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Projeto da deputada Luzia de Paula prevê cadeiras para alunos canhotos

DSC_8484O Projeto de Lei nº 1.187/2012, da deputada Luzia de Paula, prevê a disponibilização, em sala de aula, de cadeiras de braço para alunos canhotos. A proposta abrange as instituições de ensino públicas e particulares que realizam palestras, cursos, seminários, concursos, além das atividades normais previstas no currículo escolar.

O projeto destina 10% das cadeiras para alunos canhotos matriculados, e caso o número de alunos seja inferior a esse percentual, as cadeiras deverão ser mantidas em estoque, em perfeito estado de conservação para uso imediato.

“Busco, por meio desta proposta, assegurar tratamento isonômico aos alunos canhotos das escolas públicas e particulares do DF, os quais enfrentam sérias dificuldades para cumprir suas tarefas em sala de aula, devido, a falta de cadeira com apoio situado no lado esquerdo”, justifica Luzia de Paula.

A medida partiu de uma necessidade constatada pelos estudantes. Poucas escolas disponibilizam cadeiras para estes alunos. Outro problema é que não existe estoque desse mobiliário para atender os casos excedentes.

A proposta foi aprovada nas comissões da Câmara Legislativa e segue para apreciação dos deputados distritais, no plenário, para em seguida ser encaminhada à sanção do Governador.

Fonte: luziadepaula.com.br

Parcerias alavancam obras e o desenvolvimento do Novo Gama

MG_0996A população do Novo Gama em breve estará usufruindo de várias benfeitorias realizadas pelo Governo Municipal. Em toda a cidade, os investimentos e as mudanças são visíveis, na infraestrutura; na saúde; na educação; e na segurança.

Nas últimas semanas, a Prefeitura iniciou as obras de pavimentação da avenida próxima a Paróquia Imaculada Conceição. Esta obra, é uma parceria do Governo Municipal e da Igreja, que na ocasião fez a doação de 7 caminhões de brita. Além do asfalto novo, no local será construída uma praça arborizada e equipada com uma academia ao ar livre. Vale ressaltar, que esta praça estará localizada entre a Igreja Imaculada Conceição e o Setor 11HC.

Outro grande feito é a construção da praça que será o cartão postal do município. Para a execução desta obra, o Governo Municipal conta com a parceria da Administração de Santa Maria; do DER-DF; da Agência de Fiscalização (AGEFIS-DF): das Policias Militar do Distrito Federal e de Goiás; e da 1º Promotoria de Novo Gama.

_MG_1009Preocupado com o aumento do número de mulheres com câncer da mama, o Governo Municipal através da Secretaria Municipal de Saúde aderiu no último mês ao projeto Outubro Rosa. Na ocasião, foram preparadas várias ações de prevenção e conscientização da população sobre o tema. Dentre as ações, houve distribuição de panfletos informativos; a realização oficinas semanais e mutirão de coletas e exames citopatológicos; e também foram ministradas palestras educativas.

Outra excelente conquista, é para a educação do município. Em breve o Novo Gama contará com a construção de 10 creches. Cinco destas unidades já estão em fase de construção bastante avançadas. Os bairros beneficiados são: Vale do Pedregal; Residencial Alvorada; Estrela Dalva VI; Novo Gama e Residencial Paraíso. A prefeitura destaca que as demais unidades estão em fase de licitação. As obras têm previsão de entrega para o 1º semestre de 2016.

Fonte: novogama.go.gov.br

Convidados 05/11: Cleyton Trevizan e DanielMachado

Cleyton Trevizan, Empreendedor Eleitoral e DanielMachado, Especialista em Marketing Político serão os entrevistados de hoje no programa Conectado ao Poder, na rádio OK FM. Sintonize 104,1 FM e ouça das 20h às 21h.5d11

Luzia de Paula alerta para a conscientização na saúde dos homens

Luzia-de-PaulaO mês de novembro é marcado em todo o mundo pela campanha Novembro Azul. A campanha tem como objetivo principal a conscientização dos homens sobre a importância da prevenção e diagnóstico do câncer de próstata.

Luzia de Paula apresentou dois projetos de lei, que buscam proteção à saúde do homem. O PL nº 1.675/2013, propõe a criação do Dia Distrital da Saúde do Homem. Já o PL nº 1.679/2013, incluiu o Novembro Azul no calendário oficial de eventos do Distrito Federal, com o objetivo de esclarecer a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras doenças.

“Nós mulheres temos uma grande responsabilidade, pois, por natureza, somos grandes agentes de saúde. Somos nós que conversamos com os maridos e na maioria das vezes os levamos para o médico”, ressaltou a parlamentar.

“O foco da campanha é conscientizar os homens para que façam o exame de próstata, principalmente aos 50 anos. Infelizmente a doença não apresenta sintomas na fase inicial. Quando o câncer de próstata começa a dar sintomas, a doença já está avançada,” finaliza Luzia de Paula.

Sobre o Câncer de Próstata

A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, de forma e tamanho semelhantes a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.

O câncer de próstata é o tumor mais frequente no sexo masculino, ficando atrás apenas dos tumores de pele. A cada seis homens, um é portador da doença, que pode demorar a se manifestar, exigindo exames preventivos constantes para não ser descoberta em estágio avançado e potencialmente fatal.

A recomendação é que homens a partir de 50 anos procurem um urologista para realizar os exames preventivos anualmente. Indivíduos com história familiar de câncer de próstata, da raça negra, sedentários e obesos devem iniciar a prevenção a partir dos 45 anos, pois possuem maior risco de desenvolver a doença, que quando diagnosticada precocemente as chances de cura são de aproximadamente 90%.

Fonte: luziadepaula.com.br

Convidados 04/11: Lu Conti e Alex Dias

Lu Conti, Diretora Executiva do Jornal Alô Brasília e Alex Dias do Programa Tendência e Negócios serão os entrevistados de hoje no programa Conectado ao Poder, na rádio OK FM. Sintonize 104,1 FM e ouça das 20h às 21h.4d11

Obras iniciadas no último governo acabam paradas e reduzem a capacidade do DF em Saúde, Educação e Assistência Social

Michael Melo/MetrópolesAs políticas públicas que deveriam ser de Estado são abandonadas com a troca de mandato.

Entra governo, sai governo e uma série de promessas vira coisa do passado e até mesmo sucata. Em Brasília não é diferente. Na capital do país, escuta-se que devem ser feitas políticas de Estado, para durarem e trazerem benefícios à população independentemente de quem comanda o Palácio do Buriti. No entanto, cada governante eleito quer deixar uma marca própria. O problema é que o dinheiro público investido nas obras idealizadas por antecessores não volta.

Em alguns casos, ele se perde em meio à chuva, na ação de vândalos ou pelo fato de materiais tecnológicos se tornarem obsoletos. Em meio a essa luta de egos, além da verba gasta, estão as empresas que começam a trabalhar depois de passar por licitações demoradas e não veem o dinheiro entrar na conta. Em visita a Ceilândia Norte, por exemplo, a reportagem do Metrópoles encontrou pelo menos três obras iniciadas na gestão de Agnelo Queiroz (PT) que estão paradas.

A segunda Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, prevista para atender 450 pessoas por dia, começou a ser construída, mas teve as obras paralisadas em 2014, por ação do Tribunal de Contas do DF (TCDFT). Ali foram investidos R$ 2,3 milhões do Ministério da Saúde. A fundação acumula água da chuva nas bases, a estrutura metálica está enferrujada e o pré-moldado figura em meio ao mato alto.

Michael Melo/Metrópoles

Poucos metros depois, está um albergue previsto para receber moradores de rua e desafogar o abrigo instalado em Águas Claras. No entanto, o local, na QNR 2, está abandonado. Tem somente um vigia, cachorros, fezes no chão e uma licitação de R$ 800 mil se deteriorando com a ação do tempo.

No entanto, o GDF afirma que o albergue, com obra iniciada no governo anterior, já foi entregue “com toda a parte que concerne à Novacap, concluída. Aguarda agora a ocupação do espaço, que ficará a cargo da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.”, diz nota do GDF.

Obra mais cara
A situação se repete em outras obras. Paradas ou andando a passos lentos, elas deterioram-se a cada dia. Para o engenheiro civil e patologista de edificações Dikran Berberian, a paralisação é sempre muito ruim. “Em algum momento, o governo percebeu que havia uma licitação superfaturada ou paralisou a obra por qualquer outro motivo. Tecnicamente, há um desgaste, as pessoas roubam as peças, a obra envelhece, vai acabar saindo muito mais cara do que o previsto inicialmente”, afirma.

Segundo Berberian, as obras paradas, se tiverem uma licitação limpa, podem até dobrar de preço. “É o meu dinheiro e o seu. Isso que me aborrece. São ainda obras sociais: UPAs, creches, albergues, que beneficiariam a população diretamente”, lamenta o especialista.

Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)
A primeira Unidade de Pronto Atendimento inaugurada no Distrito Federal foi a de Samambaia, em 2011. Ela custou R$ 2,6 milhões e teve manutenção prevista de R$ 250 mil por mês. A intenção inicial era de que 12 unidades do tipo ajudassem a desafogar o atendimento nos pronto-socorros da capital brasileira. No entanto, somente seis UPAs ficaram prontas.

Pelo menos outras três começaram a ser construídas, mas as obras pararam em 2014. Entre elas, a 2ª UPA de Ceilândia que ajudaria no atendimento da população de Águas Lindas (GO). É uma característica de Brasília receber moradores do município goiano e a unidade reduziria as filas nos hospitais.

Por ter tal característica, essa seria uma UPA Porte 3, com 13 a 20 leitos de observação e atendimento previsto para 450 pacientes por dia. Localizada na QNR 1, de Ceilândia Norte, a área reservada para a unidade tem um tapume com todos os materiais usados para o início da obra. Só em terraplenagem, compra dos pré-moldados, fundação, estrutura, serviços prestados foram gastos R$ 2,3 milhões.

Michael Melo/Metrópoles

Para concluir toda a UPA, contando com fiação, estacionamento e calçada, a obra custaria R$ 4,9 milhões aos cofres públicos. Toda a verba vem do Ministério da Saúde. Na verdade, o dinheiro já foi liberado. Mas, a unidade – com 44% das obras concluídas – não tem prosseguimento devido a um processo do Tribunal de Contas do DF.

Em Ceilândia, a estrutura metálica está comprometida, os pré-moldados se misturam à grama alta. As estruturas para abrigar os funcionários foram queimadas. No local, somente um empregado da construtora e dois cachorros fazem a segurança do que foi investido com dinheiro público. O mesmo acontece no Gama. Lá a construção parou em dezembro de 2014, com cerca de 40% de execução. Não há previsão de retorno. Enquanto isso, o dinheiro do Ministério da Saúde fica parado na conta do GDF e a verba já investida se perde com a ação do tempo e o descaso.

Aterro Sanitário Oeste de Samambaia
Previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos para ficar pronto em 2 de agosto de 2014, o Aterro Sanitário Oeste, em Samambaia, ainda é um canteiro de obras. O projeto é essencial para a desativação do Lixão da Estrutural, que mantém cerca de 2,5 mil catadores em uma rotina pesada e insalubre de trabalho. Em 2014, seis pessoas morreram no local. Elas foram atropeladas ou soterradas no lixão.

O GDF retomou as obras em julho deste ano e afirma que 60% da construção está concluída. A previsão é de que o aterro seja inaugurado em meados de 2016. Ele poderá receber 2,7 mil toneladas de lixo produzidos diariamente em Brasília.

Michael Melo/MetrópolesO problema é que para a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos seria necessário dar condições de os catadores saírem do lixão e começarem a trabalhar. Para tanto, o governo anterior previu a construção de quatro Centros de Triagem. Nesses lugares, os trabalhadores teriam dignidade. Fariam a seleção do lixo, teriam um lugar para tomar banho e a segurança de serem integrados a uma cooperativa.

No entanto, os contratos de R$ 2,5 milhões foram suspensos. O centro do P Sul estava com as obras avançadas; os outros três – das Asas Sul e Norte e do Gama – tinham concluído a terraplenagem. Vinculada aos centros, estaria a coleta seletiva. Mas esta prática também foi suspensa em parte do DF. No início de 2015, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) interrompeu a coleta em São Sebastião, Paranoá, Itapoã, Fercal e Planaltina, por alegar baixa adesão.

Centro Integrado de Gestão (CGI)

Reprodução/ Apresentação GDF 2013

O projeto surgiu como uma promessa de gestão moderna, integrada. O governo teria em um mesmo ambiente diferentes órgãos trabalhando juntos. Seria o exemplo de transparência em dados e de segurança para a população, com notificações em tempo real. Tudo funcionaria por meio da segunda Parceria Público-Privada (PPP) mais cara do DF. O valor estimado inicial era de R$ 837 milhões, mas a licitação fechou no valor médio de R$ 770 milhões, a serem pagos em 15 anos.

O consórcio que iniciou as obras pagou R$ 120 milhões pelos equipamentos instalados na primeira etapa, mas a Justiça suspendeu o contrato em 2015. O centro é a segunda parte do Sistema de Monitoramento e Gestão, que mantinha a vigilância em todo o DF com 128 câmeras e 820 projetos.

Era possível, por exemplo, o governador ver do tablet dele o que acontecia em hospitais, no Metrô, em creches e em algumas vias do DF. Mas tudo está parado. Questionado sobre a parceria e retorno do monitoramento iniciado em 2013, o Governo do Distrito Federal respondeu que “algumas cláusulas do contrato da CGI estão em análise jurídica para que tenham prosseguimento”.

Ciclovias
Prevista para ficar pronta até a Copa de 2014, realizada entre junho e julho daquele ano, a pista de caminhada do Parque da Cidade tem brita e uma camada fina de piche. Seriam 10 km de pista para os pedestres. Quando ela ficasse pronta, a antiga via seria exclusiva para os ciclistas. De acordo com a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, 65% da pista está concluída.

Michael Melo/Metrópoles
Com 411 km, a malha cicloviária do DF tem trechos em construção. A secretaria afirma que está fazendo um “diagnóstico para manutenção e/ou construção das ciclovias em todo o DF”. A intenção é atingir, em quatro anos, 649 km em ciclovias e ciclofaixas.

Albergues e CRAS

Michael Melo/Metrópoles

Parte de uma política para abrigar moradores de rua e de um Sistema Único de Assistência Social, os quatro albergues com obras iniciadas no governo anterior estão parados. Na unidade de Ceilândia Norte, só quem mora lá é o vigia. A instalação tinha iluminação, mas a população furtou todas as lâmpadas. No chão, há fezes, brita e areia espalhados.

Durante a noite, os tiros amedrontam o vigia, que precisa contar com dois cachorros para que os bandidos não se aproximem. A previsão era ter abrigos em Planaltina, São Sebastião, Recanto das Emas e Ceilândia Norte. Cada um com custo médio de R$ 800 mil.

Michael Melo/Metrópoles

Ao lado do albergue de Ceilândia, está o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), responsável pelos serviços socioassistenciais da Proteção Social Básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). O prédio está pronto, mas as manilhas estão espalhadas pelo jardim e o vidro da cabine do vigia acumula diversas marcas de tiros.

Não há ainda profissionais para o atendimento nem jovens em internação.

Creches
O maior gargalo da educação no DF reside na oferta de vagas para crianças de 0 a 5 anos. Desde 2011, são prometidos 112 Centros de Educação da Primeira Infância (CEPIs).Os recursos são divididos entre o governo federal e o local, mas as obras caminham a passos lentos. Atualmente, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer do DF conta com 39 CEPIs. O governo de Rodrigo Rollemberg inaugurou 12.

Michael Melo/Metrópoles
A reportagem do Metrópoles foi até a Creche Jacarandá, localizado na 204/205 Sul, e constatou que a estrutura está praticamente pronta, mas não tem alunos nem professores. No lugar da horta, há mato. Nos corredores, somente materiais de construção, nenhuma criança correndo. As janelas de vidro são protegidas com madeirite, para que não sejam quebradas.

O Governo do Distrito Federal alegou que todos os centros com atividades iniciadas em 2015 estão funcionando. “Os profissionais são contratados pelos gestores das creches.” Afirmou ainda, por meio de nota, que a Secretaria de Educação do DF “fez gestão junto ao FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) para a construção de mais 36 unidades escolares, ainda sem previsão”.

Fonte: metropoles.com

Maioria dos brasilienses acha injusto ter de pagar a conta do desajuste financeiro do governo, diz pesquisa Metrópoles/Dados

iStock_000002999139_Small-840x565Para 73% dos moradores do DF, é errado o governo aumentar impostos para resolver a crise da capital. O certo, de acordo com 17,7% da população, seria o GDF economizar nas despesas de custeio da máquina pública.

O remédio amargo ministrado pelo GDF para tirar o Distrito Federal da UTI, quem vai tomar é o cidadão. De cara feia, é o que aponta a pesquisa de opinião Metrópoles/Dados, realizada entre os dias 23 e 27 de outubro e que abordou 1,2 mil pessoas nas principais regiões do Distrito Federal.

A pesquisa quis saber o que o brasiliense pensa sobre a decisão do GDF de aumentar impostos a partir do ano que vem (leia abaixo) para turbinar a arrecadação local.

Eis a resposta do contribuinte: para a maioria acachapante dos moradores do DF, querer que o povo pague essa conta é injusto (73,2%) e o certo deveria ser o governo economizar nas próprias despesas com a máquina pública (17,7%). Ou seja, praticamente 91% das pessoas não concordam com a solução encontrada pelo GDF. Apenas 5,5% dos entrevistados consideraram justa a iniciativa oficial e outros 3,7% não souberam ou não quiseram opinar.

E se o brasiliense torce o nariz para um futuro próspero, só que em aumento de impostos, também demonstra insatisfação com um presente de promessas ainda não cumpridas. Um conjunto de 73,3% dos entrevistados disse que o governo de Rodrigo Rollemberg não cumpriu nenhuma das seguintes promessas de campanha: melhorar a segurança pública, melhorar a qualidade do ensino, reduzir o preço das passagens de ônibus e melhorar a saúde pública.

Sobre a meta de Rollemberg de adotar eleições diretas para a escolha de administradores regionais, 30,7% das pessoas ouvidas acham que a medida não foi colocada em prática porque o chefe do Executivo se esqueceu da promessa. Outros 29,2% disseram que o governador tem medo de os administradores eleitos serem seus adversários políticos e só 6,8% acreditam que se trata de um impedimento legal. De fato, a medida depende da elaboração de um projeto de iniciativa do Executivo que seja aprovado pelo Legislativo.

Assim, embora a letra fria da lei pareça um bom argumento para o político justificar uma palavra não cumprida, os números mostram que o eleitor se apega mesmo é ao calor de uma promessa feita sob medida para impressionar os eleitores na campanha eleitoral.

Programe-se para os reajustes
O pacote de arrocho do GDF previa o aumento de uma série de impostos. Para entrar em vigor, no entanto, todas as medidas precisavam passar pelo crivo dos deputados distritais – que aprovaram o reajuste de 27% para 31% no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de bebidas e cigarro.

O ICMS cobrado das empresas que prestam serviço de TV por assinatura também subiu de 10% para 15%, o que deve gerar uma receita para o governo de até R$ 52 milhões. Um terceiro projeto de lei aprovado pelos parlamentares aumenta o mesmo imposto para produtos que não têm uma legislação específica, a chamada alíquota modal.

As propostas de tornar mais caros o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), a Taxa de Limpeza Pública (TLP) e a Contribuição de Iluminação Pública (CIP) não foram aprovadas pela Câmara Legislativa.

Fonte: metropoles.com

Categoria dos agentes socioeducativos ameaça até greve por causa de nomeações

20151102225422Com a recente troca de secretários na pasta de Políticas para Crianças, Adolescentes e Jovens – saiu Jane Klébia Reis e entrou Aurélio Araújo -, os servidores da carreira socioeducativa emplacaram o nome do corregedor.

A reforma administrativa do Palácio do Buriti promoveu mudanças significativas também no segundo escalão das secretarias. As mudanças não se limitaram aos comandos. Com a recente troca de secretários na pasta de Políticas para Crianças, Adolescentes e Jovens – saiu Jane Klébia Reis e entrou Aurélio Araújo -, os servidores da carreira socioeducativa emplacaram o nome do corregedor. E, na briga pela  indicação do comando da Subsecretaria do Sistema Socioeducativo, ameaçam até fazer greve.

“As indicações são técnicas, do secretário. Por valorização de carreira”, informou a assessoria de comunicação da Secretaria da Criança. Oficialmente, a pasta diz que houve pedido do governador para que o novo secretário priorizasse e valorizasse os servidores de carreiras. Por este motivo, apenas efetivos foram indicados para os cargos. Ocorre que nem todas agradaram.

Presidente do Sindicato dos Servidores da Carreira Socioeducativa do DF (Sindsse-DF), Cristiano Torres diz que a entidade não participou das escolhas. “Não faz parte das atribuições do sindicato indicar gente para a gestão.  Sindicatos existem para levar demandas dos servidores”, argumentou. Mas reconhece que o nome do corregedor – Israel Carrara de Pinna – agradou aos servidores. “No caso da Corregedoria, não houve resistência”, diz, citando que a categoria está “muito preocupada” com o nome escolhido para subsecretarias, como a  do Sistema Socioeducativo. “São nomes  ligados a uma gestão opressora de servidores, que já passou pelo sistema. E os servidores estão inclinados a não admitir”, afirmou o presidente do Sindsse.

Ele diz  que, embora o sindicato entenda que não pode   indicar gestores, os servidores “solicitaram” que a entidade interviesse, “em função de más experiências anteriores”.

Assembleia “tensa”

A reivindicação está, inclusive, na pauta de uma assembleia marcada para amanhã, com indicativo de greve. “A assembleia vai ser tensa”, anunciou Cristiano Torres.

Entre os assuntos a serem tratados pela categoria, está também o  que chamam de “desmembramento do socioeducativo”, uma vez que, na reforma administrativa,  as    Unidades de Atendimento em Meio Aberto  (Uama’s)  foram transferidas da  gestão da Subsecretaria do Sistema Socioeducativo para a  de Promoção de Políticas para Criança e Adolescente.  “A secretaria tem até amanhã para apresentar alguma mudança”, reforçou Torres.

Corregedoria: reclamação antiga

A Corregedoria da Secretaria da Criança foi criada em julho de 2012, pelo então governador Agnelo Queiroz, como “mais uma medida para melhorar o sistema socioeducativo do DF, por meio da apuração sistemática e isenta dos fatos nele ocorridos”. À época, Agnelo deixou claro que esta seria uma garantia da adoção imediata de medidas de controle e recuperação do sistema de internação.

Desde então, a  indicação do corregedor é reivindicação  dos servidores do sistema socioeducativo. Na gestão de Jane Klébia, foi  uma das principais bandeiras levantadas pelo sindicato, embora, oficialmente, a entidade não confirme.

“É preciso saber escolher”

A então secretária sempre resistiu aos apelos. Nos bastidores, sabia-se que Jane não queria que um servidor do sistema socioeducativo estivesse à frente da estrutura que julgaria supostos abusos cometidos pelos próprios colegas.

A argumentação de que o governo valoriza as carreiras, com a  indicação de apenas servidores para as subsecretarias, diz o sindicato, deve ser vista com cautela. “Vale ressaltar que este  sentimento é do servidor e não do sindicato. Para os servidores, é positivo escolher servidores de carreira, mas é preciso saber escolher”, argumentou Cristiano Torres, do Sindsse-DF.

Saiba mais

Os servidores da carreira socioeducativa iniciaram um movimento grevista em 8 de outubro e o   suspenderam no dia 17, a pedido do  governador Rodrigo Rollemberg, que recebeu a pauta de reivindicações da categoria.

Entre as bandeiras da categoria, está o pagamento da última parcela do reajuste salarial aprovado em 2012. Diferentemente da maioria dos servidores, a categoria deve receber o reajuste junto com o salário do  mês de novembro – ou seja, até o quinto dia útil de dezembro.

O governo, argumenta  o sindicato, já anunciou que tem intenção de pagar o reajuste apenas em outubro do ano que vem e sem retroativos. Além dos nomes que não são bem-vindos, os servidores devem analisar também a questão do pagamento. E o movimento grevista pode ser retomado.

 Fonte: Jornal de Brasília

Deputada Luzia de Paula participa da apresentação do projeto de infraestrutura do Parque do Setor “O”

parque-do-setor-oA presidente do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) Jane Maria Vilas Bôas e sua equipe se reuniram na Administração Regional de Ceilândia, para apresentar e discutir junto à população o novo projeto de infraestrutura do Parque do Setor “O”. Compareceram também representantes da sociedade civil, líderes comunitários, os deputados Luzia de Paula (Rede Sustentabilidade) e Reginaldo Veras (PDT), o administrador de Ceilândia

Vilson de Oliveira e o vice-governador Renato Santana.
O primeiro parque urbano de Ceilândia, localizado entre a BR 070 e o Setor “O”, possui uma área de aproximadamente 60 mil m² de extensão. A previsão é que as melhorias tenham início no próximo ano, com verbas de emendas parlamentares e compensação ambiental.

O projeto foi apresentado, pela equipe do Ibram, para a comunidade de Ceilândia e prevê a implantação de equipamentos públicos no Parque do Setor “O”, como quadra de esporte e de areia, PEC (kit academia), pista de corrida, campo de futebol, parque infantil entre outras benfeitorias.
A participação popular é a fase inicial do processo para determinar as características que vão estabelecer o conceito definitivo para o desenvolvimento do projeto. As sugestões e contribuições dadas pelos moradores serão analisadas.

A deputada Luzia de Paula demonstra a preocupação em envolver os moradores da região para debater e aprimorar o projeto visando atender de forma satisfatória o anseio de todos.
“Só unindo forças conseguiremos tirar esse parque do papel e transformá-lo em qualidade de vida para os moradores do Setor “O”. Estamos trabalhando para proporcionar mais qualidade de vida à população. Nossa intenção é oferecer um espaço para o lazer aliado ao meio ambiente,” finaliza Luzia.

Fonte: luziadepaula.com.br

Protesto na residência oficial da Câmara pede afastamento de Cunha

manifestantes-encapuzadosMilitantes do MST ficaram cerca de uma hora em frente à casa, em Brasília. Polícia Legislativa informou que presidente da Câmara está no Rio de Janeiro.

Militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fizeram uma manifestação de cerca de uma hora em frente à residência oficial do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na tarde desta segunda-feira (2) em Brasília.

De acordo com a polícia, não houve confronto entre policiais e manifestantes. A assessoria de imprensa de Eduardo Cunha foi procurada, mas não quis comentar o assunto.

A Juventude do MST informou que a manifestação teve como objetivo pedir a saída de Cunha do cargo. O grupo considera que o presidente da Câmara representa a agenda conservadora que hoje é discutida no Legislativo – como redução da maioridade penal, terceirização e projeto que dificulta o aborto.

De acordo com os manifestantes, cerca de 300 jovens participaram do protesto. Segundo a polícia, eram cerca de 250 pessoas e alguns deles estavam com o rosto coberto.

A Polícia Legislativa, responsável pela segurança em torno da residência oficial do presidente da Câmara, informou que Eduardo Cunha está no Rio de Janeiro. Após a manifestação, os jovens deixaram a mensagem “#foracunha” pintada em frente à casa – no chão, na guarita e no verso da placa da residencia oficial.

Manifestantes deixaram mensagem '#foracunha' pintada no chão da residência oficial (Foto: Laís Alegretti/G1)Manifestantes deixaram mensagem #foracunha pintada no chão da residência oficial (Foto: Laís Alegretti/G1)
Fonte: G1
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