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Manobra dos planos de saúde

REGUFFEIntegrante da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, o brasiliense José Antônio Reguffe denunciou manobra dos planos de saúde. Aos poucos, passaram a recusar a venda de planos individuais. Só aceitam vender planos coletivos. Reguffe pôs sua equipe para pesquisar. Constatou que inclusive gigantes do setor, casos do Bradesco, da Sul América e da Unimed Seguros, estão agindo assim. Dessa forma, obrigam os interessados a formarem grupos de quatro, cinco ou mais segurados, para se inscreverem. São os chamados planos PMEs, referência a pequenas e médias empresas. Assim, diz o deputado,  criam-se agora falsos planos PMEs.

Há um truque aí embutido, mostra Reguffe. É que, em se tratando de planos coletivos, as seguradoras têm a prerrogativa de rescindir unilateralmente os contratos. Se um dos segurados surge com doença que exige dispêndios elevados, como internação duradoura ou medicamentos caros, o plano pode recusar a renovação do contrato no final do ano. O segurado fica literalmente no espaço, pois, diz Reguffe, “não conseguirá outro plano de saúde, porque ninguém vai querer alguém que tem uma doença preexistente que exija um tratamento oneroso”.

O pior de tudo, para Reguffe, é que a Agência Nacional de Saúde Suplementar, que é a agência reguladora do governo para a área, não fiscaliza esse processo. Não pode alegar desinformação, pois as seguradoras até divulgam informes publicitários sugerindo os planos coletivos.

Fonte: Jornal de Brasília / Coluna do alto da torre

PF recomenda recebimento da denúncia contra envolvidos na Caixa de Pandora

ArrudaO Ministério Público Federal (MPF) enviou ontem manifestação ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para pedir que a Corte receba integralmente a denúncia contra os acusados de envolvimento com o esquema desvendado pela Operação Caixa de Pandora. Dois anos e meio depois do escândalo, os procuradores que investigaram o caso dão mais uma cartada para tentar abrir processo contra os 37 acusados. A subprocuradora-geral da República Raquel Dodge assina o documento, no qual reafirma os argumentos do Ministério Público contra os denunciados e detalha a forma de atuação da suposta quadrilha.

A manifestação rebate ponto a ponto a defesa apresentada pelos acusados, entre eles o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, o ex-vice-governador Paulo Octávio, o delegado aposentado Durval Barbosa e o conselheiro do Tribunal de Contas do DF Domingos Lamoglia — que ainda permanece no posto. “Nesta ação penal, todos os 37 acusados apresentaram resposta à denúncia, mas seus argumentos são insuficientes para impedir o recebimento da peça acusatória pelo Superior Tribunal de Justiça”, sustenta Raquel Dodge.

Fonte: Correio Braziliense

Federalização da saúde na região do entorno

chico vigilanteO distrital Chico Vigilante, líder do bloco PT-PRB na Câmara Legislativa, chegou à conclusão de que só uma federalização da saúde na Região Metropolitana pode amenizar a situação da rede pública do Distrito Federal. A demonstração concreta disso, segundo Chico Vigilante, está no que chama de “situação de calamidade do hospital regional de Brazlândia em função de um surto de dengue que teve início em Águas Lindas de Goiás, Cocalzinho e proximidades”. Hoje, mais da metade dos pacientes que procura o hospital vem dos municípios vizinhos.

Fonte: Jornal de Brasília / Do alto da torre

PMDB não quer elevar tom de disputa

pitimanPresidente regional do PMDB, o vice-governador Tadeu Filippelli convenceu-se de que o deputado Luiz Pitiman está, por estratégia, elevando o tom na sua disputa com o comando partidário. Há quem diga, até, que Pitiman espera que Filippelli adote o mesmo tom. Ao atacar o PMDB, pelo qual se elegeu, e o próprio Filippelli, estaria criando condições para viabilizar seu projeto político, fora do partido. Filippelli não tem a menor intenção de participar desse jogo.

Quando perguntam a Filippelli sobre a posição do partido em relação a Pitiman, o vice-governador limita-se a dizer que o deputado é muito importante para o PMDB. Ao próprio Pitiman, deu garantias de que o PMDB está pronto a lhe dar a mesma cobertura e o mesmo espaço da eleição passada, quando obteve seu primeiro mandato parlamentar.

Fonte: Jornal de Brasília / Do alto da torre

Facebook mantém liderança entre redes sociais no país; YouTube aparece em segundo lugar

Ranking de participação de visitas às redes sociais em março de 2013:

ranking redes sociais marco 13

Em março de 2013, o Facebook manteve a liderança do ranking das redes sociais mais acessadas na Internet no Brasil, com 65,63% de participação de visitas. Os números revelam um crescimento de 25,08 pontos percentuais em relação ao mesmo mês do ano passado.

Em segundo lugar no ranking de março de 2013 ficou o YouTube (18,51%), seguido de Orkut (2,54%), Ask.fm (2,18%), Twitter (1,86%), Yahoo! Respostas Brasil (1,83%), Badoo (1,05%), Bate-papo UOL (0,89%), Google + (0,86%) e Windows Live Home (0,67%).

Os dados foram divulgados pela Hitwise, ferramenta líder global de inteligência em marketing digital da Serasa Experian.

O tempo médio de visitas ao Facebook foi de 28 minutos e 45 segundos em março de 2013, enquanto no YouTube, os usuários gastaram 22 minutos e 48 segundos na navegação em média.

Fonte: WBI Brasil

Desconfiança e ceticismo: as resistências do público ao discurso

falar em publico oratoriaO discurso é a peça básica da oratória. Mas, cuidado, discurso é um daqueles conceitos que adquirem variados significados, que precisam ser bem esclarecidos.

O “discurso”, como é convencionalmente entendido, se refere aquele tipo de oratória, onde uma pessoa, afastada do público por um púlpito ou palanque, fala, aos brados, para uma multidão que o escuta. Este, contudo, é apenas um tipo de discurso.

Discurso, uma sequência lógica e articulada de bons argumentos.

O discurso, no seu verdadeiro sentido, significa uma seqüência logicamente articulada de argumentos, mediante os quais uma determinada tese é apresentada.

O termo discurso, então, é muito mais amplo do que o conceito convencional de “discurso”. É por meio dele que as idéias e argumentos de um orador se exteriorizam, como um instrumento de comunicação social.

Como se vê, o discurso, com este significado amplo, possui um nítido compromisso com a racionalidade. Ele se apóia em argumentos e apela para a razão, como elemento decisivo para lograr a persuasão de quem o ouve. Porém, há outros tipos de “discursos” que se apóiam em sensações e apelam para os sentimentos para persuadir. São discursos que pertencem à oratória da sedução.

Na política, principalmente em eleições, usam-se os dois tipos de oratória: a da racionalidade e a da sedução. É necessário, entretanto, entender que pertencem a categorias diferentes, e que, portanto, usam regras e técnicas completamente diferentes entre si. Mais que isso, é preciso saber com clareza, quando usar um ou outro.

O discurso pode servir como veículo de comunicação, para os mais variados fins (discurso de aniversário, de formatura, discurso fúnebre etc.), cada um deles construído especificamente para a razão que levou aquele público a se reunir. Já o discurso político, assume a especificidade da política. Todo discurso político se constitui numa peça de persuasão em torno de um tema público invariavelmente controvertido.

Enquadra-se naquilo que se chama de comunicação interessada, isto é, aquela comunicação que visa levar os ouvintes a adotar uma atitude pretendida pelo orador. Trata-se de um tipo de comunicação muito semelhante à do vendedor frente ao seu comprador potencial. Também ele usa da persuasão para levar o seu ouvinte a tomar a atitude que lhe interessa – no caso, a de comprar o produto que ele vende.

Porque é tão importante caracterizar a comunicação política como um tipo de comunicação interessada? Pela razão de que a própria estrutura da situação já predispõe o ouvinte a uma posição defensiva, comumente de ceticismo, quando não de franca hostilidade ao orador e à mensagem.

Tanto o vendedor como o político são pessoas catalogadas socialmente como interessadas em obter algo das pessoas que procuram. São estereótipos sociais difíceis de contornar, porque correspondem à realidade. Ambos, no exercício de sua atividade, são pessoas que buscam “alguma coisa que as pessoas têm”, e nas quais estão intensamente interessados. Por esta razão, o político (como o vendedor)precisa estar preparado para superar a reação inicial de defesa e ceticismo, afim de que seus argumentos possam ser apreciados com boa vontade, ou pelo menos neutralidade. O político, mesmo em situações sociais, é percebido como alguém que está a se aproveitar da oportunidade “para vender o seu peixe”, como se diz na linguagem popular.

Assim, o discurso político, a menos que seja pronunciado para um público de “fiéis”, já previamente identificados com as idéias e a pessoa do orador, sempre enfrentará uma resistência e uma auto-defesa silenciosa.

Derrubar esta barreira é condição essencial para o discurso poder ter alguma eficiência persuasiva. Como rompê-la?. Às vezes, é impossível. São situações em que o orador tem a impressão de que fala para um “muro”. Na maioria das vezes, porém, é possível superá-la, senão para todos os integrantes do público, pelo menos para a maioria ou parte deles, e ainda, se possível, deixar uma dúvida razoável na cabeça dos que resistiram.

Um bom discurso precisa de muita eficiência persuasiva

Os políticos tendem a adotar a “oratória do bem comum” para transformar o seu interesse no voto em interesse coletivo. O problema está em fugir da linguagem “bem comum” que já foi demasiado usada e está gasta.

O mais aconselhável é encontrar, desde logo, um problema que afeta àquelas pessoas, no qual elas estarão necessariamente interessadas, pela prioridade que atribuem a ele. É, através dele que você começa o “desarmamento” do auditório. Por meio dele você estabelece uma base comum entre o que eles querem ouvir e o que você vai falar. Depois de explorar este caminho, tendo já conquistado o interesse deles, você então pode explorar outros assuntos, ainda que sempre estabelecendo a relação entre eles, suas vidas, e a questão que você vai abordar.

Ao falar sobre assuntos da realidade do seu público você pode conseguir atravessar aquela barreira inicial de ceticismo e desconfiança, mostrando-se autenticamente interessado no problema deles. Seu discurso então poderá ser percebido como uma comunicação importante, cujo objeto vai muito além do seu interesse pessoal, levando as pessoas a ouvirem com atenção os seus argumentos.

Votar em você torna-se, então, uma conseqüência, uma atitude legitimada pelo interesse deles, e não pelo seu.

Fonte: Política para Políticos

Joe Valle é sorteado para relatar processo contra Raad

joe valleA Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania, Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Legislativa sorteou na tarde desta quinta-feira (2) o deputado Joe Valle (PSB) para a relatoria do processo administrativo-disciplinar contra o deputado Raad Massouh (PPL). A Comissão vai apurar a suposta quebra de decoro parlamentar. A escolha foi feita por meio de sorteio. Os nomes dos cinco membros da comissão foram colocados em uma urna, e uma pessoa presente à reunião retirou o nome de Valle.

“Foi uma escolha isenta e transparente. Deus abençoe o relator em sua missão de fazer justiça”, comentou o presidente da Comissão de Ética, deputado Dr. Michel (PEN). Já Joe Valle ressaltou que, apesar de a análise envolver a conduta de um colega de Legislativo, atuará com imparcialidade e correção. “Sou um apreciador de ritos e não corro de responsabilidades como essa, que fazem parte do nosso trabalho parlamentar. Vou analisar o processo de forma imparcial, baseada em fatos”, afirmou o distrital, que concluiu sua fala pedindo o apoio dos demais membros da comissão.

Com informações da CLDF

Feliz dia do Trabalhador

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Uma homenagem deste Blog pra você que dá um duro danado todos os dias.

Feliz dia do trabalhador!

Campanha Eleitoral – Do porta a porta ao microtargeting

porta a portaEstavam enganados os que vaticinaram o fim da campanha porta-a-porta. Quando o tempo da comunicação de massas chegou, percebeu-se que, em poucos segundos, era possível chegar a milhões de pessoas. Mas, com ela, passámos a ser parte de uma amálgama de gente sem voz, sem rosto e sem identidade. Todavia, eis que a extinta campanha porta-a-porta reaparece, passando de lagarta repugnante a bela borboleta da comunicação política. Hoje, os novos entusiastas chamam-lhe microtargeting. Este renovado modelo ameaça fazer com que outras estratégias recentes cheirem a mofo.

O microtargeting, a partir da construção de bancos de dados sobre os cidadãos, permite aos políticos conhecer quem é cada eleitor, como e quando toma as suas decisões, que temas prefere, se está disposto a absorver uma comunicação mais ousada, e por aí adiante.

Vejamos um exemplo. Quando navegamos na internet e nos aparece uma publicidade, é crível que o seu conteúdo provenha do microtargeting. O anúncio que recebemos foi previamente selecionado de entre uma lista de vários. O sistema escolhe qual deles enviar a cada pessoa em função de uma análise automática ao seu perfil. Isto é microtargeting. Na política, estas tecnologias ficaram mais conhecidas quando Barack Obama organizou uma estrutura tecnológica para saber quem procurar e o que dizer, conseguindo assim enviar mensagens diferenciadas a várias pessoas da mesma família que vivem na mesma casa. A estratégia traduziu-se em milhões de votos.

Temos um árduo caminho a percorrer, pois para aplicar a técnica é preciso construir um banco de dados que contenha dados demográficos, perfil de adesão ideológica, preconceitos, hobbies, comportamento eleitoral, nível de fidelidade aos partidos… Quanto mais variáveis juntarmos, maior será o conhecimento sobre o segmento. Após diferenciar cada eleitor, há que escolher o que comunicar para melhor captar a sua atenção, através do meio mais adequado, seja o telefone, o e-mail, a carta, a visita, ou a combinação de vários. Não se admire, por isso, se qualquer dia lhe baterem à porta.

Com informações do Diário as Beiras

Mais um partido, agora é o Solidariedade

paulinho-da-forcaO deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, avisou a aliados políticos que já tem as cerca de 500 mil assinaturas para criar seu novo partido, o Solidariedade. Embora negue publicamente ser o operador da nova sigla, desde a semana passada o parlamentar e líder sindical vem avisando dirigentes de legendas aliadas que ultrapassou em 200 mil o número mínimo de assinaturas exigidos pela lei eleitoral.

Fonte: Congresso em Foco

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