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Para turbinar campanha de federal

Roney-NemerValeram a antiguidade e a hierarquia. O líder do chamado blocão, Rôney Nemer (foto), prevaleceu sobre Olair Francisco na escolha do presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças, hoje a mais disputada da Câmara Legislativa. A bancada reuniu-se ontem já sabendo que uma complicada negociação, envolvendo até o vice-governador  Tadeu Filippelli, garantia seu direito à Ceof. Para Rôney Nemer, do PMDB, o posto representa um reforço à sua campanha para deputado federal no ano que vem.

Fonte: Do alto da torre

Projeto de lei pode inviabilizar partido de Marina

marina-silvaA Câmara dos Deputados deverá votar projeto de lei que aumenta de 492 mil para 1,5 milhão o número de assinaturas necessárias para a criação de um novo partido. Caso aprovada, a proposta pode inviabilizar a tentativa da ex-senadora Marina Silva, que conquistou mais de 20 milhões de votos nas eleições presidenciais, de criar uma nova legenda, pela qual disputaria a sucessão de Dilma em 2014.

Fonte: Blog do Claudio Humberto

Traçando um perfil realista do eleitor médio

eleitorQuais fenômenos e circunstâncias sociais condicionam a decisão da mais significativa parcela do universo de votantes, aqueles que não nutrem qualquer interesse pelas ações políticas?

As pesquisas acadêmicas e eleitorais indicam sem margem para dúvida que o eleitor médio – aquele em condições de normalidade da vida social – atribui, dentre os seus principais interesses, baixa prioridade à política. Não mais do que 25 a 30% do eleitorado – em países desenvolvidos, como os EUA, a Inglaterra e a Alemanha – acompanham os fatos políticos regularmente – isto é, possuem um interesse auto-sustentado por assuntos políticos. Os outros 75% a 70% acompanham a política de vez em quando ou nunca. Já nos países com grandes contingentes de eleitores de baixo nível sócio-econômico, como é o caso do Brasil, esse estrato interessado em política é bem menor. A maioria dos eleitores, portanto, tem baixo interesse pela política, baixa informação, baixa adesão aos partidos e baixa participação e envolvimento em ações políticas, se desconsiderado o ato de votar, quando obrigatório, como um indicador de participação.

A educação dos filhos preocupa mais o eleitor do que a política
Tal fato, presente tanto em países ricos quanto nos em desenvolvimento, se deve à prioridade que os indivíduos atribuem aos demais aspectos de suas vidas – que lhes parecem mais importantes, mais gratificantes e mais fundamentais. Assim, questões relacionadas ao próprio indivíduo e a sua família – como trabalho, lazer, projetos para o futuro, preocupações com saúde e bem-estar, educação dos filhos e o mundo afetivo – são as que ocupam a maior parte de seu tempo útil. A política, além de não possuir a mesma relevância e prioridade, ocorre num mundo remoto do dia-a-dia do eleitor médio e está sempre envolta em questões controvertidas e complexas, raramente resultando em alguma alteração perceptível na sua vida.

Ela só entra na vida do eleitor quando ocorre um fato de grande impacto, que centraliza a atenção de todos mediante uma extensiva cobertura em todas as mídias – escândalos, morte de líderes políticos, crises institucionais e crises econômicas que afetam sua condição de vida. Fora destas situações, a política é um interesse marginal e secundário. A vida pessoal e familiar segue seu curso, enquanto a vida política acontece naquela outra esfera, remota, distante, pouco compreensível et pour cause, pouco relevante. Esta é a realidade. Ela está muito distante dos postulados teóricos, que supunham uma cidadania informada, interessada e atuante nas questões de interesse público numa democracia.
Fisgue o eleitor antes que ele lhe dê as costas

É bem verdade que na esfera local – o município – o interesse e a informação políticas são bem maiores que nos outros níveis. E é igualmente verdade que as eleições são momentos nos quais a política conquista um espaço maior na vida deste eleitor. Por outro lado, nesses colégios eleitorais menores, a política também sofre uma relativa descaracterização por se fundir, em grande parte, à dinâmica da vida social local. Obrigado legalmente a votar, cortejado pelos candidatos, bombardeado pela propaganda, envolvido no espetáculo e drama que cada eleição encena, o eleitor acaba abrindo um espaço no seu tempo para as questões políticas. Assim, sua publicidade deve ser pensada de forma a conquistar esse eleitor médio num único contato, sendo aconselhável que cada oportunidade singular seja encarada como se fosse a única, porque talvez seja… Como seus encontros com o eleitor serão breves, esporádicos e tangenciais, cada peça publicitária precisa fazer parte de um conjunto, mas também deve ser um produto acabado, no sentido de poder, individualmente, cativar, persuadir e atrair o eleitor para escolhê-lo.

É no julgamento do eleitor real que as decisões políticas maiores de uma nação estão entregues, já que ele constitui a maioria do eleitorado. Jamais subestime a inteligência desse eleitor. Ao fim da campanha, ele chegará a uma decisão pessoal de voto, processando as informações que lhe ofereceram e que ele próprio reuniu. Encare-o como um território a ser mapeado e conquistado. Dispa-se de seus preconceitos e procure entender como ele pensa, raciocina e julga. Não cometa o erro oposto e nunca superestime a quantidade de conhecimento e informação que ele possui. Esse território por conquistar detém muito pouca informação e escassos tempo e disposição para adquirí-la. O eleitor conhece pouco sobre os candidatos e menos ainda sobre suas idéias e propostas. Não obstante, é de milhares ou milhões de decisões individuais desse tipo que os rumos de uma sociedade são definidos.

A constatação dessa realidade significaria então a negação do princípio da soberania popular,do sufrágio universal e direto? Não. Seria esse eleitor despreparado e desqualificado para escolher pelo voto seus governantes? Não. Esse eleitor, embora não domine a quantidade e variedade de informações políticas que os mais interessados dominam, possui, assim mesmo, seus próprios mecanismos de captação, processamento e avaliação de informações, que lhe permite tomar uma decisão de voto racional.
O modelo da racionalidade de baixa informação

Professor Samuel Popkin estuda o comportamento dos eleitores
Tais mecanismos constituem o que na moderna Ciência Política o professor Samuel Popkin, em sua obra The Reasoning Voter, chamou de teoria da racionalidade de baixa informação. A partir de uma releitura dos acervos de estudos realizados pela Escola de Estudos Eleitorais da Universidade de Columbia, os do Centro de Estudos de Pesquisas Eleitorais da Universidade de Michigan, dos trabalhos da escola do modelo político de escolha racional e as teorias psicológicas no campo da cognição, Popkin inovou ao construir uma teoria original, com sólido embasamento empírico, sobre o comportamento eleitoral. É a tese mais atualizada sobre o paradoxo da democracia moderna: “funcionar adequadamente com uma cidadania pouco informada e pouco participativa”.

Não se trata, porém, de uma teoria abstrata, desconectada das preocupações da política prática. Muito ao contrário. É um arrazoado com aplicações práticas muito claras, na medida em que esclarece como funciona a mente do eleitor médio, bem como seu processo intelectual para orientar-se no mundo da política. A questão básica é, portanto, como e por que esse eleitor que atribui baixa prioridade à política adquire informações básicas sobre um assunto que pouco lhe interessa. Mais ainda, como tal eleitor, a partir dessa condição, logra alcançar aquela racionalidade de baixa informação para decidir seu voto.

Fonte: Política para Políticos

Congressista do Brasil é 2º mais caro do mundo

camara_dos_deputadosCada um dos 594 congressistas brasileiros custam US$ 7,4 milhões por ano. É o segundo parlamentar mais caro do planeta. Só perde para o legislador dos EUA, que sai a US$ 9,6 milhões anuais.

Os dados constam de pesquisa realizada pela ONU, em parceria com uma entidade chamada União Interpalamentar. O estudo envolve 110 países.

Com informações do Blog do Josias

Aécio prepara discurso com “13 fracassos” do PT

aecioSob pressão intensa da cúpula do PSDB, que quer ver sua candidatura na rua desde já, presidenciável tucano falará no Senado sobre pontos, na sua visão, críticos da administração petista; entre eles, o desempenho da Petrobras, a volta da inflação, a paralisação de obras do PAC e a crise na segurança pública e na saúde; iniciativa visa conter avanço de Eduardo Campos na corrida rumo ao Planalto.

Fonte: Brasil 247

Jefferson pode levar o PTB aos braços de Campos

roberto jeffersonPresidente licenciado da sigla, o ex-deputado Roberto Jefferson, que foi condenado na Ação Penal 470, cogita aderir ao projeto do governador pernambucano, mas também considera a hipótese de que Eduardo Campos esteja fazendo um jogo combinado com Luiz Inácio Lula da Silva, para que o ex-presidente volte em 2014.

Fonte: Brasil 247

Equatorianos vão as urnas para eleger Presidente

Rafael-CorreaSe for reeleito pela segunda vez, Correa conquistará o direito de ficar 10 anos no poder. Economista, com mestrado e doutorado nos Estados Unidos e na Europa, ele foi eleito presidente pela primeira vez em 2006, com a promessa de uma reforma constitucional; esta será sua terceira eleição.

Quito – Os 11,6 milhões de eleitores equatorianos, que representam a grande maioria da população de 14,6 milhões, elegem hoje (17) o presidente, o vice-presidente, 137 parlamentares da Assembleia Nacional e cinco representantes do Parlamento Andino. A votação começou às 7 horas (9h no horário de Brasília) e vai até as 17 horas. O presidente Rafael Correa votou logo de manha cedo. Ele disse que vai acompanhar a mulher (que é belga, mas vai votar) e a filha (que tem 16 anos e vai votar pela primeira vez) às urnas.

Esta é a primeira eleição na qual militares e policiais da ativa e adolescentes de 16 a 18 anos têm a opção de votar. O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) também promoveu a campanha Todos Têm o Direito ao Voto, para incentivar os portadores de deficiência a participar da eleição. São 2,251 eleitores, dentre os quais deficientes visuais, que terão cédulas eleitorais em braile.

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) vai usar um sistema informático de contagem rápida e prometeu divulgar os resultados horas depois do término da votação (19 horas, no horário de Brasília. O atual presidente Rafael Correa – no poder desde janeiro de 2007 – deve ser reeleito para mais quatro anos no poder, o terceiro mandato consecutivo.

Ate o final da curta campanha, que durou um mês e meio e terminou na quinta-feira passada (14), os outros sete candidatos à presidência esperavam conseguir, pelo menos, obrigar Correa a participar de um segundo turno, em 7 de abril. Mas as pesquisas de opinião dão ao presidente mais da metade dos votos e uma grande vantagem em relação aos seus adversários.

Para ser eleito no primeiro turno, Correa precisaria de pelo menos 40% dos votos e uma diferença de 10 pontos porcentuais para o segundo colocado. As pesquisas indicavam que ele tinha o apoio de mais da metade dos eleitores e mais que dobro dos votos do segundo colocado, o ex-banqueiro Guillermo Lasso.

Se for reeleito pela segunda vez, Correa conquistará o direito de ficar 10 anos no poder. Economista, com mestrado e doutorado nos Estados Unidos e na Europa, ele foi eleito presidente pela primeira vez em 2006, com a promessa de uma reforma constitucional. A nova Constituição (que também permite dois mandatos presidenciais de quatro anos consecutivos) foi aprovada num referendo e Correa, cujo governo completara dois anos, candidatou-se a novas eleições presidenciais. Esta será sua terceira eleição. Dos 11,6 milhões de eleitores, 285 mil vivem no exterior.

Fonte: Brasil 247

‘Rede’ de Marina quer acabar o ‘monopólio’ do PT e PSDB

marina-silvaUma Rede Pró-Partido está no ar. É encabeçada pelas ex-senadoras Marina Silva e Heloísa Helena, as duas, por sinal, ex-candidatas à presidência da República. O embrião dessa nova legenda política, que pretende acabar com a hegemonia do PT e PSDB, foi lançado neste sábado em Brasília. Não se cogita de uma oposição sistemática. Ao contrário, algumas alianças pontuais serão buscadas em muitas capitais.

Marina acredita que, em três meses, será possível coletar as 500 mil assinaturas necessárias para dar entrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o pedido de registro definitivo da nova sigla, cujo nome deverá ser Rede Sustentabilidade.

“Somos uma rede, estamos fazendo esforço para a criação de um novo partido político. Nós somos uma comunidade de pensamento. Estamos no esforço de que isso se viabilize. Depois é que vem o processo de registro”, disse Marina Silva. “Estamos aqui construindo essa possibilidade. A rede já mostrou seu esforço, reunindo aqui mais de mil pessoas”, acrescentou a ex-senadora, terceira colocada na última eleição para a Presidência da República, em 2010.

De acordo com Marina, a base do programa do futuro partido será a sustentabilidade em todas as áreas: ambiental, política, econômica etc. Ela disse que, para fazer parte da nova agremiação, as pessoas podem ter posições diferentes em alguns temas, mas devem estar conectadas na rede voltada para a sustentabilidade. Sobre possíveis alianças com outras legendas para disputar eleições, a ex-ministra disse que o partido estará aberto para alianças que tiverem coerência programática.

Segundo ela, as pessoas que vierem a integrar o futuro partido deverão faze a opção por identidade programática. “Não estamos fazendo recrutamento de parlamentares para integrar a futura legenda. Estamos sendo procurados para conversar por várias pessoas e conversando, na medida do possível.” Marina informou, em entrevista coletiva no lançamento da nova célula partidária, que a legenda vem para quebrar o monopólio que existe entre o PT e o PSDB. Para ela, uma “rede” expressa muito “e o movimento da sustentabilidade é muito maior do que um partido”.

A coleta de assinaturas para criação da nova legenda será feita na rede da internet, por coleta presencial em todo o Brasil. Ela disse que está se esforçando para que, até outubro o partido esteja registrado e em condições de disputar as eleições do ano que vem. Perguntada sobre a possibilidade de se candidatar novamente à Presidência da República, Marina Silva respondeu que ainda não sabe.

Entre os principais pontos do estatuto do novo partido, estão o limite para doação de pessoas físicas e jurídicas que quiserem contribuir com a legenda; a proibição de doações feitas por empresas de tabaco, álcool, agrotóxicos e armas; realização periódica de plebiscitos internos; transparência dos gastos de campanha eleitoral por meio de prestação de contas na internet; cotas para negros e índios, entre outros.

Outra determinação é que um candidato poderá se lançar apenas uma vez à reeleição, o que não exclui a própria Marina de disputar a Presidência da República em 2014. Ela admitiu essa possibilidade, mas garantiu que o objetivo do Rede não é apenas ganhar as eleições.

Os deputados Walter Feldman (PSDB-SP), Alfredo Sirkis (PV-RJ) e Domingos Dutra (PT-MA) já anunciaram que devem integrar a nova legenda. Convidado por Marina para integrar o Rede Sustentabilidade, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) se negou a deixar o Partido dos Trabalhadores, mas deu uma palestra no evento de lançamento da legenda.

Fonte: Notibras

A ordem é bater no estádio

Toninho50O PSOL acredita que encontrou um filão para bater no governo. Já que a oposição tradicional anda meio calada no Distrito Federal, pretende transformar em saco de pancadas a construção do novo Estádio Nacional Mané Garrincha, que segundo o PSOL é o mais caro do mundo. Para a turma do partido, o estádio deverá custar cerca de R$  1,6 bilhão aos cofres públicos quando tudo estiver terminado, dentro de dois meses. O PSOL irá à televisão e ao rádio reclamar do que considera falta de transparência para a execução dessa obra e do risco de que venha a tornar-se “um verdadeiro elefante branco em pleno centro da Capital do País”.

Fonte: Do alto da torre

Ninho novo

eliana pedrosaEm plena campanha para o governo do Distrito Federal em 2014, a deputada Eliana Pedrosa, ainda líder da bancada distrital do PSD, tem um ás na manga. Se o partido ficar com Agnelo Queiroz, ela voa para os braços dos tucanos.

Fonte: Notibras

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