Início Site Página 5179

Eleições 2014: Após dois anos “na moita”,oposição afina discurso e enfim começa a reagir no DF

oposicao dfOposição afinada, sinal de que o governador Agnelo terá muito com o que se preocupar até as eleições de 2014. Oposição afinada, sinal de que o governador Agnelo terá muito com o que se preocupar até as eleições de 2014.

A má gestão do “Novo Caminho” e os recentes escândalos ligados à saúde, ao que parece, despertou a oposição. Até então reduzida a poucas vozes, 2013 será um ano de cobranças e Agnelo/Filippelli sofrerão com uma oposição unida.

Políticos que estavam afastados, ou que, em um passado não tão distante, eram adversários, hoje fazem o mesmo discurso. Personagens como o ex-deputado Alberto Fraga, o ex-deputado distrital Raimundo Ribeiro as deputadas Eliana Pedrosa, Liliane Roriz e Celina Leão e outros personagens, viram que, separados não teriam tanta força para cobrar de um governo que se mostrou até o momento, inoperante.

Apesar de que a oposição ainda não ter estruturado as ações com vistas a 2014, a unificação do discurso, a partir de agora, é uma sinalização de que há uma grande probabilidade de que se apague a fogueira das vaidades e, de fato, consiga marchar coesa em direção ao Buriti.

Foram precisos mais de dois anos de uma calamidade generalizada nos serviços públicos para que, ao menos, o tom dos discursos oposicionistas ganhasse o tamanho exato da indignação da população do DF.

Outro ponto favorável à união dos oposicionistas foi a reposta a nota que o PSDB-DF soltou, nela o partido acentuava o modo como é conduzido do sistema de saúde do DF. Ao responder de forma nada republicana, o presidente do PT-DF, o deputado federal, Roberto Policarpo provocou a oposição, e o resultado foi o retorno ao plano local da crise que está instalada no PT nacional, reavivando o julgamento do mensalão do PT.

Verdade seja dita, 2013 será um ano decisivo para a oposição; ou se posicionam de forma firme e contundente diante do letárgico governo Agnelo/Filippelli, ou correm o risco de ver uma terceira via política ganhar força suficiente para disputar com reais chances de vitória os próximos quatro anos a frente do Buriti, já que ao que tudo indica o “Novo Caminho” não deverá durar mais do que um mandato.

Por Ricardo Faria e João Zisman

Fonte: Guardian Notícias

Saúde unifica o discurso oposicionista

eliana pedrosaA crise na saúde pública do DF serviu para unificar o discurso da oposição local. Mesmo em número pequeno na Câmara Legislativa, os opositores decidiram cobrar do Buriti providências para minimizar os estragos causados pela ausência de médicos nos plantões dos hospitais públicos. As deputadas Eliana Pedrosa e Liliane Roriz, ambas do PSD e às turras há um mês, afinaram o discurso criticando a atual gestão como a reprovação do uso de R$ 500 mil dos recursos da saúde em aplicações financeiras.

Escalada de acusações

Dentro desse espírito, serviu também para despertar um surto de oposicionismo no sonolento PSDB local. O presidente regional tucano, Márcio Machado, divulgou uma nota duríssima contra o Buriti. Recebeu o troco em uma nota ainda mais dura da Executiva do PT brasiliense, falando do “comportamento covarde dos tucanos”. Teve tréplica. O vice-presidente do PSDB, Raimundo Ribeiro, acusou agora o PT de ser “o único partido político na história do Brasil reconhecidamente corrupto”, em referência ao mensalão. Roberto Policarpo, presidente regional do PT avisou ontem que haverá nova resposta. Até mais forte.

Fonte: Do alto da torre

Reguffe fala com Marina, mas fica no PDT

Pequeno ExpedientePlenário Ulysses Guimarães4/8/2011Foto: Saulo CruzO deputado brasiliense José Antônio Reguffe confirma que mantém contatos com a ex-senadora Marina Silva, por quem tem grande respeito. Não pretende, porém, integrar o partido que Marina deve organizar. Reguffe fica no PDT.

Cristovam na cabeça

Uma das razões que pesam para isso é a defesa de nova candidatura do senador Cristovam Buarque para presidente da República. “Mais até do que pedetista, sou um cristovista”, revela Reguffe, que foi aluno de Cristovam na Universidade de Brasília. Ele acha que, se eleito presidente, Cristovam daria “um salto de qualidade” no País.

Torcida só para quem entra em campo

Reguffe sabe, porém, que inexiste consenso no PDT a respeito de candidatura própria. Pretende lutar a favor da tese dentro do partido. Acha que seria melhor para o PDT e para o País. “Afinal”, lembra, “time que não entra em campo não tem torcida”.

Recall de 2006

Aliás, diz o deputado, se Cristovam tivesse sido candidato novamente em 2010, com o recall das eleições de 2006, provavelmente teria crescido muito. Acha que isso vale para a eleição de 2014.

Lupi e Brizola Neto, as incógnitas

Conhecedor dos meandros pedetistas, Reguffe está ciente de que o Planalto se esforça, por meio do ministro do Trabalho, Brizola Neto, para que o PDT se atrele à candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff, como já fez em 2010. Acredita, porém, que o antecessor de Brizola Neto, o ainda presidente do partido Carlos Lupi, conta com a maioria do PDT. Não se sabe, porém, o que Lupi fará. Pode optar por candidatura própria, como fez em 2006. Mas também pode acertar o apoio do partido a um dos demais postulantes, seja a presidente Dilma, seja o governador Eduardo Campos, do PSB.

Fonte: Do alto da torre

Prévias do PT-DF em 2014 vão para o espaço

magelaHoje secretário de Habitação, o deputado petista Geraldo Magela já admite que o partido não deve fazer prévias para escolha do candidato a governador. Em 2010 ele disputou com Agnelo Queiroz, que tinha respaldo explícito da estrutura partidária e deu um calor. Agora, porém, acredita que não há razão para desafios.

Fonte: Do alto da torre

Cobrança dos administradores se generaliza

Swedenberguer BarbosaO coordenador de Cidades da Casa Civil, Chico Machado, não falava sozinho quando criticou o desempenho dos administradores regionais. Existe no Buriti um consenso a esse respeito. Embora ocorram as exceções que confirmam a regra, o mais comum é a má avaliação das Administrações. Fica aí um problema. Embora as cobranças cheguem à Casa Civil e caiba a ela cobrar eficiência na gestão, a escolha dos administradores é política.

Evitando críticas diretas

Até por ser política a nomeação, o chefe da Casa Civil, Swedenberger Barbosa (foto), tem evitado críticas diretas à eficiência dos administradores. Já fez no passado. Acha, porém, que se reuniram condições — inclusive com a mobilização de outros órgãos públicos, caso da Novacap — para que as Administrações Regionais atendam as comunidades e melhorem o desempenho.

Monitoramento à distância

A propósito, Berger está em Natal. Aproveitou o recesso de virada do ano para comparecer à formatura da filha universitária. Mas passa o tempo pendurado ao telefone. Falando como Buriti.

Oportunidade a aproveitar

Todo o Buriti aposta nos resultados a serem obtidos no decorrer deste ano. Prevalece na Casa Civil o sentimento de que o GDF organizou-se para que 2013 seja o período decisivo do governo Agnelo. Como diz o próprio governador, “o ano da virada”. Será inaceitável que administradores regionais deixem de aproveitar essa oportunidade.

Fonte: Do alto da torre

Marina Silva sem ideologia

marina-silvaDe olho nas eleições presidenciais de 2014, a ex-senadora Marina Silva (sem partido) intensifica pedido de apoios para a criação de seu novo partido. Futura legenda que vem do “Movimento Nova Política” poderá ter dissidentes do Psol, PT e até tucanos ou egressos das fileiras do Democratas, sucedâneos do PFL e, anteriormente, da Arena, que sustentou a ditadura militar no país.
heloísa helena marina silva partido.

Heloísa Helena já anunciou que apoiará Marina Silva na construção do novo partido.

Marina Silva diz que o seu será um “partido diferente”. A nova sigla não aceitará doações de pessoas jurídicas e terá uma cota de 50% de seus filiados dispostos a defender “bandeiras livres”, sem especificar quais. Ela não esclareceu se haverá algum critérios ainda em relação ao segmento partidário. A ideia é que o novo partido seja formado com políticos oriundos de legendas variadas.

O que se sabe, é que primeiramente, Marina pretendia anunciar o recolhimento das quase 500 mil assinaturas (necessárias para formar a nova legenda) ainda neste mês, mas auxiliada por companheiros, adiou para fevereiro, na reabertura dos trabalhos do Congresso Nacional.

Com o enfraquecimento do PSDB nas últimas eleições, Marina tem buscado possibilidades de aliados em todos os segmentos políticos. Uma de suas principais parceiras nesta nova empreitada é a ex-senadora e atual vereadora por Maceió, Heloísa Helena, do Psol, que já fez declarações sobre sua adesão à nova sigla.

Outros nomes também foram citados como o do deputado federal Walter Feldman (PSDB-SP), que antes admitia a possibilidade de aderir, ao também novo PSD de Gilberto Kassab, mas que agora é dado como certo no novo partido.
Segundo notícias que circulam na imprensa nesta quarta-feira (10), Marina tem confidenciado que seus objetos de desejos são os senadores Eduardo Suplicy (PT), e Cristovam Buarque.
Fora do PV

Depois de divergências políticas no Partido dos Trabalhadores (PT) e no governo federal, Marina desfiliou-se do PT em 2009, em seguida filiou-se ao Partido Verde (PV), para se candidatar à Presidência da República em 2010, quando foi a terceira candidata mais votada. Já no inicio de 2011, Marina Silva anunciou sua saída do PV e a possibilidade de criação da nova legenda.

A possibilidade de criação da nova legenda veio do Movimento Nova Política que já existe, mas o novo possível partido político ainda não recebeu denominação.

Dizendo ter severas críticas aos partidos existentes, Marina decidiu criar uma nova legenda. Por isso não aceitou o convite do presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), para ingressar no partido.

Segundo a Constituição, para poder se candidatar nas próximas eleições, o partido deverá ser fundado doze meses antes do pleito. Além disso, o recolhimento das assinaturas correspondentes deverá ter no mínimo, meio por cento (0,5%) dos votos válidos, dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados (não computados brancos e nulos), que deverão estar distribuídos em pelo menos nove estados. Além dessa exigência, em cada estado, deve-se atender ao mínimo de um décimo por cento (0,1%) do eleitorado.

Para criar esse novo partido, Marina terá ainda de superar obstáculos como o projeto de lei em tramitação no Congresso que impede que novos partidos tenham acesso pleno ao dinheiro do fundo partidário e ao tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV, antes de disputarem uma eleição.

Há atualmente 27 partidos políticos oficialmente registrados no TSE.

Fonte: Pragmatismo Político

Fraga não tira férias

alberto fragaO presidente do DEM no DF, ex-deputado Alberto Fraga, não tirou férias, preferiu articular com lideranças e amigos as estratégias que vai adotar neste ano pré-eleitoral. Fraga já teria conversado com muitos ex-auxiliares de José Roberto Arruda e Paulo Octávio. Ele está convencido de que é possível montar uma terceira via com chances de vitória. “O Fraga avalia que, ao dividir as forças de esquerda, com os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB) e Cristovam Buarque (PDT) de outro, o espaço para uma terceira via de centro-direita tem chances de vitória”, analisa um amigo do ex-deputado.

Fonte: Jornal Opção

Caos nas prefeituras de todo Brasil

caosDeplorável o estado de algumas Prefeituras mostrado no Fantástico,resultado de uma gestão de apadrinhamentos e de falta de compromisso com a população.

Os vereadores, cuja principal função seria de fiscalizar o Executivo são omissos, geralmente recebem favores do prefeito. Tanto é que grande parte dos prefeitos interferem até mesmo na eleição para composição da Mesa Diretora do Legislativo.

Os “favores” políticos falam mais alto. É uma indicação para Secretariado aqui, outra ali… e, ficam os poderes atrelados.

Por outro lado, o Tribunal de Contas (TC) não tem servidores suficientes para investigar as prefeituras. Assim é a prática da política neste País, onde praticamente não há independência entres os poderes Legislativo e Executivo.

Os maiores índices de corrupção, sem dúvida, estão onde há menos fiscalização, onde os Parlamentares não cumprem corretamente seus deveres de fiscalizar.

A corrupção é um “câncer” que vai corroendo as estruturas da sociedade, se alastrando de forma violenta.

Se não houver um engajamento da sociedade numa nova forma de pensar e agir, a corrupção nunca terá fim neste País, pois, em matéria de corrupção não se escolhe ideologia, já que existem gestores de todas as correntes, de tal modo que, os discursos são diferentes, porém de práticas idênticas.

A luta contra a corrupção não pode ser apenas Partidária, mas social!

Fonte: Blog do JULIO  MENEGOTTO

Conselho de Comunicação Social

censuraO Distrito Federal também terá Conselho de Comunicação Social. O texto foi elaborado pelo governo Agnelo Queiroz (PT), com contribuição de organizações da sociedade, sindicatos e universidades. Após recolher as novas sugestões, o governo irá sistematizá-las e finalizar uma proposta a ser encaminhada à Câmara Distrital. Se o texto for aprovado pelos deputados até o final do ano, como desejam seus entusiastas, o DF será a terceira unidade da federação a contar com um Conselho de Comunicação Social. De acordo com o texto em discussão, o Conselho será um órgão de “assessoramento do Poder Executivo na formulação e acompanhamento da política regional de comunicação social, com base nos princípios da democracia e da comunicação como direito fundamental”.

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

Princípios de estratégia política (I)

estrategiaAs ações, declarações e procedimentos adotados pelos políticos buscam alcançar um objetivo: o poder.

Este texto trata daquela que é a questão central da dinâmica política: a estratégia, isto é, as ações, declarações e procedimentos adotados pelos políticos com vistas a alcançar o objetivo buscado: o poder. A estratégia política contudo não se subordina com facilidade a um conhecimento feito de certezas, como é o caso das ciências da natureza, (física e a química, por exemplo).

Trata-de de um conhecimento que se encontra muito distante das certezas da ciência. Muito ao contrário, a ciência e a prática política estão sempre a “correr atrás” da melhor estratégia, como se perseguissem sua própria sombra.

Por outro lado, estratégia também não se constrói com intuições, percepções e outras manifestações subjetivas. Tampouco podemos nos apoiar na experiência política para encontrá-la, e, menos ainda. usar exemplos do passado como modelos.

A frustrar todas essas tentativas, impõe-se o fato de que a estratégia política – na busca pelo encontro da melhor combinação de meios para alcançar os objetivos visados – deve conhecer, analisar, interpretar e prever uma realidade política que é incessantemente cambiante, gerada por uma multidão de vontades, mais ou menos livres/organizadas.

E, como se não bastasse, depois disso tudo, deve ainda ser capaz de adotar as ações certas, dentro de um timing adequado, provendo-as com os meios humanos e materiais necessários para que se produzam os efeitos desejados.

Conceber uma estratégia política é, pois, um exercício intelectual de grande complexidade.

Os profissionais mais valorizados da política são, exatamente, os que dominam a ciência e a arte da estratégia política. Homens como James Carville, David Axelrod, e Karl Rove, dos partidos democrata e republicano nos EUA, são contratados pelos Clintons, Obamas e Bushes porque detêm um conhecimento, uma sabedoria e uma sensibilidade que seus contratantes e futuros presidentes da república, não possuem!! No Brasil, entretanto, a maioria dos políticos acha que o problema nem é tão complexo assim. Tanto que, segundo eles, já possuem a sua estrategia e não precisaram de muito esforço para concebê-la. Com ela sabem o que querem, como consegui-lo, o que os adversários vão fazer etc. As coisas só não darão certo se o “seu pessoal” falhar, ou se faltar recursos…

Mais ainda. Há um generalizado preconceito contra a explicitação de uma estratégia para orientar uma campanha ou a trajetória de um governo. Segundo estes, a explícita adoção de uma estratégia traz consigo tendências de teorização e a rigidez.

Bem ou mal, todos os agentes políticos, trabalham com estratégias. Em muitos casos nem estão conscientes disso. Alguns usam estratégias auto-destrutivas, onde alguns dos componentes estão em frontal e irreversível guerra com outros (é o caso, por exemplo, do político cuja personalidade está em guerra com a imagem que pretende ostentar); outros (creio que a maioria) usam estratégias do tipo “ad hoc”, feitas de ações que buscam responder aos diferentes momentos e desafios do jogo político ajustando-se a decisões emocionais e impulsivas do líder; em outros casos a estratégia é defensiva, responsiva, sendo determinada pelas ações do adversário; em outros ainda ela é ignorada, aberta ou dissimuladamente, em troca de uma alegada “experiência” que se considera completa e atemporal.

Na campanha eleitoral são várias estratégias em disputa. A melhor é o resultado da eleição que diz

Olhadas com um olhar analítico se assemelham à caminhada trôpega de um embriagado, feita de tropeços, acelerações, paradas, indecisões e voltas.

O certo é que não se conquista nem se mantém o poder com estratégias implícitas, mal concebidas e incompetentes. E o mais grave é que: “Se você não tiver a sua estratégia, você é parte da estratégia de alguém.”

Na campanha eleitoral são várias estratégias em disputa. Qual a melhor? O resultado da eleição vai dizer.

Para quem está no exercício do governo o problema não é menor. Tem mais tempo para conceber e pôr em ação sua estratégia. Por outro lado seu tempo “de vitrine” é bem maior e terá que manter em ação por 4 anos, com correções periódicas, 3 estratégias políticas simultâneas: de curto, de médio e de longo prazo.

Fonte: Política para Políticos

- Publicidade -
- Publicidade -