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Luzia de Paula destina emenda para implantação de Pontos de Encontro Comunitário

WhatsApp-Image-20160721-480x280A deputada distrital Luzia de Paula (PSB), destinou emendas parlamentar para a implantação de dois Pontos de Encontro Comunitário – (PEC’s), nos Centros de Ensino Especial nº 01, do P Sul e nº 02, do Setor O.

Para a parlamentar os locais serão uma ótima opção para quem prefere praticar atividades ao ar livre. “As instalações desses Pontos de Encontro Comunitário incentivam a prática de exercícios físicos. Eles são ideais para quem quer manter a saúde em dia, ” destacou a deputada.

O Centro de Ensino Especial nº 02, no Setor O, receberá um PEC com 11 equipamentos adaptados para a prática de exercícios físicos. Além de recursos para construção deste PEC, a deputada também destinou uma emenda para a cobertura da quadra poliesportiva.

Vale lembrar que em 2015, Luzia de Paula destinou recursos para a cobertura da quadra poliesportiva do Centro de Ensino Especial nº 01, no P Sul. Agora, a parlamentar destina recursos para a instalação do PEC, além de banheiros com vestiário, alambrado e outras melhorias para a quadra poliesportiva. As obras estão em fase de licitação.

Fonte: luziadepaula.com.br

#CONECTADOAOPODER na Rádio OK FM (Sábado 23/07/2016)

O Programa Conectado ao Poder deste sábado (23/07), entrevista Evanildo, Administrador da Estrutural, Pedro Ivo (REDE-DF), o Senador Cristovam Buarque e o Presidente do TCDF Renato Rainha.padrão 2016 (4 convidados) telefone

Moro libera Dilma de testemunhar na Lava-Jato

2870_19072016173537O juiz Sérgio Moro liberou a presidente afastada Dilma Roussef de testemunhar na operação Lava-Jato. Nesta terça-feira, o juiz aceitou o pedido dos advogados do empreiteiro Marcelo Bahia Odebrecht que haviam chamado a petista para a defesa do empresário. Dilma prestaria depoimento por escrito.

Os advogados de Odebrecht haviam arrolado Dilma na ação que investiga repasses de propina através do Setor de Operações Estruturadas, revelado na 26.ª etapa da Lava-Jato, batizada de Xepe. Além de Odebrecht, quem é investigado nesta ação é o marqueteiro do PT João Santana, preso na mesma operação.

Além de desistência de Dilma, Marceloi Odebrecht cancelou todos os outros depoimentos marcados. No documento encaminhado ao juiz, os advogados do empreiteiro alegam motivos “sigilosos”.

Nesta terça-feira, o GLOBO revelou que Odebrech está prestes a fechar o acordo de delação premiada de seus executivos, entre eles o ex-presidente Marcelo Odebrecht, com o Ministério Público Federal. A assinatura do acordo, porém, depende de acertos finais, entre eles que a Odebrecht recupere e apresente arquivos digitais da empresa contendo provas do pagamento de propina a políticos e autoridades.

Marcelo Bahia Odebrecht está preso desde 19 de junho de 2015. O ex-presidente da maior empreiteira do País já foi condenado a 19 anos e quatro meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa no esquema de propinas montado na Petrobrás.

Fonte: Fato Online

Marli Rodrigues pede proteção e fará depoimento fechado à CPI da Saúde

cpidasaúde-840x577O vice-governador Renato Santana (PSD) será ouvido pela CPI da Saúde nesta quinta-feira (21/7), na Câmara Legislativa, além de Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde. Em gravações divulgadas semana passada, os dois conversaram sobre um suposto esquema de pagamento de propina na área da saúde do DF, envolvendo também a Secretaria de Fazenda. Em outro grampo, Marli e o ex-secretário da Saúde Fábio Gondim falam que há um “meio podre” infiltrado na pasta. A sindicalista, que será ouvida a portas fechadas, foi intimada pelos distritais. Santana recebeu um convite.

Marli Rodrigues pediu, para sua segurança pessoal e de sua família, que o depoimento seja fechado, já que vai entregar aos distritais documentos, segundo ela, que provam as irregularidades na saúde. O depoimento será gravado, de acordo com o presidente da comissão, deputado Wellington Luiz (PMDB). A sindicalista ainda pediu proteção policial para ela e familiares.

A decisão de acatar o pedido dela foi tomada nesta terça-feira (19/7), durante reunião da comissão. Com as denúncias, os deputados suspenderam o recesso parlamentar. O depoimento da presidente do SindSaúde será às 10h. O do vice foi agendado para as 15h. Os membros da CPI aprovaram ainda o convite para o ex-secretário Fábio Gondim e a convocação de Marcello Nóbrega, à época subsecretário de Administração Geral, atualmente subsecretário de Infraestrutura e Logística, ainda sem data para deporem.

Pressão no Buriti

A movimentação dos distritais, em plenas férias, é vista como uma manobra da presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), para atacar o governador Rodrigo Rollemberg (PSB), cujo governo ficou fragilizado com a crise aberta pela divulgação dos grampos. A oposição está aproveitando para disparar contra o Palácio do Buriti.

O deputado Bispo Renato Andrade (PR) criticou a falta de iniciativa do governador que, segundo ele, pode caracterizar “prevaricação” ao não investigar as denúncias feitas por Santana. O deputado  aproveitou para atacar o chefe do Executivo, afirmando que o governo “está perdido”.

Na tropa de choque da base governista ficou o distrital Roosevelt Vilela (PSB). Ele condenou a atitude de Marli Rodrigues de gravar as pessoas e desqualificou o material. “Estão preocupados com ela expor o nome de outras autoridades. Mas ela, ou quem quer que seja, já expôs. Então, tem que se expor também”, criticou Roosevelt.

Na ausência da presidente da Casa, em viagem, e da vice Liliane Roriz (PTB), de licença médica, o primeiro-secretário Raimundo Ribeiro (PPS) atuou como presidente em exercício e também criticou o governador Rodrigo Rollemberg, que não se aprofundou nas investigações das denúncias. Ribeiro defendeu a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues. “Não adianta querer desqualificar a Marli. O fato é que há uma denúncia muito mais grave do que a conduta dela”.

Apuração imediata

Também nesta terça, o Ministério Público de Contas (MPC/DF) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) entregaram cinco ofícios a representantes do governo pedindo a apuração imediata das denúncias, cópias de documentos e outras informações sobre as gravações.

Os documentos foram entregues ao vice-governador, Renato Santana; ao secretário da Saúde, Humberto Pereira da Fonseca; ao controlador-geral do DF, Henrique Moraes Ziller; ao subsecretário de Logística e Infraestrutura de Saúde, Marcelo Nóbrega; e ao Fundo de Saúde do DF, atualmente dirigido por Arthur Luiz Pinho de Lima.

Ao vice-governador, por exemplo, o MP solicita a apresentação da lista citada por ele nos áudios divulgados e o nome do servidor responsável que permaneceria no GDF. Além disso, requer a relação de todas as empresas e contratos em que haveria a suposta cobrança de propina. Já do titular da pasta da saúde, o MP quer saber se houve afastamento do servidor do Centro de Saúde mencionado nas gravações, bem como informações sobre o trabalho de servidores da radiologia e pagamento de horas extras.

O ofício destinado ao controlador-geral se baseia em nota oficial do GDF – que deu conta de apurações imediatas das denúncias –, e requer, então, cópias dessas apurações no prazo de dez dias. Ao subsecretário de Logística e Infraestrutura da Saúde, o MP quer informações sobre o empenho de verba para a compra de marca-passos, além das aquisições já feitas nos últimos dois anos.

Por fim, ao Fundo de Saúde, o ofício solicita informações sobre valores descontados de servidores pelos sindicatos que têm o fundo como destino; e a respeito de que tipo de providências teriam sido tomadas sobre suposto “desvio de pecúnia”.

O MP também quer a relação de todos os fornecedores da Secretaria da Saúde que estariam sem receber por serviços prestados nos últimos dois anos, entre outras informações. No momento oportuno, o Ministério Público realizará, também, as oitivas necessárias. (Com informações do MPC/DF)

Fonte: Metrópoles

“Eu tenho provas”, diz presidente do Sindisaúde-DF sobre suposta propina ao GDF

20pol06f1-e1468975340982-696x416“O governador tem um grande desafio pela frente. Ele deve se preocupar não somente em explicar, mas convencer, porque está claro que existe uma propina”, disparou a presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do DF (Sindsaúde-DF), Marli Rodrigues, em entrevista exclusiva ao Jornal de Brasília, às vésperas do depoimento que dará à CPI da Saúde, na Câmara Legislativa do DF.

“Eu tenho provas”, garantiu Marli, que está no olho do furacão da denúncia de que haveria esquema de pagamento de propina em contratos firmados pelo Governo do DF. O material que ela diz ter será apresentado aos deputados distritais amanhã.

Marli e Santana prestarão depoimento amanhã ao colegiado que investiga irregularidades na Secretaria de Saúde do DF. Ela, convocada, depõe pela manhã. Ele, convidado, à tarde. A sindicalista gravou o vice-governador Renato Santana, que diz saber da cobrança de 10% em contratos da Secretaria de Fazenda. A conversa foi revelada em reportagem de Ary Filgueiras, na revista IstoÉ desta semana.

Antes, Marli havia pedido que o depoimento dela fosse fechado, mas, ontem à noite, disse que falará à comissão “em sessão aberta ou fechada”. E que esta escolha ficará a critério dos parlamentares.

Ela negou que o pedido de privacidade foi feito por medo: “Desde que entrei nessa investigação, minha única preocupação tem sido com a vida dos pacientes que agonizam nos hospitais sucateados”.

Menos poder

A sindicalista explica que, antes de persegui-la e desqualificá-la, Rodrigo Rollemberg deve se preocupar em convencer a população de que apurou as denúncias do suposto esquema de propina, já que o vice garante que reportou a ele assim que soube da cobrança. “Estou numa posição muito inferior à dele, quando se trata de poder, de artilharia”, argumentou Marli, que já havia dito ao JBr. que teme pela própria segurança e da família. “Sou mãe de nove filhos”, disse.

O Distrito Federal, diz Marli, “é um navio de um comandante só”. Ela disse que percebeu, na conversa com Renato Santana, que o vice-governador estava muito angustiado, “por saber de algumas coisas e não ter como reagir”.

O que motivou Marli a fazer as gravações foi a indignação, ela contou. “Morrer onde existe SUS não é normal”, advertiu a sindicalista, para quem a corrupção também não deve ser considerada normal.
Vice disponível

Renato Santana foi procurado pela reportagem para comentar o convite, mas não retornou as ligações. Do mesmo partido do vice-governador e membro da CPI, o deputado distrital Cristiano Araújo (PSD) disse ontem que tem conversado com o vice-governador. “Ele disse que está seguro e à disposição da CPI e que poderia falar até mesmo nesta terça-feira”, assegurou, depois de afirmar que a comissão está cumprindo o papel para esclarecer os fatos com a maior celeridade possível. Colaborou Francisco Dutra

Fonte: Jornal de Brasília

MPs do DF e de Contas notificam vice sobre suposta propina ao governo

vice-e-governadorO Ministério Públicos do Distrito Federal e o Ministério Público de Contas notificaram nesta terça-feira (19) o vice-governador do DF, Renato Santana, para que ele dê detalhes sobre a suposta cobrança de propina em contratos com o governo.

No documento, três promotores dão prazo de dez dias para que o vice-governador informe a relação de empresas e contratos em que haveria suposta cobrança de propina, conform dito por ele em conversa com a presidente do SindiSaúde, Marli Rodrigues.

Ao G1, Renato Santana disse que está preparando a documentação para atender às solicitações do governador, do MP e do MP de Contas sobre o tema.

Em áudio revelado na semana passada, Santana diz a Marli que sabia de um suposto esquema de pagamento de 10% de propina no governo, em secretarias como Fazenda e Saúde. Por causa da gravação, a Câmara antecipou a volta dos distritais que fazem parte da comissão para que eles possam apurar os supostos pagamentos ilegais no GDF.

Marli foi convocada para comparecer à Câmara às 10h. A menos que justifique a ausência, ela não pode deixar de se apresentar. Santana foi convidado pelos deputados para ser ouvido às 15h do mesmo dia, mas pode “declinar” o convite sem justificativa formal.

O subsecretário de Infraestrutura e Logística Marcello Nóbrega também foi convocado a depor, mas a data da audiência não foi marcada. Ele é um dos citados nas gravações divulgadas e, segundo Marli e Santana, faz parte de um “meio podre” na Saúde.

Participante de uma das conversas divulgadas, o ex-secretário de Saúde Fábio Gondim também foi convidado a falar na CPI. A data não foi marcada. O ex-gestor deixou o comando da pasta em 2 de março, após sete meses no cargo. Humberto Fonseca, que substituiu Gondim no posto, segue como secretário.

A previsão inicial era de que Marli Rodrigues comparecesse à CPI nesta terça. Ela será ouvida a portas fechadas, a pedido dela. O benefício não foi estentido aos outros depoentes.

Durante a reunião da CPI, deputados da base e da oposição comentaram os áudios gravados por Marli e divulgados. Aliado do governador Rodrigo Rollemberg, Roosevelt Vilela (PSB) disse questionar o interesse do sindicato em registrar as conversas. “O que vejo é um desespero por parte do sindicato. É uma falta de respeito sem precedentes”, disse.

Sem discutir o mérito do vazamento, o deputado Bispo Renato (PR) disse considerar “extremamente graves” as denúncias do áudio. Segundo ele, Rollemberg pode responder por prevaricação, se ficar comprovado que as denúncias foram negligenciadas pelo GDF.

“Caso isso se configure, além dos trabalhos da CPI, há de se pedir em outros meios a questão da prevaricação, se é verdadeiro o fato de que ele teve ciência dos fatos levados pelo vice-governador Renato Santana”, declarou.

Questionado pelo G1 na segunda, Rollemberg negou ter cometido prevaricação. Ele disse que as denúncias reportadas pelo vice “não eram aprofundadas” e que qualquer suspeita que chegasse ao GDF seria investigada.

“De maneira informal, ele [Santana] me disse que uma pessoa estaria pedindo vantagens para liberar recursos na Secretaria de Fazenda. Eu peguei o nome dele, Marcello Radical, chamei o secretário e passei o comunicado. Ele me retornou dizendo que não havia ninguém com esse nome na pasta. Ali, dei o fato por encerrado, porque se não havia o servidor, não tinha como ele estar sendo favorecido”, disse.

Apuração paralela

Após a aprovação dos requerimentos, Wellington Luiz afirmou que também vai pedir compartilhamento de provas ao Ministério Público do DF e ao Ministério Público de Contas, que fazem uma investigação paralela e conjunta sobre a Saúde local.

Segundo ele, Rollemberg não deve ser ouvido nesta primeira fase de inquérito. “O [nome do] governador não foi cogitado até o momento”, diz. Luiz afirma que a divulgação dos áudios não muda o foco da CPI que, de acordo com ele, investiga “irregularidades na saúde”.

Fonte: G1

Candidato oficial à Casa Branca, Trump precisa unir base do partido

20160720003001895840iUma votação sem grandes contratempos no segundo dia da Convenção Nacional Republicana, em Cleveland, Ohio, consagrou ontem o empresário Donald Trump como candidato da oposição à Casa Branca. Apesar de um movimento anti-Trump ter ensaiado uma tentativa de boicote, o magnata de 70 anos chegou com segurança ao número necessário para assegurar a indicação. “Que grande honra ser o nomeado republicano para presidente dos Estados Unidos. Eu trabalharei duro e nunca os desapontarei! América primeiro!”, celebrou o empresário, em sua conta no Twitter, repetindo um dos principais slogans da campanha.

A conquista foi confirmada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, ao comunicar que ele obteve 1.725 votos. Embora outros pré-candidatos tenham suspendido a campanha antes mesmo da convenção, 475 votos foram registrados para o senador Ted Cruz, 120 para o governador John Kasich e 114 para o senador Marco Rúbio. O governador de Indiana, Mike Pence, foi confirmado como candidato à vice-presidência, por aclamação.
O polêmico magnata será formalmente coroado na noite de amanhã, quando fará o discurso de aceitação, no encerramento do encontro. Ele chegou ao “número mágico” de 1.237 votos — a maioria absoluta dos convencionais — após a declaração dos representantes de Nova York, seu estado natal. A marca foi comemorada ao som de uma versão instrumental da música New York, New York. Os filhos de Trump — Donald Jr., Ivanka, Eric e Tiffany — acompanharam a votação com os delegados.

A votação foi feita estado por a estado, oralmente, segundo a ordem alfabética. À medida que os líderes dos comitês estaduais declaravam o número de votos dados a cada um dos concorrentes, times de futebol, atividades econômicas e líderes políticos de cada região eram lembrados. Não faltaram, porém, críticas ao casal Hillary e Bill Clinton. Aplausos e vaias se misturaram à menção dos concorrentes que deixaram a disputa, como Ted Cruz, Marco Rúbio e John Kasich. Duas abstenções foram registradas na delegação do Colorado.

“Amadorismo”

As horas que antecederam a votação em Cleveland foram marcadas por tensão em torno da ameaça de boicote por parte de delegados anti-Trump, que falharam em alterar as regras do processo para dificultar a nomeação do empresário. Apesar de não terem se registrado grandes protestos contra o magnata, e de ele ter assegurado o número necessário de delegados para ser o candidato presidencial do Partido Republicano, as divisões na base eleitoral, expostas nos dois primeiros dias de convenção se apresentam como o primeiro desafio na campanha contra Hillary e o Partido Democrata.

Michael Cornfield, cientista político e professor da George Washington University, observa que Trump tem cometido erros de principiante, que podem ter a ver com o fato de ser essa a sua primeira experiência numa eleição. “Ele tem uma equipe muito pequena, cerca de 70 membros, comparados a quase 800 de Hillary Clinton. Eles têm cometido erros básicos, e os republicanos estão nervosos”, pondera. Cornfield considera a acusação de plágio no discurso de Melania Trump, na noite se segunda-feira (leia abaixo), a “escolha estranha” do candidato a vice-presidente e a ausência de uma campanha de arrecadação de fundos “séria” como exemplos de “amadorismo”, e acredita que o magnata precisa de uma equipe mais robusta e preparada, se quiser ter condições de vencer a eleição de novembro. “Diante de seus comentários provocadores e, por vezes, hostis, ele não pode permitir esses erros”, avalia.

Fonte: Correio Braziliense

Indicação de Luzia de Paula garante recuperação de parquinho no P Norte

64b03315-b466-42b7-984e-713a29e94cab-900x550Os moradores da QNP 11, no Setor P Norte, em Ceilândia agora contam com um novo local para o encontro e a diversão das crianças. A obra foi realizada graças a uma indicação da deputada Luzia de Paula (PSB), ao Governo de Brasília.

A região que há anos era conhecida como o “Lixão do P Norte” foi totalmente revitalizada. O espaço conta agora com um parquinho e um campo de futebol.

Para a parlamentar é importante que a comunidade se envolva fiscalizando e não deixando que voltem a jogar lixo na região.

“A revitalização e a limpeza desse espaço deu mais vida ao local. Agradeço ao governador Rodrigo Rollemberg por ter atendido essa indicação”, finaliza Luzia.

Fonte: luziadepaula.com.br

Conectado ao Poder na Rádio OK FM com Vicemar Medeiros e Thalita Capucho – 16/07/2016

Sandro Gianelli Rodrigo Mercúcio e Zinhão entrevistaram o administrado do Riacho Fundo II, Vicemar Medeiros; a Coach, Welly Carvalho e a advogada especialista em direito eleitoral, Thalita Capucho.

Programa transmitido no dia 16 de julho de 2016.

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Novo ministro do Turismo é réu no STF por falsidade ideológica

Max-beltraoBRASÍLIA — O Palácio do Planalto definiu nesta segunda-feira que o novo ministro do Turismo será o deputado Marx Beltrão (PMDB-AL), apadrinhado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O martelo foi batido pelo presidente interino Michel Temer hoje, e a nomeação deve ocorrer na quarta-feira, após jantar de Temer com Renan e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcado para a noite desta terça-feira. Na noite de domingo, Temer recebeu o líder do PSD, Rogério Rosso (DF), que foi derrotado na disputa da presidência da Câmara.

A nomeação foi acertada depois que Temer anunciou que devolverá o comando de Furnas à bancada de Minas Gerais do PMDB. Os mineiros já haviam levado o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), mas ainda insistiam na ampliação do espaço no governo. Com isto, Temer conseguiu superar as resistências entre os seis deputados da bancada, que se sentiram preteridos na reforma ministerial e exigiam recompensas do Palácio do Planalto.

Outro motivo da demora para a nomeação de Marx Beltrão é sua ficha junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é réu em processo na Corte por falsidade ideológica. A denúncia é de que, quando foi prefeito de Coruripe (AL), Beltrão teria apresentado ao Ministério da Previdência Social comprovantes de repasse e recolhimento contendo informações falsas. Beltrão minimizou as acusações. Ainda assim, segundo auxiliares de Temer, Renan Calheiros continuou a pressionar pelo nome do aliado.

Havia uma dúvida no governo sobre o momento exato para a nomeação de Marx Beltrão para o cargo. Uma ala defendia que ela ocorresse somente após o impeachment, para evitar discordâncias internas no PMDB e também para que o governo tivesse certa margem de liberdade para eventuais novas composições após o processo. No entanto, outra ala, que deve prevalecer, acredita que o melhor é fazer desde já o gesto a Renan Calheiros, presidente da Casa onde ocorrerá o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff no final de agosto.

Em junho, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) pediu demissão do cargo após novas revelações da delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Alves só sacramentou a demissão após receber a informação de que existem provas inéditas, desta vez documentais, contra ele, como antecipou o blog do jornalista Jorge Bastos Moreno, no site do GLOBO. Segundo integrantes da cúpula do governo e do PMDB, Alves teria sido informado sobre a descoberta de um depósito de empreiteira em uma conta sua na Suíça. Ele foi o terceiro ministro nomeado pelo presidente interino a deixar o cargo.

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