Início Site Página 6016

Deputado Sóstenes apoia pena maior para assassinato de mulher decorrente de violência doméstica

IMG_2496 (1)O Deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ) votou favorável ao Projeto de Lei 8305/14, do Senado, que inclui o feminicídio como homicídio qualificado, classificando-o ainda como hediondo. A matéria que foi aprovada, na noite desta terça-feira (3), no Plenário da Câmara dos Deputados, prevê pena maior para morte de mulher decorrente de violência doméstica. A pena prevista para homicídio qualificado é de reclusão de 12 a 30 anos.

De acordo com o deputado Sóstenes, a votação por unanimidade foi um ato em homenagem as tantas mulheres brasileiras que perdem a vida, vítimas de violência doméstica. Ainda de acordo com o parlamentar, houve também um acordo entre membros da bancada evangélica, católicos e a bancada feminina, para retirar da matéria o termo “gênero feminino” substituindo por “sexo feminino”.

Esta é nossa homenagem às mulheres brasileiras, mas também é uma vitória para nós parlamentares que lutamos pela manutenção da família tradicional, na luta contra a ideologia de gênero”, destacou.

A proposta prevê ainda o aumento da pena em 1/3 se o crime ocorrer: durante a gestação ou nos três meses posteriores ao parto; contra menor de 14 anos, maior de 60 ou pessoa com deficiência; e na presença de descendente ou ascendente da vítima.

A matéria agora segue para sanção presidencial.

Fonte: Jaqueline Mendes

Assessora de Imprensa

Feiras limpas na Ceilândia

DSC00821Parceria possibilitará conscientização de feirantes para o correto armazenamento e descarte do lixo

Brasília, 4 de março de 2015 – A Administração Regional de Ceilândia firmou parceria com a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e iniciará, a partir de amanhã (5/03), às 9h, um trabalho de conscientização dos feirantes para o correto acondicionamento e descarte do lixo nas feiras da cidade.   Os primeiros a serem beneficiados com o trabalho serão o Shopping Popular de Ceilândia, a Feira Central e a Feira do Artesanato.

A intenção da ação é deixar o ambiente limpo para feirantes e clientes.  Segundo o Administrador Regional de Ceilândia, Vilson José de Oliveira, a ideia é que as feiras da cidade sejam referência também no quesito limpeza. “Vamos ainda procurar melhorar todo o visual da feira”, frisou o administrador.

Maria das Graças, de 68 anos, e que há mais de 30 tem uma banca de verduras na Feira Central de Ceilândia, diz que a iniciativa é importante para que os feirantes possam ter uma orientação de como descartar o lixo corretamente. “A medida vai beneficiar não só os feirantes, mas também os clientes. Em um ambiente limpo temos mais chances de atrair fregueses, além de contribuir com o meio ambiente”, destaca a feirante.

Para José Luiz, presidente da Feira da Guariroba, a iniciativa é ótima. “É a primeira vez que isso acontece. Os feirantes precisam ter essa conscientização”.

Serviço:

Conscientização de feirantes da Ceilândia para correto acondicionamento do lixo

Data: a partir de 5 de março, às 9h.

Local: Shopping Popular e Feira Central de Ceilândia

Fonte: Assessoria de Comunicação

Administração Regional de Ceilândia

Alírio Neto critica veto à lei que previa o acesso da população às contas públicas

04pol13f1_800x532jpg_421O veto à lei aprovada na Câmara Legislativa que abria a senha do Sistema Integrado de Gestão Governamenta (Siggo) para todos os cidadãos  do DF é  uma promessa não cumprida pelo governador Rodrigo Rollemberg. Pelo menos é que o acha o ex-deputado distrital  Alírio Neto (PEN), autor do projeto.

“Fica claro que ele não vai honrar a palavra dele”, dispara Alírio, lembrando que, durante a campanha, Rollemberg prometeu colocar placas em áreas estratégicas da cidade para dar transparência às contas do governo.  Na época em que Alírio apresentou o projeto, houve quem dissesse que a ideia tinha sido copiada do então candidato ao governo.

Mesmo sem mandato, Alírio promete uma oposição ferrenha a Rollemberg. Mas disse que dará um prazo de cem dias ao governador para que dê respostas às promessas. O ex-deputado diz que, até agora, o que tem visto é um “estelionato eleitoral”.

Alírio  ainda não circulou pela Câmara nesta legislatura. Aproveitou os primeiros dias do ano para tirar férias e viajar. Mas, enquanto aguarda o primeiro período da gestão de Rollemberg, planeja conversar com os distritais, para que considerem derrubar o veto à lei aprovada na Casa.

Tradução dos dados

O governo pretende “traduzir” as informações disponibilizadas pelo sistema para divulgá-las à população. Argumentam que os dados da forma como são disponibilizados pelo  Siggo é de difícil leitura. Hoje, apenas técnicos do GDF e deputados têm acesso aos números.

“O Governo do DF está se alinhando para disponibilizar tais informações no Portal da Transparência, pois o Siggo é extremamente técnico, de modo que todos os dados necessitam de um tratamento especial para melhor leitura pela população”, explicou o secretário da Fazenda, Leonardo Colombini, à Câmara,  semana passada.

Colombini disse ainda que o governo estuda a implementação do que chamou de “Siggo Cidadão”, uma plataforma similar, de leitura mais fácil, o que, nas palavras dele, “supriria a carência dessas informações por parte da sociedade e tornaria a visualização das contas mais transparente.”

Sair da linha de frente para ter independência

Para garantir independência e “falar o que quiser”, Alírio planeja até licenciar-se da presidência do PEN no DF. A distrital do partido – Luzia de Paula – está alinhada com o governador e o ex-deputado diz que não quer atrapalhar os planos dela. “Vamos reformular o partido”, resumiu.

Ele faz questão de dizer que não faz parte do governo, a exemplo da companheira de legenda. “Não faço parte desse estelionatário que aplicaram em Brasília. Pode pintar de ouro na minha frente, que eu não concordo”, frisa.

O ex-deputado diz que o governador não pode mais colocar a culpa dos atuais problemas do DF no ex-governador Agnelo Queiroz, do qual Alírio foi aliado. “Dizer que não sabia que os problemas do DF existiam é uma grande mentira. Todo mundo sabia”, sustenta.

“Preocupado”

Sem poupar críticas à atual gestão, Alírio, que  no segundo turno declarou apoio ao então candidato ao GDF, Jofran Frejat, enumera as promessas que Rollemberg até agora não cumpriu. “A gente tem que achar uma forma de a população cassar uma pessoa que não cumpre o que promete depois de eleito”, observa.

Para ele, o atual governador prometeu que não aumentaria os impostos, que faria  eleição para administrador regional e que reduziria o número de comissionados. . “Demagogos e oportunistas”, ataca, para repetir que nada foi cumprido.

Sequência de problemas

Assim que Rollemberg foi eleito, Alírio antecipou-se à apresentação do projeto que abria o Siggo para a população. Na época, ele disse que sua intenção era “ajudar” o governador a cumprir as promessas de campanha.

Na mesma época, Alírio lançou uma campanha nas redes sociais, exigindo que os administradores regionais não fossem escolhidos a partir de indicação política, mas por eleição direta, conforme prometera Rollemberg, durante a campanha.

Foi Alírio também o autor da lei que obrigava o governador a submeter à Câmara Legislativa as criações e extinções de cargos e órgãos na administração pública. O Ministério Público entrou com ação e a lei foi considerada inconstitucional.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Remoção no Sol Nascente reflete nova estratégia

mudan__a_min_aafabf-1123541O segundo dia da nova etapa de derrubadas na ocupação irregular do Condomínio Habitacional Sol Nascente, em Ceilândia, terminou com certa rendição dos moradores. Diferentemente do primeiro dia – que teve confronto com a polícia, barricadas, uso de bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e manifestações –, a resistência durou apenas as primeiras horas da manhã de ontem e deu lugar ao choro de quem viu as casas se transformarem em entulhos.

Pelo menos 335 construções irregulares foram derrubadas na área conhecida como Nova Jerusalém. Ao todo, 453 famílias devem ser realocadas, segundo a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis). Neste número estão incluídas as 57 residências derrubadas na primeira ação, em fevereiro.

A Agefis prevê que a operação de reintegração de posse em Nova Jerusalém termine hoje. Naquele local, o Governo do Distrito Federal pretende fazer obras de infraestrutura, com um orçamento já aprovado de R$ 41 milhões oriundos da Caixa Econômica Federal.

Migração

Considerado um dos principais destinos migratórios do País, o Distrito Federal concentra hoje mais de 1,3 milhão de pessoas vindas de outros estados. Porém, uma parcela deste total, desempregada e sem condições de pagar um aluguel, apela para a invasão de terras públicas. Em 64 ocupações ilegais do DF, entre elas a do Sol Nascente, há 163 mil lotes apossados irregularmente, com um total de aproximadamente 550 mil habitantes, segundo a Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab).

A nova gestão da Agefis, contudo, pretende desocupar as áreas o quanto antes. A ideia nesta gestão, ressalta a responsável pela agência, Bruna Pinheiro, é coibir o surgimento de novas invasões. Para isso, os 140 auditores do órgão estão trabalhando em cima de prioridades.

“Nossa equipe é pequena diante da demanda. Então, focamos nos locais invadidos que têm sido prejudiciais à população dos arredores”, esclarece. Como exemplo, ela cita justamente a invasão removida no Sol Nascente. “Em alguns lugares, devagarzinho estamos sentido a mudança. O primeiro levantamento que fizemos desse local foi ainda em janeiro. Uns 15 dias depois já tinha o dobro de barracos”, aponta.

Drenagem poderá ser iniciada

Segundo a diretora-presidente da Agefis, Bruna Pinheiro, a ocupação irregular estava prejudicando pelo menos 1,5 mil residências do Setor Sol Nascente, que não estavam recebendo drenagem. “Sem a drenagem, não se faz o asfalto. E sem asfalto, não se faz o meio-fio, e, sem meio-fio, não tem calçada. É uma escala de projetos que são interrompidos quando há uma invasão”, destaca.

Por isso, lamenta, “Brasília vive uma realidade muito triste para uma cidade que foi planejada”. E pede à população: “uma coisa que nos ajuda muito é a denúncia. Quando a gente pega a construção ainda nos primeiros tijolos, nosso trabalho rende mais”.

O diretor de Regularização Fundiária da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Cristian Viana, calcula que em cada uma das cidades do DF há, pelo menos, uma ocupação irregular. “E tem locais, como Planaltina, que possuem uma concentração muito grande de invasões”, salienta.

Por isso, nos próximos quatro anos, o trabalho da companhia será feito em parceria com a Agefis e outros órgãos. “Isso demanda estudos e tempo. Mas nossa intenção é retirar o quanto antes os moradores que estão vivendo em áreas de interesse social”, diz. Ele ressalta que as constantes invasões são um entrave à regularização das áreas.

Os moradores de Nova Jerusalém já entraram em confronto com policiais mais de uma vez. Estiveram, também, em frente ao Palácio do Buriti reivindicando por moradia. Na segunda-feira, fecharam o Eixo Monumental e se reuniram com representantes do governo. Sem acordo, voltaram para casa a fim de recuperar os pertences, mas prometeram voltar hoje à Praça do Buriti.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Líderes vão brigar pelos reajustes dos servidores públicos

04pol11f1_800x483jpg_954Líderes dos blocos da Câmara Legislativa compraram a briga dos servidores públicos que estão com medo de perder o reajuste salarial conquistado no governo de Agnelo Queiroz. Em reunião com representantes de sindicatos, os distritais se comprometeram a pressionar o Executivo e o Tribunal de Justiça dos Distrito Federal (TJDF) pela manutenção dos reajustes.

Ao todo, o Ministério Público do DF questiona na Justiça 33 leis, aprovadas pela Casa na gestão passada, que beneficiam 130 mil servidores de 37 carreiras. O Ministério Público afirma que as normas aprovadas pelos distritais violam a Lei Orgânica do DF por não haver previsão orçamentária.

Os distritais criticaram a ação que contesta a constitucionalidade das normas. Segundo eles, todo o trâmite legal foi respeitado. “Iremos defender os servidores até o fim. Nós votamos acreditando que estava tudo dentro da legalidade e porque era justo. Somos parte desse processo e essa Casa estará com vocês”, declarou a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PDT), aos representantes presentes na reunião. Celina já acionou a Procuradoria da Casa para questionar a ação do Ministério Público.

Números

Atual presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (Ceof), Agaciel Maia (PTC), que estava na legislatura que aprovou o conjunto de reajustes, cobrou do Ministério Público os números que fundamentaram a ação. “Do jeito que chega a informação do MPDF tem que chegar a contra-informação, pois há diferenças entre orçamento e a expectativa de receita, que foi o que utilizamos para aprová-las”, afirmou Agaciel.

O líder do governo na Câmara Legislativa, Raimundo Ribeiro (PSDB), se comprometeu a conversar com responsáveis no governo.

PT se nega a votar outro projeto

O PT declarou que não votará nenhum novo projeto do governo até que a situação dos reajustes seja resolvida entre governo, Ministério Público e a Justiça. De acordo com os petistas, quando as propostas de reestruturação das carreiras foram votadas todos os estudos de arrecadação e expectativas de receitas foram apresentados, garantindo a viabilidade dos aumentos.

O ex-presidente da Câmara Legislativa Wasny de Roure (PT) afirmou que os parlamentares da legislatura passada, que continuam na Casa, não podem ser colocados pela Justiça na nulidade e que o diálogo com o governo deve ser aberto com os servidores.

“O governo passado entendia que era preciso que essas categorias fossem reestruturadas. Primeiro, temos que estar convencidos do que votamos. Não devemos atacar o MP, mas saber quais as bases para essas fundamentações”, declarou Wasny. “Eu sou um dos responsáveis pela aprovação e não vou fugir da minha responsabilidade”, completou.
Ricardo Vale (PT) questionou o Ministério Público por não ter entrado com a ação ainda na gestão passada. “Parece que essa é uma decisão mais política do que técnica, baseada nos problemas do atual governo”, criticou Ricardo Vale.
Os servidores devem se encontrar novamente com os distritais na próxima semana. Eles pretendem entrar com uma ação
conjunta.

A Câmara Legislativa aprovou, na sessão ordinária de ontem, o nome do servidor de carreira Vasco GonçalvesCunha para presidir o Banco de Brasília (BRB), o primeiro servidor do banco a comandá-lo.

Vasco Cunha afirmou que sua gestão dará prioridade a informatização interna e dos serviços para os clientes do BRB e a manutenção da oferta de crédito para clientes.

Vasco garantiu que está descartada a privatização do BRB, que hoje conta com 650 mil correntistas. Ele diz ainda que, ao contrário do governo, o banco está bem, do ponto de vista financeiro.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Alírio Neto critica veto à lei que previa o acesso da população às contas públicas

04pol13f1_800x532jpg_421O veto à lei aprovada na Câmara Legislativa que abria a senha do Sistema Integrado de Gestão Governamenta (Siggo) para todos os cidadãos  do DF é  uma promessa não cumprida pelo governador Rodrigo Rollemberg. Pelo menos é que o acha o ex-deputado distrital  Alírio Neto (PEN), autor do projeto.

“Fica claro que ele não vai honrar a palavra dele”, dispara Alírio, lembrando que, durante a campanha, Rollemberg prometeu colocar placas em áreas estratégicas da cidade para dar transparência às contas do governo.  Na época em que Alírio apresentou o projeto, houve quem dissesse que a ideia tinha sido copiada do então candidato ao governo.

Mesmo sem mandato, Alírio promete uma oposição ferrenha a Rollemberg. Mas disse que dará um prazo de cem dias ao governador para que dê respostas às promessas. O ex-deputado diz que, até agora, o que tem visto é um “estelionato eleitoral”.

Alírio  ainda não circulou pela Câmara nesta legislatura. Aproveitou os primeiros dias do ano para tirar férias e viajar. Mas, enquanto aguarda o primeiro período da gestão de Rollemberg, planeja conversar com os distritais, para que considerem derrubar o veto à lei aprovada na Casa.

Tradução dos dados

O governo pretende “traduzir” as informações disponibilizadas pelo sistema para divulgá-las à população. Argumentam que os dados da forma como são disponibilizados pelo  Siggo é de difícil leitura. Hoje, apenas técnicos do GDF e deputados têm acesso aos números.

“O Governo do DF está se alinhando para disponibilizar tais informações no Portal da Transparência, pois o Siggo é extremamente técnico, de modo que todos os dados necessitam de um tratamento especial para melhor leitura pela população”, explicou o secretário da Fazenda, Leonardo Colombini, à Câmara,  semana passada.

Colombini disse ainda que o governo estuda a implementação do que chamou de “Siggo Cidadão”, uma plataforma similar, de leitura mais fácil, o que, nas palavras dele, “supriria a carência dessas informações por parte da sociedade e tornaria a visualização das contas mais transparente.”

Sair da linha de frente para ter independência

Para garantir independência e “falar o que quiser”, Alírio planeja até licenciar-se da presidência do PEN no DF. A distrital do partido – Luzia de Paula – está alinhada com o governador e o ex-deputado diz que não quer atrapalhar os planos dela. “Vamos reformular o partido”, resumiu.

Ele faz questão de dizer que não faz parte do governo, a exemplo da companheira de legenda. “Não faço parte desse estelionatário que aplicaram em Brasília. Pode pintar de ouro na minha frente, que eu não concordo”, frisa.

O ex-deputado diz que o governador não pode mais colocar a culpa dos atuais problemas do DF no ex-governador Agnelo Queiroz, do qual Alírio foi aliado. “Dizer que não sabia que os problemas do DF existiam é uma grande mentira. Todo mundo sabia”, sustenta.

“Preocupado”

Sem poupar críticas à atual gestão, Alírio, que  no segundo turno declarou apoio ao então candidato ao GDF, Jofran Frejat, enumera as promessas que Rollemberg até agora não cumpriu. “A gente tem que achar uma forma de a população cassar uma pessoa que não cumpre o que promete depois de eleito”, observa.

Para ele, o atual governador prometeu que não aumentaria os impostos, que faria  eleição para administrador regional e que reduziria o número de comissionados. . “Demagogos e oportunistas”, ataca, para repetir que nada foi cumprido.

Sequência de problemas

Assim que Rollemberg foi eleito, Alírio antecipou-se à apresentação do projeto que abria o Siggo para a população. Na época, ele disse que sua intenção era “ajudar” o governador a cumprir as promessas de campanha.

Na mesma época, Alírio lançou uma campanha nas redes sociais, exigindo que os administradores regionais não fossem escolhidos a partir de indicação política, mas por eleição direta, conforme prometera Rollemberg, durante a campanha.

Foi Alírio também o autor da lei que obrigava o governador a submeter à Câmara Legislativa as criações e extinções de cargos e órgãos na administração pública. O Ministério Público entrou com ação e a lei foi considerada inconstitucional.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

 

Remoção no Sol Nascente reflete nova estratégia

04cid9f1_800x531jpg_389O segundo dia da nova etapa de derrubadas na ocupação irregular do Condomínio Habitacional Sol Nascente, em Ceilândia, terminou com certa rendição dos moradores. Diferentemente do primeiro dia – que teve confronto com a polícia, barricadas, uso de bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e manifestações –, a resistência durou apenas as primeiras horas da manhã de ontem e deu lugar ao choro de quem viu as casas se transformarem em entulhos.

Pelo menos 335 construções irregulares foram derrubadas na área conhecida como Nova Jerusalém. Ao todo, 453 famílias devem ser realocadas, segundo a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis). Neste número estão incluídas as 57 residências derrubadas na primeira ação, em fevereiro.

A Agefis prevê que a operação de reintegração de posse em Nova Jerusalém termine hoje. Naquele local, o Governo do Distrito Federal pretende fazer obras de infraestrutura, com um orçamento já aprovado de R$ 41 milhões oriundos da Caixa Econômica Federal.

Migração

Considerado um dos principais destinos migratórios do País, o Distrito Federal concentra hoje mais de 1,3 milhão de pessoas vindas de outros estados. Porém, uma parcela deste total, desempregada e sem condições de pagar um aluguel, apela para a invasão de terras públicas. Em 64 ocupações ilegais do DF, entre elas a do Sol Nascente, há 163 mil lotes apossados irregularmente, com um total de aproximadamente 550 mil habitantes, segundo a Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab).

A nova gestão da Agefis, contudo, pretende desocupar as áreas o quanto antes. A ideia nesta gestão, ressalta a responsável pela agência, Bruna Pinheiro, é coibir o surgimento de novas invasões. Para isso, os 140 auditores do órgão estão trabalhando em cima de prioridades.

“Nossa equipe é pequena diante da demanda. Então, focamos nos locais invadidos que têm sido prejudiciais à população dos arredores”, esclarece. Como exemplo, ela cita justamente a invasão removida no Sol Nascente. “Em alguns lugares, devagarzinho estamos sentido a mudança. O primeiro levantamento que fizemos desse local foi ainda em janeiro. Uns 15 dias depois já tinha o dobro de barracos”, aponta.

Drenagem poderá ser iniciada

Segundo a diretora-presidente da Agefis, Bruna Pinheiro, a ocupação irregular estava prejudicando pelo menos 1,5 mil residências do Setor Sol Nascente, que não estavam recebendo drenagem. “Sem a drenagem, não se faz o asfalto. E sem asfalto, não se faz o meio-fio, e, sem meio-fio, não tem calçada. É uma escala de projetos que são interrompidos quando há uma invasão”, destaca.

Por isso, lamenta, “Brasília vive uma realidade muito triste para uma cidade que foi planejada”. E pede à população: “uma coisa que nos ajuda muito é a denúncia. Quando a gente pega a construção ainda nos primeiros tijolos, nosso trabalho rende mais”.

O diretor de Regularização Fundiária da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Cristian Viana, calcula que em cada uma das cidades do DF há, pelo menos, uma ocupação irregular. “E tem locais, como Planaltina, que possuem uma concentração muito grande de invasões”, salienta.

Por isso, nos próximos quatro anos, o trabalho da companhia será feito em parceria com a Agefis e outros órgãos. “Isso demanda estudos e tempo. Mas nossa intenção é retirar o quanto antes os moradores que estão vivendo em áreas de interesse social”, diz. Ele ressalta que as constantes invasões são um entrave à regularização das áreas.

Os moradores de Nova Jerusalém já entraram em confronto com policiais mais de uma vez. Estiveram, também, em frente ao Palácio do Buriti reivindicando por moradia. Na segunda-feira, fecharam o Eixo Monumental e se reuniram com representantes do governo. Sem acordo, voltaram para casa a fim de recuperar os pertences, mas prometeram voltar hoje à Praça do Buriti.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Líderes vão brigar pelos reajustes dos servidores públicos

04pol11f1_800x483jpg_954Líderes dos blocos da Câmara Legislativa compraram a briga dos servidores públicos que estão com medo de perder o reajuste salarial conquistado no governo de Agnelo Queiroz. Em reunião com representantes de sindicatos, os distritais se comprometeram a pressionar o Executivo e o Tribunal de Justiça dos Distrito Federal (TJDF) pela manutenção dos reajustes.

Ao todo, o Ministério Público do DF questiona na Justiça 33 leis, aprovadas pela Casa na gestão passada, que beneficiam 130 mil servidores de 37 carreiras. O Ministério Público afirma que as normas aprovadas pelos distritais violam a Lei Orgânica do DF por não haver previsão orçamentária.

Os distritais criticaram a ação que contesta a constitucionalidade das normas. Segundo eles, todo o trâmite legal foi respeitado. “Iremos defender os servidores até o fim. Nós votamos acreditando que estava tudo dentro da legalidade e porque era justo. Somos parte desse processo e essa Casa estará com vocês”, declarou a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PDT), aos representantes presentes na reunião. Celina já acionou a Procuradoria da Casa para questionar a ação do Ministério Público.

Números

Atual presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (Ceof), Agaciel Maia (PTC), que estava na legislatura que aprovou o conjunto de reajustes, cobrou do Ministério Público os números que fundamentaram a ação. “Do jeito que chega a informação do MPDF tem que chegar a contra-informação, pois há diferenças entre orçamento e a expectativa de receita, que foi o que utilizamos para aprová-las”, afirmou Agaciel.

O líder do governo na Câmara Legislativa, Raimundo Ribeiro (PSDB), se comprometeu a conversar com responsáveis no governo.

PT se nega a votar outro projeto

O PT declarou que não votará nenhum novo projeto do governo até que a situação dos reajustes seja resolvida entre governo, Ministério Público e a Justiça. De acordo com os petistas, quando as propostas de reestruturação das carreiras foram votadas todos os estudos de arrecadação e expectativas de receitas foram apresentados, garantindo a viabilidade dos aumentos.

O ex-presidente da Câmara Legislativa Wasny de Roure (PT) afirmou que os parlamentares da legislatura passada, que continuam na Casa, não podem ser colocados pela Justiça na nulidade e que o diálogo com o governo deve ser aberto com os servidores.

“O governo passado entendia que era preciso que essas categorias fossem reestruturadas. Primeiro, temos que estar convencidos do que votamos. Não devemos atacar o MP, mas saber quais as bases para essas fundamentações”, declarou Wasny. “Eu sou um dos responsáveis pela aprovação e não vou fugir da minha responsabilidade”, completou.
Ricardo Vale (PT) questionou o Ministério Público por não ter entrado com a ação ainda na gestão passada. “Parece que essa é uma decisão mais política do que técnica, baseada nos problemas do atual governo”, criticou Ricardo Vale.
Os servidores devem se encontrar novamente com os distritais na próxima semana. Eles pretendem entrar com uma ação
conjunta.

A Câmara Legislativa aprovou, na sessão ordinária de ontem, o nome do servidor de carreira Vasco GonçalvesCunha para presidir o Banco de Brasília (BRB), o primeiro servidor do banco a comandá-lo.

Vasco Cunha afirmou que sua gestão dará prioridade a informatização interna e dos serviços para os clientes do BRB e a manutenção da oferta de crédito para clientes.

Vasco garantiu que está descartada a privatização do BRB, que hoje conta com 650 mil correntistas. Ele diz ainda que, ao contrário do governo, o banco está bem, do ponto de vista financeiro.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Jean Wyllys fala sobre saúde e gênero na abertura da Semana da Mulher, na Defensoria Pública do Distrito Federal

semana-da-mulherO deputado federal Jean Wyllys (PSOL) participa da abertura da Semana da Mulher, como atividade da semana do Dia Internacional da Mulher, nesta terça-feira 03.03, das 9h às 12h, no auditório da Escola de Assistência Jurídica (Easjur) da Defensoria Pública do Distrito Federal. A mesa redonda “Direito à saúde sob uma perspectiva de gênero” abordará a violência obstétrica no país, seja na gestação, no parto ou no atendimento em casos de aborto.

Além de Jean Wyllys, que é autor do projeto de lei do parto humanizado ( PL 7633/14), estarão presentes a médica epidemiologista pela Universidade da Carolina do Norte (EUA), Daphne Rattner, presidente da Rede pela Humanização do Parto e Nascimento – ReHuNa e integrante da diretoria da Internacional MotherBaby Childbirth Organization – IMBCO; a professora da faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) Camila Prando,; a coordenadora-geral da Saúde da Mulher da Secretaria de Políticas para as Mulheres/Presidência da República Rurany Silva; e Marise Nogueira, secretária de Política para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do DF.

Segundo a Defensoria Pública, a capacidade máxima do espaço é de 100 pessoas, com prioridade por ordem de chegada.

Direito de escolha

Pelo projeto, toda gestante tem direito à informação e à escolha. Desde a descoberta da gravidez, a mulher fará jus à elaboração de um plano individual de parto. Nesse documento, ficarão registradas todas as suas opções, como as equipes de acompanhamento, sempre que possível, o tipo de parto que prefere e o local onde quer que ocorra. Qualquer alteração no plano deverá ser anotada no prontuário pelo médico responsável com a justificativa clínica da mudança.

A grávida também poderá contar com um acompanhante durante todo o processo. Terá ainda o direito de contratar profissional auxiliar de parto que será autorizado a executar ações suplementares às equipes da unidade de saúde.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Em Ceilândia Operação Tapa-Buracos contempla a comunidade do Privê

download (1)Programa já atendeu várias regiões da cidade com o tapamento de buracos, a poda de árvores e a limpeza de áreas próximas a escolas

(Brasília, 03 de março de 2015) – A comunidade da região do Privê foi contemplada com a Operação Tapa-Buracos realizada pela Administração de Ceilândia. As benfeitorias atendem as novas medidas adotadas pela Administração para melhorar a infraestrutura da cidade, com a poda de árvores, o desentupimento de bocas de lobo, a limpeza de áreas públicas, principalmente próximas a escolas em função do inicio do ano letivo.

Para o administrador de Ceilândia, Vilson José, a meta é trabalhar com equipes em toda a cidade para monitorar quais locais precisam de mais atenção, além de pedir a colaboração da população, em levar demandas da comunidade à Administração. “Estamos com equipes nas ruas fazendo o serviço, mas é importante que a população também dê a sua colaboração, como não jogar lixo em locais inapropriados, ou resto de entulhos em áreas públicas”, ressalta o administrador.

A dona de casa Edileusa Sampaio, de 52 anos, diz que a iniciativa da Administração da cidade em atender as demandas da população é um sinal de que o governo está interessado em trabalhar para o povo. “ Minha rua estava esburacada há anos. Espero que essa ação atenda não só a minha quadra, mas que chegue a toda a Ceilândia”, elogia a moradora.

Monitoramento – Além da Operação Tapa-Buracos, a Administração de Ceilândia vai seguir um cronograma de benfeitorias na cidade. Para isso, a administração faz um levantamento constante das necessidades da comunidade, mas reforça à população da necessidade de informar sobre problemas encontrados na infraestrutura da sua região.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Administração Regional de Ceilândia

- Publicidade -
- Publicidade -