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Ação cidadã é 13 mil vezes um sucesso

Nesta sexta-feira (28) foi realizado o último dia do Programa Ação Cidadã. Durante dois dias a população de Novo Gama pode contar com vários serviços gratuitos que foram disponibilizados através de uma parceria entre a Prefeitura do Novo Gama e o Governo do Estado de Goiás.

IMG_0435O evento contou com a presença do Prefeito Everaldo Vidal e todo secretariado. Everaldo fez questão de visitar cada estande e cumprimentar os presentes.

“Agradeço a população que esteve aqui em massa. Eu fico muito feliz em saber que a nossa comunidade está sendo atendida. Novo Gama nunca teve uma deputada. Você Leda, é uma pessoa que se importa com nosso município e em menos de um ano já provou sua fidelidade ao desenvolvimento de Novo Gama. Deixo a você o meu abraço e leve o abraço da nossa população para o Governador. Eu só tenho mesmo é que agradecer”,frisou Everaldo Vidal.

Everaldo destacou ainda: “O ano de 2015 é um grande ano da nossa administração, pois nós estamos com várias obras em andamento. Enquanto o país está em crise, e as Prefeituras de outras cidades estão paradas, Novo Gama está alavancando”, concluiu o prefeito.

Durante todo o evento as equipes estiveram dispostas a atender a comunidade com excelência. Todas as atividades realizadas no local foram elogiadas pela população. Porém, os serviços que mais se destacaram foram os de saúde, onde atendimentos como prevenção ao câncer de mama, aferição de pressão, glicemia capilar, entrega de medicação (com prescrição médica) e medicina alternativa foram disponibilizados para a população.

IMG_0508De acordo com a organização do evento, em todo o programa foram realizados mais de 13.013 atendimentos. Deste total, a equipe da saúde fez quase 4 mil atendimentos. A população comemora a parceria da Prefeitura com o Governo de Goiás.

“A equipe toda do evento está de parabéns. Eu queria que este programa acontecesse todos os meses em todas as cidades de Goiás. É um projeto muito bom que atende várias necessidades da comunidade. Eu nunca tinha visto um evento assim, as pessoas aqui e até mesmo as que vêm de fora como eu, são muito carentes destes programas”, disse Nazaret Lopes.

“É a primeira vez que vejo um evento tão bom quanto esse aqui. Eu estive aqui ontem, cadastrei a renda cidadã. Voltei hoje para trocar minha identidade e só estou esperando meu esposo para ele pegar o passe livre dos idosos. Eu adorei este programa. Espero que todos os anos este evento venha para Novo Gama. Tem muita gente que precisa. Eu tenho certeza que muita gente resolveu vários problemas aqui. Toda a equipe me recebeu com o maior carinho. Foi super legal, super legal mesmo. Em toda vida, enquanto tiver este programa, eu estarei aqui”, disse Maria de Lourdes, moradora do Lago Azul.

O Programa Ação Cidadã é uma iniciativa da Secretaria da Mulher, do Desenvolvimento Social, da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e do Trabalho do estado de Goiás em parceria com a Prefeitura Municipal de Novo Gama.

Fonte: novogama.go.gov.br

Alvo da Lava Jato, gráfica da campanha de Dilma também está na mira do TSE

alx_dilma-energia-eletrica-20150811-14_originalÓrgão encontrou uma nota fiscal de R$ 35.000 emitida pela gráfica Braspor que não foi declarada na prestação de contas do PT.

Além de ser investigada na Operação Lava Jato, a gráfica Braspor está entre os alvos da investigação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as contas da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Segundo a edição desta sexta-feira do jornal Folha de S. Paulo, o órgão encontrou uma nota fiscal de 350.000 reais, emitida pela empresa como comprovante de prestação de serviços à campanha, que não foi declarada pelo comitê da petista à Justiça Eleitoral.

Por isso, o ministro Gilmar Mendes, que promove a apuração, enviou à Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo uma lista para a checagem de vinte empresas que prestaram serviços à campanha da então candidata à reeleição, entre elas a Braspor, sediada em Osasco, região metropolitana do Estado. Os pedidos de investigação também foram enviados ao órgão de Santa Catarina.

Os fiscais da Fazenda paulista, de acordo com o jornal, informaram a Mendes que a gráfica confirma ter sido contratada pelo PT, mas diz que até hoje não recebeu o pagamento pelo serviço. No período das eleições, a empresa produziu 35.000 peças de papelão que seriam afixadas em cavaletes e que tinham imagens de Dilma e do então candidato do PT a governador de São Paulo, Alexandre Padilha.

Em nota enviada à Folha, o partido afirmou que a Braspor nunca foi contratada pela campanha de Dilma Roussef do ano passado e que, por isso, não aparece na prestação de contas. A Braspor, por outro lado, diz que prestou o serviço, entregou o material, mas ainda não recebeu o pagamento. “Não faço ideia de por que a campanha não declarou. Lançamos a nota porque era nossa obrigação de fornecedor”, disse Paulo André dos Santos Gomes, um dos sócios da gráfica.

Lava Jato – A Braspor é investigada na Operação Lava Jato por suspeita de ter repassado propina ao ex-deputado André Vargas, que deixou o PT no ano passado, por meio de uma empresa fantasma. Vargas está preso atualmente em Curitiba por suspeita de envolvimento no petrolão.

Entre 2013 e 2014, a gráfica fez ao menos três depósitos na conta bancária da LSI, empresa mantida pelo ex-deputado, que somaram 79.000 reais. O valor era repassado por indicação da agência publicitária Borghi/Lowe. Ela subcontratava firmas para executar serviços e, em troca, pedia que parte dos ganhos fossem repassados a ela.

Questionado sobre o repasse de valores, Gomes disse ao jornal que não se lembrava dos pagamentos à empresa de André Vargas.

Fonte: veja.abril.com.br

Juiz do DF rejeita ação contra Agnelo Queiroz por suposto nepotismo

agnelo2Decisão é liminar e caso vai automaticamente para a segunda instância. Servidores foram lotados em secretaria, mas se casaram após nomeação.

A Justiça do Distrito Federal rejeitou ação de improbidade administrativa contra o ex-governador Agnelo Queiroz por suposto crime de nepotismo. A ação proposta pelo Ministério Público em 2012 se refere a dois servidores casados que ocupavam cargos comissionados na Secretaria de Meio Ambiente. A decisão é liminar e o caso sobe “automaticamente” para a segunda instância.

A ação é uma das nove protocoladas pelo MP entre 11 e 19 de dezembro de 2014 sobre o mesmo tema. O órgão acusa Agnelo de nomear diversas pessoas com parentesco entre si para cargos no Executivo, o que configuraria prática de nepotismo.

Somadas as ações, a multa que o MP pede que seja imposta a Agnelo ultrapassa R$ 2,5 milhões. Até esta quinta-feira (27), as outras ações não tinham sido julgadas pelas Varas de Fazenda do DF.

Na sentença publicada nesta terça (25), o juiz Roque Fabrício Antônio de Oliveira Viel diz que o caso relatado na Secretaria de Meio Ambiente não configura nepotismo porque a relação afetiva entre os servidores começou quando eles já trabalhavam juntos.

“Ora, se o parentesco surge após a nomeação, quando os agentes já se encontram no exercício do cargo, não há que se falar em nepotismo porque o acesso ao serviço público não teve origem na relação matrimonial. Não consta que seja proibido a agentes públicos ocupantes de cargos comissionados ou de confiança se relacionarem entre si”, diz.

Segundo o processo, a servidora citada foi nomeada em março de 2011 para a Diretoria de Sustentabilidade Urbana. Na época, ela declarou não ter cônjuge no governo. O outro funcionário foi nomeado em maio de 2012 para a Unidade de Administração Geral da mesma pasta e se declarou como “divorciado”.

De acordo com o processo, o casamento entre os dois funcionários públicos aconteceu em dezembro de 2013, quando ambos já trabalhavam na secretaria. Na defesa prévia, o casal disse que o relacionamento começou em setembro de 2012, quando eles já estavam no mesmo local de trabalho há cinco meses.

Ora, se o parentesco surge após a nomeação, quando os agentes já se encontram no exercício do cargo, não há que se falar em nepotismo, porque o acesso ao serviço público não teve origem na relação matrimonial. Não consta que seja proibido a agentes públicos ocupantes de cargos comissionados ou de confiança se relacionarem entre si”
Roque Fabrício Antônio de Oliveira Viel,
juiz da 4ª Vara de Fazenda Pública do DF

O MP afirma que emitiu recomendação a Agnelo Queiroz para “tomar providências” sobre o suposto nepotismo e diz que o documento foi ignorado pelo GDF.

O juiz também rejeita a tese e afirma que não haveria providência a ser tomada, já que a servidora citada pediu exoneração em fevereiro de 2014, antes da manifestação do Ministério Público.

Parentesco
Em um dos casos apresentados pelo Ministério Público, o governador nomeou tia e sobrinha para exercerem, ao mesmo tempo, cargos em comissão (de confiança) na Secretaria de Cultura. Os promotores dizem que Agnelo também indicou dois irmãos para exercerem, ao mesmo tempo, funções no Detran.

Em outra ação do MP, Agnelo é acusado de nomear mãe e filha para cargos em comissão na Secretaria de Administração Pública e na Administração Regional do Sudoeste. Os dois órgãos fazem parte da estrutura do governo.

O governador nomeou marido e mulher para cargos na governadoria do DF e na administração do Lago Sul, entre outros casos de nepotismo questionados pela promotoria nas ações.

Improbidade
Para os promotores, as nomeações evidenciam a prática de ato de improbidade administrativa, “com a violação dos princípios constitucionais da igualdade, impessoalidade, eficiência e indisponibilidade do interesse público”.

“O nepotismo, consistente na nomeação de parentes para o exercício de cargos em comissão, ou de confiança, ou de funções públicas gratificadas, não respeita os princípios administrativos, sendo portanto ilegal. Nele, o critério do parentesco para o preenchimento dos cargos e funções públicos é um fator determinante, pois valoriza-se o favorecimento pessoal, em detrimento das regras da ética, da moral, da impessoalidade, da igualdade e da eficiência, valores necessários ao bom andamento do serviço público”, argumentaram os promotores.

Eles reforçaram que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que é inconstitucional o nepotismo na administração pública e editou súmula vinculante (que exige entendimento semelhante de instâncias judiciais inferiores).

“O enunciado da súmula diz que não pode haver dois parentes (definidos dentro do contexto do nepotismo até o terceiro grau) a exercer cargos em comissão ou mesmo funções gratificadas, ao mesmo tempo, na mesma pessoa jurídica no âmbito de qualquer das unidades da federação. Há uma vedação clara”, afirmou o Ministério Público.

Nas ações, os promotores afirmam que os agentes públicos cometem irregularidades com a crença de que ficarão impunes.

“A severidade do sistema é amplamente conhecida por todos, confiando os agentes improbos, não raras vezes, na impunidade pela ausência de eficácia e efetividade na aplicação das normas existentes. O papel do Ministério Público e do Poder Judiciário, além de outros órgãos com funções na prevenção e repressão aos desmandos e ilegalidades no poder público, é essencial para a correção deste quadro.”

Se eventualmente Agnelo for condenado em segunda instância, ou seja, por um grupo de juízes, poderá ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ficar inelegível por oito anos.

Fonte: G1

STF reconhece validade de delação de Alberto Youssef

20150827195835A delação de Youssef e do ex-diretor Paulo Roberto Costa, ambos homologados pelo STF, deram origem a mais de 20 inquéritos contra parlamentares que investigam suposta participação de políticos no esquema que desviou recursos da Petrobras.

O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu nesta quinta-feira, 27, a validade do ato do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato, de homologar o acordo de delação premiada firmado pelo doleiro Alberto Youssef com o Ministério Público Federal (MPF).

Embora dois ministros ainda precisem concluir seu voto, a Corte já tem maioria formada para rejeitar um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Erton Medeiros, executivo da Galvão Engenharia, que questiona o ato de Teori Zavascki, de homologar a delação do doleiro, em dezembro do ano passado. A delação de Youssef e do ex-diretor Paulo Roberto Costa, ambos homologados pelo STF, deram origem a mais de 20 inquéritos contra parlamentares que investigam suposta participação de políticos no esquema que desviou recursos da Petrobras.

O plenário do STF retomou nesta tarde o julgamento que questiona a validade da delação. A defesa do empreiteiro entrou com um habeas corpus no STF em maio e o pedido havia sido rejeitado em maio pelo relator, ministro Dias Toffoli, mas o caso foi levado ao plenário após recurso apresentado pela defesa do executivo.

Nesta quarta-feira, 26, por maioria, a Corte reconheceu que cabe a análise do pedido apresentado pela defesa do executivo. Porém, os ministros ainda não haviam discutido o mérito da ação, ou seja, se a homologação do acordo tem validade.

O habeas corpus foi admitido por empate, com cinco ministros votando pela admissibilidade e outros cinco com entendimento contrário. No caso de empate em matéria penal prevalece sempre a decisão que favorece o réu. A discussão ocorrida hoje se deu apenas sobre se o colegiado do STF pode admitir um pedido de habeas corpus quando se trata de questionamento de decisão tomada individualmente por um ministro da Corte.

De acordo com o relator do caso em discussão, o ministro Dias Toffoli, a decisão desta tarde modifica o precedente do Supremo. “O meu voto foi por conhecer da possibilidade do habeas corpus ser apresentado contra atos de ministro do Supremo. A jurisprudência até agora estava no sentido de que habeas corpus contra ministro do Supremo não era conhecido”, disse.

Votaram pela admissão do habeas corpus os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski. Já Luiz Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Luiz Fux votaram pela rejeição. O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato, não participa do julgamento já que a ação questiona uma decisão sua.

O advogado José Luís de Oliveira Lima, que representa o executivo, disse nesta quarta-feira, durante o julgamento, que “o Ministério Público induziu em erro o ministro Teori Zavascki”. Segundo o advogado, a delação não deveria ter validade já que Youssef já descumpriu um outro acordo de delação, no caso Banestado. De acordo com Oliveira Lima, o MP “omitiu taxativamente” que sete dias antes de o acordo de delação na Lava Jato ter sido celebrado, que o juiz Sérgio Moro já havia dado decisão quebrado acordo firmado no caso Banestado, no início dos anos 2000. “Não há uma linha, uma frase no parecer do doutor Rodrigo Janot (sobre o pedido de habeas corpus) questionando essa afirmação”, disse o advogado de defesa.

Representando o Ministério Público, a vice-procuradora-geral Ela Wiecko rejeitou a argumentação da defesa e disse que num acordo, o que interessa é a “confiabilidade das informações” prestadas pelo delator. Ela argumentou ainda que uma eventual quebra de acordo tem reflexo na contraparte oferecida ao colaborador, ou seja, na diminuição de benefícios concedidos ao réu que decide colaborar com as investigações.

 Fonte: Estadão Conteúdo

Venezuela: Pesquisa aponta vantagem da oposição em eleições (e queda de Maduro)

o-presidente-venezuelano-nicolas-maduro-gesticula-em-frente-ao-palacio-de-miraflores-em-caracas-originalA oposição conta com o apoio de 57,7% dos eleitores e reprovação do governo de Nicolás Maduro atinge 71,1%, informa pesquisa do instituto privado mais respeitado do país.

Mais de 70% dos venezuelanos avalia de forma negativa a gestão do presidente Nicolás Maduro, segundo uma pesquisa da empresa Datanálisis divulgada nesta quinta-feira, que também indicou que 57,7% dos potenciais eleitores apoiaria à oposição nas eleições parlamentares do próximo dia 6 de dezembro. O instituto Datanálisis é a consultoria privada mais respeitada do país e suas pesquisas sociais e econômicas costumam servir de balizas para analistas, que não confiam nos números divulgados pelo governo.

Perguntados sobre como avaliam o trabalho de Maduro pelo bem-estar do país, 39,4% dos consultados o considerou “muito ruim”, 21,6% indicou que é “ruim” e 9,4% respondeu “regular a ruim”, o que dá um total de 70,4% de avaliação negativa, enquanto 24,3% classificou a administração como positiva. Além disso, 71,1% dos consultados vê de forma negativa a gestão do país pelo governante Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), enquanto 53,3% desaprova o trabalho da aliança opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD).

A pesquisa também inclui a visão dos entrevistados sobre a gestão “pelo bem-estar do país” dos líderes opositores Henrique Capriles e Leopoldo López, com o primeiro obtendo uma avaliação positiva de 40,7% e negativa de 48,9%, e o segundo 41,5% de aprovação e 47% de desaprovação. Os consultados também foram questionados em quem votariam nas próximas eleições para deputados, ao que 57,7% respondeu que nos candidatos opositores, 26,2% nos governistas e 16,1% nos independentes.

Além disso, 87,2% dos consultados fez uma qualificação negativa da situação geral do país, enquanto 11,7% a observa positivamente. O desabastecimento de alimentos, o alto custo de vida e a insegurança são os principais problemas que sofrem os venezuelanos, com o primeiro deles mencionado por 24,6% dos indagados, o segundo por 20,7% e o terceiro por 17,7%. A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 23 de julho em 1.000 lares venezuelanos de todas as camadas sociais, com um nível de confiança de 95% e uma margem de erro máxima de 3,04%, segundo a Datanálisis.

Fonte: veja.abril.com.br

Parceria entre Prefeitura e Governo de Goiás promove Ação cidadã em Novo Gama

A Prefeitura do Novo Gama em parceria com o Governo de Goiás realizou na manhã desta quinta-feira (27), a abertura oficial do Programa Ação Cidadã no município. Prestigiando o evento estiveram várias autoridades do Governo Municipal e do Governo Estadual.

IMG_0030Ao iniciar a solenidade a Deputada e Secretária da Mulher, do Desenvolvimento Social, da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e do Trabalho, Lêda Borges, deu as boas-vindas a comunidade presente e agradeceu ao Prefeito Everaldo Vidal e a todo o secretariado municipal pela parceria firmada.

“Queremos levar aos municípios mais distantes e à população em situação de vulnerabilidade social o acesso a serviços básicos, mas que são essenciais e fundamentais”, disse a secretária Lêda Borges.

No Ação Cidadã a população tem acesso gratuito a diversos serviços como:
Emissão de CPF, Carteira de Identidade, Carteira de Trabalho, Certidão de Nascimento, Certidão de Casamento e Passaporte do Idoso, corte de cabelo, atendimento do Banco do Povo e da Renda Cidadã, palestras sobre empreendedorismo, recreação para crianças e adolescentes, entrega de remédios, orientação jurídica e abertura de processo pela Defensoria Pública, atendimento odontológico, atendimento da Unidade Móvel da Mulher, programa Pai Presente com reconhecimento de paternidade, dentre outros.

Medicamentos gratuitos
O programa conta com a participação da Indústria Química do Estado de Goiás (IQUEGO), que oferece medicamentos à população, mediante apresentação de receita médica.

IMG_0113A população aprovou a iniciativa. “Estou aqui para tirar a 2ª via da carteira de identidade. Estou gostando muito do programa, ele é ótimo, pois evitou que eu fosse até o Gama-DF tirar este documento”, disse Rogério Araújo, morador do bairro Boa Vista.

Vale ressaltar que para emitir a 1ª ou a 2ª via da Carteira de identidade é necessário estar munido das certidões de casamento ou nascimento (original e cópia), comprovante de residência (original e cópia) e duas fotos 3×4. Caso o interessado seja menor de 16 anos, deve se dirigir ao local acompanhado dos pais.

“Eu gostei muito da atitude do Prefeito junto ao Governo do Estado porque da à chance das pessoas tirarem os documentos pessoais mais perto de casa. Eu estou tendo esta chance. Recebo a Renda Cidadã há três anos, e há dois meses estava bloqueado. Hoje eu estou aqui para fazer o recadastramento e voltar a receber o benefício”, frisou dona Nilza Maria, moradora do centro do Novo Gama.

Dona Nilza destaca ainda: “As pessoas tem que agradecer e incentivar a quem está nos ajudando”, conclui.

“Agradeço a você Deputada e Secretária Leda, pelo apoio ao nosso município, pelas emendas destinadas e por este tão grandioso evento que está sendo realizado em nossa cidade. Apenas com 7 meses de trabalho fez e faz muita coisa pela nossa região. Leve o abraço do Novo Gama ao nosso querido Governador”, disse o Prefeito Everaldo Vidal.

Vale lembrar que o evento acontecerá também nesta sexta-feira (28), das 8h às 16h. Nas margens da GO-520, próximo a Escola Municipal Delma do Carmo. O Programa Ação Cidadã é uma iniciativa da Secretaria da Mulher, do Desenvolvimento Social, da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e do Trabalho.

Fonte: novogama.go.gov.br

Residências oficiais e embaixadas terão mais tempo antes de derrubadas

20150826225711327158oSegundo a Advocacia-Geral da União, a decisão local de desocupação da orla não tem eficácia em propriedades do governo federal. Ao menos 10 terrenos não serão afetados nas primeiras etapas da operação da Agefis.

Ao menos 10 dos 439 terrenos com ocupações de área de preservação permanente (APP) na beira do Lago Paranoá ficarão isentos de derrubadas da Agência de Fiscalização do DF (Agefis) pelo prazo de 30 dias. A desocupação desses lotes depende do desfecho de uma negociação com o governo federal. As tratativas, que envolvem a Advocacia-Geral da União (AGU), já começaram. Embaixadas, imóveis de representações diplomáticas, terras da União e residências oficiais terão regras diferenciadas. O acordo envolve também o Ministério das Relações Exteriores, uma vez que há representantes da diplomacia internacional entre os ocupantes de imóveis na beira do lago. A remoção de obras em área ambiental dentro de residências oficiais tem gerado controvérsia e pressão política contra o governo local.

Segundo levantamento da Agefis, as embaixadas da China, dos Países Baixos e da Alemanha têm imóveis na orla do espelho d’água com construções em APP. Também estão nessa situação quatro terrenos de propriedade da Marinha e as residências oficiais da presidência do Senado, da Câmara dos Deputados e do Ministério da Fazenda.

A AGU pediu à Casa Civil do DF que o assunto fosse submetido à Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal. O entendimento dos advogados da União é de que decisões proferidas pela Justiça estadual não têm eficácia perante o governo federal. O prazo para a resposta do órgão é de 30 dias. Durante esse período, o GDF se comprometeu a não fazer nenhuma operação fiscal em residências oficiais de propriedade da União ou em terrenos de representações diplomáticas.

Em nota, a AGU alegou que a Constituição prevê somente a Justiça Federal como foro para impor obrigações aos poderes federais. “Há ressalvas acerca da extensão da área de preservação permanente do Lago Paranoá, sem prejuízo da análise de eventual ocupação de área pública, e da preocupação quanto à segurança das residências oficiais e das autoridades nacionais e estrangeiras”, explicou a AGU, em nota.

A diretora da Agefis, Bruna Pinheiro, esclarece que o acordo com a AGU foi firmado para evitar uma nova judicialização do caso. O processo na Justiça a fim de desocupar a orla do Paranoá se arrasta desde 2005 e transitou em julgado. “Um novo questionamento judicial, desta vez na Justiça Federal, poderia atrapalhar o processo. Além disso, no caso das embaixadas, é preciso essa intermediação, até para evitar um incidente diplomático”, explica Bruna Pinheiro. “Isso não significa, de forma alguma, que esses imóveis poderão continuar ocupando área de preservação permanente”, acrescenta Pinheiro.

Segurança
Assim como boa parte dos moradores do Lago Sul, os representantes de embaixadas demonstram receio com relação à segurança. “A embaixada dos Países Baixos mantém conversas com o Ministério das Relações Exteriores para ver qual é a melhor maneira de implementar a lei, levando em conta a segurança da família do diplomata que reside naquela casa”, explicou o ministro conselheiro órgão, Paul Zwetsloot.

Fonte: Correio Braziliense

 

Procurador entra na Justiça pedindo contratação de metroviários no DF

mudancametro_346x260Déficit é de 600 servidores; MP também questiona terceirizações. Empresa diz que não contrata porque governo ultrapassou limite legal.

O Ministério Público do Trabalho entrou com ação contra o Metrô do Distrito Federal cobrando a contratação imediata de aprovados em concurso público. Entre as justificativas do procurador Sebastião Vieira Caixeta estão déficit de 600 servidores no quadro e grande número de terceirizados e comissionados na empresa. Por e-mail, a organização disse ao G1 que ainda não foi notificada a respeito.

De acordo com o órgão, o Metrô tem atualmente 996 empregados e autorização para manter 1.315 servidores. A empresa alega que não pode convocar 319 novos metroviários porque o governo ultrapassou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas reconhece a deficiência. Para o procurador, o argumento é inadequado.

“Tensões ou dificuldades econômicas ou administrativas não são justificativas plausíveis para se atribuir às normas constitucionais atributos de flexibilidade a tal ponto que o réu se auto-autorize prazo para a sua observância”, disse. “[A situação] compromete a prestação de um serviço público essencial de qualidade, criando enormes dificuldades ao funcionamento da empresa”.

Tensões ou dificuldades econômicas ou administrativas não são justificativas plausíveis para se atribuir às normas constitucionais atributos de flexibilidade a tal ponto que o réu se auto-autorize prazo para a sua observância. [A situação] compromete a prestação de um serviço público essencial de qualidade, criando enormes dificuldades ao funcionamento da empresa”
Sebastião Vieira Caixeta,
procurador do Ministério Público do Trabalho

Caixeta afirma na ação que a falta de pessoal tem causado desrespeito às regras legais sobre jornada e condições de trabalho. Outra consequência seria a liberação de catracas, que permite acesso gratuito dos passageiros e resulta em perda de arrecadação. A estimativa do próprio Metrô é que o ônus seja de R$ 30 mil por mês.

O procurador questiona ainda a legalidade da contratação de terceirizados e comissionados em detrimento de aprovados em concurso. Atualmente o Metrô tem contrato com uma empresa de vigilância e paga cerca de R$ 11,2 mil por cada servidor.

“Enquanto isso, há aprovados no cargo de segurança metroviário, com salário inicial de R$ 2.916, o que torna evidente que além de ilegal, a contratação de empresa terceirizada é mais onerosa aos cofres do Distrito Federal”, diz.

A companhia também tem cerca de 60 empregados comissionados. “A criação de emprego em comissão não possui amparo legal e viola a Constituição. O cargo em comissão ou o seu ‘equivalente’, emprego em comissão, só pode englobar funções típicas de direção, chefia e assessoramento, não sendo permitida a sua proliferação, que transforma exceção em regra. Mais grave ainda conceber-se que a deficiência do quadro pessoal em uma empresa pública seja suprida mediante o expediente de criação de empregos em comissão”, declarou Caixeta.

No pedido encaminhado à Justiça do Trabalho, o procurador pede a imediata convocação e nomeação de “tantos candidatos quantos forem necessários” para garantir a prestação do serviço. A quantidade mínima equivale à substituição de terceirizados e comissionados. Ele pede que, caso haja descumprimento, a empresa seja multada diariamente em R$ 10 mil por cada trabalhador prejudicado.

Diretor do Sindicato dos Metroviários, Webert Costa disse que a ação deixou a categoria satisfeita. “Nós recebemos essa notícia com esperança, porque o sistema está sucateado, não temos funcionário, e os que têm estão sendo sacrificados.”

O Metrô funciona entre 6h e 23h30 de segunda a sábado e 7h e 19h aos domingos e feriados. A média é de 140 mil passageiros por dia. O sistema tem 42,3 quilômetros de extensão e liga Ceilândia e Samambaia ao Plano Piloto. Ele opera com 24 vagões no horário de pico. A estação com maior fluxo é a da Rodoviária do Plano Piloto, por onde passam 20 mil pessoas por dia.

Fonte: G1

STF admite recurso, mas adia decisão sobre validade de delação de Youssef

dias-toffoli-mensalao-27092012-originalDiretor da Galvão Engenharia apresentou recurso para tentar anular o acordo de delação premiada firmado pelo doleiro Alberto Youssef.

Com placar empatado, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) admitiu nesta quarta-feira o recurso apresentado pelo empreiteiro Erton Medeiros, diretor da Galvão Engenharia, para tentar anular o acordo de delação premiada firmado pelo doleiro Alberto Youssef, um dos principais colaboradores da Justiça na Operação Lava Jato. A votação, porém, foi encerrada sem a análise do mérito da matéria, que pode incidir sobre diversos implicados pelo doleiro no esquema do petrolão. Os ministros devem retomar o julgamento nesta quinta-feira.

Essa foi a primeira vez que o plenário da corte se debruçou sobre a Lava Jato. Foi votado apenas se o instrumento apresentado pela defesa, um habeas corpus, poderia ser validado para esse tipo de ação. A divergência foi motivada por conta de súmula do próprio Supremo que impede o conhecimento de habeas corpus contra atos de ministros da corte. Com a ausência do ministro Teori Zavascki, a votação acabou empatada em 5 votos a 5, o que permitiu o andamento do recurso. Zavascki estava impedido de participar da sessão por ter sido o responsável pela homologação da delação de Youssef.

O recurso julgado pelo plenário foi apresentado por Erton Medeiros Fonseca, executivo da Galvão Engenharia, justamente para anular a autorização dada pelo ministro Teori Zavascki ao acordo de delação de Youssef. Erton foi preso em novembro do ano passado, mas conseguiu um habeas corpus de Zavascki em maio deste ano. Na ação, o empreiteiro argumenta que o doleiro é “criminoso contumaz” e falta-lhe “idoneidade e boa-fé para celebrar acordo de delação premiada”. O argumento para a anulação do acordo é que o doleiro já violou delação firmada anteriormente, em 2003, no caso do Banestado.

Admitiram o recursos ministros José Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Melo, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. Negaram: Luiz Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Carmen Lúcia e Luiz Fux. Como pelo menos dois deles, Toffoli e Mendes, já adiantaram que votarão contra o mérito, a chance de a delação de Youssef ser anulada é muito pequena.

Ao votar pela admissão do habeas corpus, José Dias Toffoli antecipou que votará pela rejeição do mérito da matéria. Para o ministro-relator, o descumprimento do acordo no caso Banestado não impede que Youssef firme nova colaboração na Lava Jato. “A idoneidade do colaborador não é requisito de legalidade do acordo de colaboração”, afirmou. “A colaboração premiada não é prova. É meio de obtenção de prova. O acordo de colaboração não se confunde com os depoimentos prestados pelos colaboradores. Os depoimentos constituem meio de prova, que somente se mostrarão hábeis à formação do convencimento judicial se vierem a ser corroborados por outros meios idôneos de prova”, continuou o relator.

Luiz Edson Fachin também se antecipou ao afirmar que votará contra

Fonte: veja.abril.com.br

Estudante brasileira ganha prêmio de ciência e tecnologia na China

20150826161337992977uÚnica representante do Brasil no concurso internacional desenvolveu sistema que identifica quantidade ideal de líquido a ingerir após exercícios físicos.

A estudante gaúcha Natália Hedlund Jardim, 18 anos, ficou em 2º lugar categoria projetos internacionais da China Adolescents Science & Technology Innovation Contest (Castic) deste ano. A cerimônia de encerramento da competição, que reuniu jovens de todo o mundo, ocorreu no último sábado (22).

Natália faz curso técnico de eletrônica da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha (Novo Hamburgo/RS) e participou do evento graças ao Prêmio Killing de Tecnologia, recebido na Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec) do ano passado. Durante a feira internacional, ela também recebeu um prêmio oferecido pela Indonesian Invention and Innovation Promotion Association (Innopa), uma organização da Indonésia.

O projeto apresentado em Hong Kong foi o Monitor de Reposição Hídrica Corporal. A ideia surgiu devido à dificuldade de identificar o momento correto de fazer a hidratação e a quantidade ideal de líquido que deve ser ingerido durante a realização de atividades ou exercícios físicos. Natália desenvolveu um dispositivo portátil que monitora a temperatura do usuário através de um sensor posicionado na região cutânea e, com base na variação da temperatura durante a atividade física, alerta o momento de fazer a reposição hídrica. Os valores de temperatura coletados pelo sensor são enviados para um programa que analisa os dados e faz os cálculos para determinar o momento da hidratação, alertando o usuário através de um aviso sonoro. A quantidade de líquido que deve ser ingerida é exibida em um display.

Fonte: Correio Braziliense

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