de acabar. “Inúmeros palestinos esperaram durante toda a vida. No entanto, não resta qualquer raio de esperança nos seus esforços para restaurar os direitos legítimos do povo palestino”, ponderou.

Legítima Defesa

Ainda segundo o embaixador da China, o direito à legítima defesa de um Estado só pode ser usado se o ataque armado ocorrer no território do próprio Estado.

“No território ocupado, o direito da potência ocupante à autodefesa depende da legitimidade do processo de ocupação. Se a ocupação for ilegal, a potência ocupante não pode adquirir a soberania do território nem recorrer à autodefesa contra ataques armados ocorridos no território ocupado”, justificou.

Direitos Humanos

Ma Xinmin afirmou ainda que a China entende que Israel violou os direitos humanos ao longo da ocupação dos territórios palestinos.

“Fatos bem documentados e amplamente reconhecidos indicam que as políticas e práticas de opressão de Israel ao longo da sua prolongada ocupação do território palestino minaram gravemente e impediram o exercício e a plena realização do direito do povo palestiniano à autodeterminação”, destacou Xinmin, acrescentando que “independentemente da duração da ocupação, a natureza ilegal da ocupação e a soberania sobre os territórios ocupados permanecem inalteradas”.

Israel

O governo de Israel não vai participar das audiências públicas para discutir a ocupação dos territórios palestinos. Em documento de cinco páginas enviado à CIJ, Israel condenou a resolução que determinou a análise do caso, dizendo que a decisão representa uma “distorção da história e da realidade atual do conflito israelense-palestino” e que, por isso, prejudica a construção da paz.

“Ao apontar o dedo apenas para um lado, as questões ignoram milhares de israelenses mortos e feridos que foram vítimas de atos assassinos de ódio palestinos e do terrorismo – atos que continuam a pôr em perigo diariamente os civis e a segurança nacional de Israel”, afirma o documento.

Entenda

Após o fim da 2ª Guerra Mundial, a Grã-Bretanha transferiu para as Nações Unidas a responsabilidade pelo território que hoje é ocupado por Israel e pela Palestina. Desde o final da 1ª Guerra Mundial, a chamada Palestina histórica era controlada pelos ingleses.

Com a Resolução 181, de 1947, a Assembleia-Geral da ONU recomendou a partilha da Palestina entre judeus e árabes. Porém, apenas o Estado de Israel foi criado. Em 1967, após mais uma guerra na região, Israel ocupou militarmente a Cisjordânia, a Faixa de Gaza e a Jerusalém Oriental, que então estavam sob o controle do Egito e da Jordânia.

Após esse conflito, a Assembleia da ONU aprovou a Resolução 242, de 1967, que determinou “a retirada das forças armadas israelitas dos territórios que ocuparam”.

Apesar dessa resolução, a construção de assentamentos israelenses na Cisjordânia continuou e hoje são 300 colônias consideradas ilegais, segundo a ONU, dentro da Cisjordânia, onde vivem cerca de 700 mil colonos israelenses.

Em 2005, Israel deixou a Faixa Gaza, apesar de manter um cerco ao enclave controlando a saída e a entrada de pessoas e mercadorias.

Fonte: Agência Brasil

Chinesa CNOOC arrematou 500 mil barris de petróleo do pré-sal

A petrolífera chinesa CNOOC foi a vencedora do processo de venda direta realizado pela estatal Pré-Sal Petróleo (PPSA) nesta quarta-feira (21). Foram arrematados 500 mil barris de petróleo. É a terceira carga da União comercializada conforme o contrato de partilha de produção do Bloco de Sépia, na Bacia Sedimentar de Campos, na costa fluminense.

Conforme o regime de partilha, aplicado aos campos do pré-sal, uma parte do petróleo extraído deve ser entregue à União. Com a Lei 13.679, aprovada em 2018, a PPSA obteve o aval para realizar a venda direta desse petróleo. Até então, a estatal precisava contratar agentes de comercialização.

Outras duas cargas do Bloco de Sépia já haviam sido negociadas, em agosto de 2022 e em julho de 2023. Elas foram vencidas respectivamente pela Galp Energia Brasil e pela Petrobras.

É a primeira vez que a CNOOC adquire uma carga da União. Todas as empresas que já atuam no pré-sal brasileiro foram convidadas para participar, além da Prio (antiga PetroRio) e da Refinaria de Mataripe. Houve cinco propostas. A CNOOC superou as ofertas da Galp, da Petrobras, da Refinaria de Mataripe e da Equinor.

Foi a venda mais competitiva realizada pela União, com o maior número de participantes. Também foi a primeira vez que a PPSA vendeu cargas levando em conta a cotação do petróleo do tipo Brent, referência do mercado internacional. Até então, as vendas eram realizadas com base no preço de referência estabelecido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).

Fonte: Agência Brasil

Na tribuna, deputada Dra. Zeli fala sobre desafios de 2024

Ao fazer uso da palavra na Ordem do Dia da sessão ordinária desta quinta-feira, 22, a deputada Dra. Zeli (UB) refletiu sobre o começo de um novo ano. Lembrando de problemas persistentes, enumerou: “Nada se altera [em relação ao ano anterior]. As ruas seguem como no dia anterior. Cachorros abandonados, violência nas escolas, assaltos, epidemia da dengue, pessoas jogando lixo em terrenos baldios, sem limpar a própria casa que lhes pertence, carros nas ruas com pessoas estressadas, preocupadas em pagar suas contas”.

A parlamentar, contudo, ponderou, com otimismo, que 2024 carrega uma expectativa de renovação. E disse que compete a ela e a todos decidirem qual será o caminho, quais as respostas que serão dadas aos desafios individuais e coletivos este ano.  

Para se preparar para os trabalhos de 2024, Dra. Zeli frisou ter passado 90% do tempo de férias ouvindo as reclamações e angústias da sua gente.

Fonte: Portal Alego

Proposta regula propriedade compartilhada de bicho de estimação

Com cerca de 168 milhões de animais domésticos, é crescente no Brasil o número de famílias que tem um bicho em casa, na contramão da diminuição do número de filhos. Essa realidade tem aumentado inclusive os litígios judiciais, em razão de divórcios, pela posse dos animais de estimação. Para sanar essa situação, o senador Carlos Viana (Podemos-MG) apresentou projeto de lei que disciplina a declaração de compropriedade sobre animal de estimação. O PL 206/2024 modifica o Código Civil (Lei 10.406, de 2002) e a Lei dos Concubinos (Lei 9.278, de 1996). O projeto ainda aguarda definição da Mesa quanto às comissões em que tramitará.

“Em 2013, concluiu-se que o Brasil contava, já àquela época, com a segunda maior população de cães, gatos e aves canoras e ornamentais do mundo, sendo o quarto país em população total de animais de estimação. Esses números fazem um contraponto aos índices descendentes de natalidade em todo o país. Isso nos leva a refletir sobre o fenômeno da crescente ocupação, pelos bichos domésticos, de um certo limbo emocional de que se ressente a família brasileira, cada vez mais carente de suficientes destinatários a quem devotar o amor e a afetividade que lhe são imanentes, a amalgamam e lhe conferem um pleno sentido”, afirma Carlos Viana.

Por essa realidade, destaca Viana, surgem os conflitos típicos dessas novas circunstâncias, atinentes ao direito de família.

Por isso, a proposição insere subtítulo no Direito Patrimonial do Código Civil para definir que “a compropriedade sobre animal de estimação será declarada quando se fizer necessário solucionar judicialmente conflitos de que sejam partes cônjuges em processo de dissolução da sociedade conjugal e que digam respeito à posse sobre animais domésticos ou domesticados, sem finalidade econômica e relacionados à família por afetividade”.

Dessa forma, quando não houver acordo entre as partes, caberá ao juiz definir a quem caberá a posse a partir da demonstração de capacidade para fazê-lo. Para isso, serão levados em consideração atributos e condições de natureza material e emocional, de forma a garantir a saúde e o bem-estar do animal.

A posse poderá ser unilateral ou compartilhada. No primeiro caso, a outra parte poderá ter direito a visitas e, nesse caso, deverá contribuir com os custos para a criação do animal.

No caso de ambas as partes renunciarem à propriedade do animal, os atuais proprietários do animal deverão cumprir com os deveres relacionados a ele até que o pet seja transferido gratuitamente a um terceiro interessado. 

Fonte: Senado Notícias

Combate à dengue será o foco do 21º GDF Mais Perto do Cidadão, no Varjão

Programa da Sejus estará na cidade nesta sexta (23) e no sábado (24) oferecendo vários serviços à população

A 21ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, programa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), estaciona na cidade do Varjão. As atividades serão oferecidas na Quadra 2, conjunto E, Lote 2, nesta sexta (23), das 9h às 16h, e sábado (24), das 9h às 12h. Até a edição anterior, já foram contabilizados cerca de 150 mil atendimentos desde o início de 2023.

“O ano de 2024 começa com um grande desafio: o combate à dengue. Assim, todos os esforços estão concentrados, de forma coletiva, incluindo a população, para solucionarmos a questão da dengue no DF. O GDF Mais Perto do Cidadão é uma política pública de sucesso que vai onde as pessoas estão, levando o que todas elas necessitam. Então, neste momento, ações efetivas contra a proliferação do Aedes aegypti estão sendo entregues por meio do programa”, destaca a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

A população terá acesso a atendimentos do Na Hora e mais ações da Sejus, e ainda da Polícia Civil e demais órgãos públicos. No caso da Saúde, serão oferecidas testagem rápida, hidratação intravenosa e informações sobre prevenção.

Donos de pets também podem levar cães e gatos para aplicação de vacina antirrábica e consultas. Haverá, ainda, atividades artísticas e de lazer para adultos e crianças, atendimento psicológico e assistência social, além de serviços de beleza.

Quatro edições em dois meses

O GDF Mais Perto do Cidadão somará, após a 21ª edição, quatro apenas neste ano, no Recanto das Emas, em Vicente Pires, na Cidade Estrutural e esta no Varjão. Já são mais de 150 mil atendimentos à população em cerca de 12 meses – o programa teve início em fevereiro de 2023.

A Sejus atua em conjunto com a SES-DF para levar novas edições do programa em regiões que venham a demandar maior atenção em relação aos casos de dengue.

21º GDF Mais Perto do Cidadão
Quando: Sexta (23), das 9h às 16h; e sábado (24), das 9h às 12h
Onde: Quadra 2, conjunto E, Lote 2, Varjão.

*Com informações da Sejus

Fonte: Agência Brasília

saiba como receber grátis a pesquisa de Rotom


Imagem: Divulgação

Jogadores de Pokémon GO estão tendo a possibilidade de capturar algumas das criaturas raras da quarta região durante o evento Caminho para Sinnoh, incluindo o Elétrico/ Fantasma Rotom (representado pelo #479 na Pokédex).

Como parte da recompensa de uma tarefa coletiva denominada “um evento paranormal” no evento presencial Pokémon GO Tour: Sinnoh – Los Angeles, foi liberada uma missão para obter uma das criaturas mais difíceis do game mobile.

Para tal, foi divulgado pela Niantic um código gratuito para resgatar uma Pesquisa temporária que permite a captura do monstrinho Rotom: 0HY0UF0UNDM3

Os jogadores que possuem celulares Android podem ter dificuldades em resgatar o item pela loja do app, devendo usar o site do jogo para efetuar o resgate, através deste link.

Portanto, basta completar a pesquisa Bônus Global: Um Fantasminha na Máquina para ter como recompensa um encontro com um Rotom em sua forma original, e em seguida capturá-lo.

A pesquisa tem apenas uma etapa e tarefa: Pegar 30 Pokémon originalmente descobertos na região de Sinnoh; além do encontro com Rotom, as recompensas incluem x479 PE e x479 Poeira Estelar.

É importante lembrar que a pesquisa para captura de Rotom só pode ser resgatada e completada até o próximo dia 25 de fevereiro.

Pokémon GO Tour: Sinnoh une jogadores de todo o mundo por objetivos comuns

Após a realização do evento presencial nos EUA, o game promove o Pokémon GO Tour: Sinnoh – Global, um evento gratuito disponível para todos os jogadores no sábado (24), e no domingo (25), das 10h às 18h, horário local.

Durante o evento, acontecerão outras missões com recompensas especiais, assim como reuniões presenciais de jogadores por todo o país.

Leia também: Hi-Fi RUSH, exclusivo de Xbox, ganha data de lançamento no PS5

Fonte: Torcedores

PlayStation: 30 jogos para PS4 e PS5 com até 99% de desconto

Alô, fã do PlayStation! Vamos dar aquela conferida esperta nas melhores promoções da semana nos consoles da Sony! Novamente, selecionamos para você os principais jogos para PS4 e PS5 com preço reduzido na PlayStation Store, com até 99% de desconto!

Nesta semana temos entre as ofertas de jogos para PlayStation títulos como Tales of Arise, Far Cry 5, The Messenger, Marvel’s Guardians of the Galaxy, Death’s Door e Destroy All Humans! Clone Carnage, que continua baratinho na PSN custando apenas R$ 0,90.

As melhores promoções para PlayStation na PS Store

Agradando aos fãs de RPGs, Tales of Arise é uma das promoções em destaque na PS Store nesta semana.Agradando aos fãs de RPGs, Tales of Arise é uma das promoções em destaque na PS Store nesta semanaF

A seguir, você confere as nossas listas com as 30 melhores promoções de jogos para PS4 e PS5 na PS Store com descontos de até 99% e preços a partir de R$ 0,90:

Ofertas de jogos para PlayStation 4 na PSN

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Talvez você ainda não saiba, mas tem um jeito de comprar jogos da PlayStation Store parcelando no cartão — e com direito a cashback — usando os gift cards da Nuuvem.

Na Nuuvem você pode comprar gift cards da PlayStation Store com cashback e opções de parcelamento.Na Nuuvem você pode comprar gift cards da PlayStation Store com cashback e opções de parcelamento.Fonte:  Nuuvem/Reprodução 

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Fonte: TecMundo

Os perigos dos sequestros de GPUs


A Inteligência Artificial, principalmente a generativa, teve uma aceleração sem precedentes no último ano, com destaque para ChatGPT, Microsoft Copilot, Google Bard e outras. Todas elas têm algo em comum: o uso massivo de processamento GPU. E o que isso significa?

A corrida para IA gerou uma altíssima demanda de mercado por processadores de GPU, principalmente da Nvidia, com as grandes empresas garantindo boa parte das compras e deixando desenvolvedores menores lutando por chips que pudessem habilitar a sustentabilidade do negócio.

Se antes tínhamos as fazendas de GPU (GPU Farm) na era de ouro da mineração de criptomoedas, com corredores de racks lotados de placas ligadas em sequência, o cenário mudou e muitas empresas passaram a recorrer a fornecedores de nuvem como AWS, Azure e Google Cloud.

Cibersegurança e GPUsA NVIDIA já relatou neste ano que está reduzindo seus processadores ao mercado global.

Os atacantes mal-intencionados logo correram para criar suas próprias ferramentas de IA como DarkGPT, DarkBERT, WormGPT e outras que surgem progressivamente na deep/dark web. E aí temos o dilema: assim como empresas lícitas precisam de GPU, os atacantes também – e eles não estão dispostos a pagar por isso ou mesmo lutar pelas disputadas placas da Nvidia.

Nesse sentido, há grandes discussões entre equipes de segurança sobre as fazendas de GPU as quais não são uma prática ilícita, pois ainda são utilizadas para minerar criptomoedas. Porém, com a queda do mercado de cripto, o hardware de GPU está sendo realocado para as necessidades de altíssimo processamento de Inteligência Artificial.

Com isso, o crime também se viu na necessidade de processamento de AI para suas ferramentas e para escalar os lucros em seus ataques. A tática não é novidade, o cryptojacking ficou famoso no fervor dos criptos, mas estamos vendo novos movimentos.

Para criar uma fazenda de GPU é necessário muito capital financeiro a fim de adquirir processadores e espaço para alocá-los, o que fez surgir uma nova modalidade de ameaça: roubo de processamento de GPU, seja em nuvem ou on premises.

Hoje, não é raro ver uma empresa, independente do setor, armazenar suas informações e trabalhos dentro da nuvem. No Brasil, uma em cada quatro organizações dispõe 70% dos seus ativos da Internet via cloud, segundo pesquisa da Tenable sobre a exposição dos ativos virtuais.

Além disso, muitas vezes faltam informações aos tomadores de decisão das companhias para entenderem afundo como funcionam a nuvem funciona e lidar com alta complexidade de configuração dos serviços para uma proteção correta de seu ambiente computacional – e são nesses casos que os criminosos atuam.

Esses agentes aproveitam as brechas para entrar nos sistemas das empresas e utilizar os GPUs de forma quase que imperceptível, porém reduzindo o desempenho dos equipamentos e ainda gerando custos adicionais de serviços de nuvem pública.

Após o sequestro de diversas GPUs, os cibercriminosos possuem a potência necessária para fazerem suas próprias ferramentas de IA, até mesmo criando os famosos “GPTs do mal”. Diversas são as formas de crimes que podem ser impulsionados pelos GPUs sequestrados, como fazer ataques de DDoS enviando uma grande quantidade de tráfego de rede para sobrecarregar o alvo, desabilitando seus serviços online.

Também é possível utilizá-los para executar ataques de força bruta em senhas e chaves de criptografia, acelerando esse tipo de ação com objetivo de quebrar a segurança das empresas com mais facilidade. Além disso, esses malfeitores podem aprimorar suas táticas de engenharia reversa por meio de cálculos complexos e processamento paralelo disponibilizados pelos GPUs.

Outro fato que agrava ainda mais a situação é a escassez de GPUs no mercado global, já que as big techs compraram uma grande parcela desta demanda para conseguirem utilizar a IA de forma volumosa.

Gigantes do setor, como a NVIDIA, já relataram neste ano que estão reduzindo seus processadores ao mercado global, causando ausência de peças, tanto para o público consumidor comum, quanto para as empresas. Essa alta demanda faz com que os preços dos processadores fiquem ainda mais caros, afetando principalmente as PMEs.

Dado este cenário, com um vasto leque de opções ofensivas alavancadas pelas GPUs e uma escassez mercadológica dessas ferramentas, é imprescindível que as equipes de contem com um programa efetivo de redução de risco cibernético que permita uma visibilidade unificada e um gerenciamento preventivo e eficaz dos ativos para assim antecipar as consequências de um ataque cibernético.

Uma simples senha mal configurada por um colaborador na nuvem pode ser uma grande porta de entrada aos criminosos que terão um potencial imenso em mãos.



Fonte: TecMundo

Detran intensifica ações de educação para o trânsito

Com o objetivo de conscientizar a população sobre o perigo do excesso de velocidade no trânsito, o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás – Detran-GO, em parceria com a Guarda Civil Metropolitana (GCM), realizaram na manhã dessa quinta-feira (21/1), a primeira ação da campanha da velocidade.

Com o tema “Excesso de velocidade em vias urbanas: não corra esse risco” a equipe de educadores do Detran-GO, esteve pela manhã, na Avenida Castelo Branco, próxima da Praça Walter Santos. Foram abordadas, aproximadamente, 450 pessoas entre condutores e passageiros.

Até o final do mês, o Detran-GO realiza ações visando promover a educação de trânsito e preservar vidas, levando orientação para toda a sociedade.

Fonte: Detran-GO

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