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Direto do Facebook – Erika Kokay

erica kokayMe causa estranheza o fato de que nas várias faixas espalhadas na inauguração do Campus do IFB de Taguatinga, não exista menção ao Governo Federal, como se a realização fosse exclusiva do GDF. A ampliação das escolas técnicas em todo Brasil foi uma iniciativa do governo do Partido dos Trabalhadores. Das 11 escolas existentes até o governo FHC, passamos para 224 nos governos do companheiro Lula e da companheira Dilma!

Fonte: Facebook – 22/2/2013

Só na presidência

PAULO-OCTAVIOAinda filiado ao DEM, o ex-vice-governador Paulo Octávio confirma: “Fui convidado por vários partidos, inclusive para assumir a presidência regional, alguns da base aliada ao Buriti e outros de oposição”. Tem dado uma mesma resposta. Irá para “uma legenda que me assegure a total autonomia na sua condução, liberdade política para tomadas de decisões e independência em seu comando”. Será atendido.

Fonte: Do alto da torre

Para o time do GDF, agora é fazer ou fazer

agnelo_queiroz_19Houve dados encorajadores, mas também jogo duro na reunião de trabalho feita ontem para tratar da execução das prioridades definidas pelo governador. O chefe da Casa Civil, Swedenberger Barbosa, avisou aos secretários e presidentes de estatais que eles só tem duas alternativas  para este ano. Literalmente, agora é fazer ou fazer. Após listar os 50 projetos estruturantes da agenda, Berger advertiu que não adiantará nada inventar projetos novos. Simplesmente serão negados recursos para isso.

Mesmo assim, teve secretário saindo com os olhos brilhando da reunião. É que a turma conheceu os números fechados para as ações do Governo do Distrito Federal. As verbas do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, para a capital chegam a R$ 12 bilhões até o próximo ano. Já a execução da carteira de Projetos Estruturantes do Distrito Federal absorverá, só para 2013, nada menos do que R$ 3,02 bilhões.

Dentro do PAC, o Minha Casa Minha Vida, de moradia, ficará com R$ 5,6 bilhões. Transportes, o que incluirá a reforma do sistema público, com ônibus, expansão do metrô e tudo o mais, receberão R$ 5,5 bilhões.

Os secretários deram nota alta para a Junta de Execução Orçamentária, nos quesitos centralidade do governo e realização de ações. Atribui-se à Junta, composta pela Casa Civil, Secretaria de Planejamento e Secretaria de Fazenda,  um importante papel na reconstrução da imagem do Governo do Distrito Federal.

Fonte: Do alto da torre

O Poder – Falar em política é falar em poder

political-animals-imgEste é um conceito da vida diária que pode ser aplicado também em muitos outros aspectos da vida.

Nenhum conceito é mais usado na linguagem da política do que o de poder. Falar em política é falar em poder. Entretanto, este é um conceito da vida diária, que se aplica também para muitos outros aspectos da vida, diferentes da política.

Bertrand Russell diz que o “poder é a produção de efeitos desejados”

Além disso, poder é um conceito muito próximo de outros, particularmente do termo influência.

O que é, então, verdadeiramente o poder na política? Em que consiste? Qual a sua função na vida social? O que o distingue de outros termos assemelhados, como influência? Porque as sociedades organizam-se com base no poder e não em outros princípios? O poder pode ser visto como uma massa de energia que a sociedade coloca nas mãos do governante, dentro de marcos legais estabelecidos, para realizar os objetivos dos seus membros.

Esta massa de energia é composta de recursos financeiros, de ativos instalados e em operação (usinas, estradas, redes de energia etc), e de pessoal contratado para operar as instalações públicas e fazer a “máquina” do governo funcionar, em todas as suas frentes.

Quem comanda esta massa de energia detém o poder, comanda o governo, assumindo a responsabilidade pelo funcionamento do governo (provendo bens e serviços públicos para a população) e pelas suas realizações (tudo que é feito além do que já existia). Este é o poder político, em qualquer nível. O enunciado acima é válido para uma cidade, para um Estado assim como para o País.

Luta-se pelo poder exatamente para adquirir o comando desta “massa de energia”, com a qual torna-se possível realizar objetivos de natureza coletiva. Por sua própria natureza, o poder não convida, manda; não sugere, determina.

Há toda uma estrutura legal que legitima inclusive o “uso ou ameaça do uso da sanção física” para garantir que as decisões do poder (obtidas em respeito à Constituição) sejam cumpridas e obedecidas pelos cidadãos. Portanto, o poder é uma energia muito eficiente para realizar tarefas e para afetar o comportamento das pessoas.

Enquanto a influência, para induzir um comportamento, dependerá sempre da aceitação do influenciado, da sua anuência, o poder induz o comportamento desejado, independente da anuência, aceitação, boa ou má vontade do indivíduo afetado. A influência é sugestiva, o poder é autoritário, embora, numa democracia, seja o exercício de uma autoridade legítima, dentro dos marcos legais estabelecidos. Por que as sociedades se organizam com base no poder e não com base na influência? Porque a provisão de bens e serviços públicos, da qual depende a própria sobrevivência da sociedade, exige que o governo tenha capacidade de ação e meios à sua disposição para executá-los, mesmo contrariando interesses de sua população.

O governo deve realizar a provisão de bens e serviços públicos, da qual depende a própria sociedade

Ninguém gosta de pagar impostos e, se este pagamento fosse voluntário, não haveria como financiar o governo; ninguém gosta de ir para a guerra, e se esta decisão fosse voluntária, não se poderia organizar as Forças Armadas para a defesa nacional. Da mesma forma, todos gostariam de dirigir seus carros como bem entendem. Mas se isso ocorresse, o trânsito se tornaria um caos.

Os exemplos podem ser multiplicados, mas em todos os casos nos defrontaremos com a realidade de que, se a vida social tivesse a sua base fundada na influência, na persuasão, jamais haveria a certeza de que os bens públicos (saúde, educação, segurança, limpeza, transporte, investimentos etc) seriam providos à população.

Somente fundando-se a vida social no poder, pode-se ter segurança de que os serviços e bens públicos serão providos aos indivíduos, e que estes terão que adaptar seu comportamento às regras legalmente vigentes.

Segundo Bertrand Russell, na sua elegante definição, o “poder é a produção de efeitos desejados”. O poder é simplificador, é um “atalho”. Como ele se exterioriza por comandos, garantidos por sanções, a probabilidade de que tais comandos venham a ser observados e cumpridos é muito alta.

Esta é a razão porque os grupos sociais se organizam politicamente para conquistar o poder. Quem o conquista, ganha o governo, e, com ele, o poder. Em outras palavras, ganha o direito legítimo de usar aquela “massa de energia” para realizar os objetivos para os quais foi escolhido.

O competente exercício do poder, então, não é apenas um atributo ou qualificativo de uma liderança. Muito mais que isto, ele é um imperativo da sobrevivência da sociedade, do seu ordeiro regramento, e da vida civilizada.

Fonte: Política para Políticos

Antecipar o registro de candidaturas

mario benevidesO deputado federal Mauro Benevides (PMDB/CE) apresentou projeto para antecipar o período de convenções partidárias e registros de candidaturas eleitorais. A proposta fixa a data entre 1º e 31 de maio (ano eleitoral) para realização das convenções. Hoje, a data é de 10 a 30 de junho. Antecipa também o registro final em 5 de junho, sendo atualmente até 5 de julho. O objetivo é dar mais tempo de análise e ratificação para a justiça eleitoral examinar as condições de elegibilidade de cada candidatura, evitando casos como o da “Ficha Limpa”, onde só durante ou depois da campanha o candidato perdeu o direito à disputa. A questão é que, dessa forma, antecipa-se também a campanha, aumentando gastos e também a paralisia institucional do período eleitoral.

Fonte: Coluna ons e offs

Só ele decide

regufeAvisa o deputado brasiliense José Antônio Reguffe que ninguém tem poderes para negociar sua participação em composições eleitorais futuras. Vale para o cargo de senador em 2014.

Fonte: Do alto ta torre

PDT terá candidato ao governo em 2014

pdtO presidente regional do PDT, George Michel, assegura que o partido já se definiu por candidatura própria ao Palácio do Buriti. Nada de compor chapa encabeçada pelo atual governador Agnelo Queiroz.

Fonte: Do alto ta torre

Paulo Octávio na base do Buriti

PAULO-OCTAVIOMais do que desconfortável no DEM que chegou a presidir, o ex-vice-governador Paulo Octávio está com as malas feitas. Desembarcará em outro partido, de porte menor, a curto prazo. E não chegará como recruta. Deve assumir a sua presidência regional. Será, previsivelmente, um dos partidos da base de apoio ao Palácio do Buriti, que não está de forma alguma alheio às negociações.

Fonte: Do alto da torre

Traçando um perfil realista do eleitor médio IV: atalhos cognitivos

eleitorAvaliação da competência, o partido político e os fatores demográficos e a avaliação moral também atuam como como atalhos cognitivos, ou seja, fontes de conhecimento sobre política e governo para o eleitor médio.

Avaliação da competência como atalho cognitivo

Certos eleitores usam a avaliação de competência dos candidatos como um importante atalho cognitivo. Eles aplicam, o pouco tempo que dedicam aos assuntos políticos, mais neste tipo de avaliação do que nos projetos, propostas, planos de governo, partido, ideologia, ou ainda outros tipos de atalhos. Agem assim porque direcionam estrategicamente a sua decisão de voto para os resultados da ação de governo.

A avaliação de competência é, para eles, um indicador da capacidade de lidar com o governo e de fazer com que “as coisas aconteçam”. Para eles, governar é uma tarefa difícil, complexa, na qual de pouco adiantam as boas intenções apenas.

Agem como cautelosos investidores, e buscam, nas atitudes, comportamentos e biografia dos candidatos, aquele que lhes parece o mais qualificado para a função. O outro mecanismo, ainda que rudimentar e precário, que utilizam é extrapolar o julgamento de competência, de áreas com as quais estão familiarizados, para outras áreas que não lhes são familiares (o governo, por exemplo).Dois exemplos da política americana ilustram como estes atalhos foram manejados pelos eleitores, em situações reais.

Na vitória de Eisenhower em 1952, 7 anos após o fim da II Guerra Mundial, e já em plena guerra fria, com o conflito coreano em curso, a maioria dos americanos avaliou que, se Eisenhower tinha tido sucesso como comandante geral das Forças Aliadas na guerra, possuía competência suficiente para governar os EUA, e, sobretudo, lidar com os problemas internacionais.

Este é um exemplo em que o eleitor extrapolou o julgamento de uma área que conhecia (desempenho de Eisenhower na guerra) para uma área que pouco conhecia, governar o país. O outro exemplo, refere-se à atitude do candidato, como um indicador de sua competência. Em 1972, o senador democrata George McGovern disputava contra o republicano Richard Nixon a presidência dos Estados Unidos. McGovern perdeu as chances de competitividade, quando se mostrou hesitante, inseguro, indeciso, depois que foi revelado que seu companheiro de chapa, o Senador Thomas Eagleton, tinha se submetido a tratamento com eletrochoque, quando jovem.

A vitória de Eisenhower em 1952, 7 anos após o fim da II Guerra Mundial, foi fruto de um atalho cognitivo do eleitorado

A hesitação em tomar posição, defender seu companheiro, denunciar a baixeza do ataque, e tranqüilizar a nação, fez com que grande parte dos que o apoiavam julgassem que ele não estava à altura do cargo, e que não possuía a competência e qualificação que para ele se exige. Uma atitude, ou não atitude, frente a uma situação crítica, foi suficiente para servir de indicador de falta de competência. E o julgamento sobre a competência foi o atalho cognitivo para a decisão do eleitor.

O partido político e os fatores demográficos como atalho cognitivo

O fato de que muitos eleitores desenvolvem uma identidade e fidelidade partidária, ou, pelo menos, uma simpatia maior por um partido político, é um outro tipo de atalho cognitivo. Esta atitude – fidelidade, simpatia partidária – implica em que o eleitor não encara cada eleição como uma nova oportunidade de escolha, como uma realidade única que se fecha sobre si mesma.

Ao contrário, aquela eleição se encadeia com uma seqüência de eleições anteriores, com uma tradição pessoal de voto. É certo que, esta relação entre partido e voto, é variável. Em sistemas políticos onde os partidos são fortes e institucionalizados, esta relação é muito consistente, e os partidos funcionam como eficientes atalhos.

Já sistemas políticos onde os partidos não se enraizaram na sociedade, e os eleitores preferem votar em candidatos a votar em partidos – como é o caso brasileiro – a função de atalho é muito limitadamente executada pelos partidos. O partido somente funcionará como atalho para aquela minoria de eleitores que possui fidelidade partidária, ou forte simpatia por ele.

Por isso, as pesquisas políticas indicam:

que o eleitor brasileiro vota predominantemente “na pessoa do candidato” em detrimento “do partido do candidato”;
que, para a maioria dos eleitores, a “influência consentida”, (isto é, a pessoa em quem confia para checar e validar informações) é, predominantemente, alguém do seu entorno – familiares e amigos;
que, em segundo lugar, como influência consentida, aparecem os comentaristas políticos, jornalistas e radialistas;
e, que, finalmente, bem abaixo, nesta escala, encontram-se os líderes políticos.

Dados demográficos também operam como atalhos, para certos eleitores. Preferências, preconceitos, pressupostos, associados a características demográficas como sexo, idade, raça, religião, condição econômica, nível cultural, podem ser usados como critérios para exclusão de alguns candidatos, e de seleção de outros. Nestes casos o atalho funciona como um previsor de atitudes, comportamentos e linha política. Inferem, estes eleitores, da condição demográfica do candidato as suas preferências políticas e programáticas, assim como as probabilidades de que se mantenha dentro das prioridades do eleitor que adota este atalho.

Nos EUA este tipo de atalho assume a forma de voto étnico: os negros “devem” eleger negros, os latinos “devem” eleger latinos, os asiáticos “devem” eleger asiáticos, e assim sucessivamente através de todo o imenso caleidoscópio de grupos étnicos e de nacionalidades, que integram o eleitorado americano.

EUA: o voto étnico assume, às vezes, papel de atalho cognitivo

Entre nós, é mais freqüente o apelo ao voto feminino, ao voto jovem, ao voto naquele que “veio de baixo” e ao voto religioso, como atalhos desta natureza. O eleitor, nestes casos, está dispensado de pensar muito sobre a política, de buscar e processar informações complexas e variadas, porque o seu escolhido “é um dos nossos”, logo, deve pensar como “nós”, deverá ter as mesmas prioridades, e saberá defender os “nossos” interesses.

Avaliação moral como atalho cognitivo

Alguns eleitores buscam, no processo eleitoral, evidências que permitam excluir candidatos por razões éticas, como um atalho cognitivo. Eles concentram sua atenção no grau de congruência que existe entre, as manifestações de intenção e a sinceridade do candidato, como forma de estabelecer a integridade e confiança que ele revela possuir.

Em outras palavras, eles estão preocupados em descobrir se, as posições políticas e programáticas do candidato, são a expressão de um genuíno e autêntico comprometimento pessoal, ou se são apenas táticas de campanha, para ganhar votos. Esta é uma atitude comum na vida em geral. Em situações de incerteza, nós sempre preferimos apostar em quem revela possuir sinceridade e bom caráter.

Nas palavras de Aristóteles:

“Nós acreditamos que pessoas boas são mais completas e íntegras que outras menos boas; isto é verdadeiro de maneira geral, para qualquer questão, e absolutamente verdadeiro quando a certeza é impossível, e as opiniões estão divididas” (Aristóteles – Retórica e Poética)

Assim, quando os eleitores avaliam os candidatos, com o objetivo de definir sua preferência, ficam muito atentos à sua sinceridade, para descobrir se ele realmente está interessado nas preocupações deles. Eles fazem este atalho, e fazem uma cuidadosa estimativa da autenticidade política do candidato, a partir de sua moralidade pessoal e de seu caráter, pressupondo que, na ausência de mais informações (que, embora existam, eles não têm tempo nem interesse de buscar) o candidato tratará os cidadãos da mesma forma como trata seus familiares e amigos.

Este é um atalho cognitivo que serve mais para excluir do que para decidir. Por estas razões, os candidatos são tão ciosos de sua imagem e da necessidade de responder de forma cabal as acusações que lhe são feitas.

Eles sabem que boa parte do eleitorado adota o atalho moral para decidir sobre a exclusão de um candidato. Por isso também, a reputação é o bem mais valioso de seu patrimônio político, e, em nenhum momento está mais ameaçada do que durante o processo eleitoral.

Em conclusão, a teoria da racionalidade de baixa informação demonstra como é possível conciliar o baixo nível de interesse e informação política da maioria dos eleitores, com a exigência de uso da racionalidade nas decisões de voto dos seus cidadãos.

O eleitor comum encontra caminhos para informar-se, conectar as informações com a política e o governo, validar as informações que adquire com pessoas de sua confiança, e, mediante o uso de atalhos cognitivos, reduzir o leque de opcões que lhe é oferecido pela campanha, e encaminhar uma decisão pessoal.

Tudo isto sem ter que deslocar, o tempo que dedica às suas prioridades pessoais, para acompanhar uma dinâmica política remota de sua vida pessoal além de complexa e confusa. No dia da eleição, o eleitor, com uma racionalidade conquistada com baixa informação, é capaz de chegar a decisões de voto responsáveis e satisfatoriamente racionais.

Fonte: Política para Políticos

É guerra

erica kokayMantendo relações tumultuadas com o Buriti, a deputada petista Érika Kokay partiu ontem para o confronto. Divulgou mensagem contra o endosso pelo partido da candidatura do governador Agnelo Queiroz  e ainda disse que, sem um debate da militância sobre isso, estará sendo cometido “um atentado contra a história do PT”.

Fonte: Do alto da torre

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