Início Site Página 4439

Comissões ouvem Paulo Guedes sobre empresa em paraíso fiscal nesta terça

Por ter sido convocado, o ministro é obrigado a comparecer

Guedes afirma que declarou todos os seus bens à Receita antes de tomar posse

As comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados ouvem nesta terça-feira (23) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele terá que explicar suas movimentações financeiras no exterior através de offshore em paraíso fiscal. Offshores são empreendimentos ou contas bancárias abertas fora do país de origem do proprietário.

A convocação do ministro foi pedida pelos deputados Kim Kataguiri (DEM-SP)Paulo Ramos (PDT-RJ)Elias Vaz (PSB-GO) e Leo de Brito (PT-AC). Os requerimentos para a convocação foram aprovados no mês passado pelas duas comissões. Por ter sido convocado, o ministro é obrigado a comparecer.

A notícia sobre a offshore de Paulo Guedes foi publicada pelos sites da revista Piauí e Poder360, que integram o consórcio internacional de jornalistas investigativos que teve acesso a milhões de documentos sobre offshores em paraísos fiscais (Pandora Papers). O vazamento também apontou empresa no exterior em nome do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

“É possível, em tese, que ele tenha feito investimentos que se provaram rentáveis devido às informações que ele naturalmente possui enquanto ministro de Estado ou, pior, que possa ter influído a política fiscal, monetária, creditícia ou cambial do País para tornar seus investimentos rentáveis”, argumentou Kataguiri ao defender a convocação do ministro.

“Não está claro qual foi a atividade de sua offshore, nem como está sendo gerida desde sua nomeação no ministério”, reforçou Paulo Ramos ao pedir a convocação de Guedes para esclarecer suposto “conflito de interesses”.

Elias Vaz ressaltou a Comissão de Ética Pública tem sido criticada por ser “leniente com comportamentos antiéticos por parte da cúpula do governo”. “Ao nosso ver, é muito grave que um ministro use as vantagens do cargo, onde obtém informações privilegiadas, para lucrar milhões com uma empresa no Caribe”, disse.

Já Leo de Brito destacou que Paulo Guedes faz parte do Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão responsável por emitir resoluções sobre temas relacionados a ativos mantidos no exterior, e tem acesso a informações sensíveis relacionadas a flutuações nas taxas de câmbio e variação nas taxas de juros. “Guedes atuou na decisão que alterou as regras para donos de offshores, quando se elevou o limite do valor depositado no exterior que precisa declarado”, informou.

Em nota, o Ministério da Economia afirmou que a participação de Guedes na empresa offshore foi declarada à Receita Federal.

A audiência com Paulo Guedes será realizada no plenário 12 a partir das 9h30.

Fonte: Câmara dos Deputados

Sem provas, Leite acusa Doria de comprar votos nas prévias do PSDB

Os governadores João Doria (PSDB-SP) e Eduardo Leite (PSDB-RS), pré-candidatos à presidência, em encontro no Palácio do Piratini, em Porto Alegre | Imagem: Luís Blanco / Equipe JD

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), acusou ontem o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de comprar votos nas prévias do PSDB, que decidirão o candidato da sigla à presidência da República. Leite não apresentou provas após a acusação.

“Não há nenhuma denúncia de tentativa de compra de votos do nosso lado, nenhuma denúncia de pressão política, nenhuma denúncia de que tenhamos exonerado pessoas por não nos apoiar. Do outro lado, nós vemos isso, denúncia de compra de votos, pressões indevidas, suspensão de filiações e demissão de pessoas”, afirmou Leite ontem.

O governador do Rio Grande do Sul acrescenta que seu “adversário”, o governador João Doria, “fala até em expurgar pessoas do partido, é um tipo de conduta que busca comandar aquilo que interessa para ele. Os que não estiverem alinhados que saíam da frente do caminho”.

Procurado pelo UOL, o coordenador de campanha de Doria nas prévias, Wilson Pedroso, afirmou que “as infundadas acusações da campanha de Eduardo Leite demonstram o desespero de quem prevê a derrota”.

Segundo Pedroso, Leite “trabalha para melar as prévias”. Em entrevista à CNN, o coordenador defendeu que as eleições são “transparentes” e que tem a impressão de que a campanha do governador gaúcho “não quer saber o resultado”.

O ex-prefeito de Manaus (AM), Arthur Virgílio, também disputa as prévias do PSDB. Segundo o partido, a votação para escolha do candidato será encerrada até domingo após adiamento por uma falha no aplicativo.

Ao todo, 44,7 mil pessoas se cadastraram para votar nas prévias do PSDB, mas, segundo apuração do UOL, apenas 8% conseguiram concluir o processo. Entre os que não votaram está o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Um dos problemas relatados foi o erro no uso do reconhecimento facial.

Fonte: UOL

Reconstruídos 1.860 km de rodovias em 10 meses

Marca é alcançada na primeira semana de novembro, com investimentos de R$ 342,6 milhões. Obras geridas pela Goinfra englobam, ainda, sinalização de quase 3,8 mil quilômetros, com recursos da ordem de R$ 41 milhões. Todos os recursos são do Tesouro Estadual

“Não é asfalto de R$ 1,99, meia-boca, que uma chuva acaba, não. É pavimento bem estruturado, sinalizado e feito para durar”, destaca governador Ronaldo Caiado

O Governo de Goiás reconstruiu 1.860 quilômetros de rodovias em apenas 10 meses, com investimento de R$ 342,6 milhões, e implantou sinalização vertical e horizontal em outros quase 3,8 mil quilômetros de vias, com aplicação de R$ 41 milhões. Todos os recursos são do Tesouro Estadual que geram obras sob a gestão da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes.

“Na Goinfra, o dinheiro é para fazer asfalto, estrutura básica que significa dignidade, trafegabilidade, segurança e mais desenvolvimento”, afirma governador Ronaldo Caiado, que exige padrão de excelência. “Não é asfalto de R$ 1,99, meia-boca, que uma chuva acaba, não. É pavimento bem estruturado, sinalizado e feito para durar”, pontua.

Com o programa Goiás em Movimento, em agosto, o governo estadual já havia batido um recorde na área de manutenção, com mil quilômetros de vias revitalizadas. Agora, quase dobrou esse número. “Executamos o maior programa de reconstrução de rodovias do Estado e da história desta Goinfra. Isso não sou eu quem fala, são os dados disponíveis no Portal da Transparência e para o Tribunal de Contas do Estado”, explica o presidente da Goinfra, Pedro Sales. Ele conta que o valor investido pela manutenção somente na recuperação de rodovias pavimentadas deve ultrapassar os R$ 440 milhões em 2021.

Apenas neste segundo semestre, o governo já concluiu mais de 800 quilômetros em dezenas de obras de reconstrução rodoviária. Foram executadas intervenções em várias regiões, com destaque para o Vale do Araguaia, Entorno do Distrito Federal e Centro goiano. E, apesar do início das chuvas no Estado, as frentes de serviço não pararam. Os trabalhos seguem em ritmo acelerado para entregar o máximo de malha viária revitalizada até o final do ano.

Neste último trimestre, o Governo de Goiás entregou obras estruturantes, como os dois trechos da GO-164, no Vale do Araguaia, entre São Miguel do Araguaia e Mundo Novo (15 quilômetros) e o trajeto de Mozarlândia a Nova Crixás (34,5 quilômetros). São duas rotas fundamentais para o escoamento da produção rural e para o turismo, pois levam ao Rio Araguaia.

Antes, a Goinfra já havia concluído outros trajetos turísticos, como a GO-338, de Pirenópolis a Posse D’Abadia; a GO-213, do trevo de Caldas Novas ao trevo de Rio Quente; a GO-507, que leva da GO-213 até Rio Quente; e a GO-510, desde o entroncamento com a GO-507 até Cabanas do Rio Quente.

Há obras extensas, como a reconstrução dos 85 quilômetros da GO-139, de Vianópolis ao entroncamento com a GO-217, e os 44 quilômetros da GO-330, de Vianópolis a Orizona. “Eliminamos pontos críticos e gargalos produtivos, chegamos a regiões que estavam excluídas, pessoas que estavam esquecidas”, ressalta o presidente Pedro Sales sobre as obras executadas.

Sales cita a experiência com vistorias a frentes de serviços em municípios como Mara Rosa, Amaralina e Bonópolis, no Norte goiano. “É muito bonito ver o Estado chegar a esses lugares, e presenciar o entusiasmo dessas pessoas, muitos falam que nunca viram, em gestões passadas, uma máquina do governo chegar até ali.”

O Entorno do Distrito Federal, que já havia sido bastante beneficiado no primeiro semestre, recebeu mais obras, a maioria no perímetro urbano nos municípios de Luziânia, Mimoso, Formosa, Água Fria de Goiás e Padre Bernardo. “Antes havia muito buraco e era difícil para as pessoas irem trabalhar. Agora ficou excelente”, destaca a professora Karine Pereira sobre a obra na GO-547. “Isso mostra o compromisso com o crescimento do nosso Estado”, avalia José Antônio, outro residente do Entorno.

O Governo de Goiás ainda promoveu a reconstrução de rodovias no Centro e Norte goianos, como a GO-230, entre Itapuranga ao entroncamento com a GO-164 (38 quilômetros); a GO-480, entre Santa Isabel e Rialma (5 quilômetros); a GO-460, de São Patrício até a GO-334 (3 quilômetros) e a GO-241, de Estrela do Norte a Mutunópolis (10 quilômetros).

Estradas em leito natural
Estado também executa obras fundamentais para manter a trafegabilidade e segurança nas estradas não-pavimentadas do Estado, que representam cerca de 9 mil quilômetros do total de 21 mil quilômetros de extensão da malha rodoviária estadual. Dentro do eixo Manutenção do programa Goiás em Movimento, a Goinfra realizou, de janeiro ao final de outubro, serviços de melhoria viária em 2.200 quilômetros em vias de leito natural, com investimento de R$ 109 milhões.

Entre as rodovias contempladas estão a GO-156, do distrito de Auriverde a Crixás, e a GO-338, de Hidrolina ao distrito de Luzelândia, ambas no Norte goiano. Na Região Metropolitana de Goiânia, teve canteiro de obras na GO-219, entre Hidrolândia e o distrito de Nova Fátima. No Nordeste, destaque para serviços executados em trecho de 24 quilômetros da GO-116, próximo a Flores de Goiás; e na GO-236, do entroncamento com a BR-020 a Flores de Goiás.

Nas vias não pavimentadas, a Goinfra executa serviços como revestimento primário (cascalhamento), levantamento de greide e terraplanagem, que asseguram a trafegabilidade de veículos e caminhões. O trabalho facilita o escoamento da diversificada produção do setor agropecuário pelo interior do Estado, além do acesso a povoados e distritos. Também nessas estradas, a agência promove a construção de pontes de concreto armado em substituição a antigas passagens de madeiras.

Dentro do Eixo Pontes, a previsão da Diretoria de Manutenção é entregar 80 pontes de concreto, de 5 até 38 metros de extensão, até dezembro deste ano, a grande maioria nas rodovias não pavimentadas. A meta final é que esse número, em 2022, salte para 180 pontes inauguradas pelo Governo de Goiás por todo o Estado, incluindo as estruturas com extensões maiores, que são construídas pela Diretoria de Obras Rodoviárias. Neste início de novembro, já são quase 50 pontes finalizadas, algumas aguardando apenas a execução do encabeçamento para a liberação ao tráfego de veículos.

“Quase todas as pontes que estamos construindo atendem a reivindicações históricas da população goiana. São respostas a esperas de décadas”, calcula o presidente Pedro Sales. Um exemplo é a estrutura sobre o Rio Formiga, na GO-573, entre Mara Rosa e o entroncamento com a GO-239, nas proximidades do município de Amaralina, no Norte goiano. “A passagem muito antiga e danificada, que representava risco de acidentes aos usuários, foi substituída por uma ponte de 38 metros de extensão e 10 metros de largura, que, mais do que uma obra em concreto armado, é um grande reforço ao tráfego do transporte escolar e ao escoamento da produção agropecuária local”, pontua.

Em São João D’Aliança, o governo ergueu uma ponte de 30 metros de extensão sobre o Rio Ribeirão, como mais uma demonstração de confiança no crescimento de uma região historicamente negligenciada pelo poder público. “Construímos novos horizontes para o Nordeste de Goiás. Principalmente para as cidades que, por muitos anos, foram esquecidas pelo governo, mas, hoje, veem o desenvolvimento chegar por meio das nossas obras”, conclui Pedro Sales.

Fonte: Governo de Goiás

Sérgio Moro compara ataques de Bolsonaristas aos de Petistas

Revista Veja Matéria: Ministro Sérgio Moro concede entrevista a imprensa,depois de cerimônia de assinatura de pacoite de leis Anticrime. Personagem: Sérgio Moro, ministro da Defesa Foto: Cristiano Mariz Data: 19/02/2019 Local: Palácio do Planalto - Brasília - DF

Da redação

Na ocasião, Moro relembrou sua atuação na Lava Jato

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que é agora pré-candidato à presidência da República, visto como uma terceira via, pelo partido Podemos, se reuniu, no último sábado (20), com Danilo Gentili, por meio do Movimento Brasil Livre (MBL), no 6º Congresso Nacional, para uma entrevista em que falou de seus anseios para chegar à presidência. 

Na conversa, em um primeiro momento, Moro diz que não há arrependimentos em ter feito parte do governo de Jair Bolsonaro, relembrando sua caminhada como juiz da Lava Jato. “Eu não me arrependo. Eu fui juiz da Lava Jato, foi um caso muito difícil, muito desgaste, nós rompemos com a impunidade da grande corrupção e as coisas mudaram. Em 2018, nós tínhamos um momento de muita expectativa, o presidente eleito era uma pessoa controvertida, mas havia muita gente que achava que poderia dar certo, então havia uma chance das coisas darem certo”, disse.

No entanto, com uma gestão turbulenta, Moro optou por sair do governo e recebeu críticas. Na entrevista com Gentili, o ex-ministro relembrou do episódio. “Quando eu saí, sofri muitos ataques, a gente sabe muito bem que quem contraria o governo sofre ataques iguais ao que sofria no governo do PT”, pontuou.

Diante dessas decisões, a mais recente, como citada anteriormente, foi lançar a pré-candidatura junto ao Podemos. Embora o veredito seja apoiado por muitos brasileiros, o encontro de Moro com o MBL não pegou bem, até mesmo na visão de incentivadores, que comentaram negativamente sobre o encontro. “Gosto de Moro, mas se misturar com MBL não da!”, “MBL? Fim de carreira!”, “Fica longe do MBL”, “Já começou enterrando a candidatura”, falaram seguidores de Sérgio Moro, em comentário nas redes.

Do tráfico ao tráfego: Jonathan Leão saiu do mundo das drogas e hoje é um empresário de sucesso na internet

Da redação 

Leão começou como voluntário em um núcleo de mídia

O programa Conectado ao Poder, da Rádio Metrópoles, recebeu Jonathan Leão, gestor de tráfego e CEO da Agência Next Level, para entender sua trajetória. Em suas redes sociais, Leão possui uma definição como uma pessoa que foi do “tráfico ao tráfego”, isso em razão de, muito jovem, ter se envolvido com drogas e ser “o desgosto da mãe”, como ele mesmo disse, mas o tempo, mesmo com a depressão no meio do caminho, o ajudou a sair desse mundo, fazendo dele um grande trabalhador da área de anúncios na internet.

Aos 20 anos, Jonathan começou a frequentar a igreja e conheceu pessoas que tocaram em seu coração, fazendo com que a vontade de ter perspectiva na vida crescesse e, assim, o desejo por trabalhar com a internet chegou.

“Eu comecei a trabalhar de graça em um núcleo de mídia, para começar a aprender a editar vídeo. Quando eu estava trabalhando de voluntário, eu conheci um amigo que estava começando a fazer esse trabalho de internet e eu mostrei interesse, pedindo pra trabalhar com ele, e aí um dia eu fui em uma reunião que ele estava participando, enquadrei ele na saída e disse que ele tinha que me dar oportunidade de trabalhar com ele”, disse.

No momento, o gestor de tráfego assumiu que não sabia fazer nada, mas a busca pela evolução era direta, mesmo sendo o faz tudo na oportunidade recebida. “Eu comprei um curso de edição de vídeo e comecei a estudar. Em uma semana eu mandei vídeos editados pro cara que eu era fã e ele achou genial, mas ali eu era o Severino, fazia tudo, editava vídeo, montava cenário, viajava pra montar as coisas com eles”, relatou.

A partir daí, a vida só decolou. O encontro com Pedro Sobral, um dos grandes gestores de tráfego, em um evento, ocorreu. “Eu comecei a perseguir ele no evento, pra onde ele ia, eu ficava atrás dele, escutando as conversas dele. No meio do evento, eu comprei uma caixa de café importado, dei pra ele de presente, dizendo que eu seria o melhor aluno dele”, contou.

Jonathan Leão entende que a ação foi para que o compromisso fosse com ele mesmo, para que o melhor ocorresse. Na pressão, após realizar o curso com Sobral, em um prazo de 30 dias, era preciso que o seu primeiro lançamento fosse entregue, o que deu certo e, como consequência, surgiu sua agência, que leva anúncios para as pessoas, na hora certa, em vigência há 3 anos e meio.

Sem rumo

Por Sandro Gianelli

Reprodução da internet.

O Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal está sem rumo. Internamente o partido não se entende em relação às eleições de 2022. De um lado um grupo quer que Geraldo Magela seja candidato ao Governo do Distrito Federal, de outro lado existe a defesa da diretora do Sinpro-DF Rosilene Corrêa, não duvidem se outros nomes aparecerem. O PT no DF vive no passado. Magela concorreu ao GDF em 2002, quando foi derrotado por Joaquim Roriz. Sem quadros novos, o partido tenta emplacar antigas lideranças. Partidos de esquerda estão com o pé atrás com os petistas. Entendem que eles não possuem o peso que já tiveram, mas querem sentar na mesa com o mesmo brilho.

De volta à urna

Por Sandro Gianelli

Pedro do Ovo. Reprodução da internet.

Quem se lembra do ex-deputado distrital Pedro do Ovo? Ele assumiu o mandato de suplente durante o governo Arruda e representava o Gama na Câmara Legislativa. Pedro do Ovo não descarta uma candidatura nas eleições de 2022.

Aliança nem no Brasil e nem em Brasília

Por Sandro Gianelli

Reprodução da internet.

O advogado Luiz Felipe Belmonte foi um dos principais investidores na criação do Aliança pelo Brasil, partido vendido aos quatro cantos do país como sendo o partido do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido). O partido não vingou e a aliança de momento, não deve seguir em 2022. Belmontes (Luís Felipe e Paula Belmonte) e Bolsonaristas devem caminhar em rumos opostos. Possibilidade de parceria existe, mas é mínima.

União de esquerda

Por Sandro Gianelli

Nove partidos de esquerda tentam se entender e se unirem nas eleições de 2022. A esquerda já governou o DF três vezes, com Cristovam Buarque, Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg. Sendo que nas três últimas eleições a esquerda levou duas. Rede, PV, PT, PSB, PDT, PCdoB, Cidadania, Psol e Solidariedade são os partidos que estudam a união. O problema é que tem muita gente que precisará abrir mão das vagas majoritárias para isso acontecer. Rede, PT e recentemente o Psol estudam lançar candidaturas próprias. Nos bastidores não é descartada a possibilidade de Reguffe deixar o Podemos e se filiar ao PDT, Reguffe não confirma. Ainda temos a senadora Leila do Vôlei que não é descartada numa majoritária. Definido não temos nada, ainda tem muita água para passar por debaixo dessa ponte. Porém, se todos permanecerem unidos, sem dúvida montarão um time forte. E você, acredita que a esquerda possui nomes para governar o DF novamente?

O Coronel tá on

Por Sandro Gianelli

Alberto Fraga. Reprodução da internet.

O ex-deputado federal, ex-secretário de Transportes do DF e Coronel da reserva da PMDF, Alberto Fraga, se livrou de mais um processo. Fraga foi inocentado de usar um dos seus cargos de gabinete, na Câmara dos Deputados, para pagar o salário da babá da sua filha, menor na época. Foram longos anos a espera de justiça, que foi feita. Lembram do retrospecto do Fraga? Mais de meio milhão de votos para o senado em 2010, deputado federal mais votado em 2014, candidato ao GDF em 2018. Ali nas eleições de 2018 processos correram rapidamente na justiça e não tiraram Fraga das eleições, mas abalou sua credibilidade. Pós, eleição, cada processo vem caindo e virando pó. Ao certo não sei qual cargo ele concorrerá nas eleições de 2022, mas que virá revigorado, não tenho dúvidas. O Coronel está on, mas vivo do que nunca.

- Publicidade -