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O Distrital Israel Batista admite que poderá mudar de partido novamente

israel batistaHoje abrigado no PEN, o distrital Israel Batista admite que, mais perto das eleições, poderá avaliar o quadro político e fazer nova opção partidária. A razão é aritmética. Até as portas da Câmara Legislativa sabem que o partido dificilmente terá condições de reeleger os quatro distritais com que conta atualmente. Por enquanto, Israel Batista conta com o fator tempo. Tem até o final de setembro para se definir. Até lá, pretende dedicar-se ao mandato e às atividades da Câmara, como segundo secretário da Mesa Diretora.

Fonte: Do alto da torre

Comissão de Governança e Transparência

joe valleRecém-criada pela Câmara Legislativa, a Comissão de Governança e Transparência já tem seu presidente praticamente escolhido. Será o distrital Joe Valle, do PSB. Um dos autores da proposta de criação da comissão — o nome é mais complicado, mas ninguém da Câmara conseguiu decorá-lo —, Valle tem planos que, segundo ele, devem torná-la uma das três mais importantes do Legislativo, ao lado da Comissão de Economia e da Comissão de Constituição e Justiça.

Para Joe Valle, a Câmara tem legislado muito, mas fiscalizado pouco. Aliás, assessores do Legislativo atribuem a esse desinteresse dos distritais muito do espaço conquistado pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal e uma decorrência, que seria o conflito entre poderes. Valle avisa que pretende, como presidente ou como simples membro da Comissão de Governança e Transparência, encontrar uma formatação que permita desempenhar essas funções com eficiência.

Também defensor original da nova comissão, o deputado petista Chico Leite interessou-se pela presidência. Sugeriu, porém, que abriria mão dessa pretensão caso Joe Valle desejasse o cargo. Pode ainda ocorrer, porém, que o PT reivindique o cargo. Dependeria das demais comissões da cota do partido e da necessidade de abrigar Chico Leite.

Fonte: Do alto da torre

Marina usa estratégia de 2010 para coletar assinaturas para sigla

marina-silvaA ex-senadora Marina Silva vai reeditar estratégia que usou na campanha à Presidência em 2010 para tentar acelerar a coleta das 500 mil assinaturas necessárias à fundação de seu novo partido, provisoriamente chamado de “Rede”. Ela vai revisitar o conceito que deu origem às “Casas de Marina”, comitês domiciliares usados para divulgar sua candidatura presidencial e buscar voluntários que queiram fazer de seus lares e estabelecimentos centros de coleta de assinaturas de apoio ao novo partido.

As “casas pró-Rede” também servirão à campanha de marketing da nova legenda, coordenada pelo cineasta Fernando Meirelles. Marina Silva e seus aliados correm contra o tempo para tirar a nova legenda do campo das ideias. A cúpula da nova sigla trabalha com a estimativa otimista de levantar as 500 mil assinaturas necessárias em até três meses.

Fonte: Congresso em foco

Fotografias valorizam ações do candidato

imagem-publicaPhoto op significa, em linguagem política, oportunidade para fotos. Isto é, tirar partido das oportunidades para ser fotografado ou filmado, em situações que qualificam a foto para ser publicada nos jornais, ou “fazer” o horário do noticiário de TV.

Já se falou aqui no esforço que o candidato deve realizar, ao longo de toda a campanha para obter uma cobertura, se possível favorável, da mídia. Trata-se da divulgação de sua imagem, idéias, propostas, feita de forma gratuita, em veículos de grande público, apresentadas com o revestimento de objetividade que o veículo cultiva.

Uma boa imagem vale páginas de textos escritos. As “photo ops” são em primeiro lugar, e acima de tudo, oportunidades que às vezes têm a duração de segundos. Ou são aproveitadas no momento, ou a chance passou.

Obter uma boa foto estampada na primeira página de um jornal, ou apresentada em horário nobre na TV, é uma vitória da sagacidade do político, combinada com o oportunismo do fotógrafo. O fotógrafo, na equipe de reportagem, é também (ou pelo menos deveria ser) um jornalista. Ele está sempre atrás do instantâneo único, que só ele capta. Para ele, este instantâneo equivale ao “furo” de reportagem de um jornalista.

De sua parte o político também precisa estar atento às oportunidades, que podem surgir de forma imprevisível. Se for muito hábil e astuto, o político pode inclusive montar o cenário para uma Photo op. Entretanto, nesta hipótese deverá ser muito cuidadoso para não deixar “pistas” de sua ação preparatória. Se o jornalista perceber, o comentário mordaz é certo, e um traço de manipulação e artificialismo do seu comportamento ficará evidenciado.

Photo ops e o ridículo

Por outro lado, há “photos ops” que são “tiros no próprio pé”. Em certas situações é certo que o político vai conseguir fazer a página do jornal ou o noticiário da TV, mas por razões erradas,como ser pego numa situação ridícula .

O ridículo captado num instantâneo, sempre será uma foto que estará entre aquelas poucas disputando o espaço da divulgação. Porém, nenhum candidato deseja conquistar o espaço nobre pagando por ele o preço do ridículo de sua imagem. Como a oportunidade às vezes é muito breve, o risco de improvisar é elevado. Há políticos que têm tal grau de sensibilidade que a todo o momento produzem excelentes “photo ops”.

Há outros, entretanto, e serão a maioria, para os quais recomenda-se a cautela, antes de lançar-se na aventura. Qualquer ato que saia do padrão pode originar uma foto. Por exemplo, imaginemos um ato externo onde o candidato, acompanhado de auxiliares e apoiadores está visitando uma área. Suponhamos que nesta área, no trajeto que estão percorrendo, haja uma vala.

Se a comitiva caminhar alguns metros mais poderá contorná-la sem dificuldade. Mas o candidato, tentando dar uma demonstração de que está em forma, que possui atitudes jovens, decide saltar a vala.

Imaginemos a situação e congelemos a cena com o candidato no ar. Das duas uma. Se o salto tiver sucesso, poderá fazer a capa do jornal. Afinal, não é um fato corriqueiro candidatos saltando valas.

Se, por outro lado, o salto foi um fracasso e ele caiu na vala, é certo, absolutamente certo que ele vai para a primeira página e para a TV. Ambos veículos irão exibir a situação ridícula em que ficou. Na primeira hipótese, poderá obter a foto. Na segunda, com certeza conseguirá !
Photo op como demonstração de um atributo

O exemplo recém mencionado já nos dá uma idéia da principal razão para buscar a Photo op. Com ela o candidato pretende provar algo. Naquele caso, era provar que tinha atitudes jovens, descontraídas, que estava em boa forma física. Há portanto tantas possibilidades de Photo op quantos são os pontos que o candidato quer provar, para cobrir deficiências de imagem, ou para somar pontos junto a segmentos do eleitorado.

Alguns exemplos:

Provar boa forma física (sobretudo para os mais velhos, os que estiveram recentemente doentes);
Provar que é igual ao povo (tomar um café dentro de um casebre, ser visto trocando o pneu do carro)
Provar que é talentoso (tocar um instrumento musical)
Provar que é esportista (fazer jogging, jogar futebol )
Provar que é um homem de família (brincar com filhos/netos)
Provar que é uma pessoa terna (gestos de atenção e carinho com pessoas doentes, pobres, velhas.Se for nos EEUU troque qualquer coisa por ter um cachorro, é obrigatório…)
Provar que sabe resolver problemas (o som não funciona e o candidato vai à mesa de som e, em minutos, o conserta)

Um exemplo de uma situação onde a oportunidade da Photo op surgiu de maneira inesperada e foi muito bem aproveitada, é o de um amigo que, quando candidato a Prefeito de uma cidade importante do interior, estava fazendo o seu “corpo a corpo” e encontrou um casal, em frente da casa, preocupado em fazer um buraco com uma pá.

Como o marido estava tendo dificuldades, o candidato, homem de posses, acercou-se e pediu-lhe a pá. Surpreso o marido entregou-lhe a pá, e ele, com uma meia dúzia de golpes fez um buraco perfeito, na forma de um quadrado, e entregou a pá ao marido.

A mulher que a tudo assistia não perdeu a chance para dizer: “Agora quero ver se tu não vais votar nele, como dizias, ele é rico mas sabe trabalhar com a pá melhor que tu.”

Foi uma excelente Photo op que não aconteceu, porque não havia fotógrafo por perto. O gesto porém provou alguma coisa: aquele candidato “rico”, bem vestido, importante, era uma pessoa simples que sabia trabalhar com as mãos.

Como se vê, nestes exemplos, é quase infinita a possibilidade de buscar uma Photo op para provar um ponto, para cobrir uma deficiência de imagem, e confirmar possuir um atributo que é valorizado pelo eleitor.

Fonte: Política para Políticos

Deputada quer mais segurança nas casas noturnas

luziaProjeto de lei apresentado nesta quinta-feira na Câmara Legislativa pela distrital Luzia de Paula (PEN), busca estabelecer a adoção de medidas de segurança e proíbe a realização de shows pirotécnicos, o uso de fogos de artifícios e efeitos especiais que possam levar riscos de incêndio em boates, danceterias, casas noturnas em geral, ginásios, circos, teatros e similares.

A proposta prevê que será obrigatória a instalação de sprinklers nas casas noturnas com capacidade acima de 100 pessoas, além do uso de isolamento acústico anti-chamas. Já os estabelecimentos com capacidade igual o superior 250 frequentadores deverão contar com brigadistas destinados a proteger e a orientar os clientes no caso de emergências.

As casas noturnas com capacidade acima de 500 pessoas, de acordo com a proposta de Luzia de Paula, deverão possuir, no mínimo, duas saídas de emergência, além da principal, sendo, ainda, proibida a utilização de comandas, cartões ou outras formas de pagamento posterior ao consumo, bem como em festas e eventos promovidos por particulares em ambientes fechados.

Os proprietários das casas noturnas terão que instalar em local visível, na entrada de seus estabelecimentos, placas indicando a capacidade máxima de frequentadores.

O projeto veda o consumo de cigarros e outros derivados do tabaco no interior dos estabelecimentos. O descumprimento da norma poderá resultar em multa de mil reais, devendo ser cobrada em dobro no caso de reincidência, interdição do estabelecimento e, no caso de infração mais grave, na cassação da Inscrição Estadual.

“Não resta dúvida que a minha proposta é inspirada na infeliz tragédia ocorrida recentemente em Santa Maria, no Rio Grande Sul, cujo incêndio na boate Kiss resultou na morte, até a presente data, de 238 pessoas, a maioria jovens estudantes na Universidade Federal instalada naquela cidade. A tragédia se deu justamente pela falta de segurança do ambiente e o uso de pirotecnia por parte da banda (Gurizada Fandangueira) que animava a festa”.  Luzia de Paula acrescenta que “nenhuma cidade está imune de ser vitima de fatalidades igual a ocorrida na Cidade Gaúcha, entre elas Brasília, cujos órgãos de segurança fecharam nos últimos dias diversas casas noturnas que funcionavam irregularmente, inclusive com alvarás de funcionamento vencidos.”

O projeto será agora encaminhado às comissões permanentes da Câmara Legislativa e a deputada acredita que a aprovação dele ocorrerá ainda no primeiro semestre deste ano.

PT já admitiu que senador virá de fora

gim-argeloOperador da coligação que sustenta o governador Agnelo Queiroz, o secretário Roberto Wagner não estranhou o presidente regional do PT, Roberto Policarpo, admitir que há candidaturas ao Senado dentro de seu partido. Sabe que existem fortes pressões internas por parte de petistas que gostariam de obter a legenda. Mas lembra que, em reunião do Conselho Político do governo, Policarpo já concordou em que o candidato ao Senado virá de outro partido da base. Essa é, lembra Wagner, também a posição do líder do PT, Chico Vigilante. “De uma coisa o conselho não abre mão: deve haver espaço para todos, sem exceção”, diz o secretário.

Já existe até uma alternativa colocada, assegura Roberto Wagner. Como três dos dois senadores que compõem a bancada do Distrito Federal foram para a oposição, Gim Argello passou a ser o único que vota com o governo. Assumiu, assim, a condição de candidato natural.

Fonte: Do alto da torre

PSDB brasiliense espera definição nacional

psdbSeguindo o exemplo do PSDB nacional, que ainda não lançou oficialmente a candidatura do senador Aécio Neves à Presidência da República, o diretório local dos tucanos também não se manifestou sobre as reais intenções sobre as eleições de 2014. Há especulações sobre possíveis postulantes ao Buriti, mas os caciques do partido preferem fortalecer primeiro os quadros regionais. “Estamos finalizando os convites e podemos adiantar que o PSDB terá um papel fundamental nas próximas eleições”, confia o presidente regional do partido, Márcio Machado.

Para Machado, as próximas semanas serão decisivas para que comece a se desenhar o cenário para as eleições de 2014. Na avaliação do líder tucano, a escolha do nome que vai comandar o PSDB brasiliense nos próximos dois anos será o primeiro passo para a formatação da chapa que fará oposição à atual gestão do Governo do Distrito Federal. Ele garante que será um nome de consenso.

Fonte: Do alto da torre

Espaços para a oposição

psdA bancada do PSD na Câmara Legislativa se reúne na segunda-feira. As três oposicionistas, entre os quatro integrantes da bancada, pretendem cobrar espaço nas principais comissões: as de Constituição e Justiça e de Economia, Orçamento e Finanças. Mesmo que não seja possível chegar à presidência, querem ao menos uma vaga em cada uma. Além, é claro, de outra presidência a que teriam direito.

Fonte: Do alto da torre

Celina Leão poderá sair do PSD

celina leaoA distrital Celina Leão aguarda uma posição do seu PSD para decidir se deixa mesmo o partido. Se sair, o destino mais provável é o PPS. Conversou com outros partidos, mas já vinha participando de reuniões com os antigos comunistas e simplesmente adorou quando lhe disseram que, de qualquer forma, estarão a bordo de uma candidatura oposicionista em 2014. Ouviu até que, se não houver nome viável em outro partido, o PPS lançará candidato próprio. Uma definição, porém, está nas mãos do PSD. Se aderir ao Buriti, Celina estará fora.

Fonte: Do alto da torre

Enquete – Avaliação de projetos para a Câmara dos Deputados em 2013

camara dos deputadosNesta enquete apresento 4 projetos e pergunto qual deve ser prioridade para a Câmara de Deputados em 2013.

1- Ficha Limpa para todos os cargos públicos
2- Fim da maioridade penal
3- Fim da reeleição para cargos majoritários
4- Fim do voto secreto no Legislativo

Importante

Não se trata de uma pesquisa cientifica é apenas uma enquete sem cotas amostrais.

Participe

A enquete esta posicionada na lateral do blog.
A votação começou dia 14/2 e termina no dia 28/2/2013 às 23h59.

Por Sandro Gianelli

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