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Cláudio Abrantes se rendeu ao assédio do PT

claudio abrantesO deputado distrital Cláudio Abrantes não está mais sem partido. Depois de várias especulações o seu destino está selado. O parlamentar agora pode ser chamado de petista.  A sua filiação ao PT era mais que prevista apesar de todas as especulações.  Inclusive há fortes  boatos de que a sua ficha de filiação vai ser abonada pelo cardeal do partido Roberto Policarpo.

Nas fileiras petistas vai haver um grande ato para receber o distrital, com direito a tapete vermelho e lapela em formato de estrela.

Memória – Cláudio Abrantes conseguiu a desfiliação do PPS-DF, no dia 13 de dezembro de 2012. Na época o TRE-DF concedeu a desfiliação sem perda de mandato por 6 votos a 1.

Fonte: Blog Evan do Carmo / Blog do Odir

Bola cheia

ROBERIO-NEGREIROSProjeto do distrital Robério Negreiros pretende obrigar o Detran a fundamentar toda decisão sobre recursos impetrados por motoristas multados. O deputado constatou que frequentemente os reclamantes recebem só a informação de que o recurso foi rejeitado. Nem ficam sabendo por que. Se o processo passar, não só deverão ser avisados sobre os motivos da decisão como ela deverá ser divulgada pela internet.

Fonte: Coluna ons e offs / Jornal de Brasília

A força de Marconi Perillo na região

brasilia.qxdPrefeitos Luiz Attié (Cristalina), Cristóvão Tormin (Luziânia), Itamar Barreto (Formosa), Hildo do Candango (Águas Lindas) e Gisele Araújo (Cidade Ocidental): força política de Marconi Perillo no Entorno.

Superado os desafios de reorganizar a máquina pública e a falta de recursos, o governador Marconi Perillo (PSDB) voltou a sorrir. O mau humor que orbitava a gestão tucana tornou-se história do passado. Agora, só se fala em correr contra o tempo para pôr em prática quase uma centena de grandes projetos estruturantes, principalmente na área de infraestrutura. Entre estas metas, projetos de alcance social que vão desde o aumento na construção de casas populares, saneamento básico, saúde, segurança, renda cidadã e bolsa universitária, só para ater aos mais divulgados, compõem as metas de Marconi.

No Entorno, agora rebatizado de Região Metropolitana do Distrito Federal (RemDF), onde o governo de Goiás tem empreendido um grande esforço para suprir as demandas da população, os investimentos, em parceria com o governo federal, começam a chegar aos municípios. Com estes investimentos e uma base aliada considerável, aliados de Marconi acreditam que podem deter o avanço petista. Desses aliados, o prefeito de Cristalina, Luiz Attié (PSD), juntamente com o senador Gim Argello (PTB-DF), lidera o pelotão de frente que advoga a reeleição de Mar­coni Perillo. “Acredito muito na capacidade modernizadora da gestão pública implantada pelo governador, reconduzindo o Estado na trilha do desenvolvimento. Este, sem dúvida, será seu passaporte para a reeleição pois os cidadãos acompanham o esforço do governo para cumprir seus compromissos”, analisa Attié.

O prefeito de Cristalina ao lado de Cristóvão Tormin, Itamar Barreto, Hildo do Candango e Gisele Araújo formam um grupo unido que não pertence ao PSDB, mas reconhecem – e acreditam – que Marconi é o candidato da base. Eles, mesmo envolvidos na busca de recursos junto ao governo federal, não desgrudam o olho da movimentação política. Todos sabem que a oposição liderada pelo PT-PMDB tenta montar uma chapa competitiva turbinada pela popularidade da presidente Dilma Roussef. Dilma é forte candidata à reeleição assim como Marconi, mas o PT em Goiás terá muitas dificuldades para unir forças para derrotá-lo. Attié vai mais além: “O governo Dilma não deixaria de ajudar Goiás por ser um Estado governado pelo PSDB. Somos uma força econômica no agronegócio, base de sustentação de nossa economia e mais, equilíbrio nos preços da cesta básica. Prejudicar Goiás, negando verbas, além de não ser nada republicano, prejudicaria uma força econômica que tanto contribui para o desenvolvimento do país”.

Fonte: Jornal Opção

Lêda aclamada na convenção do PSDB de Valparaíso

leda borgesA ex-prefeita de Valparaíso e presidente do diretório municipal do PSDB, Lêda Borges, realizou convenção do partido recentemente e ficou entusiasmada. De acordo com um dos participantes, houve um grande comparecimento de filiados, além do vereador de “oposição real e efetiva”, Pábio Mossoró, conforme está sendo lembrado pelos tucanos mais aguerridos. Outros aliados de Lêda, como os vereadores Joaquim Lacerda, Emanuel Ayres, também do PTdoB, foram conferir o grau de oposição à prefeita Lucimar Nascimento.

Antigos aliados da ex-prefeita e agora presidente da Agência Goiana de Desenvolvimento Regional, relembraram aos presentes o avanço de sua gestão, traçando planos para o futuro. Teve muita gente entusiasmada chamando Lêda de deputada. Ela apenas sorria sem emitir qualquer sinal de concordância ou de negativa. “Ela não quer ser o bode na sala da deputada Sônia Chaves”, disse um militante tucano.

Ultimamente, tem circulado boatos de que Lêda pode ser candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás. Se for verdade, o PSDB não faz deputado na região. As duas ajudam Célio Silveira, mas dividem os votos para deputado estadual favorecendo o PT. Na sua fala, Lêda delimitou o território onde será travada a luta de 2014: Valparaíso. A esperta presidente da AGDR já percebeu que sua gestão será confrontada e, de quebra, tentarão desconstruir o governo de Marconi Perillo. Outro ponto positivo foi que ela tem o controle do diretório pois a chapa não teve dissidência ou oponente.

Fonte: Jornal Opção

Marcelo Melo e Célio em movimento

marcelo meloEx-deputado federal e atual diretor da Conab, Marcelo Melo (PMDB) discretamente vem ampliando seus contatos na Região Metropolitana do Distrito Federal (RemDF). Como ele sempre diz: “Estou apalpando o terreno para saber onde vou caminhar”, ou seja, avaliando possibilidades de alianças para 2014 quando vai disputar uma vaga na Câmara Federal.

Marcelo já teve reunião com lideranças de Cristalina, Valparaíso, Cidade Ocidental, Novo Gama, Santo Antônio do Descoberto e claro, Luziânia, sua base de sustentação. “Se existe um deputado fe­de­ral que realmente ajudou vários mu­nicípios na nossa região, foi o Mar­celo quando estava na Câmara. Mesmo agora que está num cargo executivo na Conab, ele nunca deixou de atender lideranças que o procuram, orientando sobre recursos no governo federal abrindo portas”, resume um aliado de Marcelo em Cristalina.

Outro pretendente a uma vaga de deputado federal é o ex-prefeito de Luziânia e atual presidente da Agência Goiana de Esportes e Lazer, Célio Silveira (PSDB). Mesmo não tendo conseguido fazer um sucessor, Célio trabalha, de acordo com fontes ouvidas pelo Jornal Opção, numa reconquista do capital político perdido. “O doutor Célio tem consciência de que não é uma tarefa fácil, mas sua capacidade de trabalho e com ajuda de seu grupo, acredito numa virada. Ele tem grande prestígio político por conta de seu trabalho, não só por Luziânia mas pela região como um todo”, lembra a fonte.

Fonte: Jornal Opção

O PT quer eleger dois deputados na RemDF

brasilia.qxdO Partido dos Trabalhadores de Goiás tem como meta eleger de seis a oito deputados estaduais. Deste número, lideranças da Região Metropolitana do Distrito Federal (RemDF) acreditam que elege no mínimo dois: vereadora Cassiana Tormin, de Luziânia, e o secretário de Desen­volvimento da Região Metro­politana do governo do DF, Arquicelso Bites. Ele é marodor de Valparaíso. A corrente que apoia o deputado estadual Mauro Rubem (PT) articula lançar um nome ligado aos movimentos sociais, principalmente da agricultura familiar, para disputar uma vaga na As­sembleia Legislativa. Mauro Rubem confirma, mas não revela quem. “Ainda estamos discutido o nome, mas garanto que vamos ter um candidato oriundo deste movimento de trabalhadores.”

Ao conquistar a prefeitura de Valparaíso com a professora Lucimar Nascimento, derrotando a também professora Lêda Borges (PSDB) – uma forte aliada do governador Marconi Perillo -, o PT viu uma brecha para ampliar o projeto político de chegar ao governo estadual. Os petistas avaliam que, ao perder as Prefeituras de Luziânia, principal município da RemDF, Valparaíso e Novo Gama, o grupo liderado pelo ex-prefeito de Luziânia Célio Silveira, que tem Lêda Borges, deputada estadual Sônia Chaves e Sônia Melo, de Cidade Ocidental, ficou fragilizado. “O PT terá como argumento em 2014 a necessidade de alternância de poder e a RemDF, até então um tradicional reduto tucano, deixa de ser um ponto de desequilíbrio em favor do PSDB. Temos, além do apoio do governador Agnelo Queiroz, a Prefeitura de Valparaíso, e provavelmente o apoio do prefeito de Novo Gama, Eve­raldo Detran (PPL)”, analisa um dos aliados de Lucimar.

De fato, o argumento é realista, mas a base do governador Marconi Perillo, liderada pelos prefeitos Luiz Attié (Cristalina), Cristóvão Tormin (Luziânia) e Itamar Barreto (For­mosa), ambos do PSD, mais os prefeitos de Águas Lindas, Hildo do Can­dango, e de Cidade Ocidental, Gisele Araújo, ambos do PTB, tem um capital político próximo de 300 mil votos contra, no máximo, 120 mil do lado do PT. É bom lembrar que o PSDB liderado por Célio Silveira também está à frente de duas importantes agências do governo estadual: Esportes e Lazer (AGL) e de Desenvolvimento Regional (AGDR).

Mesmo tendo perdido prefeituras importantes, o PSDB, conforme pesquisas na região, não anda assim tão ruim de voto. Em Novo Gama, por exemplo, Sônia Chaves conta com a simpatia do eleitor para se reeleger, sinal de que a derrota para Everaldo Detran foi um recado do eleitor: queremos Sônia deputada e não prefeita. Em Valparaíso, Lêda é lembrada para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, projeto que ela nega de joelhos. Ela teme que sua aliada Sônia Chaves interprete isso como traição já que as duas são unha e cutícula. Sem dúvida será um bom combate. A pergunta que se faz é: Lucimar e Arquicelso dão con­ta de liderar uma onda contra Marconi Perillo?

Por Wilson Silvestre

Fonte: Jornal Opção

Ronaldo livre de processo no TSE

ronaldo queiroz“Agora sim, posso de­dicar-me 100% a Ale­xâ­nia”, comemorou o prefeito Ro­naldo Queiroz (PMDB) na semana passada quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por maioria, arquivar o processo que o Tribunal de Contas da União (TCU) movia contra ele quando era prefeito em 2004/2008. “Fica difícil você tocar uma gestão tendo sobre sua cabeça uma pendenga judicial. Graças à Deus, a Justiça reparou um erro do qual eu vinha lutando para ser corrigido.” Ronaldo disse também que o  “caos encontrado no município foi sanado e agora é modernizar os processos de gestão”.

Por Wilson Silvestre

Fonte: Jornal Opção

Marqueteiro de Lula, João Santana dá dicas de campanha

joao_santanaO jornalista baiano João Santana, de 59 anos, é hoje o principal marqueteiro político em atividade no Brasil. Depois da campanha de reeleição de Lula em 2006 (onde criou um brilhante mote no segundo turno, o “Deixa o homem trabalhar”, síntese do sentimento majoritário dos brasileiros naquele momento), feita sob o intenso calor da acirrada disputa política que durara quase dois anos, Santana navegou em águas mais tranquilas (embora não mais fáceis) em 2010, quando teve a tarefa de transferir a grande aprovação de Lula para a neófita candidata Dilma, transformá-la em herdeira de seu legado e, por consequência, sucessora, num cenário político que pedia continuidade. O fez, com enorme sucesso.

Santana é egresso do jornalismo político (foi um repórter destacado à época das denúncias que culminaram na renúncia do Presidente Collor), o que lhe dá sobre as questões da comunicação política um olhar em geral diferente de alguns dos seus colegas, oriundos da publicidade. Faz parte desse olhar diferenciado uma preocupação com os aspectos mais científicos da comunicação política. Ele é um estudioso do assunto. No sábado em que conversamos (10 de março) ele falou com conhecimento e paixão sobre os desenvolvedores das teorias da moderna propaganda política (como Sergei Tchakhotine) e sobre aqueles que as materializaram na prática, muitas vezes intuitivamente (como Napoleão Bonaparte, Simon Bolívar, Getúlio Vargas, Fidel Castro , Hugo Chavez e Lula), para uma silenciosa e atenta plateia de centenas de futuros candidatos. É um marqueteiro peculiar, que pensa a relação entre a história, a política e as campanhas eleitorais.

Além do trabalho que faz para a Presidente Dilma, João Santana está presente atualmente em, segundo ele, “quatro ou cinco países” (Angola, El Salvador, República Dominicana e Venezuela são alguns que conseguimos lembrar). E foi logo após chegar de Angola (“Estou há mais de 24 horas aceso”, disse) e de participar de um seminário sobre as Eleições 2012, que ele conversou com o blog “Campanhas e Mandatos” sobre questões importantes para quem pretende se candidatar a Prefeito ou Vereador este ano e para quem trabalha ou pretende trabalhar no mercado de marketing político brasileiro. Agradecemos a atenção, principalmente porque sabemos o quão raramente ele fala à imprensa. A seguir, os principais destaques da entrevista.

Que conselho você daria para a pessoa que vai se candidatar pela primeira vez?

Primeiro, se tornar conhecido. Segundo, tornar cada vez mais claras as suas propostas. E terceiro, saber enfrentar a conjuntura, examinando se a comunidade quer mudança ou quer continuidade. O equilíbrio entre esses três pontos é fundamental. Não se elege pessoa que não é conhecida; não se elege pessoa que não tem propostas que apaixonem, seduzam. Então, é preciso juntar isso: índice de conhecimento, capacidade criativa de propor e afinidade com o momento que as pessoas vivem no município.

É na TV onde o marketing político brilha. Mas a realidade de 99% dos candidatos é que eles terão de fazer campanha sem TV. Como fazer campanha sem TV?

As campanhas nasceram sem TV. Depois se expandiram através da TV, e a TV é realmente a grande ferramenta. Mas numa cidade pequena tem que se descobrir a forma mais eficiente de atingir o eleitor. A internet hoje, para os municípios que tem uma boa cobertura, é a melhor [coisa] possível. Os meios mais sofisticados também, meios eletrônicos como os smartphones, o celular, apesar das restrições da legislação eleitoral do Brasil, que está defasada neste aspecto. À medida que não haja restrições, se pode usar smartphones, a internet, e se pode usar, antes de tudo, a parte gráfica no dia-a-dia… Quer dizer, com TV se faz muito bem, mas sem TV, também se faz.

Depende do candidato, da criatividade que ele tenha de driblar e descobrir meios de fazer a sua campanha da maneira mais eficiente possível. Porque na verdade, o que a TV faz e os meios de comunicação de massas ajudam, é fazer a campanha que sempre se fez. Antigamente a gente fazia no porta a porta, no corpo a corpo com as pessoas. Os meios de comunicação ampliaram, amplificaram essa capacidade de se atingir as pessoas. Nas cidades pequenas se pode fazer também, até sem nenhum meio eletrônico, e fazer uma campanha eficiente.

[na palestra dada minutos antes, João Santana apresentou sua visão sobre o uso da internet e as redes sociais nas eleições. Ele avalia que a internet é a síntese evolutiva dos meios de comunicação e que, em alguns anos, ela vai mudar a forma de votar, a própria democracia. Que a sua importância cresceu ano a ano e que será muito mais importante nestas eleições que em eleições passadas. Acha que a internet não é a solução para tudo, mas que os candidatos tem que estar nas redes sociais (com Facebook e Twitter). Que não deve ser usada apenas para fazer campanhas negativas (“a internet virou uma lixeira”, disse), mas ser usada de forma criativa].

Você disse há pouco [na palestra] que o político tem que fazer as pessoas sonharem. Você acha que a política está perdendo a capacidade de fazer as pessoas sonharem? O marketing político está pasteurizando a política? O que está acontecendo?

Eu não acho que a culpa é do marketing político, ao contrário. Acho que a culpa, se houver culpa, é da própria política. Houve uma tendência de perda mas no Brasil, nem tanto. Porque o Lula trouxe uma descarga de sonho enorme. A Dilma, à maneira dela, também tem trazido. Tem países vizinhos onde isso acontece muito forte. Mas há uma tendência da busca de “eleitoralismo de resultados”, isso é verdade.

E nesse aspecto, o marketing passou a ser também um elemento inibidor dessa capacidade de provocar sonhos, de provocar esperança… Por que? Quem tem medo de sonhar? É quem tem medo de mudar, e as pessoas muitas vezes se acomodam à busca desse “eleitoralismo de resultados”, pra usar um termo. Isso, na verdade, dominou um pouco. Mas a própria sociedade cobra. Então, cada vez mais, a cada eleição, vão ser cobradas propostas. Mas a culpa não é necessariamente do marketing, acho que é da própria política.

E também a política ainda vive um pouco, no mundo inteiro, um choque de reciclagem, de reposicionamento ideológico, a dita falência do modelo esquerda-direita, a tragédia do socialismo, a sua extração… Mas a gente vai vivendo, e a nossa geração ainda vai acompanhar, eu acho, um momento mundial de ressurreição política muito forte.

Nos anos noventa o marqueteiro era visto como uma espécie de salvador das campanhas. As revistas semanais davam capas aos “gênios da publicidade”. O que mudou nessa profissão dos anos noventa para cá? Qual é hoje o papel do marqueteiro na campanha?

Cada vez mais o sentido da… Não é bem desmistificação, mas do conhecimento pleno dos limites e das potencialidades do que é marketing eleitoral e do papel do consultor político fica claro. Por que? Porque o conhecimento sobre isso é cada vez mais amplo.

É como o futebol, um pouco parecido. A cada dia o futebol não é mais um domínio de alguns brasileiros geniais, é do mundo inteiro. Agora, não se pode subdimensionar, nem superdimensionar o papel do marketing eleitoral, ou da comunicação política, no sentido mais amplo.

Você diria que hoje existe um mercado de marketing político no Brasil? E, tirando as grandes “estrelas” do marketing, é possível alguém viver disso?

Tem, tem e é surpreendentemente um mercado grande, onde está havendo baixa renovação. Porque pela capacidade que o mercado oferece, seja como resultado empresarial, já era para ter muito mais profissionais atuando, mais empresas profissionalizadas.

É surpreendente que a oferta de bons e experientes profissionais esteja muito aquém do que o mercado pode oferecer…

Os Estados Unidos tem uma tradição de “thinks tanks”, instituições voltadas à pesquisa, e de formar gente para pensar essa área. Tem a universidade George Washington, por exemplo…

Isso o Brasil precisa ter. Tem uma carência e as universidades ainda não estão muito atentas pra isso, nem as universidades mais tradicionais, os centros , digamos, mais aprimorados. Houve uma enorme proliferação de universidades privadas e, se você examinar, verá que pouquíssimas, ou quase nenhuma, oferecem curso de comunicação política, de marketing político, eleitoral. É surpreendente isso. Talvez porque não tenham pessoas especializadas para formar, ou falte uma atenção mercadológica a isso. Há mercado, deveria ter muito mais profissionais capacitados para ocupar esse mercado.

Fonte: Campanhas e mandatos

Os parlamentares mais assíduos em 2012

Ao todo, 17 deputados e dois senadores foram a todas as sessões destinadas a votação. Veja a lista dos parlamentares que registraram presença mais vezes ano passado, de acordo com levantamento da Revista Congresso em Foco.

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Encarregado da propaganda, João Santana torna-se o homem forte de Dilma

joao santanaO jornalista João Santana exerce um papel fundamental no cotidiano do atual governo. Ele é o idealizador da bem-sucedida campanha da reeleição de Lula em 2006 e alquimista com o dom de transformar “postes” em candidatos vitoriosos, feitos notórios na eleição de Dilma Rousseff à Presidência da República e na condução de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo no ano passado. Ninguém discute sua eficiência na construção da imagem de um postulante a cargo público. Comete um erro fatal quem menospreza sua precisa leitura dos hemisférios invisíveis das massas eleitorais. Santana é capaz de mapear os pontos fracos dos adversários com a precisão de um acupunturista. São habilidades inquestionáveis que ampliaram sua contínua influência na administração Dilma mesmo depois de fechadas as urnas, a ponto de ele ter se tornado um poderoso ministro sem pasta, um conselheiro político sem partido, o estrategista sem gabinete e, mais recentemente, o principal roteirista das ações do governo.

Fonte: Veja

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