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Reunião fora de hora

Raad-MassouuhUma reunião fora de hora chamou a atenção de servidores na CLDF. Em pleno sábado (20), o distrital Raad Massouh (PPL) convocou seus assessores, funcionários e correligionários para uma reunião na sede do legislativo. Segundo fonte, o parlamentar quis reunir toda a equipe para apresentar as estratégias de sua defesa no processo aberto pela Comissão de Ética, em que é acusado de repasses irregulares em emenda orçamentária de sua autoria. Raad explicou a situação e pontuou estratégias de enfrentamento do problema, afinando o discurso da equipe, que não pode parar. Para isso, rolou até uma palestra motivacional para manter todos na ativa. O relator do caso só será conhecido no dia (2/5). Será que dessa vez o deputado vai apresentar sua defesa antecipada como fez enquanto o caso estava na Corregedoria?

Fonte: Coluna ons e offs

Troca de partido

wellington luizUma saia justa contribuiu para afastar do PPL o distrital Wellington Luiz, que vê com bons olhos a possibilidade de se transferir para o PMDB. É que a executiva do partido se reuniu e, sem a presença de Wellington, decidiu indicá-lo para a relatoria ad hoc do processo a ser aberto contra o companheiro de legenda Raad Massouh. O deputado achou que sairia queimado da história. E em período pré-eleitoral.

Wellington Luiz, em tese, pode deixar o PPL sem temer pelo mandato. É que ele se elegeu pelo PSC, mas o abandonou para criar justamente o PPL. A Justiça Eleitoral reconhece que, nesse caso, não vale a fidelidade partidária. Já para deixar o novo partido, não se aplicaria o princípio, pois ele não se elegeu pelo PPL. Acontece que tanto os partidos recém-criados quanto o Ministério Público Eleitoral podem, também em tese, tentar a recuperação do mandato. O caso de Wellington seria um teste para esse princípio.

Fonte: Coluna do alto da torre / Jornal de Brasília

Pesquisa para Deputado Federal no DF

jose-roberto-arrudaPara deputado federal, a pesquisa estimulada aponta favoritismo do ex-governador José Roberto Arruda. Nada menos do que 25,6% dos entrevistados — um em cada quatro, portanto — votariam em Arruda. O segundo lugar, com 12,17%, ficaria com a atual deputada Jaqueline Roriz, e a seguir estaria outro integrante da bancada, Izalci Lucas, com 4,75%. A seguir vêm, pela ordem, Érika Kokay, Wasny de Roure, Ronaldo Fonseca, Patrício, Augusto Carvalho, Agaciel Maia, Policarpo e Olair Francisco.

A pesquisa, com 1.200 entrevistados, foi feita pela Cristal Análise de Pesquisa, Mercado e Opinião. Está registrada na Justiça Eleitoral sob o número 12.939 de 2013. Os dados foram colhidos de 13 a 16 de abril.

Fonte: Coluna do alto da torre / Jornal de Brasília

Pesquisa para o Senado no DF

REGUFFEPesquisa que acaba de ficar pronta mostra disputa relativamente apertada pela cadeira de senador do Distrito Federal. O atual deputado José Antônio Reguffe aparece com 23,42% enquanto o senador Gim Argello, que estará renovando o mandato, tem 19,17%. Os dois estão bem acima dos demais nomes colocados. Geraldo Magela teria 10,17%, Chico Leite ficaria com 9,42% e Alberto Fraga, 6,83%. Outros nomes sugeridos, somados, iriam a 5,75%. Não souberam responder 25,25% dos entrevistados.

A pesquisa, com 1.200 entrevistados, foi feita pela Cristal Análise de Pesquisa, Mercado e Opinião. Está registrada na Justiça Eleitoral sob o número 12.939 de 2013. Os dados foram colhidos de 13 a 16 de abril.

Fonte: Coluna do alto da torre / Jornal de Brasília

Roriz reaparece, é afagado… e o Buriti acende sinal amarelo

rorizQuando se acredita sejam definidas as primeiras pré-candidaturas ao Palácio do Buriti no pleito do próximo ano –, está longe. Mas nem por isso os ingredientes do processo eleitoral começam a tomar forma no corpo de velhos caciques.

Quem acompanha a política na capital da República, sabe disso. E o exemplo de que as misturas começam a ganhar em densidade pode ser sentido com as últimas aparições do ex-governador Joaquim Roriz (sem partido), que voltou ao cenário político com desenvoltura.

Com o ressurgimento de velhas cores partidárias, ninguém pode descartar surpresas no cenário para as eleições de 2014. Apesar de afirmar e reafirmar sua intenção de postulante à cadeira do governador Agnelo Queiroz, principalmente como forma de encerrar sua carreira política, Roriz admite entreouvidos que problemas na Justiça incomodam, e bastante, os seus planos.

Entretanto, experiente como é, o Velho avança no território alheio e começa a mexer as peças no tabuleiro do xadrez da sucessão. Os eventos em que Roriz tem sido visto publicamente fazem parte dessa estratégia.

Nos dois últimos, especificamente, o ex-governador conseguiu atrair os holofotes sem muito esforço: na reaproximação com o ex-aliado e atual vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB) e, depois, durante a missa que celebrou o aniversário de sua filha caçula, a distrital Liliane Roriz (PSD), possível herdeira de seu espólio eleitoral.

Os dois momentos, ocorridos dentro de igrejas, mostraram que a figura de Roriz, mesmo sem a certeza da candidatura em 2014, pode incomodar os adversários. No caso da missa em homenagem a Liliane, o prestígio dele contribuiu para atrair para a solenidade grandes lideranças políticas da cidade.

A missa pela passagem de mais um aniversário de Liliane não foi marcada apenas pela hóstia. Lá esteve gente que cumpriu antigas penitências e foi mostrar que está aberta a consagração de amplas alianças. A título de ilustração, pela igreja passaram três ex-governadores (Maria de Lourdes Abadia, Rogério Rosso e José Ornellas).

Não bastasse isso, fazendo o papel de afilhados reconhecidos pelos frutos colhidos no passado, também apareceram Gim Argello, Luiz Estevão, Adelmir Santana e Luiz Pitiman, este, uma espécie de Judas dentro do PMDB, que vira e mexe faz o papel do patinho feio que navega perigosamente em águas destinadas a cisnes reais, sem que saiba nadar. Isso sem falar na quase totalidade dos deputados distritais, muitos deles integrantes da base de Agnelo na Câmara Legislativa.

O ressurgimento de Roriz às vésperas do momento eleitoral, e ainda ladeado de lideranças políticas, redesenha por completo o cenário para o ano que vem. As pinceladas estão sendo dadas como se verdadeiros gênios da pintura tivessem a atribuição de pintar um quadro sem manchas.

Os modelos dessa ilustração aparecem se dando as mãos. Não são uma mera analogia as pazes feitas entre Roriz e Filippelli. Os dois já foram aliados históricos, e essa reaproximação ameaça não apenas o tempo de televisão que o PMDB garantiria ao PT na renovação da aliança majoritária. Elas também deixam uma interrogação no ar sobre a atual base de sustentação do governo petista na Câmara Legislativa. Poucos distritais são considerados verdadeiramente fiéis pelo Partido dos Trabalhadores. Os outros, para o PT, são meramente aliados de conveniência.

Essa falta de fidelidade dá brecha para se repetir o que vem ocorrendo desde a eleição do ex-governador José Roberto Arruda, quando ele saiu vitorioso na corrida para o Buriti: a repentina debandada da base daquele grupo que entra governo e sai governo, mas continua no poder.

Na eventualidade de Joaquim Roriz receber o aval da Justiça e se candidatar, ou mesmo que consiga emplacar um aliado forte para disputar o Buriti com chances de vitória, o governo petista terá muito com o que se preocupar.

É por essas e outras que o sinal amarelo já foi ligado.

Por José Seabra

Fonte: Notibras

Expulsão

pitimanPitiman tanto fez que conseguiu dar um jeito para sair em busca de um novo partido, sem ser punido com a perda do mandato. No PMDB já é voz corrente que ele será expulso.

Com informações do Notibras

PMDB em busca de filiados

Paulo OctavioSigla tem sondado representantes da política local para reforçar os quadros de olho nas eleições do próximo ano. O ex-governador Paulo Octávio é um dos nomes que podem integrar a legenda e disputar o pleito em 2014.

Filiado ao DEM, Paulo Octávio estuda a possibilidade de migrar para o PMDB e disputar vaga de distrital.

A seis meses de terminar o prazo para as filiações partidárias que vão vigorar nas eleições de 2014, algumas legendas se mobilizam para montar suas nominatas. O PMDB do vice-governador Tadeu Filippelli é uma das siglas que prepara configuração para a corrida das urnas do ano que vem. Nos últimos dias, Filippelli, que comanda o partido no DF, fez alguns convites estratégicos. Entre os sondados, o distrital Wellington Luiz (PPL), o suplente de deputado federal Augusto Carvalho (MD) e o empresário Paulo Octávio (DEM), que, nos últimos tempos, tem se aproximado da base do governador Agnelo Queiroz (PT).

Incluída no calendário de comemoração do aniversário de Brasília, a abertura da exposição JK e o Brasil Campeão, no Memorial JK, no último domingo, foi cenário de representativa movimentação política no DF. O evento cujos anfitriões foram o ex-vice-governador Paulo Octávio e a mulher dele, Anna Christina Kubitschek, contou, em dia de agenda lotada, com a presença do governador Agnelo e do vice.

O ato público dá sequência a uma costura que tem sido trabalhada nos bastidores. Eleito vice-governador na chapa de José Roberto Arruda em 2006, Paulo Octávio prepara-se para voltar à política. Embora não admita publicamente que vai ser candidato, tem estudado e conversado sobre a hipótese com pessoas próximas. Entre as alternativas, o empresário poderá se candidatar a deputado distrital. Em 2006, ele licenciou-se do mandato de senador para concorrer ao governo.

Embora já tenha sido eleito para o Senado e, por duas vezes, deputado federal, Paulo Octávio deve confirmar candidatura em 2014 para a Câmara Legislativa. A correligionários, ele tem dito que quer experimentar cargo inédito em sua carreira política, oportunidade ainda de estar mais ligado ao eleitorado, já que o deputado distrital mantém contato mais direto com a comunidade. Apostar em voo mais baixo é também uma forma de não correr riscos quando será aferido nas urnas rescaldo das avarias que a Caixa de Pandora provocaram no perfil político de quem teve o nome citado no escândalo.

Ainda filiado ao DEM, Paulo Octávio deverá mudar de partido nos próximos meses, e uma das possibilidades é o PMDB. Há um mês, ele recebeu o convite do presidente nacional do partido, senador Valdir Raupp (RO), e do local, o vice-governador Filippelli, que tem pessoalmente feito a corte ao empresário. Além do evento no Memorial JK no último domingo, Filippelli prestigiou a inauguração da concessionária Bali Aeroporto, da organização Paulo Octávio. Além do PMDB, outros sete partidos foram representados no evento. Uma definição sobre a sigla que vai adotar para retornar à política, no entanto, só ocorrerá mais adiante, provavelmente no segundo semestre.

Sem espaço
Quem também recebeu convite diretamente de Filippelli para engrossar as fileiras do PMDB no DF foi o distrital Wellington Luiz. Atualmente, o deputado está filiado ao PPL, sob o comando no DF do diretor-geral do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), Marco Antonio Campanella. Nos últimos meses, Wellington passou a se sentir sem espaço na legenda. Com base na Polícia Civil, o deputado assumiu alguns posicionamentos contrários ao governo na negociação com a categoria. Os embates foram sempre recriminados pelo comando do PPL, alinhado com o Executivo.

A situação deixou Wellington desconfortável e em busca de alternativa. Está quase certo que ele se filie, agora, ao PMDB de Filippelli, em que, embora reduto governista, ele considera que haverá mais margem de atuação política. “É bem possível que esse seja o meu destino. Mais alguns dias e a decisão estará tomada”, confirmou Wellington, que aguarda o retorno do vice-governador de uma viagem para a formalização do ingresso no PMDB.

Na meta de ampliar a legenda com nomes de tradição na política candanga, Filippelli também chamou para a sigla o suplente de deputado federal Augusto Carvalho. A partir da fusão do PPS com o PMN, que resultou na criação do Movimento Democrático, Augusto entrou também em zona de desconforto. Um dos acordos para a formação da nova agremiação é que 40% dos postos de comando no diretório local do partido sejam ocupados por representantes do PPS, outros 40% fiquem reservados para indicação pelo PMN e o restante (20%) entregue a novos filiados.

Nessa configuração de partilha de poder, Jaqueline Roriz, única deputada federal pelo DF do recém-criado MD, deve ainda agregar tempo de televisão e fundo partidário à legenda, de acordo com regra da Justiça Eleitoral segundo a qual os novos partidos têm direito a usar o tempo de tevê e a cota do fundo partidário dos filiados egressos de outras legendas.

A deputada federal — com quem Augusto não tem afinidade — pode assumir inclusive a presidência regional do MD. O fato poderia tornar a permanência dele insustentável na legenda. Uma alternativa seria, então, o PMDB. O suplente tem 30 dias para resolver se quer deixar o partido, prazo estabelecido entre as regras da fidelidade partidária quando da formação de uma sigla.

Represália

No último dia 12, Agnelo exonerou o petista Geraldo Magela da secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano para que retornasse à Câmara dos Deputados. O objetivo era tirar o mandato de Augusto Carvalho, que é suplente e depende de um arranjo político para permanecer no cargo. A medida foi em resposta ao ainda existente PPS, que vinha fazendo críticas públicas a gestão petista.

Por Ana Maria Campos e Lilian Tahan

Fonte: Correio Braziliense – 23/04/2013

Congresso Regional do PSB-DF

congresso psb 13

As perguntas do questionário: regras de formulação II

pesquisa eleitoralNa primeira parte deste texto analisamos mais detidamente a questão das diferenças existentes entre a pergunta dicotômica e a de alternativas graduadas.

Como foi dito no artigo anterior, ao formular a pergunta deve-se ter em mente as alternativas possíveis de resposta. Portanto, a natureza da questão que desejamos conhecer determina a forma da pergunta.

A natureza da questão que desejamos conhecer determina qual será a forma da pergunta.

Se a questão somente admite duas respostas que são mutuamente exclusivas, a formulação deverá ser dicotômica. Se, por outro lado, a questão admite respostas que variam numa escala de mais a menos, a formulação deverá ser feita com alternativas graduadas, tantas quantas forem as possibilidades mais freqüentes de escolha.

Perguntas fechadas e abertas

Normalmente, a maioria das perguntas de um questionário são “fechadas”. Perguntas fechadas são aquelas em que todas as possibilidades de resposta são oferecidas ao entrevistado. Em outras palavras, o elenco de alternativas é limitado e o entrevistado deverá enquadrar-se em uma delas ou optar por não responder, ou ainda declarar que “Não Sabe”.

Perguntas abertas, por outro lado, são aquelas em que, não sendo oferecidas as alternativas de resposta, feita a pergunta, o entrevistado dá livremente a sua resposta, que é transcrita pelo entrevistador.

Em tese, comparando-se as duas, sempre seria preferível trabalhar com perguntas abertas. Elas permitem ao entrevistado expressar seu pensamento de maneira absolutamente livre, com suas próprias palavras. Portanto, elas sempre serão mais fiéis ao que o entrevistado pensa e sente. Em tese porque no mundo real de uma campanha eleitoral esta possibilidade praticamente não existe. O problema reside no fato de que as informações assim produzidas não podem ser aproveitadas sem um prévio, embora longo e complexo, trabalho de processamento.

A pergunta sendo aberta, em princípio, cada entrevistado pode dar uma resposta diferente à mesma questão, diferente não apenas na orientação (positiva/negativa por exemplo), mas diferente nas palavras e termos que usa. Será necessário, então, reduzir cada uma das respostas na sua “forma bruta”, a categorias mais gerais, dentro das quais o analista tomará a decisão de enquadrar uma a uma.

Em outras palavras, as alternativas de resposta serão construídas a partir da massa de declarações feitas pelos entrevistados. Não apenas aumenta-se em muito o custo da pesquisa, como o tempo de seu processamento, e, o que é mais grave ainda, o risco de “erro não amostral” implícito no poder dado ao analista para situar a “resposta bruta” dentro das categorias gerais que ele cria.

Por estas razões, em pesquisas eleitorais usam-se poucas, muito poucas perguntas abertas. Esta situação novamente remete o problema à competência de quem elabora o questionário, para fazer perguntas fechadas que contenham as principais alternativas de resposta possíveis. Ao formular uma pergunta fechada deve-se ter esta certeza.

Há duas formas de acautelar-se contra o risco de formular alternativas de resposta que não correspondam aos sentimentos e opiniões dos eleitores: o pré-teste do questionário e o uso da pergunta semi-aberta.

O pré-teste e a pergunta semi-aberta

O pré-teste é o procedimento de aplicar o questionário a uma amostra pequena de entrevistados

O pré-teste, como o nome já indica, é o procedimento de aplicar o questionário a uma amostra pequena de entrevistados, com o objetivo de avaliar se as formulações foram entendidas, se as alternativas de resposta correspondem aos principais sentimentos e opiniões, permitindo assim, num breve espaço de tempo, produzir as correções necessárias.

Em campanhas eleitorais, nem sempre haverá a possibilidade de proceder desta forma. O responsável da pesquisa, sendo uma pessoa experiente e informada sobre o contexto político da eleição, poderá, sem maiores riscos, dispensar este procedimento.

A pergunta semi-aberta funciona como uma válvula de segurança. Naquelas questões em que o pesquisador não se sente seguro de que as alternativas oferecidas cobrem adequadamente as respostas mais freqüentes, ele pode incluir, ao final do elenco de alternativas, a possibilidade residual “outra”. Isto é, se o respondente não se enquadrou em nenhuma das alternativas oferecidas, resta-lhe ainda a possibilidade de escolher a alternativa “outra” e dizê-la, com suas próprias palavras.

A alternativa de resposta “outra” é a incorporação da possibilidade de manter a pergunta aberta, para os que não se sentiram representados nas alternativas oferecidas.

A vantagem está no fato de que se evita perder informações, sem que os problemas operacionais da pergunta aberta tornem-se muito onerosos. Nestes casos, somente algumas perguntas terão esta possibilidade, e, mesmo nestas, a maioria dos respondentes deverá se acomodar nas alternativas oferecidas. Assim, os problemas operacionais ficam circunscritos a poucas perguntas e poucos casos.

Fonte: Política para políticos

Nota sobre o estado de saúde do prefeito Zé Neto

ze netoO Prefeto Zé Neto, depois de 3 (três) anos e 3 (três) meses à frente da administração da cidade de Planaltina-GO, sentiu o peso das várias frentes de lutas por ele desenvolvidas. O prefeito teve que ceder aos reclames do seu organismo e está se submetendo a uma “bateria” de exames sob responsabilidade do médico urologista Dr. Luiz Ângelo.

RELATÓRIO MÉDICO – NOTA À IMPRENSA:

“O Sr. José Olinto Neto se encontra em avaliação urológica. Apresenta bom estado de saúde e o quadro clínico é sugestivo, a princípio, de alterações miccionais decorrentes de aumento benigno da próstata. Após elucidação dignóstica, será iniciado tratamento específico.” Dr. Luiz Ângelo M. Martins CRM-GO nº. 12.519.

Ante ao quadro acima, o Prefeito Zé Neto se viu obrigado a licenciar-se pelo prazo de 60 (sessenta) dias, deixando a desafiadora tarefa de guiar os passos do nosso município ao seu vice Vilmar Popular, que com certeza fará uma excelente administração.

Fonte: ASCOM – Prefeitura de Planaltina-GO

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