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Prefeito Itamar Imóveis presta contas dos primeiros dias de governo

Prefeito Itamar Imóveis presta contas dos 10 primeiros dias de governo em Santo Antônio do Descoberto.

Fonte: TV CMN

Governo Agnelo Queiroz supera em incompetência todos os governos que lhe antecederam

agnelo_queiroz_19Dois anos de governo do PT e o Distrito Federal continua sendo notícia nacional.

Por quase dois anos foi por conta de corrupção da equipe do primeiro escalão do GDF, além do envolvimento obscuro do próprio Agnelo Queiroz com agentes corrompedores como o bicheiro Carlinhos Cachoeira, cuja CPMI por força corporativa do Planalto não deu nem em pizza, por tão medíocre relatório do Deputado Pitiman.

Agora, depois de silenciada a onda de escândalos que quase derrubou Agnelo, ainda temos que assistir em rede nacional o absurdo em que se tornou a nossa saúde.

Nem mesmo Roriz com sua estupenda ignorância conseguiu ser tão incompetente quanto está sendo o Dr. Agnelo Queiroz.

Agnelo que surgiu como salvação da sua própria classe, prometendo que em 100 dias resolveria o problema da saúde, e depois de dois anos percebemos que se alguma coisa mudou foi para pior.

O Governo Agnelo Queiroz não honrou o acordo do governo Arruda de incorporação da Gata, (a incorporação da Gratificação de Atividade Técnico-Administrativa), além de atrasar o pagamento dos servidores da saúde causando transtorno e prejuízo a estes.

Pois quando se atrasa salários, que por lei devem ser pagos até o quinto dia do més,  este atraso senhor governador, acarreta multa aos pais de família que pagam escolas e faculdades dos seus filhos.

É lamentável que Brasilia, como uma das unidades da federação com mais recursos para se aplicar em saúde e segurança, dinheiro que vem da união, seja a pior referência, se tratarmos o assunto de forma proporcional ao número de habitantes.

É fato, o PT aqui na Capital Federal bate recorde de ingerência administrativa e política.

Fonte: Informando e Detonando – 11/1/2013

Amostra e amostragem II

estrategiaAs amostras de uma pesquisa precisam ser representativas dos indivíduos que integram o universo e das variações existentes entre eles.

No texto anterior, Amostra e amostragem I, ficou claro que o atributo da representatividade é a qualidade que buscamos numa amostra. Amostras precisam ser representativas dos indivíduos que integram o universo e das variações existentes entre eles. Somente assim podemos estender as conclusões e descobertas feitas com a amostra, para a população de indivíduos da qual ela é uma parte.

Amostras: são representativas dos indivíduos e suas variações

A questão crítica então para obter uma amostra representativa reside no processo de seleção dos indivíduos que a formam. A inclusão/não inclusão de um indivíduo na amostra não pode depender portanto de critérios que aumentem a probabilidade de alguns e diminuam a de outros.

Não pode haver portanto:

Auto-seleção – que ocorre quando é o próprio indivíduo que decide se ele integra ou não a amostra. Exemplo, quando o questionário é enviado pelo correio, e quem o recebe decide livremente se responde e envia ou não.
Seleção de conveniência – quando a seleção atende a um critério de conveniência do pesquisador. Exemplo: a contigüidade geográfica.
Seleção por julgamento pessoal – quando a decisão de incluir um indivíduo na amostra decorre da decisão pessoal e arbitrária do pesquisador. Exemplo: as “enquetes” que são feitas nas ruas de uma cidade.

Precisamos usar um método de seleção que não esteja contaminado pelas características de alguns elementos individuais, nem tampouco por influências subjetivas. São procedimentos análogos aos que operam em “jogos de azar”, sorteios, loterias que são os adequados para assegurar a representatividade de uma amostra.

Um procedimento muito simples para obter uma amostra representativa, nos casos em que podemos ter uma lista completa da população (universo) que queremos estudar, seria a atribuição de uma ficha com um número para cada indivíduo. Colocar todas as fichas (que devem ser rigorosamente iguais) dentro de um recipiente, sacudi-lo, e retirar uma a uma a quantidade de fichas correspondente ao tamanho da amostra. Os indivíduos assim selecionados comporiam uma amostra representativa do conjunto da população registrada na lista.

Quando se opera uma seleção deste tipo duas condições básicas são preenchidas:

1. Cada indivíduo da população tem a mesma chance que todos os outros para integrar a amostra
2. Cada combinação de indivíduos tem a mesma chance que todas as demais para integrar a amostra Uma amostra que preencha estas duas condições é chamada de amostra aleatória (random sample), e constitui um dos tipos de amostra probabilística. Na amostra probabilística, cada indivíduo da população possui uma probabilidade conhecida de ser incluído na amostra. Na amostra aleatória, esta probabilidade conhecida é igual para todos os indivíduos do universo. O ponto crítico da amostra aleatória é a lista dos indivíduos. Quanto menos completa ela for, maior é o risco de comprometer a representatividade da amostra.

Na amostra probabilística, cada indivíduo tem pelo menos uma probabilidade que já se conhece

Para populações muito numerosas, espalhadas num território de grandes dimensões (como é o caso da maioria das pesquisas eleitorais) usa-se um outro tipo de amostra probabilística: a amostra estratificada. Nestes casos, os dados do censo são usados para dividir a população total num número de sub-populações mutuamente exclusivas, por exemplo, regiões geográficas (cada indivíduo integra uma sub-população e apenas uma) e exaustivas (todos os indivíduos estão alocados em alguma sub-população).

Como se conhece qual o percentual da população total que está localizada dentro de cada sub-população ou estrato, a amostra deverá reproduzir a mesma distribuição percentual do universo. Dentro de cada sub-população então se extrai aleatoriamente as unidades (setores censitários do IBGE, por exemplo) onde os indivíduos se encontram. Nas unidades, seleciona-se, novamente de maneira aleatória, as residências que serão procuradas. Finalmente, nas residências, o entrevistador busca preencher quotas de atributos demográficos, sociais e econômicos, que correspondam no seu somatório final à distribuição percentual daqueles atributos no universo.

Assim, um entrevistador sai para o campo com o mapa do seu setor censitário, com instruções para seleção aleatória de residências e com quotas a preencher: por exemplo, 7 entrevistados, do sexo feminino, com idades entre 21 e 39 anos, com renda de 5 a 10 salários mínimos, e educação ginasial. O resultado final deste complexo trabalho é uma amostra que reproduz a distribuição percentual das sub-populações existente no universo, e, no seu interior, indivíduos aleatoriamente selecionados, que também reproduzem a distribuição percentual do universo, em atributos demográficos, sociais e econômicos.

Seguindo, disciplinada e sistematicamente, procedimentos como estes, obtém-se uma amostra representativa da população, extraída aleatoriamente (isto é, sem contaminação da subjetividade do pesquisador). Os resultados que esta amostra produzir poderão então ser estendidos para o conjunto da população.

A qualidade representativa da amostra depende, portanto, da qualidade dos dados sobre o universo que queremos estudar. Qualidade da lista, no caso da amostra aleatória simples, qualidade dos dados estatísticos (sobre a cidade, estado, país) no caso de uso da amostra estratificada. A pormenorizada (e muito simplificada) descrição destes procedimentos evidencia que mesmo a melhor amostra terá erros, será imperfeita. Ao mesmo tempo, evidencia que é possível obter informações bastante precisas sobre uma população, estudando-se apenas uma mínima parcela de indivíduos que a integram.

A descrição serve também para justificar aquela afirmação de que a pesquisa política não é em nada diferente da pesquisa científica, adotando os mesmos procedimentos metodológicos. Finalmente, por todas estas razões, é oportuno lembrar também o princípio de que é melhor não ter pesquisa nenhuma a ter uma pesquisa mal feita e não confiável.

Fonte: Política para Políticos

Novo governo Chávez tem início mesmo sem sua posse

chavezPela primeira vez desde 1959, ano da redemocratização na Venezuela, não haverá cerimônia de posse hoje para marcar o início do novo mandato presidencial de Hugo Chávez (2013-2019), numa decisão chancelada pelo Tribunal Supremo de Justiça venezuelano ontem.

A Corte, dominada por juízes alinhados ao chavismo, avalizou o plano do governo de adiar indefinidamente a cerimônia de posse, mesmo com o novo mandato começando hoje. Não foi descartada inclusive a possibilidade de o juramento de Chávez se realizar em Cuba, onde o presidente se trata de um câncer.

Fonte: Congresso em Foco

PPS discute possibilidade de receber Serra

jose-serraO presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), apresentou ontem ao partido a possibilidade de a legenda acolher o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com vistas à disputa pela Presidência da República em 2014. Ao abrir a reunião da Executiva Nacional do partido, Freire disse que a oposição não tem conseguido se posicionar como deveria.

“Há questões que deveriam ser discutidas, mas não estão sendo. Mesmo quando nós o fazemos, pelo nosso tamanho, há dificuldade de que seja ouvido. O Serra bem que poderia representar isso.”

Fonte: Congresso em Foco

Mensalão é muito maior, afirma procurador-geral

GurgelProtagonista no maior julgamento da história do Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, 58, afirmou à Folha que o esquema do mensalão é “muito maior, muito mais amplo, do que aquilo que acabou sendo objeto da denúncia”.

“O que constou da denúncia foi o que foi possível provar, com elementos razoáveis para dar a base [a ela]“, afirma Gurgel em uma de suas raras entrevistas exclusivas desde que assumiu, em 2009. Ele diz que o depoimento prestado em setembro pelo operador do esquema, Marcos Valério, pretendia “melar o julgamento”.

Gurgel afirma que o grande desafio do processo foi provar a responsabilidade do núcleo político do esquema, entre eles o do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT). Ele diz haver “uma série de de elementos de prova” que apontam para a participação efetiva de Dirceu.

Fonte: Congresso em Foco

O caminho de Kassab rumo à Esplanada

kassab1O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab quer ser ministro da presidente Dilma Rousseff. Mas só em 2015, caso Dilma seja reeleita. O presidente do PSD vai se candidatar no ano que vem, possivelmente a governador de São Paulo. Como sabe que provavelmente não terá chances na disputa pelo Palácio do Bandeirantes, polarizada entre PT e PSDB, quer se apresentar como fiel da balança em um provável segundo turno, apoiando o candidato petista ao governo paulista. “A política é um exercício de alternativas. Existe melhor forma de Kassab cacifar-se perante a presidente Dilma?” indagou ao Correio um dirigente do PSD.

Para assegurar, no entanto, espaço na reforma ministerial que será deflagrada após a eleição das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado, Kassab tem dito aos dirigentes partidários que a legenda deveria aceitar os dois ministérios que estão sendo cogitados na cota do partido: a Secretaria de Aviação Civil e a pasta da Micro e Pequena Empresa — que ainda será criada.

Fonte: Congresso em Foco

Caprichando no bateu, levou

policarpoSe os tucanos brasilienses pretendiam elevar o tom do tiroteio político na capital, ao criticar a saúde, receberam ontem uma resposta igualmente agressiva. A Executiva do PT qualificou as acusações do PSDB como “covardes e levianas”. Partiram, aí, do pressuposto de que o ataque é a melhor defesa. Não apenas chamaram a posição tucana de  “mentirosa e desavergonhada” como disseram que o presidente regional “Márcio Machado e os tucanos de Brasília serviram ao governo mais corrupto da história da capital federal”.

Indignação ensaiada

Dizendo que os tucanos apostam na falta de memória da população, o PT afirma que “o governo Arruda, de triste memória, rezou aos pés da propina; encheu as meias de dinheiro e rodou as bolsas para abocanhar o dinheiro suado dos impostos do povo de Brasília”. Agora, completam, “acometidos por uma indignação ensaiada e seletiva, os tucanos da cidade querem posar de defensores da saúde e de alguma coisa pública”.

Problemas vêm de longe

Para o presidente regional do PT, Roberto Policarpo, “o PSDB não tem moral para ficar nos atacando”. Ainda mais, diz, nessa área. “À parte a corrupção em que se meteram durante o governo Arruda, os tucanos não podem dizer uma só palavra em defesa do que se fez na saúde durante todo o tempo em que participaram da administração”, afirma.

Fonte: Do alto da torre – 11/1/2013

Uma definição para Patrício

Cabo-Patricio_fotoElzaFiuza-300x199No início da semana que vem, quando o governador Agnelo Queiroz reassumir o cargo, terá uma conversa, já agendada, com o deputado Patrício (foto), ex-presidente da Câmara Legislativa. Deverão definir a ida de Patrício para o Executivo, conforme conversado entre os dois, antes mesmo de se equacionar o nome de Wasny de Roure como seu sucessor na Câmara.

Alternativas descartadas

Nessas conversas anteriores, Agnelo Queiroz acenou com quatro alternativas para Patrício. Estavam na lista as secretarias de Desenvolvimento Social, de Governo, de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho. Patrício descartou de imediato a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O Trabalho acabou destinado ao PR, em uma negociação posterior.

Potencial político

A verdade é que a ida de Patrício para a Secretaria do Desenvolvimento Social, considerada a de maior potencial político entre elas, passou a ser dada como praticamente certa. Houve reação do grupo do atual secretário Daniel Seidl, que chegou ao cargo com apoio da antecessora Arlete Sampaio. Mesmo assim, ainda se acredita que seria a opção preferencial de Patrício. Ele evita comentar a questão de público.

Para a coordenação

Atribui-se ao ex-secretário Paulo Tadeu, hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal, ingerência no sentido de que Patrício aceite a Secretaria de Governo. A pasta se  tornaria mais atraente, é claro, caso incorporasse novamente a articulação política. Seria preciso conferir se, como desejável em condições como essa, Patrício e o governador conseguiriam jogar
por música. Uma coordenação política pressupõe absoluto entrosamento.

Poderia permanecer

Patrício tem dito a interlocutores que não se importaria nem um pouco de permanecer na Câmara Legislativa. É…pode até ser.

Quem assume

De qualquer forma, a ida do ex-presidente para o Executivo seria extremamente útil para acomodar o segundo suplente do PT, Dirsomar Chaves. A primeira suplente, já alojada em uma secretaria, permaneceria no Executivo. É a vez de Dirsomar.

Fonte: Do alto da torre – 11/1/2013

De olho em 2014, PSDB já fala em reformular marketing eleitoral

psdbNa esteira da derrota em São Paulo, integrantes do partido pedem uma ‘roupagem do novo’ e já defendem mudanças como um distanciamento do marqueteiro Luiz González.

Na esteira da derrota sofrida na eleição pelo comando da maior cidade do País, integrantes do PSDB começam a repensar, com vistas a 2014, todo o modelo que hoje guia o marketing eleitoral da sigla. Depois de assistirem à vitória do prefeito eleito Fernando Haddad (PT) sobre o ex-governador José Serra (PSDB) em São Paulo, tucanos já falam na necessidade de investir na roupagem do novo, com base na ideia de que a maior mensagem tirada das urnas foi um clamor do eleitorado pela renovação.

Para alguns dirigentes, ganha força a tese de que o partido custou a atualizar sua forma de se comunicar com o eleitor. Faltaria à legenda a capacidade de “vender um sonho”, uma receita que, para eles, foi perfeitamente assimilada pelo PT. Foi assim, dizem, na campanha que elegeu Dilma Rousseff como sucessora do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva . O mesmo vale para a eleição de Haddad. Nos dois casos, a comunicação petista foi assinada pelo marqueteiro João Santana.

As discussões no PSDB, por enquanto, ocorrem de forma fragmentada. Até agora, o partido não reuniu sua direção para fazer uma avaliação do desempenho na eleição municipal. Mas uma das propostas de quem defende uma guinada no marketing é o distanciamento em relação ao marqueteiro Luiz González.

González foi recrutado por tucanos para comandar as principais campanhas do partido nos últimos anos. Foi ele quem assinou a campanha vitoriosa de Serra na prefeitura em 2004, assim como sua empreitada para o governo estadual em 2006. Foi González também quem comandou o marketing bem-sucedido da reeleição de Gilberto Kassab (PSD), em 2008, e a eleição de Geraldo Alckmin (PSDB) para o governo do Estado, em 2010.

É na esfera presidencial que reside a maior parte do desgaste. Além de ter comandado a campanha derrotada de Alckmin ao Planalto em 2006, González teve de digerir críticas de tucanos à forma como comandou a campanha presidencial de 2010. Por outro lado, na eleição deste ano em São Paulo, mesmo os mais críticos admitem que outros fatores contribuíram muito mais para o fracasso nas urnas, como a rejeição pessoal de Serra, o desgaste provocado por sua saída da prefeitura em 2006 e mesmo debates como o do kit anti-homofobia. Ainda assim, há quem critique, por exemplo, um investimento excessivo no tema do mensalão na campanha.

Defesa: Após derrota, líderes tucanos fazem defesa da renovação

González já repetiu várias vezes a dirigentes tucanos nos últimos anos que pensa em se aposentar de vez das campanhas eleitorais e voltar sua carreira para outro lado, mais especificamente para o cinema. Ainda assim, foi Serra quem pediu pessoalmente ao jornalista que assumisse a campanha de Kassab em 2008, marcada por ideias como “kassabinho”, boneco do prefeito que aparecia na mão de várias crianças durante a campanha.

Da mesma forma, Serra e Alckmin recrutaram o jornalista para assumir o marketing nas corridas presidencial e paulista de 2010, num esforço para assegurar uma linguagem única das campanhas tucanas. E, novamente, Serra o escalou este ano para a empreitada.

Cenário

No PSDB, líderes afirmam que a comunicação da campanha presidencial de 2014, assim como a da disputa ao Palácio dos Bandeirantes, só começará a ser decidida de fato quando as candidaturas ficarem mais claras. Tido como o primeiro da fila para a disputa para o Planalto, o senador mineiro Aécio Neves tende a exercer um papel de destaque nas negociações.

No círculo próximo de Alckmin – candidato natural à reeleição no Palácio dos Bandeirantes –, predomina a visão de que combinar uma renovação na imagem à experiência gerencial seria a chave para garantir um novo mandato. “Se o marqueteiro conseguir dar a ele o apelo do novo não tem pra ninguém”, disse um aliado do governador. Ele reconhece, entretanto, que o PSDB terá de fazer sua parte para não correr riscos. Até porque, lembrou o tucano, o governador pode ter que fazer frente a um nome como o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), que, além de representar a renovação no PT carrega as realizações de uma pasta com grande apelo popular.

Para um tucano próximo a Serra, por outro lado, o que se vê neste momento é uma tentativa de responsabilizar o marketing eleitoral por um problema maior. Para ele, o mesmo ocorreu com o próprio Haddad quando ele ainda custava a decolar nas pesquisas para a Prefeitura de São Paulo. A especulação, nesse caso, era a de que havia uma insatisfação com o trabalho executado por João Santana.

O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) faz coro: “Depois da eleição, nós nos acostumamos a aparecer com ideias maravilhosas. Em 2010, surgiu a questão da refundação, que nunca aconteceu”, opinou o senador tucano. “Agora, novamente, se busca uma solução em função de uma derrota. A solução não está na campanha eleitoral, mas na afirmação da posição do partido, fazendo oposição para combater o modelo vigente, deixando claro para a opinião pública que, com esse modelo promíscuo de governo, não vamos alcançar os níveis de desenvolvimento que o Brasil pode alcançar.”

Fonte: Último Segundo – 10/1/2013

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