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TV Gênesis homenageia Francisco Paula Lima Júnior

O apresentador Celso de Marco lembra no programa Diário Brasil da TV Gênesis a importância que o professor Chico ( como era conhecido), teve enquanto viveu na cidade de Brasília dando aula e trabalhando no meio político, infelizmente ele faleceu por motivo de doença, no dia 22/03/2016, aos 49 anos.

 

 

 

http://https://www.youtube.com/watch?v=WWFuwubtdaE

Desemprego na construção civil do DF atinge 192 mil pessoas

20160322001328O desemprego na construção civil do Distrito Federal atingiu 192 mil pessoas, entre trabalhos diretos e indiretos, de janeiro de 2015 a fevereiro de 2016. A conta é da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi), que se baseia em dados de levantamentos nacionais. A entidade associa a situação tanto à diminuição da demanda do Governo de Brasília quanto à burocracia para liberação de documentos aos empreendimentos.

A construtora Faenge, por exemplo, afirma não ter conseguido aprovação de nenhum projeto para obter alvará de construção entre 2015 e este ano. Segundo o diretor da empresa, Leonardo Oliveira de Ávila, são seis terrenos parados sem um tijolo sobre o outro. “São, pelo menos, 600 empregos diretos que não foram gerados”, problematiza.

De acordo com representantes do setor produtivo, esse tipo de entrave burocrático ajuda a encorpar os índices negativos da capital. A última Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), revelou que 257 mil pessoas não têm ocupação no DF atualmente, o equivalente a 16,6% da população economicamente ativa. Esse percentual é quase cinco pontos maior em relação ao de janeiro de 2015.

Morosidade

O governo admite existir demora em responder algumas demandas relativas a alvarás e cartas de Habite-se, mas divide a culpa com os empresários. “Há processos em que o empreendedor demora para cumprir as exigências previstas e outros onde os órgãos demoram para responder”, afirma a Subsecretaria de Relações com a Imprensa.

Em agosto do ano passado, uma força-tarefa encabeçada pela Vice-Governadoria do DF entregou cartas de Habite-se no Setor Noroeste, em ato simbólico para anunciar que os trâmites seriam agilizados. A assessoria não informou quantos documentos foram emitidos desde então – a previsão para o segundo semestre de 2015 eram de 22 entregas -, mas garantiu que “40% dos processos tiveram andamento” e que 44 visitas técnicas foram feitas.

Responsabilidade é do Estado

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Luiz Carlos Botelho, critica a atuação da força-tarefa: “A produtividade dessa força é ínfima se comparada ao que precisamos. O setor produtivo trabalha para resgatar a redução da burocracia”. Para ele, as interpretações da lei para aprovação de projetos e emissão de alvarás e cartas de Habite-se deve ser clara. “Cada agente público lê a lei de uma forma. Os culpados pelo atraso são muitos, mas a responsabilidade máxima é do Estado”, reitera.

Esforço não resolve o problema

Para o presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), Paulo Muniz, o esforço para entregar cartas de Habite-se no Setor Noroeste em agosto do ano passado foi válido, mas o passo dado foi menor do que o necessário para resolver a questão.

“Hoje, temos em torno de 6,5 mil unidades com documentações pendentes, entre áreas comerciais e residenciais”, critica, apesar de comemorar o fato de o número atual ser quase a metade em relação ao pior período de 2015.

Segundo ele, essa situação gerou quatro mil demissões em 2016 e outras 48 mil no ano passado. Como para cada emprego da construção civil, porém, existiriam outras quatro ocupações indiretas, ele estima haver impacto sobre 192 mil pessoas. “Eu tenho uma empresa com 47 anos no mercado e, há dez, aprovávamos processos com rapidez, sob o mesmo código de obras de hoje em dia. Isso perdeu a qualidade há três governos. Não é uma coisa atual”, analisa Muniz.

Demora causa perdas vultosas

O diretor da Faenge, Leonardo Oliveira de Ávila, afirma que a morosidade na liberação dos edifícios acarreta perdas milionárias. Ele exemplifica com dois prédios do Setor Noroeste, cujas cartas de Habite-se teriam levado nove meses para serem emitidas. “Para cada empreendimento parado, o prejuízo é de, no mínimo, 1% do valor total do empreendimento a cada mês. Os dois custaram R$ 75 milhões, então foram 9% de prejuízo para cada. É só fazer as contas”, expõe.

Sem infraestrutura e com muitas obras inacabadas, Ávila vê o setor como um lugar em que “era para ser super rápido tirar (carta de) Habite-se, pois quase não há entraves do governo”. A realidade, porém, é outra. “Tem que ter um entendimento do governo para agilizar essa questão, e as medidas devem ser enérgicas e urgentes”, generaliza.

No início de março, o condomínio Top Life, em Taguatinga, teve a carta de Habite-se entregue pelo governador Rollemberg. A demora foi de cinco anos para obter o documento. O caso se tornou símbolo da dificuldade de aprovação e de adequação, por parte das empresas, às normas.

Novo código de obras

Uma das expectativas para solucionar o problema da morosidade na liberação das cartas de Habite-se é a aprovação de um novo Código de Obras e Edificações (COE). O projeto de lei foi anunciado pelo governador Rodrigo Rollemberg durante a entrega no condomínio Top Life, em Taguatinga, mas gerou discórdia por diminuir a participação da sociedade nas decisões e alterar alguns cálculos estruturais. A controvérsia persiste até entre os maiores interessados: os empreendedores.

“Esse código é tido como a salvação, mas, a meu ver, não vai ser”, diz Paulo Muniz, presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi). “Ele vai desburocratizar alguns processos, mas precisa ser bem acabado e estar acompanhado de um decreto de regulamentação antes de ser levado à Câmara”, defende. Uma das mudanças propostas que ele aprova é a transferência da responsabilidade sobre os projetos para as construtoras e para o próprio autor.

“Depois do advento do Código do Consumidor, temos um cliente informado e inteligente, então não adianta querer fazer coisas fora das normas, pois o empresário vai ter dificuldades com o próprio consumidor”, acredita. O novo código, porém, segue em debate.

Informalidade não entra nos dados oficiais

Há diferença entre a realidade presumida pelos empresários e a apresentada pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan). Para o órgão, por exemplo, o desemprego na construção atingiu 13 mil pessoas em 2015, e não as 44 mil informadas pela Ademi. Somando-se aos cargos indiretos afetados, o número oficial é de 52 mil trabalhadores impactados.

Essa diferença de cálculo pode ser explicada pela informalidade no setor, explica o professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB) Carlos Alberto Ramos. “A construção civil agrega muito trabalho informal. São mais empregos perdidos do que uma contagem oficial levaria em conta, porque devem somar apenas as carteiras assinadas”, sugere.

Para ele “a construção civil é um dos segmentos mais fortes, mas o problema é grave e generalizado”. Ele cita os setores de comércio e serviços como outros bastante impactados e acredita que a lógica de empregos indiretos não vale apenas para os canteiros de obras. “Todos sofrem com desemprego indireto, em maior ou menor medida. Se alguém não comprar comida fora, o restaurante demite o funcionário porque não vai ter dinheiro. É um efeito cascata”, resume.

Ele aponta que só vai haver geração de empregos quando o Brasil voltar a crescer economicamente: “Como esse crescimento não está na ordem do dia, fica difícil. Não existe política pública que resolva”.

Ramos vê ainda a construção civil como um mercado complexo. “Quando se compra um apartamento, você usa por dez anos, 15 anos, sabe que vai tê-lo no futuro, e o futuro dá medo”, explica. “A pessoa não sabe se o salário vai cair, e acaba não comprando”, conclui.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou ontem que, pelo segundo mês seguido, o pessimismo diminuiu entre empresários da construção. De acordo com a Sondagem Indústria da Construção, o índice de evolução do nível de atividade no setor passou de 33,6 pontos em janeiro para 35,2 pontos em fevereiro.

O índice varia de 0 a 100 e valores abaixo de 50 pontos sinalizam retração da atividade e do emprego.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Rollemberg pretende dar mais poder para administrações

20160322010710Após a conclusão da reestruturação das administrações regionais, o governo Rollemberg pretende  ampliar a força  dos administradores. Segundo o administrador do Plano Piloto, Marcos Pacco (foto), um dos elaboradores do novo desenho, as administrações poderão ganhar poderes de fiscalização contra a ocupação irregular do solo e liberação de álvarás para projetos de pequeno porte e baixa complexidade.

“Estamos estudando. Mas está certo que as administrações ganharão mais poder”, afirmou. Em relação ao combate às invasões, a princípio, os administradores ganharão a capacidade de fazer notificações. Quanto aos alvarás,  desde o ano passado, as administrações passaram a liberar o documento para unidades unifamiliares.

A liberação dos demais alvarás  ficou centralizada na Central de Aprovação de Projetos (CAP). Mas em função da imensa demanda do setor produtivo, grande parte dos projetos ficou simplesmente travada na burocracia. Para o secretário-adjunto de Relações Institucionais, Igor Tokarski, o empoderamento das administrações é consequência do ritmo  das cidades.

Mais rapidez

“As cidades exigem que o estado fique cada vez mais dinâmico. Por isso, estamos estudando a possibilidade de que os administradores tenham um pouco mais de instrumentos para trabalhar”, argumentou Tokarski.

A reformulação das administrações regionais é um movimento técnico e político. Tecnicamente, o governo busca uma estrutura mais eficiente para entregar resultados para a população.

Apesar de negar de público, politicamente o Buriti está aproveitando a mudança para reacomodar a base na Câmara Legislativa, em busca de apoio nas votações.

Mais eficiência com número menor de cargos

As novas administrações regionais terão uma estrutura básica simplificada, mas cada uma será  personalizada para atender às necessidades das respectivas regiões. Segundo o secretário adjunto Tokarski, elas também receberão kits de  equipamentos, formulados especificamente  para cada cidade.

“Quando fui administrador do Plano Piloto recebemos 15 mil pedidos de licença para atividade econômica. Esta é uma administração  que precisa de uma equipe específica para esta atividade”, comentou Tokarski.

Por outro lado, o GDF planeja instalar diretorias de atenção à área rural, um serviço desnecessário para Brasília, mas estratégico para Brazlândia ou Planaltina, por exemplo.

Atualmente a folha mensal de todas as administrações é de aproximadamente R$ 4 milhões. A partir da reforma , o governo espera aumentar a eficiência da gestão e racionalizar a divisão de cargos entre as administrações.

Segundo Marcos Pacco, o novo desenho terá cargos em aberto, que serão preenchidos tão logo o DF volte aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Sobre os kits, Pacco citou  exemplo do  o Plano Piloto, que  precisa de roçadeiras para cuidar dos gramados e não precisa de tratores. Necessidades opostas às de uma área rural, que precisaria, justamente, de tratores.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Preço do combustível volta a subir e pega motorista de surpresa

20160322000234618481eMenos de 48 horas depois de a Superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) escolher o interventor da Rede Cascol — maior companhia do mercado de Brasília, dona de quase 30% dos postos —, os preços do combustível voltaram a subir no Distrito Federal (DF). Até a última sexta-feira, o valor do litro da gasolina comum estava em R$ 3,88. O motorista que precisou abastecer no fim de semana, porém, encontrou as bombas com o reajuste de R$ 0,02. A promotoria de Defesa do Consumidor do Ministério Público do DF e Territórios afirmou que analisará o aumento. Há aproximadamente dois meses, o MPDFT assinou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Cascol, no qual limitava o lucro em 15,87%, de acordo com o preço de compra do produto.

Wladimir Eustáquio Costa foi escolhido no último dia 17 como o administrador provisório para a execução da medida preventiva contra a Rede Cascol. Ele foi diretor regional da Chevron Texaco em várias cidades brasileiras e também atuou como diretor de marketing da empresa. Wladimir e a Cascol terão que apresentar ao Cade uma minuta de contrato, que será assinado em 12 de abril. O administrador vai comandar os postos da Cascol durante um prazo de 180 dias. Segundo o Cade, há indícios de que a Cascol comanda um cartel no mercado de combustíveis do DF (leia Entenda o caso). No entanto, o aumento foi verificado em postos que não são da rede. A reportagem percorreu o Plano Piloto e constatou a diferença de preço em pelo menos 24 estabelecimentos.

Ontem, o consumidor encontrou a gasolina comum por até R$ 3,90, com pouca variação de preço. O campeão na diferença de valores é o diesel, com litro disponível entre R$ 2,95 e R$ 3,49 (veja quadro). O morador de Santa Maria José Santana, 40 anos, trabalha para um escritório de advocacia em Brasília e usa o carro para os deslocamentos diários, o que resulta em um peso nas finanças: mensalmente, ele desembolsa cerca de R$ 500 apenas com gasolina. “Depois da polêmica com os postos, esperava que o valor diminuísse, o que não aconteceu de maneira nenhuma”, diz, referindo-se à operação da Polícia Federal contra o cartel dos combustíveis no DF e Entorno, em novembro do ano passado. “Cheguei a comprar por dois ou três centavos mais barato, mas isso durou pouco. Os preços logo voltaram a subir — e muito. É um absurdo”, reclama.

José Marcelino, 56, é motorista particular e gasta, semanalmente, R$ 150 com gasolina. Ele costuma abastecer sempre no mesmo posto, na Asa Sul, do qual conta que é cliente fiel por conta dos preços, segundo ele, mais baixos que em outros da vizinhança. “No fim do ano passado, tive expectativa de que os preços melhorassem, mas, mesmo quando houve diminuição, foi muito pequena. Só abasteço no mesmo lugar, onde, por sinal, o valor abaixou esta semana. Eu pagava R$ 3,86 e, agora, o preço está um centavo menor.”

Fonte: Correio Braziliense

“Nós podemos e nós derrotaremos os terroristas”, afirma Barack Obama

20160322120147281845aO presidente norte-americano Barack Obama afirmou, durante um pronunciamento oficial em Cuba, que é preciso união para derrotar os terroristas. “Nós devemos estar juntos. Nós podemos e nós derrotaremos os terroristas”, disse ele. O líder norte-americano está, nesta manhã de terça-feira (22/3) no Gran Teatro de La Habana Alícia Alonso.

Em seu terceiro dia em Havana, Obama faz um discurso histórico aos cubanos que já é considerado pela Casa Branca como um “momento único” na história da relação entre Cuba e Estados Unidos. A fala dele é transmitida ao vivo pela rádio e pela TV cubana.

“Devemos estar juntos, independente da nacionalidade, da raça ou da fé na luta contra o flagelo do terrorismo”, afirmou o presidente americano durante sua visita a Cuba.

“Podemos e vamos derrotar quem ameaça a proteção e a segurança das pessoas do mundo todo”, acrescentou.

“Vim aqui deixar para trás os últimos vestígios da Guerra Fria nas Américas”, afirmou nesta terça-feira o presidente Barack Obama em um histórico discurso ao povo cubano no Gran Teatro de Havana. “Vim aqui estendendo a mão da amizade ao povo cubano”, afirmou ante o auditório cheio e na presença de seu colega Raúl Castro.

O embargo imposto pelos Estados Unidos a Cuba em 1962, em plena Guerra Fria, e que ainda está em vigor “fere os cubanos, ao invés de ajudá-los”, disse nesta terça-feira em Havana o presidente Barack Obama, em um discurso ao povo de Cuba.

O embargo é “uma carga obsoleta sobre o povo cubano”, acrescentou Obama em meio aos fortes aplausos no Teatro Nacional de Havana, mas os cubanos “não vão alcançar seu potencial se não ocorrerem mudanças aqui em Cuba”.

O presidente Barack Obama defendeu a liberdade de se expressar livremente e sem medo, ao dirigir um discurso ao povo cubano no Gran Teatro de Havana. “As pessoas deveriam se expressar livremente e sem medo”, afirmou Obama, em um discurso aplaudido inúmeras vezes, e no qual citou o herói nacional José Martí.

Com informações da France Presse.

Vitória na segurança: Novo Gama conta com força da Guarda Municipal

MG_4970O Novo Gama está com a Segurança Pública reforçada. Na última sexta-feira (18), num clima de muita alegria, os 156 homens que compõe a Guarda Civil Municipal foram habilitados a trabalhar nas ruas da cidade.

A solenidade de formatura aconteceu em frente à rodoviária do Novo Gama e contou com a presença de várias autoridades dentre elas, o Senador Wilder Morais; o Tenente Coronel da Polícia Militar, Cláudio Oliveira, que na ocasião esteve representando o Governo de Goiás e a Secretaria de Segurança Pública (SSP-GO); os representantes do Ministério da Justiça; o Presidente da Câmara Municipal do Novo Gama, Alan Simplício; o Secretário Executivo do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, Warlei Lúcio; o ex – prefeito, Belmiro Teixeira; o Secretariado Municipal; os vereadores; e a comunidade.

Na oportunidade, Senador Wilder Morais destacou a importância da implantação da Guarda no município.

“Em primeiro lugar eu quero agradecer o convite. Estou aqui como sempre, para dar a minha mão e também prestar a solidariedade ao nosso prefeito. Gostaria de ressaltar o quanto a implantação da Guarda Municipal é importante. Parabenizo o prefeito Everaldo, pois este projeto nasceu quando ele ainda era vereador, em 2009. Eu sei o quanto foi difícil tirá-lo do papel. Isso traz para a população uma tranquilidade a mais. Toda a comunidade, os comerciantes e a sociedade no geral, ganham muito com isso. O Novo Gama está de parabéns.”

Muito feliz, o prefeito Everaldo Vidal apresentou a Guarda Municipal para a população e parabenizou todos os agentes. Ele destacou:

“Gostaria de agradecer a todos pela presença e dizer a implantação da Guarda Municipal é uma grande conquista. A região do entorno é muito carente. Nós estamos implantando esta Guarda aqui, com o apoio de todo o Secretariado Município.

Disse ainda: “Não posso deixar de agradecer aos meus amigos, os vereadores que apoiaram este importante projeto, Narciso Pereira e Laodicéia Dourado, o nosso muito obrigado. Eu tenho a certeza que nossa cidade está recebendo a Guarda de braços abertos. Esta é primeira turma do Novo Gama, e vocês ficarão na história de nossa cidade. Parabéns”

Seguindo o cronograma do evento, o Governo do Município também inaugurou a base da Guarda Civil Municipal. O prédio foi reformado e recebeu as adequações necessárias para comportar os agentes.

É importante lembrar que os profissionais da Guarda Municipal passaram por um curso de capacitação com a duração de 550h/a. O curso foi realizado através de uma parceria firmada entre a Prefeitura do Novo Gama e o Instituto Federal de Goiás. Esta capacitação seguiu o que determina a Lei 13.022/14 que dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais e também a matriz curricular da Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP/MJ, o que habilitou estes profissionais para atuarem em diversas áreas de segurança do município.

Fonte: novogama.go.gov.br

NOTA DE PESAR

Francisco-01É com grande pesar que comunicamos o falecimento do professor Francisco de Paula Lima Júnior, o prof. Chico, aos 49 anos, que foi a óbito esta madrugada, no Hospital Daher, em Brasília-DF. O professor Chico lutava contra um agressivo câncer, que tirou todo o seu vigor físico, menos o seu sorriso e sua paixão pelo jornalismo, profissão que exercia há anos.

Ao longo de sua vida, o docente colecionou várias amizades no meio acadêmico e político, seja pelo seu perfil agregador e também devido a sua grande inteligência, que fazia qualquer pessoa se encantar por suas análises bem fundamentadas sobre a política.

Em sua história, destacamos a participação nas Diretas Já, ao lado de familiares e amigos, que juntos lutaram contra a ditadura e a favor da democracia no país.

Como professor, Francisco foi um acadêmico inovador, que mudou os métodos de aplicar aulas, interagindo com seus alunos, cujos ensinamentos eram mais fáceis de serem aprendidos.

10848612_619679544824428_6225696367272808986_o-300x300-2Nos últimos anos de vida, o prof. Chico chacoalhou o jornalismo político de Brasília, ao instituir a Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política (ABBP), que reúne 50 blogueiros na cidade.

A ABBP lamenta muito a morte de seu presidente. Sua perda é irreparável, mas seu legado ficará para sempre marcado no jornalismo e no coração de cada familiar, aluno e amigo.

Descanse em paz, querido presidente!

Informações sobre o velório e sepultamento:

Local: Campo da Esperança
Capela: 7
Velório: A partir das 12h
Sepultamento: 16h

Fonte: ABBP – Diretoria de Comunicação e Marketing

Morre o nosso professor chico: o jornalismo e a blogosfera de luto

996695_668086479998183_9118175265089079576_n1Professor de jornalismo e presidente da Associação Brasiliense de Blogueiros de Política, Francisco de Paula Lima Junior, 49  anos, faleceu nesta madrugada de terça-feira (22)  depois de uma batalha de seis meses contra o câncer. O cientista político foi discreto até o último minuto de sua vida, deixando um legado de conhecimentos a uma legião de  alunos de jornalismo e profissionais de comunicação.

Em dezembro do ano passado o professor Chico estava bem chegando  a participar das festas de confraternização da ABBP, entidade que criou com a finalidade de organizar os blogueiros de política do Distrito Federal e resgatar a credibilidade da chamada mídia alternativa. Em setembro do ano passado, Francisco de Paula Lima Junior foi  diagnosticado com a doença. Passou por cirurgias complexas e, na última, precisou de doações de sangue e permaneceu na UTI do Hospital Daher. O jornalista e cientista político será enterrado nesta terça-feira no Cemitério Campo da Esperança.

Fonte: Radar Condomínios

Rosso deixa liderança do PSD enquanto durar a comissão do impeachment

rosso1-840x550Rosso delegará a função de líder do PSD ao primeiro vice-líder, deputado Paulo Magalhães (BA).

O deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF) anunciou que se afastará temporariamente das atribuições institucionais de líder do partido. Em nota divulgada nesta sábado (19/3), a assessoria de Rosso esclarece que o afastamento da liderança ocorrerá durante os trabalhos da comissão especial da Câmara que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, uma vez que o deputado foi eleito presidente da comissão.

A decisão visa a “preservar sua imparcialidade e foco absoluto nos trabalhos da comissão”. Rosso delegará a função de líder do PSD ao primeiro vice-líder, deputado Paulo Magalhães (BA), e demais vice-líderes da bancada. Magalhães tem um histórico político em partidos de oposição ao PT. Fez carreira no PFL, que depois virou o DEM. O ingresso dele no PSD ocorreu em 2011.

A intenção de Rosso é retomar as atividades de líder do PSD ao término dos trabalhos da comissão do impeachment.

Fonte: Metrópoles

Nível de rejeição a Lula atinge recorde, diz pesquisa

nivel-de-rejeicao-a-lula-atinge-recorde-diz-pesquisaA taxa de rejeição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atinge nível recorde, de 57%, segundo pesquisa do Datafolha, publicada hoje. Em novembro do ano passado, 47% dos entrevistados disseram que não votariam em Lula caso se candidatasse.

A taxa de rejeição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atinge nível recorde, de 57%, segundo pesquisa do Datafolha, publicada hoje. Em novembro do ano passado, 47% dos entrevistados disseram que não votariam em Lula caso se candidatasse. O dado também é recorde entre candidatos à presidência, superando inclusive a rejeição ao peemedebista Ulysses Guimarães na campanha de 1989, até então o maior índice de rejeição, que era de 52%. Por outro lado, quando perguntados sobre qual foi o melhor presidente que o Brasil já teve, Lula lidera com 35% das respostas, à frente de FHC, com 16%, entre outros.

A pesquisa também apurou que para 68% dos entrevistados, Lula aceitou o cargo de ministro-chefe da Casa Civil no governo de Dilma Rousseff com o objetivo de obter foro privilegiado, de modo a escapar de ser julgado em primeira instância nas investigações da Operação Lava Jato. O juiz Sergio Moro “agiu bem” ao obrigar o ex-presidente a depor na Polícia Federal dia 4 de março, ante 13% das respostas com “agiu mal”, segundo o Datafolha.

Em relação ao desempenho do governo com Lula no ministério, 36% responderam que a gestão Dilma deve piorar e 38% acreditam que nada mudará. A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de março, com 2.794 entrevistados em 171 municípios.

Fonte: Fato Online

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