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Sol Nascente recebe o primeiro Mutirão da Cidadania

ac606b9b7f7b5987c11a19fef26b4c89_MUma série de serviços é oferecida à população de Ceilândia foi neste sábado (12) e domingo (13).

Centenas de moradores do Sol Nascente, em Ceilândia, compareceram na manhã deste sábado (12) à Escola Classe nº 66 e puderam ter acesso a diversos atendimentos em um mesmo espaço. A primeira edição do Mutirão da Cidadania, uma iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania com o apoio da Força Aérea Brasileira, começou às 8 horas e seguirá até as 17 horas. No domingo (13), a atividade terá início no mesmo horário e as atividades se encerrarão às 13 horas.

Na escola, foram abertas mais de 20 salas com diferentes atividades aos moradores da região, além de unidades móveis de órgãos como a Polícia Civil, a Defensoria Pública e o Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon). “Isso aqui é a cidadania perto de casa, com serviços de qualidade para uma comunidade necessitada”, elogiou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. “Nosso compromisso é transformar o Sol Nascente em um local com muita qualidade de vida”, destacou.

Entre os serviços prestados, teve emissão de carteira de trabalho, orientação sobre o funcionamento dos conselhos tutelares, atendimento a mulheres vítimas de violência e a consumidores, cadastro de alunos fora da rede de ensino e de interessados em cursos de qualificação profissional, palestras sobre saúde, oficinas de esportes e pintura, jogos, gincanas, exposições e apresentações culturais. A Banda de Música da Base Aérea de Brasília animou o evento.

“A ação foi idealizada para deixar claro que esta e outras comunidades carentes de Brasília merecem viver com toda dignidade”, afirmou o vice-governador, Renato Santana, lembrando o empenho do governo para que todos os serviços fossem oferecidos neste fim de semana.

Elizana Sousa Freitas, de 33 anos, aproveitou o sábado para levar os dois filhos para tirar a primeira via da carteira de identidade. Ela ficou sabendo do mutirão por um carro de som que percorreu a região avisando sobre a iniciativa. “Isso facilita demais a nossa vida, que trabalha a semana inteira e não tem tempo de ir procurar o lugar para dar entrada no documento”, comemorou a funcionária de serviços gerais. Agora, ela precisará esperar por cerca de cinco dias para retirar as cédulas, em um dos locais indicados pela Polícia Civil.

Participaram da atividade 30 órgãos locais e federais, além de organizações da sociedade civil, com um total de 407 profissionais envolvidos. O Mutirão da Cidadania também ocorrerá em outras regiões de Brasília. O próximo será em Sobradinho, em 15 de novembro.

Estiveram presente na primeira edição do Mutirão da Cidadania o major-brigadeiro Veras, da Força Aérea Brasileira; os secretários de Justiça e Cidadania, João Carlos Souto, do Esporte e Lazer, Leila Barros, de Desenvolvimento Humano e Social, Marcos Pacco; a secretária-adjunta de Saúde, Eliene Ancelmo Berg; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, coronel Hamilton Santos Esteves Junior; e o administrador de Ceilândia, Vilson José de Oliveira, além de deputados distritais.

Fonte: df.gov.br

“O governo não pode perder mais tempo”, afirma Rogério Rosso

20150913222705Importante aliado do governador critica mudanças constantes na administração e sugere a Rollemberg que seja ágil na tomada de decisões.

Rogério Rosso foi governador do DF em um mandato-tampão de oito meses. Eleito deputado federal no ano passado, ele é o presidente do partido que mais ganhou com a eleição da chapa de Rodrigo Rollemberg para o comando do Palácio do Buriti, o PSD. Emplacou o vice-governador – Renato Santana – que tem ganhado cada vez mais espaço na gestão, com o discurso de sair da bolha e arregaçar as mangas, o secretário de Desenvolvimento Econômico – Arthur Bernardes – e um senador – Hélio José, que era suplente do atual governador. Em nome do partido, Rosso tem feito uma série de sugestões ao governador e conseguiu, inclusive, agendar uma reunião com a presidente Dilma Rousseff para tratar de crise econômica. Em uma avaliação da gestão, ele sugere que o governador valorize os servidores públicos e tome decisões rápidas.

Como o senhor avalia o cenário de crise pela qual passa tanto  Brasília quanto o Brasil?

Nós estamos vivendo aqui no DF talvez o momento mais difícil das últimas décadas. Uma crise econômica financeira local, em que o governador demonstra dificuldades em arcar com o pagamento de despesas obrigatórias, em razão de ter recebido da gestão anterior uma situação financeira difícil. De outro lado, vivemos uma crise econômica nacional sem precedentes. Uma crise política, em que os indicadores da economia são todos negativos: arrecadação tributária, investimentos, projeção de crescimento, PIB (Produto Interno Bruto), enfim… Isso faz com que todos  encontrem soluções, porque o que está em jogo no DF é o essencial: quando o governo tem dificuldade em pagar salários em dia e em manter serviços públicos de qualidade, está aceso o sinal vermelho. Sem contar o clima muito negativo   para o ambiente de negócios no DF. É um momento delicado, singular. Mas não devemos apenas olhar no retrovisor para encontrar culpados. A gente precisa encontrar soluções, que, na minha avaliação, passam por diálogo e a ajuda que o Governo do DF precisa buscar. É preciso evitar que a população arque ainda mais com despesas. Por este motivo, o PSD é absolutamente contrário ao aumento de impostos, taxas e contribuições. O brasiliense já paga imposto demais e nossos serviços públicos têm uma qualidade cada vez pior.

Como o PSD tem se posicionado diante das tentativas do governo de aumentar impostos e taxas?

Somos contrários. O partido teve a oportunidade se manifestar em uma correspondência que eu entreguei pessoalmente ao governador Rodrigo Rollemberg. Colocamos lá uma série de medidas que consideramos fundamentais, como por exemplo, o lançamento de um novo programa de desenvolvimento para o DF, onde o Pró-DF será apenas um itenzinho.  Com essa ação, será possível implementar pólos econômicos em várias cidades do DF, para que vários empreendimentos públicos e privados se instalem ali. Mas, para isso, é preciso ter uma visão governamental de que, mesmo no momento de crise, nós precisamos de estimular os negócios na capital.

Programas como este   surtiriam resultados em longo prazo. Que medidas o senhor acha que o governo deve adotar, para ter dinheiro em caixa para pagar os salários de outubro, por exemplo?

Em nove meses, três secretários importantes foram substituídos – Hélio Doyle (chefe da Casa Civil), Gestão Administrativa e Desburocratização (Antonio Paulo Vogel) e Fazenda (Leonardo Colombini) – e isso é preocupante. É preciso que se  implemente o programa de governo. A impressão que eu tenho é que o Rodrigo está se esforçando para reduzir estruturas e despesas. Mas, para buscar receitas, não acho que o único caminho seja aumentar impostos. É preciso ter eficiência na cobrança, fomenta os negócios e aumenta a atividade econômica e a empregabilidade. O programa de desenvolvimento econômico dará resultados sim em médio e longo prazos, mas, com a execução, o ambiente melhora no curto prazo. Entendo que o governador precisa elencar uma série de ações para sairmos da crise, como buscar ajuda do Governo Federal. Eu fiz um apelo para a presidente Dilma Rousseff se reunir com o Rodrigo para entender a crise e ela ficou muito preocupada. Ela montou um grupo de trabalho do qual participo para encontrar soluções. Eu sugeri que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) faça um aporte de recursos para o BRB (Banco de Brasília), para que ofereça, a custo muito baixo, financiamentos para microempreendedores e a ela autorizou. De outra parte, o DF tem uma carteira imobiliária incrível. São ativos imobiliários que nem usa eventualmente, que o governo poderia       se desfazer para equacionar a questão do caixa. É importante também a ferramenta de concessões – sejam simples ou por meio de parcerias público-privadas. Mas, para que isso ocorra, é preciso ter uma filosofia governamental. Outra coisa: é preciso estimular o entorno do DF. É preciso sair do Buriti, como órgão central, e se espalhar.

 Como o governador tem recebido essas sugestões do partido?

Eu tive uma boa surpresa, quando o governador resolver dar atribuições às administrações regionais. O governo começou com as administrações sendo uma espécie de ouvidoria. Brasília mudou e se a gente não acompanhar, vamos ter uma péssima gestão, incompatível com as demandas do DF e do mundo moderno. É preciso encarar as regiões administrativas como se municípios fossem.

A autonomia financeira para as administrações passa pela eleição para administrador,  uma das grandes bandeiras de Rollemberg na campanha ao governo?

A eleição direta para administrador nos parece razoável, mas se o administrador não tem recurso e não coordena as regionais de cada cidade, o que ele vai fazer? A gente precisa tratar isso com muita responsabilidade e seriedade, sob o prisma da eficiência em prol da população. Defendemos que, antes  da eleição, viesse uma inicial autonomia financeira para criar as bases de uma eleição direta. Entretanto, essa bandeira foi muito forte durante a campanha e certamente ele será cobrado por isso. Mas, até para que se implemente as eleições, é preciso ter recursos financeiros e de pessoal. Portanto, tenho a impressão de que o governador vai enfrentar esse tema, mas não agora.

 A que o senhor atribui as baixas no primeiro escalão – sete secretários já pediram para sair? 

Sabemos que é atribuição exclusiva do governador mudar a equipe quando bem entender. Mas, mudanças constantes significam descontinuidade administrativa. Isso a gente tem que evitar. O núcleo de governança dessa gestão foi alterado em menos de um ano, o que acende um sinal de alerta. Eu não sei os motivos pelos quais os secretários foram substituídos, mas eu tenho a convicção de que isso seja ruim. Eu vejo que, quando há esse tipo de alteração no núcleo duro do governo, os novos secretários precisam entender como estão as situações administrativa, financeira, fiscal… isso demanda tempo. E o governo não pode perder mais tempo. Nós já estamos no mês nove dos 48. São quase 20% da gestão. O momento, agora, já é de mostrar resultados.

O senhor acha que o PSD pode contribuir mais, se tiver mais espaço no governo?

Esta questão de cargos, para nós, é irrelevante, porque o partido apostou e aposta em um projeto de governo, de gestão. Na nova política, é preciso olhar para a eficiência e não para a quantidade de órgãos que o partido gerencia. Nunca houve conversas do partido para ampliar o espaço. Temos muitas ideias e propostas para implementação imediata. E o que a gente quer é isso: procurar convencer o governador de que existem propostas de inovação e tantas políticas públicas que podem dar certo.

O fortalecimento do Entorno do DF é uma das bandeiras do seu mandato. Como está a tramitação do projeto que cria a Zona Franca do Entorno do DF na Câmara?  

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) cria uma área próximo ao Distrito Federal, essencialmente no Estado de Goiás, para que as empresas que lá se instalarem tenham os mesmos incentivos oferecidos pela Zona Franca de Manaus. Várias empresas de vários segmentos já estão se interessando pela proposta. Esta é uma das apostas que fazemos para fortalecer o Entorno. A proposta já foi aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados  e deve ser analisada por uma comissão especial, que está em fase de formação.

O PSD tem feito um papel de protagonista neste governo – tanto com o vice-governador Renato Santana quanto com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Arthur Bernardes. O partido articula uma candidatura de Rogério Rosso para 2018?

Os gestores do PSD têm esse perfil, de trabalhar na ponta, ouvindo, discutindo, analisando e sugerindo, de forma imediata. O partido tem essa filosofia e conquistou espaços por este motivo. O sucesso do governo do Rodrigo, do trabalho do Renato e do Arthur vai credenciar o partido para disputar uma eleição. Qual o cargo? Eu não poderia dizer, três anos  antes.  Tem muita água para passar por debaixo da ponte. a absoluta prioridade deve ser a gestão. A situação financeira é tão grave que aquele que se posicionar  hoje, pensando em eleição em 2018, na minha avaliação, está errando. O povo do DF confiou no Rodrigo Rollemberg   e no Renato Santana para governarem o Distrito Federal. Se eles não forem bem, não sei se vai confiar de novo.

 Em quais momentos o senhor acha que Rollemberg errou nestes quase nove meses?

O governador se isolou muito da classe política no primeiro semestre e pouco compartilhou as angústias, os problemas. Isso afasta as pessoas. A gente vive em um regime democrático, em que o diálogo é fundamental. Na minha avaliação, o Rodrigo precisa dialogar mais. E colocar pessoas experientes, que conheçam os problemas e, acima de tudo, que saibam apontas soluções. É importante ter mestres e doutores na equipe, mas é preciso ter também as pessoas que tenham experiência. E o servidor público de carreira do DF tem muita experiência e já viveu muitos cenários. Eu acho que o governador precisa ter participação de mais servidores públicos no governo. Eu vejo também que é preciso ter muita criatividade e visão sistêmica de tudo. O governador precisa tomar decisões rápidas. Precisa fazer consultas, mas precisa ser ágil para tomar decisões. Isso é fundamental, porque demorar ou deixar de tomar decisões faz com que a crise aumente. O governador Rodrigo precisa trazer a Câmara Legislativa para o lado dele e o servidor público junto. Como se fosse um fórum permanente de diálogo. E ter foco. Priorizar a questão do desenvolvimento econômico, saúde, segurança e transporte. É importante delegar. O governador precisa confiar na equipe dele e tomar decisões. Aquilo que não der certo vai sendo corrigido. Repito: é importante tomar decisões rápidas e cobrar resultados. Que o governador  implemente o que os seus secretários estão sugerindo, que escute os deputados distritais, tanto da base quanto da oposição, que conhecem as regiões administrativas e os problemas de cada uma delas.      Ou seja: precisa de muita humildade.

 Fonte: Jornal de Brasília

Projeto da deputada Luzia de Paula defende a proteção aos animais

IMG-20150911-WA00011O projeto de lei nº 122/2015 defende o fim da criação de animais para extração de peles. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou por unanimidade a proposta, de autoria da deputada Luzia de Paula (PEN).

O PL determina multas para os infratores, que vão de R$ 500,00 a R$ 1.000,00, no caso de reincidência. Os valores arrecadados com as penalidades serão destinados exclusivamente à proteção e ao tratamento de animais vítimas de violência e maus-tratos. O projeto segue para votação em plenário.

“A retirada de pele é cruel. Embora alguns criadores digam que submetem os animais a anestésicos, a triste realidade é outra. Muitos animais agonizam enquanto sua pele é retirada com ele ainda vivo”, finaliza Luzia de Paula.

Fonte: luziadepaula.com.br

Juristas e STF discordam com relação à delação premiada

20150913220810469477eJuristas alertam para exageros e dizem ser perigosa a missão de “prender para delatar”. Ministros do STF avaliam que não há excessos na estratégia da Justiça.

A assinatura do acordo de delação premiada do lobista Fernando Baiano, preso há nove meses e apontado como o operador do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras, revela que a polêmica estratégia do juiz Sérgio Moro, de atuar com mão de ferro para forçar a colaboração de criminosos, tem surtido efeito. Já são 30 envolvidos que se dispuseram a falar o que sabem para conseguir a diminuição da pena. A linha de atuação do magistrado, à frente dos processos relativos à Operação Lava-Jato, considerada extremamente dura, tem o respaldo de boa parte dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, juristas ouvidos pelo Correio alertam para o que chamam de “exagero de uma sociedade extremamente punitivista” e ressaltam ser bastante perigosa a missão “de prender para delatar”.

O professor de direito penal da Universidade de São Paulo (USP) Davi Teixeira de Azevedo é defensor por princípio do instituto da delação premiada, mas salienta que, na Lava-Jato, as garantias individuais e os preceitos constitucionais não estão sendo preservados. “Eu concordo que na Lava-Jato existe prisão para delatar. Discordo frontalmente desta prática. Um dos princípios essenciais de quem delata é a voluntariedade. É preciso ter um âmbito de decisão autônoma. Não pode existir algo que constranja”, ressalta.

Para o professor, uma das referências do direito penal brasileiro, falta fundamento na manutenção de algumas prisões preventivas. “É evidente que, do ponto de vista pragmático, essa estratégia tem dado certo para Moro. Temos uma sociedade extremamente punitivista. As pessoas querem linchamento. O lema é punir logo. E isso é perigoso porque, neste ambiente de punição imediata, as garantias individuais acabam sendo atropeladas”, informou.

Teixeira avalia que, por princípio, é totalmente a favor dos acordos de delação premiada, desde que se façam dentro de parâmetros legais e razoáveis. “Sob a ótica da estratégia de defesa e sob o aspecto político, é muito positivo. Qualquer instituto jurídico que faça que o Estado tenha diminuído o seu poder de interferência na liberdade individual é bom. O Estado terá sempre suas fronteiras de atuação diminuída”, defendeu.

Fonte: Correio Braziliene

Saiba o tamanho do problema dos refugiados

alx_refugiados-sirios-na-macedonia-20150910-0001_originalNa semana passada, o vice-chanceler alemão Sigmar Gabriel afirmou que a proposta da União Europeia de assentar 160.000 refugiados até o final do ano era “uma gota d’água num oceano”. Os números da maior onda de imigrantes na Europa desde a II Guerra Mundial mostram que Gabriel, infelizmente, está correto em sua avaliação.

Desde o início do ano até o final de agosto, 549.000 imigrantes chegaram à Itália, Grécia e Hungria, nações que ficam em regiões limítrofes da zona Schengen – área de livre circulação de pessoas que abrange 26 países. No mesmo período, 794.000 pessoas já pediram asilo como refugiados às nações europeias – o número do pedido de asilos é superior ao número de entradas pois incluem solicitações de pessoas que já estavam na Europa antes de 2015.

Até o final de 2015, os países europeus devem receber 1,3 milhão de pedidos de asilo – só a Alemanha deve receber sozinha mais de 800.000 solicitações. Se o número da Europa representa um desafio e tanto às nações, para Turquia, Líbano e Jordânia, países mais próximos das áreas em guerra na Síria, Iraque e Afeganistão, o problema é ainda maior. Os três países devem receber 4,6 milhões de pedidos de asilo até o final do ano. Abaixo, um gráfico ilustra os números em escala de tamanho e a conclusão é óbvia: o problema é enorme.

O tamanho do problema dos refugiados, em escala
O tamanho do problema dos refugiados, em escala(Arte/VEJA.com)

Fonte: veja.abril.com.br

Convidados 11/9: Marcelo Calafiori e Igor Tavares

O Produtor Artístico Marcelo Calafiori, será o entrevistado de hoje no programa Conectado ao Poder, que contará com a participação de Igor Tavares, cantando ao vivo, o melhor do sertanejo. Sintonize 104,1 FM e ouça das 20h às 21h.Conectado11d9

Ministério Público propõe ação de improbidade contra ex-gestores de Saúde do DF

20150910214437O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) em conjunto com a Procuradoria da República no DF (PR-DF), ajuizou ação de improbidade administrativa contra sete ex-gestores públicos da área de saúde. Eles são acusados de desrespeitar os princípios da administração pública como eficiência, impessoalidade, equidade e transparência na gestão dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no período entre 2011 e 2014. A ação foi ajuizada no último dia 2. Se forem considerados culpados, eles podem ser condenados a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por período de três a cinco anos, pagamento de multa, proibição de contratar com o poder público por até três anos e ressarcimento dos danos causados aos cofres públicos no valor de R$ 13 milhões.

Auditoria do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) constatou que a omissão dos acusados em implantar de forma efetiva a regulação dos leitos de UTI provocou o aumento do risco de morte de pacientes, o prolongamento desnecessário de tratamentos e o agravamento de quadros clínicos. A negligência dos gestores levou ao desperdício de recursos públicos em razão do aumento do custo final dos tratamentos.

Segundo a Promotoria de Justiça, o acesso aos leitos de UTI deve ser de acordo com a gravidade do quadro clínico do paciente, suprimindo influências pessoais e políticas na obtenção de vagas. Desde 2006, a Secretária de Saúde determina que todos os leitos de UTI sejam administrados pela Central de Regulação de Internação Hospitalar (CRIH). Entretanto, entre o período investigado somente parte deles foi regulado.

Ainda segundo a promotoria de Justiça, os gestores foram advertidos diversas vezes pelo MPDFT, TCDF e Ministério Público de Contas de que deveriam adotar providências para imprimir mais transparência, impessoalidade e eficiência na utilização dos leitos de UTI, mas mantiveram seus “comportamentos omissos e desidiosos”. E que o Ministério Público teve negado o acesso aos dados da pasta em relação à ocupação desses leitos, apesar dos inúmeros pleitos, ficando  visível o objetivo dos réus de impedir qualquer forma de fiscalização.

Fonte: Jornal de Brasília, com informações do MPDFT

Falha em máquina impede emissão de cartão do passe livre no DFTrans

11cid10f1_1000x664jp_205Uma falha nas máquinas que confeccionam cartões do passe livre estudantil causou problemas a passageiros que procuraram pelo serviço no posto do DFTrans da Galeria dos Estados, no Plano Piloto, nesta quinta-feira (10). O transtorno já havia afetado o atendimento nas unidades de Sobradinho, Taguatinga e no Gama.

O DFTrans reconheceu que na última semana houve problemas na rede e afirmou que as máquinas com defeito serão substituídas na primeira quinzena de outubro. A previsão é que 30 novos equipamentos entrem em operação.

Nesta quinta, uma máquina no posto do Gama voltou a funcionar. No fim da tarde, a reportagem da TV Globo encontrou estudantes que foram até o posto na Galeria e não conseguiram fazer o cartão.

Fonte: G1

Jornada de funcionários da saúde do DF é reduzida para 20 horas semanais

saude_do_trabalhador_5Funcionários de nove especialidades da rede pública de saúde do Distrito Federal tiveram as jornadas reduzidas para 20 horas semanais, sem sofrerem alterações nos salários. São 3.682 técnicos de nível médio que trabalham como auxiliares de enfermagem, em laboratórios, setores de radioterapia, raio X, nutrição e odontologia.

A lei foi proposta pela gestão passada e foi aprovada pelos distritais em 2013. A redução começou no ano passado, quando a carga horária caiu de 30 horas para 24 horas. A jornada que passa a vigorar pode ser cumprida a critério do profissional: quatro horas em cinco dias da semana, ou em hospitais e UPAs até 12 horas por dia.

A Secretaria de Saúde diz que a redução causou um déficit de 737 profissionais na rede. O secretário de Saúde, Fábio Gondim, afirma que por causa dos gastos com a folha de pagamento só pode contratar funcionários para substituir quem se aposenta ou é demitido.

Para diminuir os efeitos no atendimento, o GDF vai ter de recorrer às horas extras. “São cerca de R$ 3,5 milhões a mais por mês por conta dessa redução de carga horária. Quando fizeram essa lei que autorizou essa redução, não tiveram o cuidado de colocar os recursos necessários, sejam humanos, sejam orçamentários, para fazer frente a esse aumento de despesa. Tivemos déficit de pessoal. Tivemos dinheiro a menos, e não dinheiro a mais, que a gente precisaria”, diz.

A diretora do Sindsaúde, Marli Rodrigues, nega que a redução da jornada prejudique o atendimento nos hospitais. “O déficit na Secretaria de Saúde já existe há muito tempo porque não houve no planejamento a contratação de pessoal. Na verdade, a redução e a isonomia de carga horária com o nível superior, algo que a categoria já almejava há 14 anos e somente agora, parcelado em três vezes, 2014, 2015 e 2016, é que alcançamos essa isonomia de carga horária”, diz.

Fonte: G1

 

Iluminação Pública revitalizada e Asfalto Novo promovem segurança para o Novo Gama

AkA0mfduKZYzQnQo-1gsH5dxh6kXp1m-ufQbkZC5BiFKO Novo Gama está com suas avenidas mais iluminadas e seguras. Recentemente o Governo Municipal realizou a troca dos braços e lâmpadas nos postes das principais avenidas do município. Com esta ação os moradores e comerciantes podem transitar pelas ruas do município com mais segurança.

A prefeitura destaca que no último mês fez a revitalização da iluminação na 2ª Avenida do bairro Pedregal. As luminárias receberam lâmpadas brancas econômicas e eficientes.

Priorizando a segurança no município, o Governo Municipal iniciou as obras de pavimentação na Avenida do 19º Batalhão da Policia Militar. Neste local, a via com sentido ao centro do Novo Gama estava com a manta asfáltica danificada e no sentido do quartel não existia o asfalto. Hoje esta avenida está recebendo um asfalto novo e de qualidade, o que facilita o trânsito das viaturas e melhora o atendimento de ocorrências.

O Governo Municipal informa que após concluir a pavimentação na avenida do quartel, a equipe da prefeitura fará a revitalização de vias danificadas do Pedregal e pavimentará as ruas que ainda não possuem asfalto.

Fonte: novogama.go.gov.br

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